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	<title>Impulso HQ &#187; Revista Independente</title>
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		<title>Resenha HQB: Salomão Ventura – Caçador de lendas 1</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Nov 2010 11:10:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Manoel</dc:creator>
				<category><![CDATA[resenha hqb]]></category>
		<category><![CDATA[Caçador de lendas]]></category>
		<category><![CDATA[folclore]]></category>
		<category><![CDATA[Giorgio Galli]]></category>
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		<description><![CDATA[
Se você é uma daquelas pessoas que, ao ouvirem na mesma frase as palavras “quadrinhos” e “Saci-Pererê”, “Curupira” ou “Boitatá”, já torcem o nariz (por imaginar uma história “água com açúcar” para crianças ou um daqueles velhos discursos ufanistas sobre qual seria o tema dos quadrinhos brasileiros) é bom rever seus conceitos.
Esta magistral HQ escrita [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2010/10/resenha_hqb_salomao_ventura.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-15847" title="resenha_hqb_salomao_ventura" src="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2010/10/resenha_hqb_salomao_ventura.jpg" alt="" width="455" height="600" /></a></p>
<p>Se você é uma daquelas pessoas que, ao ouvirem na mesma frase as palavras “quadrinhos” e “Saci-Pererê”, “Curupira” ou “Boitatá”, já torcem o nariz (por imaginar uma história “água com açúcar” para crianças ou um daqueles velhos discursos ufanistas sobre qual seria o tema dos quadrinhos brasileiros) é bom rever seus conceitos.</p>
<p>Esta magistral HQ escrita e desenhada por Giorgio Galli tem como proposta apresentar esses folclóricos personagens em suas versões originais: “histórias de terror, feitas para assustar”, como diz o autor no editorial da obra.</p>
<p>Por isso, não espere nesta edição de estréia aquele Saci brincalhão que gosta de pregar peças nas pessoas (fruto das adaptações para contos infantis e televisão). O Saci que encontramos aqui é um espírito de um garoto escravo, que foi violentamente assassinado (com uma de suas pernas decepadas) e perambula pela Terra protegendo outras crianças vítimas de agressão doméstica.</p>
<p><span id="more-15846"></span>E como, infelizmente, nossa sociedade esta cheia de exemplos desse tipo de agressão, o espírito do Saci ressurge nos dias atuais “protegendo” os pequeninos.</p>
<p>“Protegendo” esta entre aspas porque a violência do Saci é tanta que a defesa das crianças se dá apenas no plano físico, o psicológico, certamente, fica permanentemente abalado com os métodos do Saci.</p>
<p>E cabe a Salomão Ventura a tarefa de caçar esse espírito antes que ele faça mais vítimas (fatais e mentais).</p>
<p>Obviamente, é uma HQ de terror que sabe explorar as características do gênero, espalhando cenas sanguinárias ao longo de toda a edição.</p>
<p>O desenho precisa de mais atenção na figura masculina (que aqui ficaram meio cartum), mas apresenta várias qualidades necessárias ao gênero, como uma arte-final que explora grandes áreas negras, uso de retículas e texturas que dão mais impacto às cenas, diagramação dinâmica que foge do lugar comum e diversos closes, em vísceras e nos olhos, que transmitem a sensação de terror que a história quer contar.</p>
<p>Uma ótima opção aos fãs do gênero.</p>
<p>Um dos melhores lançamentos do ano e forte candidato a revelação!</p>
<p><strong>Salomão Ventura – Caçador de lendas 1</strong><br />
Autor: Giorgio Galli<br />
Revista Independente<br />
24 páginas<br />
Data: Junho de 2010<br />
R$ 3,00<br />
Contato: http://www.salomaoventura.blogspot.com</p>
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		<title>Resenha HQB: JAM</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Jun 2010 12:04:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Manoel</dc:creator>
				<category><![CDATA[resenha hqb]]></category>
		<category><![CDATA[Daniel Esteves]]></category>
		<category><![CDATA[Edu Mendes]]></category>
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A experimentação é um processo fundamental para a evolução de qualquer linguagem. É por meio dela que os autores desenvolvem e adicionam novos elementos a seu repertório, permitindo que o meio em que atuam mantenha-se constantemente em sintonia com seu tempo.
A presença da experimentação indica que os criadores já dominam os elementos básicos do ramo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2010/05/resenha_hqb_jam.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-12613" title="resenha_hqb_jam" src="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2010/05/resenha_hqb_jam.jpg" alt="" width="455" height="455" /></a></p>
<p>A experimentação é um processo fundamental para a evolução de qualquer linguagem. É por meio dela que os autores desenvolvem e adicionam novos elementos a seu repertório, permitindo que o meio em que atuam mantenha-se constantemente em sintonia com seu tempo.</p>
<p>A presença da experimentação indica que os criadores já dominam os elementos básicos do ramo e partem agora em busca de um algo mais.<br />
Por isso é extremamente bem-vindo o lançamento da JAM, uma revista experimental desde o nome, em alusão à improvisação feita por músicos – geralmente de jazz – no palco.</p>
<p>As histórias aqui reunidas foram criadas a partir do formato da revista, 17 x 20 cm, e de sua temática, Reflexos e Reflexões, que foi interpretada de diversas maneiras pelos autores.</p>
<p>Há desde HQs mais tradicionais, que abordam questões sobre a vida e a morte como a HQ “Viagem sem volta” de Daniel Esteves &amp; Will, até trabalhos que exploram os reflexos e suas propriedades narrativas, como é o caso da HQ de Jozz (que eu fiquei em dúvida quanto ao título), os quadrinhos mais próximos que eu já vi do trabalho de Michel Gondry (famoso pelo filme “Brilho eterno de uma mente sem lembranças”, por alguns clipes da banda “The White Stripes” e pelos melhores comerciais da Smirnoff). Grande trabalho (me refiro ao de Jozz, mas o de Gondry também é fascinante)!</p>
<p><span id="more-12612"></span>A revista passa também pelo erotismo, na HQ “beb ada” de Gil Tokio, pela crítica social, “O Povo da perna de pau” de Marlon Tenório (outro grande momento da revista, retrata um povo que prefere andar de muletas para não ferir suas pernas – confesso que torço para o autor desenvolver mais esse universo interessante e a partir dele criar uma história longa) e pela “Identidade em crise”, título autoexplicativo da HQ de Edu Mendes.</p>
<p>O experimentalismo se estende, felizmente, também nos créditos e na diagramação – a HQ de Edu Mendes, por exemplo, é um encarte colorido no centro da edição, estilo aqueles pôster dobrados que a gente encontra em uma porção de revistas.</p>
<p>Curioso notar que é nesta publicação experimental que vamos encontrar um dos raros casos na atual cena nacional de quadrinhos em que os trabalhos realmente foram editados, isto é, tiveram acompanhamento de alguém responsável em deixar as HQs melhores e em sintonia com a edição.</p>
<p>Entretanto, como quase toda experimentação, este é um trabalho mais voltado às pessoas interessadas na exploração da linguagem, por isso acho que dificilmente agradará aqueles leitores que apreciam histórias mais convencionais.</p>
<p>Parabéns ao pessoal pela ousadia e pela iniciativa de buscar um algo a mais dentro dos quadrinhos.</p>
<p>Desde já aguardo as próximas edições, que o grupo pretende mudar de formato e de temática a cada número.</p>
<p><strong>JAM nº1</strong><br />
Autores: Daniel Esteves, Edu Mendes, Gil Tokio, Jozz, Marlon Tenório e Will.<br />
Revista Independente<br />
28 páginas<br />
Data: Março de 2010<br />
R$ 8,00</p>
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		<title>Resenha HQB: DUO</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Apr 2010 12:23:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Manoel</dc:creator>
				<category><![CDATA[resenha hqb]]></category>
		<category><![CDATA[DUO]]></category>
		<category><![CDATA[Felipe Cunha]]></category>
		<category><![CDATA[HQB]]></category>
		<category><![CDATA[Pablo Casado]]></category>
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Duo é uma edição que reuni três HQs escritas por Pablo Casado e desenhadas por Felipe Cunha.
E a autoria é a única coisa que as narrativas têm em comum. A primeira história, “Céus de Fênix”, retrata, de forma poética e até fantástica, um diálogo no qual o tio relata a sua sobrinha o motivo de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-12028" title="duo" src="http://www.impulsohq.com.br/wp-content/uploads/2010/04/duo.jpg" alt="duo" width="398" height="600" /></p>
<p>Duo é uma edição que reuni três HQs escritas por Pablo Casado e desenhadas por Felipe Cunha.</p>
<p>E a autoria é a única coisa que as narrativas têm em comum. A primeira história, “Céus de Fênix”, retrata, de forma poética e até fantástica, um diálogo no qual o tio relata a sua sobrinha o motivo de ter abandonado a aviação. Felipe Cunha faz um trabalho muito interessante com silhuetas, retículas e tons de cinza simulando uma aguada.</p>
<p>O trabalho seguinte, “Temporada Macabra”, é uma história de horror (embora não seja tão horripilante assim), no melhor estilo <em>kafkaniano</em>. Aqui, os traços de Felipe tornam-se mais densos e com grandes áreas negras que contribuem sobremaneira para o clima da HQ.</p>
<p><span id="more-12027"></span>Em “Terra do Nunca” os diálogos entre um casal de namorados os fazem viajar por um mundo de fantasia sem sequer saírem da cama (obs: não é uma HQ erótica).</p>
<p>Por ser o trabalho que releva mais sensibilidade no tratamento das relações humanas, é a HQ que destaco na edição. Os desenhos são simples, apenas linhas e sombras sem exageros, exatamente a sobriedade que o tema sugere.</p>
<p>A qualidade gráfica do trabalho é impecável, com boa impressão e um papel de qualidade.</p>
<p>Há alguns extras no final da edição que, além de esboços de páginas e personagens, incluem breves comentários sobre cada história – o que torna a revista mais interessante, principalmente para quem aprecia conhecer o processo criativo de uma HQ.</p>
<p><strong>Duo</strong><br />
Autores: Pablo Casado (roteiro) &amp; Felipe Cunha (desenhos)<br />
Revista Independente<br />
40 páginas<br />
Data: Novembro de 2009<br />
R$ 4,00</p>
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		<title>Resenha HQB: Encore</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Mar 2010 12:25:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Manoel</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Van Hudson]]></category>

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Encore é mais um trabalho de Eduardo Medeiros, Mateus Santolouco e Rafael Albuquerque dentro do universo criado por eles mesmos na excelente trilogia Power Trio, Overdose e Cabaret.
Desta vez, o trabalho é focado na banda DEMO. São entrevistas que um repórter faz para escrever a biografia de Van Hudson, vocalista da banda.
Aqui conhecemos um pouco [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-11505" title="resenha_hqb_encore" src="http://www.impulsohq.com.br/wp-content/uploads/2010/03/resenha_hqb_encore.jpg" alt="resenha_hqb_encore" width="398" height="600" /></p>
<p>Encore é mais um trabalho de Eduardo Medeiros, Mateus Santolouco e Rafael Albuquerque dentro do universo criado por eles mesmos na excelente trilogia Power Trio, Overdose e Cabaret.</p>
<p>Desta vez, o trabalho é focado na banda DEMO. São entrevistas que um repórter faz para escrever a biografia de Van Hudson, vocalista da banda.</p>
<p>Aqui conhecemos um pouco mais da história da banda, a amizade entre Combo, o baterista, e Van Hudson, a velocidade surpreendente – e misteriosa – com que Hudson aprendeu a tocar guitarra, o paradeiro deste instrumento amaldiçoado e a inveja que Navarro, baixista e fundador da banda, nutria por Hudson, que tomou seu posto de vocalista e era mais beneficiado no contrato com a gravadora Pacto Records.</p>
<p>A qualidade gráfica do trabalho segue a linha dos anteriores: ótimos desenhos, diagramação bacana, excelente utilização de retículas, boa impressão e papel de qualidade – com a capa numa gramatura maior.</p>
<p><span id="more-11504"></span>O grande diferencial é que, aqui, os três desenham juntos as páginas (diferentemente dos trabalhos anteriores em que cada um desenhava um capítulo) – o que acaba deixando a edição com uma variação bem agradável.</p>
<p>A história não é nenhuma oitava maravilha do mundo, mas diverte e entretém. E, se você apreciou os trabalhos anteriores do trio, certamente vai se deliciar com este também. Fato que comprova a consistência do universo por eles criado e que pode gerar ainda mai frutos aos rapazes em eventuais títulos futuros.</p>
<p>Como já foi divulgado na imprensa, esses trabalhos independentes do trio (um verdadeiro power trio) será lançado por uma editora no mercado estadunidense. Isso mostra que quando um trabalho é feito com seriedade, qualidade e muito, mas muito esforço, de forma independente ou não, alcança grande repercussão.</p>
<p>Parabéns ao trio pelo trabalho e pelos espaços que merecidamente vem conquistando.</p>
<p><strong>Encore</strong><br />
Autores: Eduardo Medeiros, Mateus Santolouco e Rafael Albuquerque.<br />
Revista Independente<br />
20 páginas<br />
Data: Outubro de 2009<br />
R$ 5,00<br />
Contato: www.mondourbano.com</p>
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		<title>Resenha HQB: 7 Dayz</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Mar 2010 11:50:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Manoel</dc:creator>
				<category><![CDATA[resenha hqb]]></category>
		<category><![CDATA[7 Dayz]]></category>
		<category><![CDATA[resenha]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Independente]]></category>
		<category><![CDATA[Vitor Batista]]></category>

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Este álbum, feito com o apoio da secretaria de cultura do estado do Ceara, reúne todas as partes da história “Eu não sou autoridade para a morte!”, publicada entre as edições 6 e 9 do fanzine 7 Dayz, criado pelo quadrinista cearense Vitor Batista.
O trabalho narra a história de Janine, uma jovem viciada em tudo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-11321" title="resenha_hqb_7dayz" src="http://www.impulsohq.com.br/wp-content/uploads/2010/03/resenha_hqb_7dayz.jpg" alt="resenha_hqb_7dayz" width="398" height="600" /></p>
<p>Este álbum, feito com o apoio da secretaria de cultura do estado do Ceara, reúne todas as partes da história “Eu não sou autoridade para a morte!”, publicada entre as edições 6 e 9 do fanzine 7 Dayz, criado pelo quadrinista cearense Vitor Batista.</p>
<p>O trabalho narra a história de Janine, uma jovem viciada em tudo quanto é droga e que, depois de uma balada daquelas, acaba engravidando de um cara cujo nem o nome ela se lembra. Mas sua gravidez, indesejada obviamente, não lhe impede de continuar usando drogas.</p>
<p>Depois de todas as angústias e incertezas geradas pelo seu estado ela decide procurar o pai de seu filho e acaba encontrando-o e se apaixonando por ele, até o momento em que descobre uma coisa horrível do passado do rapaz que também tem a ver com o dela.</p>
<p><span id="more-11320"></span></p>
<p>Em meio a isso tudo, Janine tem que conviver com os acessos de ciúmes de seu amigo Fred, com quem divide um apartamento e que é apaixonado por ela, e com o inesperado suicídio de um amigo.</p>
<p>É um trabalho muito sensível, repleto de verdadeiros aforismos sobre a vida e que aborda o vazio existencial nos grandes centros urbanos, a busca por uma utópica sociedade alternativa mais justa e com menos pressão aos jovens e adolescentes, as paixões frustradas e temas tabus de nossa sociedade como sexo, drogas e aborto.</p>
<p>A arte de Vitor é bem próxima dos trabalhos mais cartuns de Eduardo Medeiros (Power Trio, Overdose, Cabaret etc.) com muitas áreas cinzas, negras e linhas tortas que parecem finalizadas apenas com o lápis. Tudo isso contribui para deixar o clima da HQ ainda mais denso.</p>
<p>São trabalhos assim que dão gosto em ter uma coluna de resenhas de quadrinhos, afinal, não fosse por este espaço de divulgação, talvez eu nunca tivesse contato com a obra.</p>
<p>Desejo que o álbum possa alcançar fãs de quadrinhos de todo o país. Poucas vezes um trabalho me surpreendeu tão positivamente tanto quanto este.</p>
<p>Parabéns aos órgãos públicos por apoiarem uma obra como essa, cheia de críticas à sociedade.</p>
<p>E parabéns ao autor pelo excelente trabalho!</p>
<p><strong>7 Dayz</strong><br />
Autor: Vitor Batista<br />
Revista Independente<br />
68 páginas<br />
Data: Março de 2010<br />
R$ 10,00 (despesas postais inclusas)<br />
Contato: www.blogzdovitor.blogspot.com</p>
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		<title>Resenha HQB: Macaco Albino nº2</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Feb 2010 11:27:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Manoel</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Salvador]]></category>

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		<description><![CDATA[
O segundo número de Macaco Albino, autoria de Leandro Robles, é um pouco diferente de sua primeira edição.
Se as tiras e os traços mais rascunhados eram o que prevaleciam na edição de estréia, agora são as histórias mais longas e com um traço mais firme e finalizado. O autor também investiu mais em suas soluções [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-10818" title="macaco_albino_ed2" src="http://www.impulsohq.com.br/wp-content/uploads/2010/02/macaco_albino_ed2.jpg" alt="macaco_albino_ed2" width="398" height="600" /></p>
<p>O segundo número de Macaco Albino, autoria de Leandro Robles, é um pouco diferente de sua primeira edição.</p>
<p>Se as tiras e os traços mais rascunhados eram o que prevaleciam na edição de estréia, agora são as histórias mais longas e com um traço mais firme e finalizado. O autor também investiu mais em suas soluções gráficas, utilizando páginas duplas, silhuetas, cenários e uma diagramação mais dinâmica.</p>
<p>A personalidade do Macaco, em alguns momentos, se assemelha a de uma ingênua criança, brincando com as orelhas de seu cachorrinho ou sacaneando um pobre patinho gago. Em outros, ele mostra todo o seu poder de observação dos assuntos cotidianos, acrescentando um pouco de ódio e frustração, algo bem próximo da linha de trabalho de Harvey Pekar.</p>
<p><span id="more-10817"></span>Há, ainda, a participação de diversos autores cujos traços contribuem para explorar a personalidade do Macaco – ora mais estressada, ora mais séria, ora mais descontraída. Mas essa variação no humor ocorre de forma natural – demonstrando toda a habilidade do autor na criação do personagem.</p>
<p>Além do poder de observação do cotidiano, o destaque vai para a conexão entre algumas histórias. Assim, uma HQ que, à primeira leitura, foge das características da revista por não apresentar nenhum humor aparente, ganha outra visão no final da edição com a interconexão de outra HQ (um recurso narrativo muito interessante, mas pouco explorado nos quadrinhos).</p>
<p>E tudo isso junto surpreende e rende boas risadas. Excelente trabalho!</p>
<p><strong>Macaco Albino nº2</strong><br />
Autor: Leandro Robles<br />
Participações especiais de: Chico Bela, Diego Munhoz, Fernando Gonsales, Fernando Ventura, Gustavo Duarte, Gustavo Rinaldi, Hiro, Jozz, Kako, Odilon Moraes, Rodrigo Arraya e Salvador.<br />
Revista Independente<br />
66 páginas<br />
Data: Dezembro de 2009<br />
R$ 3,00</p>
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		<title>Resenha HQB: Balaiada</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Feb 2010 11:05:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Manoel</dc:creator>
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		<category><![CDATA[A guerra do Maranhão]]></category>
		<category><![CDATA[Balaiada]]></category>
		<category><![CDATA[Beto Nicácio]]></category>
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		<category><![CDATA[Iramir Araújo]]></category>
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		<category><![CDATA[Ronislon Freire]]></category>

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		<description><![CDATA[
A Balaiada foi uma revolta popular que ocorreu nas províncias do Maranhão e do Piauí em meados do sec. XIX. O movimento envolveu, em maior ou menor grau, índios, negros, mestiços e brancos pobres na busca por justiça e liberdade.
Durou cerca de 4 anos (de 1838 a 1842) e, de acordo com o texto da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.impulsohq.com.br/wp-content/uploads/2010/01/balaiada_capa.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-10349" title="balaiada_capa" src="http://www.impulsohq.com.br/wp-content/uploads/2010/01/balaiada_capa.jpg" alt="balaiada_capa" width="398" height="600" /></a></p>
<p>A Balaiada foi uma revolta popular que ocorreu nas províncias do Maranhão e do Piauí em meados do sec. XIX. O movimento envolveu, em maior ou menor grau, índios, negros, mestiços e brancos pobres na busca por justiça e liberdade.</p>
<p>Durou cerca de 4 anos (de 1838 a 1842) e, de acordo com o texto da 4ª capa, “seus efeitos se fizeram sentir no Ceará, Pernambuco e até no Pará”.</p>
<p>Entretanto, infelizmente, é uma parte de nossa história pouco citada, lembrada ou sequer reconhecida (assim como a maioria das revoltas populares deste país, independentemente de sua época) por grande parte das camadas de nossa sociedade: alunos, autoridades, educadores, cidadãos etc.</p>
<p>Esta versão em quadrinhos – uma linguagem popular, como informa o texto de apresentação da obra – é uma forma de trazer às novas gerações um contato maior com a história de seu povo, que ainda batalha pelos mesmos direitos.<br />
Penso que a leitura do trabalho pode ser focada em dois aspectos: roteiro e acontecimentos históricos.</p>
<p><span id="more-10348"></span>O primeiro aspecto é onde a obra peca. Há personagens demais, muitos com participação breve, e todos eles pouco trabalhados em suas caracterizações físicas. Por isso, chega uma hora em que a gente nem sabe mais quem é quem na história; e a troca de desenhistas no meio da edição só piora as coisas, mesmo sendo eles desenhistas tecnicamente competentes.</p>
<p>Os personagens foram subestimados no roteiro – a cargo do também historiador Iramir Araújo que, ao eleger a revolta em si como elemento principal da trama, colocou seus protagonistas em posições secundárias.</p>
<p>Por isso a HQ não acompanha nenhum personagem especificamente e sim os fatos. Talvez tenha sido essa uma medida para tornar o trabalho mais objetivo, mas, ao distanciar os personagens da trama, também distancia o leitor, já que este não terá elementos com os quais se identificar na obra, nem terá a possibilidade de acompanhar e se emocionar com o drama, a vida e os ideais de nenhum dos lados envolvidos na história.</p>
<p>Cito como exemplo o personagem Raimundo Gomes, o líder da Balaiada. Não há um trabalho psicológico em cima dele; ninguém sabe sua história, seus medos, sonhos, qualidades, defeitos etc. Ele aparece em poucas cenas, a maioria delas dando ordens a seus comandados.</p>
<p>O mesmo vale para todos os outros envolvidos na revolta: políticos, soldados, escravos etc. Muito pouco para a gente sentir interesse em acompanhá-los na trama.</p>
<p>Mesmo usando uma linguagem teoricamente popular, é função do roteirista criar personagens interessantes para prender a atenção das pessoas e despertar o interesse delas pelo tema. Do contrário, somente os mais interessados no assunto continuarão a ler o trabalho – e se esse número fosse grande, certamente teriam toneladas de livros sobre o tema.</p>
<p>No aspecto histórico a HQ é perfeita. Baseado em suas minuciosas pesquisas, Iramir nós dá uma boa introdução sobre o que foi o movimento: a falta de um plano político mais sólido por parte dos revoltosos; a condição dos negros nas plantações de algodão; a movimentação dos políticos para manipular ou acabar com a revolta; as ações extremas do exército, a deserção de alguns soldados em prol do movimento etc.</p>
<p>A iniciativa de resgatar e tornar acessível parte tão importante de nossa história é louvável e a HQ certamente saciará o leitor já interessado nesse assunto. Entretanto, a falta de (mais) dedicação para criar personagens cativantes pode não despertar interesse nas pessoas que desconhecem o tema.</p>
<p><strong>Balaiada – A guerra do Maranhão</strong><br />
Autores: Iramir Araújo (roteiro), Ronislon Freire e Beto Nicácio (desenhos)<br />
Revista Independente<br />
80 páginas<br />
Data: Junho de 2009<br />
R$ 25,00<br />
Contato: http://www.balaiada-guerradomaranhao.blogspot.com/</p>
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		<title>Resenha HQB: Sideralman nº2</title>
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		<pubDate>Thu, 28 Jan 2010 10:58:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Manoel</dc:creator>
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A segunda edição da revista Sideralman começa com uma interessante apresentação de Manoel de Souza, editor da revista Mundo dos Super-heróis. Em seu texto, além de nos informar um pouco mais sobre o personagem Sideralman, Manoel faz uma interessante abordagem sobre a questão dos super-heróis brasileiros. Tão interessante que, por si só, já vale a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.impulsohq.com.br/wp-content/uploads/2010/01/sideralman_ed2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-10345" title="sideralman_ed2" src="http://www.impulsohq.com.br/wp-content/uploads/2010/01/sideralman_ed2.jpg" alt="sideralman_ed2" width="398" height="600" /></a></p>
<p>A segunda edição da revista Sideralman começa com uma interessante apresentação de Manoel de Souza, editor da revista Mundo dos Super-heróis. Em seu texto, além de nos informar um pouco mais sobre o personagem Sideralman, Manoel faz uma interessante abordagem sobre a questão dos super-heróis brasileiros. Tão interessante que, por si só, já vale a aquisição da revista.</p>
<p>Felizmente a edição conta com muitas outras passagens interessantes. Como o traço de Will (criador do Sideralmam e editor da revista), que embora tenha muita influência de Genndy Tartakovsky, criador de desenhos como Laboratório de Dexter e Samurai Jack, sabe explorar as características que lhe são próprias, como o bom humor, uma queda por temas espaciais, de ficção científica e sua diagramação.</p>
<p>Este último, o grande destaque da edição. Como bom artista gráfico que é, Will sabe como diagramar cada página de modo que transmitam todo o dinamismo das cenas (mesmo quando elas não contém ação nenhuma).</p>
<p><span id="more-10344"></span>Um bom exemplo disso são as páginas 8 e 9 que apresentam, como numa visão de raio-X, os habitantes de um edifício. Excelente!</p>
<p>Além das HQs de Sideralman (uma escrita por Cadu Simões e desenhada por Will e a outra escrita por Will e desenhada por Braga), que giram em torno dos já citados temas espaciais e de ficção científica, a revista apresenta também um história de Demetrius Dante – o detetivo do absurdo (também criação de Will), escrita por Cadu Simões, desenhada por Laudo e arte-finalizada por Omar Viñole. É uma história sobre zumbis, mistura devaneios e realidade.</p>
<p>Nada excepcional, mas apresenta a mesma qualidade gráfica nos desenhos, a mesma diagramação interessante e o mesmo humor sutil, mas que dá gosto de acompanhar até a última página.</p>
<p>Completam a edição pin-ups de Sideralman e Demetrius Dante criadas por Caio Majado, Edu Mendes e Omar Viñole.<br />
Três histórias curtinhas, despretensiosas – bem ao estilo dos roteiros de desenhos animados que passam na televisão (aliás, seria muito bacana ver um rabalho de Will na área da animação), mas que prendem nossa atenção e, o mais importante, entretêm.</p>
<p>Exatamente como uma revista de HQ deve ser.</p>
<p><strong>Sideralman nº2</strong><br />
Autores: Will (desenho e roteiro), Cadu Simões (roteiro), Laudo e Braga (desenhos), Omar Viñole (arte-final e pin-up), Caio Majado e Edu Mendes (pin-ups).<br />
Revista Independente<br />
24 páginas<br />
Data: Outubro de 2009<br />
R$ 3,00<br />
Contato: http://www.sideralman.blogspot.com/</p>
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		<title>Resenha HQB: Liga Jundiaiense de Super-Heróis nº1</title>
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		<pubDate>Tue, 26 Jan 2010 11:06:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Manoel</dc:creator>
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		<category><![CDATA[HQB]]></category>
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Como a maioria das boas idéias, a que gerou esta revista também nasceu de maneira despretensiosa: a criação do personagem Taru-Man – uma referência, e brincadeira, a Tarumã, um bairro da cidade de Jundiaí/SP.
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.impulsohq.com.br/wp-content/uploads/2010/01/resenha_hqb_liga_jundiaiense.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-10113" title="resenha_hqb_liga_jundiaiense" src="http://www.impulsohq.com.br/wp-content/uploads/2010/01/resenha_hqb_liga_jundiaiense.jpg" alt="resenha_hqb_liga_jundiaiense" width="398" height="600" /></a></p>
<p>Como a maioria das boas idéias, a que gerou esta revista também nasceu de maneira despretensiosa: a criação do personagem Taru-Man – uma referência, e brincadeira, a Tarumã, um bairro da cidade de Jundiaí/SP.</p>
<p>Este fato despertou em Ede Galileu a vontade de criar uma equipe de super-heróis que tivessem alguma relação com sua cidade, a já citada Jundiaí. Então, Galilei, Rodolfo Bonamigo (criador de Taru-Man) e Hugo Nanni elaboraram esta liga composta por personagens que representam um pouco a cultura da região:</p>
<p>Jundman, herói xavequeiro que adquiriu seus poderes após beber um suco de uva (Jundiaí é conhecida como a terra da uva); Italianona, representante da grande comunidade italiana da cidade; Taru-Man, uma árvore alienígena que habita a reserva ecológica Serra do Japi e que empresta seus poderes ao herói Ubiratã.</p>
<p>Completam a equipe: Estilingue Púrpura (exímio no manejo do estilingue), seu ajudante infantil (literalmente) Muleki Kaniveti; Garota-Urubú, a menina que veio do futuro, e o engraçadíssimo Homem-Chiclete.</p>
<p><span id="more-10112"></span>Sem se esquecer de mencionar que o ser que reuniu a liga se manifesta somente através de animais rasteiros – o que faz com que acabe sempre pisoteado por um herói mais distraído.</p>
<p>A primeira HQ da revista serve como uma apresentação dos personagens, na qual conhecemos um pouco do estilo de cada um (o perfil físico, psicológico, o jeito de falar etc.).</p>
<p>Alguns personagens acabam aparecendo mais que outros, mas, no geral, a HQ cumpre bem sua função – informa e diverte.</p>
<p>Em seguida vem uma HQ sobre a origem de Taru-Man. É bem chatinha porque nada mais é que uma releitura da origem do Super-Homem.</p>
<p>Para finalizar, vem o grande destaque da revista: A HQ “A origem do Homem Chiclete”, bem curtinha – apenas 3 páginas – mas muito engraçada, principalmente pelos textos de Galileu e a reprodução de supostas capas de revistas famosas nas quais o herói já apareceu, como as revistas Caras, G Magazine e Mundo Estranho (Homem-Chiclete era um atleta e, atualmente, é uma celebridade na cidade).</p>
<p>Os desenhos não são um primor no quesito anatomia de Super-Heróis, mas são bem competentes e transmitem a descontração da revista.<br />
A edição está bem cuidada com textos apresentando os personagens rapidamente e várias pin-ups da liga (a que tem uma fotografia da cidade ao fundo ficou muito bacana!).</p>
<p>Como se utiliza de vários elementos de Jundiaí, como arquitetura, as características positivas e negativas da região e, quem sabe, futuramente, até mesmo os habitantes reais de lá, imagino que a revista tem tudo para agradar leitores e patrocinadores da cidade.</p>
<p>Para os leitores dos outros municípios, a revista agrada por ser muito divertida, explorando situações cômicas vivenciadas por super-heróis (neste caso, também cômicos).</p>
<p>Nos deixa com uma vontade danada de ler os próximos números.</p>
<p><strong>Liga Jundiaiense de Super-Heróis nº1</strong><br />
Autores: Ede Galilei, Hugo Nanni &amp; Rodolfo Bonamigo<br />
Revista Independente<br />
36 páginas<br />
Data: Novembro de 2009<br />
R$ 5,00<br />
Contato: www.jundcomics.com.br</p>
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		<title>Resenha HQB: Có</title>
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		<pubDate>Thu, 21 Jan 2010 11:01:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Manoel</dc:creator>
				<category><![CDATA[resenha hqb]]></category>
		<category><![CDATA[Có]]></category>
		<category><![CDATA[Gustavo Duarte]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Independente]]></category>

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Sabe aqueles desenhos animados sem nenhuma fala, com uma musiquinha bem animada em destaque, uma história que vai ficando mais absurda a cada segundo e com o personagem principal se dando mal do começo ao fim?
É mais ou menos por ai que se desenvolve esta HQ. Bem&#8230; exceto pela ausência da musiquinha animada.
Tudo começa quando [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.impulsohq.com.br/wp-content/uploads/2010/01/resenha_hqb_co.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-10110" title="resenha_hqb_co" src="http://www.impulsohq.com.br/wp-content/uploads/2010/01/resenha_hqb_co.jpg" alt="resenha_hqb_co" width="398" height="600" /></a></p>
<p>Sabe aqueles desenhos animados sem nenhuma fala, com uma musiquinha bem animada em destaque, uma história que vai ficando mais absurda a cada segundo e com o personagem principal se dando mal do começo ao fim?</p>
<p>É mais ou menos por ai que se desenvolve esta HQ. Bem&#8230; exceto pela ausência da musiquinha animada.</p>
<p>Tudo começa quando um senhor de certa idade, sentado tranquilamente em seu sofá se divertindo com a programação da TV, está prestes a tomar uma dose do que parece ser uma cachacinha bem saborosa.</p>
<p>Quando, de repente, a luz em sua casa acaba e coisas estranhas começam a acontecer.</p>
<p><span id="more-10109"></span>Coisas estranhas mesmo, a ponto de beirar o nonsense: tipo o personagem se transformar num porco gigante e surgirem galinhas de tudo quanto é lugar da sua casa.</p>
<p>Não vou contar a história porque tira a graça dos acontecimentos bizarros que se desenvolvem. Basta que saibam que o trabalho é muito competente, tem ótimos desenhos – bem ao estilo dos desenhos animados, pleno domínio das expressões faciais e corporais, bom uso de negativos, boa impressão e papel de qualidade.</p>
<p>Apenas senti falta de umas linhas de movimento em determinadas passagens&#8230;</p>
<p>O destaque vai para a narrativa – experimente você contar uma história de 32 páginas sem texto algum. E, se eu não havia deixado claro que a HQ não tem textos, faço isso agora.</p>
<p>É um bom trabalho. Nada que mereça o status de ‘gênio’, evidentemente, mas é um trabalho feito com rara atenção às diversas partes constituintes de uma HQ.</p>
<p>Altamente recomendado para quem aprecia trabalhos de humor nonsense.</p>
<p><strong>Có!</strong><br />
Autor: Gustavo Duarte<br />
Revista Independente<br />
32 páginas<br />
Data: Agosto de 2009<br />
R$ 10,00<br />
Contato: www.gustavoduarte.com.br</p>
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