O primeiro Assassin’s Creed teve grande repercussão na mídia antes de debutar no ano de 2007. Ele era uma das grandes apostas da geração atual de consoles, pois além de ter um visual de encher os olhos, prometia em termos de ambientação, principalmente por sua história se passar no período correspondente as cruzadas, no antigo oriente médio.
Contudo, apesar das qualidades artísticas e de sua excelente história, o jogo pecava pela falta de variedade das suas missões secundárias. Cenários tão imensos e detalhados eram apequenados pela falta do que fazer, pela ritualidade de coisas redundantes que não acrescentavam nada a trama principal e ao idealismo elegantemente frio proposto ao personagem principal.
É bem verdade que tais defeitos não importaram muito aos jogadores, e o título estourou em vendas, batendo a marca de 9 milhões de cópias em 2009, elevando-se ao status de maior marca da Ubisoft, antes legada a série de espionagem, Splinter Cell do escritor Tom Clancy’s.



