
O texto interessante dessa semanaé a respeito de fanzines e foi retirado do blog Gibiteca.
Ele trata os zines como a arte de produzir artenasalmente uma revista, e ainda coloca as origens históricas da palavra e as datas que começaram a surgir os primeiros fanzines no Brasil.
No fim do texto a indicação de um livro de Edgard Guimarães.
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Visto no Gibiteca
Do inglês, magazine quer dizer revista e fanatic, fã, fanático. A aglutinação destes dois termos resultou numa mania: o fanzine. Com aspecto de ficção científica e histórias em quadrinhos, a espécie de revista de bolso teve origem nos Estados Unidos por volta de 1929, mas o ponto alto se deu na França, durante os movimentos de contracultura, em 1968, quando as pessoas utilizavam o fanzine como ferramenta ampla de comunicação de baixo custo. No Brasil, começou também na década de 60. Hoje, na era da internet, versões em xerox e feitas artesanalmente ainda circulam.
O publicitário Marco Paulo Guimarães Henriques é o editor-chefe do “Páginas Vazias”, que existe desde 2002 e, recentemente, lançou sua versão eletrônica. Distribuída gratuita e trimestralmente em cidades do Triângulo Mineiro e em capitais como São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba, Fortaleza e Natal, “Páginas Vazias” é pensada por publicitários, historiador e arquiteto.
“O vimos como meio de comunicação independente, livre para abordar diversos assuntos. Nós pensamos em algo mais criativo, com melhor acabamento e, ao longo dos anos, o zine foi evoluindo e atingindo um público cada vez maior por não sermos partidários. No início era mais voltado para a música, mas abrimos o leque e hoje falamos de diversos assuntos”, disse Marco Paulo.
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