
Texto interessante citando as mulheres mais emblemáticas na história das histórias em quadrinhos!
Tem curiosidades sobre as personagens e é claro uma visão não pornográfica da arte.
È claro que personagens femininas em sua maioria são criadas com colantes, uniformes pretos de couro e pouca roupa, o que é outro ponto interessante no texto pois o destaque é para personagens que não fazem parte dessa classe, mostrando que o olhar pode ser mais fatal do que a falta de a falta de tecido nos uniformes.

Visto no Battle Nerds
Hoje vamos pedir licença para as mulheres que lêem o BNBlog para falar de um tema mais polêmico, que já sofreu muita censura e enfrentou muitos tabus até se estabelecer como uma forma de expressão artística: os quadrinhos eróticos.
Muita gente pensa que quadrinhos eróticos são apenas sacanagem, entretanto, esse estilo de quadrinhos é uma forma saudável de expressão como qualquer outra.
Neste tipo de obra geralmente quem se destaca são as heroínas.
Corajosas, poderosas e muito desinibidas, elas foram conquistando espaço num mundo de heróis de malha colante e tiveram que ter muito peito, e alguns outros atributos, para conquistar seu espaço no mundo dos quadrinhos.
É importante ressaltar que os quadrinhos eróticos refletiram uma mudança na sociedade. Muitas vezes, quando de seu lançamento, causaram furor ou foram totalmente censurados, mas justamente por seu caráter ‘underground’ acabaram conquistando muitos fãs no último século.
Por isso hoje vamos destacar algumas das heroínas que fizeram história e transformaram os quadrinhos eróticos em obras de arte.
Então meninas nos perdoem, mas falaremos dessas mulheres que fazem a alegria dos marmanjos nas histórias em quadrinhos.
Betty Boop

Todo mundo já ouviu falar da Betty Boop, mesmo porque essa heroína há muito tempo ultrapassou a esfera dos quadrinhos e se tornou um ícone da cultura pop.
Inicialmente a personagem foi inspirada em uma cantora de cabaré chamada Helen Kane, aparecia nos quadrinhos insinuantes com uma saia curtíssima, pernas a mostra e cinta-liga. Isso tudo em plena década de 30.
A personagem chegou a ser censurada nos Estados Unidos, pelo Comitê Moralizador, que achava a personagem ‘sensual demais’ atentando contra a moral e bons costumes.
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