Posts com a Tag ‘Marca de Fantasia’

Calvin & Haroldo: Metáfora e crítica à Indústria Cultural

Por Renato Lebeau | 30 setembro de 2009

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A editora Marca de Fantasia está lançando um livro que trata-se de um ensaio analítico com as tiras de um dos personagens mais queridos das histórias em quadrinhos. Em Calvin & Haroldo: metáfora e crítica à indústria cultural, o autor Vítor Nicolau utiliza-se das tiras de Calvin & Haroldo, do quadrinhista Bill Watterson, e propõe um questionamento como Indústria Cultural é capaz de influenciar a sociedade em que vivemos.

Acompanhem o texto oficial retirado do site da editora:

As tiras de quadrinhos surgiram no jornalismo no início do século 20 e seguem ainda hoje sendo publicadas nos maiores jornais de todo o mundo. Embora se encontre tiras seqüenciais de aventuras, é no humor que elas têm sua força comunicativa e expressiva, sintetizando o pensamento do autor, o senso comum e a crítica às idiossincrasias que assolam o ser humano.

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Quadrinhos e teoria – parte 2

Por Denilson Reis | 26 agosto de 2009

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A Coleção Quiosque da editora independente Marca de Fantasia que já chega a quase duas dezenas de livros tem apresentado belas monografias trazendo a história das histórias em quadrinhos, além de textos conceituais e filosóficos sobre esta arte.

Histórias em Quadrinhos – Essa Desconhecida Arte Popular:
O francês Thierry Groensteen com o título do livro já deixa claro sua preocupação neste texto: as histórias em quadrinhos são uma arte popular, consumida por milhões de pessoas a mais de um século, desde a mais tenra idade até a vida adulta, mas, o público consumidor tem conhecimento sobre a história desta forma de manifestação artística?

Groensteen divide seu texto em dois momentos. Primeiro, analisa os gêneros mais populares de quadrinhos na França a partir de uma narrativa histórica para afirmar que quadrinhos é arte. Segundo, propõe uma pedagogia para as histórias em quadrinhos, pois argumenta que existe o desconhecimento do público em relação às histórias em quadrinhos para uma apreciação do desenho. A apresentação do livro, o volume 1 da coleção, ficou com o editor Henrique Magalhães.

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Primeiro Seminário Paraibano de Quadrinhos

Por Renato Lebeau | 20 agosto de 2009

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Visto no Zine Brasil – por Michelle Ramos e no Quadro Mágico .

Quadrinhos: Reflexão e Paixão é o tema que será abordado durante o HQPB – Primeiro Seminário Paraibano de Quadrinhos, que parece ter um enfoque mais acadêmico.

Esse será o primeiro seminário paraibano dedicado exclusivamente aos quadrinhos que acontecerá entre os dias 15 e 16 de setembro de 2009 em João Pessoa.

O Seminário é uma iniciativa da Editora Marca de Fantasia, do editor Henrique Magalhães, e praticamente todos os convidados estão ligados às universidades, como o próprio Magalhães, professor da UFPB, assim como Marcos Nicolau, que também participa do seminário.

Já está confirmada a participação das presenças do cartunista e pesquisador Antonio Clériston, da UFPE, e José Valcir, do grupo de produção Pada, Edgar Franco, da Universidade de Goiás e Cristian Mallea, da Universidade de Palermo, na Argentina.

Visto no Zine Brasil – por Michelle Ramos e no Quadro Mágico .

Quadrinhos Fantasia – parte 3

Por Denilson Reis | 10 julho de 2009

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As coleções da editora independente Marca de Fantasia (www.marcadefantasia.com.br) são fantásticas, como as que comento agora com tiras humorísticas em duas coleções bem bacanas. Confira!

A Caravela: “A Caravela” do cartunista Nilson faz parte da Coleção Biografix da editora Marca de Fantasia. A idéia de seu editor, Henrique Magalhães, é trazer ao público obras fundamentais do Quadrinho Nacional a muito publicadas.

“A Caravela” é uma obra fundamental, não só pela arte perfeita do quadrinhista Nilson Adelino Azevedo como pela referencia a um dos episódios mais fundamentais da História da humanidade: As Grandes Navegações.

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Resenha HQB: Vida traçada

Por Alexandre Manoel | 30 junho de 2009

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Livros que relatam exclusivamente a história dos quadrinhos nacionais (seja focando algum gênero, editora ou autor) são sempre bem-vindos.

Primeiro, devido a escassez de títulos no mercado (já foram lançados alguns, é verdade, mais ainda assim, poucos). Segundo, pelo valor histórico e por resgatar um pouco de nossa cultura; e, por último, são bases teóricas fundamentais para quem quiser se envolver no ramo (editores, roteiristas, desenhistas, pesquisadores etc.) por mostrar como era o mercado e seu impacto na sociedade à sua época, o pensamento editorial (suas qualidades e vícios), as técnicas e condições de trabalho dos autores; livros assim servem como parâmetros para que as novas gerações não fiquem constantemente reinventando a roda.

Flávio Colin (1930-2002) é o autor que tem sua vida passada a limpo neste breve perfil escrito por Gonçalo Junior.

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Marca de Fantasia na HQMIX Livraria: Como foi

Por Alexandre Manoel | 19 junho de 2009

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Gonçalo Júnior, Anita Costa Prado e Henrique Magalhães

Quem enfrentou o frio de São Paulo no último sábado, dia 13 de junho, pode presenciar um fato raro: O lançamento de diversas edições da Marca de Fantasia: Vida Traçada: um perfil de Flavio Colin, do jornalista Gonçalo Junior; Macambira e sua Gente, de Henrique Magalhães, que também lançava o zine Top! Top! nº25; a segunda edição do álbum Katita – Tiras sem Preconceito, de Anita Costa Prado e Ronaldo Mendes; Artlectos e Pós-Humanos nº3, de Edgar Franco e Os Marginais, de Elmano Silva.

Raro, porque a editora é independente, sediada em João Pessoa/PB e suas obras são adquiridas somente via correios.

Infelizmente, nem todos os autores puderam estar presentes, mas o Impulso HQ conversou com Anita, Henrique Magalhães (editor da Marca de Fantasia) e Gonçalo Júnior, numa entrevista que ocorreu quase que simultaneamente com os três:

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Impulso HQ: Você poderia comentar um pouco do seu trabalho?
Anita Costa Prado:
Sou roteirista de quadrinhos; criei alguns personagens na linha social, política e religiosa, mas sou mais conhecida como a criadora da personagem Katita, lésbica assumida e que trata de assuntos polêmicos de forma bem humorada.

IHQ: E quando você criou a personagem?
A.C.P.:
Em Abril de 1995, mas eu só consegui editá-la em livro pela Marca de Fantasia em 2006. Agora esse material é reeditado com algumas alterações: o texto da contracapa está diferente e, além das 82 tiras iniciais, foram acrescentadas 24 tiras.

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Marca de Fantasia na HQMix Livraria

Por Renato Lebeau | 11 junho de 2009

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Visto no HQManiacs – por Andréa Pereira

Neste sábado, a HQMix Livraria recebe diversos autores de publicações da editora Marca de Fantasia para uma noite de autógrafos coletiva.

O jornalista Gonçalo Jr. estará presente para o lançamento de seu livro Vida Traçada: Um Perfil de Flavio Colin, no qual analisa a vida e a obra do grande mestre dos quadrinhos brasileiros.

Anita Costa Prado e Ronaldo Mendes também promovem o lançamento da segunda edição do seu álbum Katita: Tiras Sem Preconceito. O cotidiano ousado e irônico da jovem lésbica ganha uma edição ampliada, com mais tiras que o original.

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Quadrinhos Fantasia

Por Denilson Reis | 13 maio de 2009

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Quatro obras da editora independente Marca de Fantasia (www.marcadefantasia.com.br) apresentam compilações de publicações alternativas do Quadrinho Nacional. Confira!

10 Minutos: “Dez minutos, ou menos é o quanto se leva para percorrer as 64 páginas deste singelo livro de Ângelo Pastro, mas o prazer de sua leitura certamente acompanhará o leitor por muito mais tempo. Seus cartuns no melhor espírito do humor gráfico tratam das coisas corriqueiras da vida, que por serem tão banais, nos passam despercebidas.

Não para Ângelo Pastro, que no-las serve como novo tempero e sabor”. Estas palavras da contracapa desta publicação da Marca de Fantasia são a mais perfeita definição para a obra de Pastro.

Marginal:
Os fanzineiros são pródigos em lançarem ótimas obras que muitas vezes ficam restritas. Mas quando o olhar crítico de um editor os enxerga, o público é levado a saborear um bom trabalho. Foi isto que fez o editor da Marca de Fantasia, Henrique Magalhães. Ele compilou cinco HQs de Francisco José de Souto Leite, ou simplesmente Shico no pequeno/grande álbum “Marginal”.

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Artlectos e Pós-Humanos nº3

Por Renato Lebeau | 30 março de 2009

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Se há o que podemos chamar de quadrinhos autorais por excelência, isto é o que podemos dizer da obra de Edgar Franco. Egresso dos fanzines desde a década de 1980, Edgar alcançou vôos impensáveis para quem labuta nesse meio.

O trabalho de Edgar pode ser encontrado em álbuns independentes de sua própria lavra e pela editora Marca de Fantasia, além de publicações comerciais, como o álbum BioCyberDrama, em parceria com Mozart Couto, lançado pela Opera Graphica.

Com o tempo, o trabalho de Edgar ultrapassou o universo dos quadrinhos, chegando à música eletrônica. Ele só formando toda uma banda, criou o Posthuman Tantra, compondo o ambiente sonoro para suas histórias em quadrinhos.

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Revistas artesanais sobrevivem

Por Renato Lebeau | 6 março de 2009

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O texto interessante dessa semanaé a respeito de fanzines e foi retirado do blog Gibiteca.

Ele trata os zines como a arte de produzir artenasalmente uma revista, e ainda coloca as origens históricas da palavra e as datas que começaram a surgir os primeiros fanzines no Brasil.

No fim do texto a indicação de um livro de Edgard Guimarães.

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Visto no Gibiteca

Do inglês, magazine quer dizer revista e fanatic, fã, fanático. A aglutinação destes dois termos resultou numa mania: o fanzine. Com aspecto de ficção científica e histórias em quadrinhos, a espécie de revista de bolso teve origem nos Estados Unidos por volta de 1929, mas o ponto alto se deu na França, durante os movimentos de contracultura, em 1968, quando as pessoas utilizavam o fanzine como ferramenta ampla de comunicação de baixo custo. No Brasil, começou também na década de 60. Hoje, na era da internet, versões em xerox e feitas artesanalmente ainda circulam.

O publicitário Marco Paulo Guimarães Henriques é o editor-chefe do “Páginas Vazias”, que existe desde 2002 e, recentemente, lançou sua versão eletrônica. Distribuída gratuita e trimestralmente em cidades do Triângulo Mineiro e em capitais como São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba, Fortaleza e Natal, “Páginas Vazias” é pensada por publicitários, historiador e arquiteto.

“O vimos como meio de comunicação independente, livre para abordar diversos assuntos. Nós pensamos em algo mais criativo, com melhor acabamento e, ao longo dos anos, o zine foi evoluindo e atingindo um público cada vez maior por não sermos partidários. No início era mais voltado para a música, mas abrimos o leque e hoje falamos de diversos assuntos”, disse Marco Paulo.

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