Posts com a Tag ‘Mozart Couto’

FIQ vai homenagear Renato Canini e a Organização quer trazer Moebius

Por Renato Lebeau | 17 fevereiro de 2009

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Visto no Blog dos Quadrinhos – por Paulo Ramos

Página de abertura de uma das várias histórias do Zé Carioca desenhadas por Canini durante a década de 1970 para a Abril

O 6º FIQ (Festival Internacional de Quadrinhos) vai homenagear o desenhista Renato Canini.

O evento – um dos mais importantes do país na área de quadrinhos – vai contar com uma exposição de trabalhos do

autor. A presença dele ainda não está confirmada. O festival está programado para ocorrer entre 6 e 11 de outubro, em Belo Horizonte, em Minas Gerais.

O quadrinista, hoje, produz charges no sul do país. É mais lembrado, no entanto, pelas histórias de Zé Carioca, da Disney, que produziu para a Editora Abril na década de 1970.

Algumas delas são reeditadas atualmente na revista mensal do papagaio malandro.

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25º Prêmio Angelo Agostini: Como foi

Por Renato Lebeau | 17 fevereiro de 2009

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No último sábado, dia 14 de fevereiro, aconteceu a entrega do 25º Prêmio Angelo Agostini, que foi realizado no Senac Consolação.

Com 25 anos de tradição, e organizado por Worney, o evento foi um grande dia para os quadrinista que receberam os seus devidos prêmios quanto para o público que pode conhecer e estar em contato direto com grandes mestres das HQs nacionais.

O Impulso HQ esteve lá e além dos contatos dos quadrinistas para entrevistas, conseguiu novas HQs para futuras resenhas na coluna de Alexandre Manoel, fiquem ligados.

O sábado começou com a exibição da primeira animação nacional a Sinfonia Amazônica, de 1953, produzida por Anélio Latini Filho.

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Álvaro de Moya

Logo após subiu no palco o professor Álvaro de Moya, uma grande lenda do quadrinho nacional, e começou a sua palestra sobre o pioneirismo de Anélio Latini Filho em produzir quase que sozinho a animação exibida.

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Dia do Quadrinho Nacional e Quarto Mundo

Por Renato Lebeau | 30 janeiro de 2009

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Hoje, no Dia do Quadrinho Nacional, 30 de janeiro, a Comix convida seus clientes a comemorarem junto ao coletivo de quadrinistas Quarto Mundo.

Os artistas do Quarto Mundo estarão na loja para bate-papo e autógrafos de suas publicações, com especial destaque para o livro recém-lançado, Prática da Escrita: História em Quadrinhos, que contêm uma coletânea de quadrinhos dos autores do grupo.

O Quarto Mundo fez sua estréia no 5º FIQ – Festival Internacional de Quadrinhos de Belo Horizonte/MG. De lá pra cá não houve um evento de quadrinhos, sobretudo em São Paulo, em que o coletivo não estivesse presente, seja vendendo quadrinhos, divulgando seu trabalho, dando palestras, entrevistas, oficinas e afins.

Além dos prêmios HQMIX e Ângelo Agostini conquistados individualmente pelos artistas do coletivo nos últimos dois anos, o Quarto Mundo também conquistou o HQMIX de grande contribuição aos quadrinhos no ano passado e esse ano repete a dose com o prêmio Jayme Cortez a ser recebido no Ângelo Agostini no mês de fevereiro.

http://4mundo.com

Abaixo os vencedores do 25º Ângelo Agostini:

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Resultado do 25º Prêmio Angelo Agostini

Por Renato Lebeau | 13 janeiro de 2009

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Visto no Bigorna.net

Saiu o resultado da votação do 25º Prêmio Angelo Agostini, que será entregue no dia 14 de fevereiro (sábado), a partir da 13h, no Senac Consolação (Rua Doutor Vila Nova, 228, Cerqueira César – próximo à Rua da Consolação – São Paulo-SP). Os premiados deste ano foram:

Melhor Desenhista – Laudo Ferreira Júnior
Melhor Roteirista – Daniel Esteves
Melhor Cartunista – Marcio Baraldi
Melhor Lançamento – Menina Infinito (Editora Desiderata)
Melhor Fanzine – Quadrinhos Independentes (Edgard Guimarães)
Troféu Jayme Cortez – Coletivo Quarto Mundo
Mestres do Quadrinho Nacional – Emir Ribeiro, Deodato Filho, Mozart Couto, Sebastião Seabra, Sergio Morettini e Watson Portela

Na festa de entrega do prêmio, realizada pelo Senac São Paulo e pela Associação dos Quadrinhistas e Caricaturistas do Estado de São Paulo (AQC-ESP) com o apoio do site Bigorna.net e da Inarco Internacional, profissionais da área, novos talentos e aficionados por Quadrinhos se encontrarão para trocar idéias e prestigiar as atrações do evento. A entrada é franca.

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A visão de Mozart Couto

Por Renato Lebeau | 3 julho de 2008

O blog Impulso HQ conversou com o Mozart Couto, um dos mais prestigiados desenhistas do Brasil, que atua no mercado de quadrinhos desde 1979 e de ilustração desde 1988, sobre sua visão sobre a situação atual das Hqs no Brasil.

Antes para os mais desavisados, uma pequena explicação e que é Mozart Couto.

Mozart Couto produziu para diversas editoras do eixo Rio-São Paulo recebendo, em 1986, o Prêmio Angelo Agostini, da Associação de Quadrinhistas e Cartunistas de São Paulo, como melhor desenhista.

Em 1988 começou a exportar seus trabalhos para a Europa, onde foram publicados álbuns de histórias em quadrinhos e tiras de jornais; algumas dessas publicações com circulação na Bélgica, França, Alemanha, Dinamarca e Holanda.

Atualmente sua produção é dirigida para livros didáticos, para-didáticos, literatura em geral, livros de RPG, capas de CDs, histórias em quadrinhos promocionais, criação de personagens para diversos fins e outros.

Foi ganhador, com o livro Nosso Folclore (editora Ave-Maria), do Prêmio Jabuti na categoria de melhor livro didático de 1999 e, em 2000, do certificado “altamente recomendável” da Fundação Nacional do Livro Infantil e Infanto-Juvenil pelas ilustrações no livro A Carta de Pero Vaz de Caminha, da Editora Moderna.

Impulso Hq: Qual a sua visão sobre a atual situação das Hqs no Brasil, e qual a sua expectativa ou como você vê a tendência que irá tomar?

Mozart Couto: Eu penso que, atualmente, há uma movimentação bem interessante no mundo da HQ no Brasil.

Espero que, leitores, editores e quadrinhistas acabem ganhando com isso em curto prazo.

É preciso ainda caminhar bastante para construir um “mercado de quadrinhos” por aqui e, se todos estiverem mesmo interessados, muitas soluções poderão ser encontradas, do contrário, só teremos encontros onde editores enviam material republicado do exterior para vender;

Leitores desses materiais vão visitar e mostrar suas fantasias de personagens japoneses e americanos; e jovens quadrinhistas vão ficando frustrados sem ter onde publicar, com retorno financeiro que os estimulem a continuar estudando e produzindo, apesar de todo o aparato que aparece na internet, em jornais e tvs sobre os eventos.