Posts com a Tag ‘quadrinhos’

Jornal Extra, do Rio de Janeiro, fará promoção com quadrinhos

Por Renato Lebeau | 12 março de 2010

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Escolhi a versão do Universo HQ para repassar a notícia.

Visto no Universo HQ – por Sidney Gusman

A notícia foi divulgada por Télio Navega, do blog Gibizada, e merece ser repercutida em outros veículos que fazem jornalismo sobre quadrinhos: A partir da próxima semana, todas as quartas-feiras, o jornal Extra, do Rio de Janeiro, oferecerá aos seus leitores a oportunidade de adquirir, por R$ 5,90, um livro da Coleção Literatura Brasileira em Quadrinhos, da Escala Educacional.

Serão dez livros, a começar por O triste fim de Policarpo Quaresma (que recentemente ganhou outra versão em quadrinhos pela Desiderata), de Lima Barreto, cuja adaptação tem roteiro de Ronaldo Antonelli e arte de Francisco Vilachã.

Os demais livros da coleção são os seguintes:

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Biblioteca Pública Jayme Cortez

Por Renato Lebeau | 11 março de 2010

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O Centro Cultural da Juventude Ruth Cardoso, da Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo, convida você, seus amigos e familiares, para a inauguração da Gibiteca e nomeação da Biblioteca Pública Jayme Cortez.

A homenagem a Cortez é também reconhecimento da importância das artes da ilustração, quadrinhos, cartum, design gráfico, literatura e em toda cadeia produtiva da comunicação e cultura.

A cerimônia acontecerá no sábado, dia 20 de março, e a atividade faz parte da programação especial em comemoração aos 4 anos de existência do CCJ. Confira abaixo os horários da inauguração:

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Mulheres que estão no gibi

Por Renato Lebeau | 22 fevereiro de 2010

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Por amor à arte ou por profissão, elas estão cada vez mais atuantes no mercado das histórias em quadrinhos

Visto no Correio Brasiliense – por Pedro Brandt

Luluzinha, Mulher-Maravilha, Mulher-Gato, Valentina, Barbarella, Mônica, Mafalda… não faltam protagonistas de histórias em quadrinhos do sexo feminino. E quanto a mulheres fazendo quadrinhos? Dessa breve lista de personagens, apenas Luluzinha foi criada por uma mulher — a americana Marjorie Henderson Buell.

Com mais de um século de existência, as HQs tiveram poucas mulheres trabalhando na área. Situação que vem mudando ao longo das últimas duas décadas com um crescente interesse delas pelos quadrinhos e, consequentemente, uma maior participação. No Brasil, exemplos disso não faltam.

É o caso de Verônica Saiki e Viviane Machado (ou Vivianne Fair, como ela assina). As duas começaram a ler e fazer os primeiros gibis na infância, aprimoraram técnicas na adolescência e deram continuidade à produção na vida adulta. Desde 2007, a brasiliense Verônica, 27 anos, publica por conta própria o título Verdugo, o inacreditável.

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Subversos nº 6 na HQMix Livraria: Como foi

Por Renato Lebeau | 17 fevereiro de 2010

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Como já era esperado, a sexta edição da revista independente Subversos foi lançada na HQMix Livraria no ultimo dia 6 de fevereiro, e a comemoração foi grande, por vários aspectos: primeiro ela encerra um ciclo com o apoio do Programa de Valorização de Iniciativas Culturais – VAI, que segundo o edital, após dois anos de incentivo, a revista não pode entrar novamente para concorrer, para dar espaço para novas propostas.

Em segundo essa sexta edição é especial, contendo a participação em todas as suas histórias de mulheres, ou seja, é uma edição feminina, mas é claro que isso não significa que a publicação perdeu o seu foco urbano, aliás, ela veio para mostrar que mulheres não escrevem apenas histórias fofinhas e que elas atuam bastante no mundo dos quadrinhos e ilustração.

O Impulso HQ esteve presente no lançamento fazendo fotos, conversando com a mulherada e registrando tudo em vídeo, que com a parceria com a galera da Subversos, os vídeos serão postados no blog da publicação, e assim que estiverem disponíveis, colocaremos os links!

Assim as entrevistas a seguir estarão íntegra em vídeo, principalmente as partes engraçadas e inusitadas que acontecem sempre nas gravações! Aproveito aqui para deixar o meu agradecimento a Cadu Simões, que durante todo o lançamento colaborou com o Impulso HQ sendo o nosso câmera man!

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Xuvs

O evento reuniu bastante público como sempre, e não podemos esquecer a presença feminina que estava em massa o que fez a alegria de muitos e é claro que aproveitamos para fazer entrevistas com as participantes dessa sexta edição, e começamos logo com Silvia Maria Foes, que assina a capa como Xuvs, junto com Igor Shin. Capa essa que foi considerada uma das melhores das seis edições de acordo com os comentários dos presentes.

Impulso HQ: É a sua primeira publicação na Subversos? Como foi participar?
Xuvs:
Sim. Foi bem legal. Eu nunca havia publicado antes, e o Akira e o Alexandre me chamaram porque era uma edição só de meninas e resolvi enviar o meu material.

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Operação: Estrela da manhã

Por Renato Lebeau | 12 fevereiro de 2010

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Devir Livraria lança o segundo volume da premiada série em quadrinhos Jogos de Poder, escrita pelo romancista Greg Rucka

Operação: Estrela da Manhã é o segundo volume da premiada série em quadrinhos Jogos de Poder, escrita pelo romancista Greg Rucka (Whiteout). Neste capítulo essencial, a arte fica a cargo de Brian Hurtt (Skinwalker), Bryan O’Malley (Scott Pilgrim) e Christine Norrie (Hopeless Savages; indicada ao Prêmio Russ Manning 2002).

Este volume também apresenta as artes de entrada de capítulos de John K. Snyder III (Lanterna Verde: O Dia Mais Claro, A Noite Mais Densa) e uma nova capa de Durwin Talon (Panel Discussions, Skinwalker).

Confira a sinopse:

Para Tara Chace e os Guardiões, o Afeganistão tem sido um caldeirão político durante anos. Quando o regime Taleban descobre que alguns jornalistas estrangeiros também estão servindo como agentes secretos do SIS, eles reúnem todos os repórteres em Cabul para tentar encontrar os espiões.

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Caminho do artista: Mozart Couto

Por Renato Lebeau | 11 fevereiro de 2010

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Auto retrato de Mozart Couto, feito especiamente para o Impulso HQ

Desde criança eu gostava de desenhar imagens em sequência formando uma história. Como ainda não sabia escrever, fazia os balões e pedia ao meu pai que escrevesse a história que eu ia ditando. Uma coisa curiosa: eu nunca desenhava os requadros. Acho que já vem daí uma amostra de que nunca suportei me enquadrar em nada, apesar de ter tentado várias vezes.

Bom, eu sempre fui um “desenhador”, literalmente. Até jaleco de professor não escapava de minhas figuras. Foi muito engraçado esse fato. Uma vez eu desenhei no jaleco de um professor muito rígido que eu tinha, em plena aula. Ele estava virado de costas, passando a matéria, e eu peguei a barra do jaleco dele e fiz lá umas figuras enquanto os colegas “agavam” de rir.

Eu sempre achei que ele devia me detestar por isso e por outras coisas que eu aprontava nas aulas dele, mas me surpreendi quando um dia meu pai me contou que o encontrou na rua e ele falou muito bem de mim e disse que torcia muito para que eu me tornasse um artista, pois era natural aquilo em mim. Nessa época eu já produzia quadrinhos e ele ficou muito feliz ao saber disso.

Aos dezesseis anos, eu já tinha lido muitos quadrinhos. Quadrinhos infantis, Disney; Turma da Mônica: Muitos suplementos de jornais, com tiras diversas; Quadrinhos de Terror Nacionais, os “Heróis Marvel” e até alguns álbuns europeus que encontrava por acaso numa grande banca onde ia esporadicamente, por ser longe de minha casa. Até alguma coisa de mangá eu já tinha visto!

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500 mil HQs para escolas de SP

Por Renato Lebeau | 9 fevereiro de 2010

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Visto no JBlog- por Pedro de Luna

O Governo do Estado de SP anunciou que distribuirá 531.996 exemplares de revistas e histórias em quadrinhos para alunos de 277 municípios que aderiram ao projeto Ler e Escrever.

Voltado para alunos das 1ª a 4ª séries do Ensino Fundamental, tem como objetivo alfabetizar todas as crianças aos oito anos de idade.

Mais de 284 mil estudantes serão envolvidos no programa que tem material didático específico.

Visto no JBlog- por Pedro de Luna

Entrevista: Sebastião Seabra

Por Renato Lebeau | 8 fevereiro de 2010

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Por: Túlio Vilela*

O Impulso HQ continua sua série de entrevistas com nomes do quadrinho nacional. Desta vez, o desenhista Sebastião Seabra comenta a respeito dos editores brasileiros de quadrinhos que aplicam calotes nos desenhistas.

Seabra fala disso e muito mais, especialmente do amadorismo e das picaretagens cometidas por muitos pretensos editores de quadrinhos brasileiros.

Para quem não conhece, Sebastião Seabra é um desenhista veterano, que já trabalhou para grandes jornais, agências de publicidade e para muitas editoras, tanto de livros didáticos quanto de quadrinhos. Desenhou centenas de páginas de histórias em quadrinhos eróticas e de outros gêneros. Também desenhou graphic novels para uma editora da Bélgica.

Atualmente, Seabra está envolvido numa série de projetos que estão sendo desenvolvidos em seu estúdio em Araraquara, cidade do interior paulista.

Isso e muito mais você vai saber melhor nesta entrevista exclusiva ao Impulso HQ.

Impulso HQ: Atualmente você é freelancer ou está empregado em alguma editora, agência de publicidade ou jornal?
Sebastião Seabra:
Sempre trabalhei como freelancer… Já há trinta e cinco anos. Comecei aos dezesseis anos de idade na Folha de São Paulo (passando em seguida para o jornal Notícias Populares) desenhando tiras diárias de aventura, romance e cômicas.

Até poucos meses atrás eu lecionava, fazia charge política e caricatura para jornais, ilustração publicitária, etc, mas parei com tudo isso e voltei a me dedicar apenas aos quadrinhos.

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Carta de apoio à Zetti

Por Renato Lebeau | 4 fevereiro de 2010

Para quem ainda não leu nos inúmeros sites que estão fazendo o seu papel a apoiando essa carta, no dia 23 de dezembro de 2009 foi afastada do seu cargo de diretora do Salão Internacional de Humor de Piracicaba, Maria Ivete Araújo, mais conhecida como Zetti.

Depois de chefiar a organização do evento de humor por mais de 30 anos, Zetti foi exonerada de seu cargo, sendo notificada da decisão por uma carta.

Em apoio a essa profissional que dedicou tanto da sua vida aos quadrinhos, caricaturas, cartuns e afins, três entidades ligadas às artes gráficas elaboraram e encaminharam uma carta aberta a prefeitura de Piracicaba.

Além da três entidades, ACB (Associação dos Cartunistas do Brasil), SIB (Sociedade dos Ilustradores do Brasil) e Imag (Instituto Memorial de Artes Gráficas do Brasil), mais de 138 profissionais que atuaram no salão como jurados ou com trabalhos selecionados já manifestaram o seu apoio assinando. A lista conta com nomes como Angeli, Laerte, Fernado Gonsales, Luis Fernando Veríssimo, Zuenir Ventura e Ziraldo, além de jornalistas, pesquisadores e escritores.

A seguir na íntegra a carta que está sendo divulgada em inúmeros sites de quadrinhos e também alcançando outras mídias como jornais e televisão, e sendo apoiada até por profissionais internacionais.

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Dos quadrinhos ao mangá

Por Renato Lebeau | 29 janeiro de 2010

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Visto no Sorrisos Laterais – por Adriano Ribeiro e Camila Bevilacqua

Bordas largas, cores fortes, personagens com superpoderes ou em situações heroicas e nada humanas. Poder voar, liberar teias pelos punhos, seja formado por uma equipe ou por um personagem solitário, como Wolverine. As Histórias em Quadrinhos – HQs, como são conhecidas hoje – conquistaram adolescentes e adultos e se tornaram febre pelo mundo todo.

Contar o nascimento das HQs é uma tarefa difícil. Isso pelo momento em que se pode considerar a criação dessa arte. Há quem diga que tudo começou com os hieróglifos (sinais da escrita pictográfica dos antigos egípcios). Outros dizem que a arte rupestre, aqueles inscritos ou desenhos nas rochas, são a representação mais antiga dos quadrinhos. Na verdade, tudo o que é definido como uma história cronológica pode ser visto como ponto de partida para as HQs atuais.

Ao longo dos anos os quadrinhos evoluíram. A estrutura atual foi arquitetada no início da década de 1990. Juntaram-se as folhas formando um livreto preso com grampos que era distribuído de forma gratuita. Depois disso, foi comercializado a um baixo preço, até o dia em que um jornal de Nova York, “The New York Sunday World”, decidiu imprimir, pela primeira vez a cores e em uma página inteira, os quadrinhos para aumentar a venda do periódico. O personagem da tira era “Yellow Kid” (O Menino Amarelo), de Richard Outcault. O HQ inovava com personagens fixos e frases.

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