A Epopéia humana é um cadinho que contém e pode conter infinitas caracterizações. E aí imbricam-se e confrontam-se oriente, médio-oriente e ocidente. Mas então, há que se reportar à história humana, pois que o homem em sendo animal gregário, traz em instância primeira a possibilidade inata da comunicação.
Sabe-se que, a se colocar metaforicamente um relógio de 12 horas computando-se desde o inextricado big-bang universal até a apoteose hominídea, insere-se esta última há poucos minutos finais da décima segunda hora.
Ainda mais: milhões de centenas de anos atrás viviam imensos répteis de peculiaridades intrigantes. Naqueles tempos onde a composição químico-físico do ar pedia pulmões gigantes em forma de fole, primata algum podia subsistir.
Mas o universo, desde o seu big-bang, evolui, e provavelmente desde antes de tal explosão, cujo mistério enceta aos pesquisadores dúvidas insolúveis (principalmente se o universo for mesmo eterno, encetado por ciclos de implosão e explosão).
É nesta evolução que répteis dantescos deram lugar a aves, e pequenos primatas primitivos descamparam lado a lado dos mamíferos, herbívoros e carnívoros. Impressionam atualmente, novas descobertas de fósseis e relíquias que, graças à tecnologia, acabam por “informar” ao homem de agora que muitos conceitos científicos têm que ser revistos. Mesmo a respeito de Purgatorius , as informações não estão finalizadas.
Pois que, de primitivos seres peludos, avançaram para linhas darwinianas, como orangotangos, gorilas, chimpanzés e homo sapiens (derivado este de outros, como cro-magnon e australopitecus), de hábitos gregários e cérebro em desenvolvimento, estes seres principiaram com pequenas descobertas e criações de utensílios cotidianos: de Prometeu, fizeram o fogo, e da pedra lascada, lanças para o abate, culminando no inusitado: a roda.
Assim, na pré-história, quando as noites eram frias e úmidas, as quais eram aplacadas pelo fogo e couro, os pré-homens se entocavam em cavernas.


