
Já chegou às livrarias O Quilombo Orum Aiê, o novo álbum de André Diniz que diferente da maior parte de suas obras anteriores, Diniz não só escreveu a história como a ilustrou também, com forte inspiração na arte africana. O livro tem 110 páginas e é um lançamento do selo Galera Record.
O Impulso HQ conversou rapidamente com André Diniz a respeito da publicação, sobre o que ela conta, qual foi o grande desafio em se produzir e as quais as referências visuais que o autor se utilizou, já que segundo ele próprio, o Quilombo Orum Aiê é o começo de uma nova fase no seu trabalho.
Confira:
Impulso HQ: O que o leitor vai encontrar em O Quilombo Orum Aiê?
André Diniz: Essa HQ é talvez o trabalho que mais gostei de ter feito e que mais gostei do resultado de tudo o que eu fiz até então. O cenário é o Brasil escravista, mas a HQ vai muito além de uma recriação histórica.
A fuga do personagem principal – um jovem escravo apelidado de Capivara – a um quilombo utópico, onde tudo seria perfeito, é uma história que saiu bem de dentro de mim, por mais que o cenário e a época me sejam bem distantes.







