Posts com a Tag ‘histórias em quadrinhos’

Você quer montar uma editora?

Por Renato Lebeau | 23 novembro de 2009

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Visto no Gibiteca – por Natania Nogueira
Fonte: Carreira Solo – Carolina Vigna

Quero montar uma editora. Como fazer?

O mercado editorial está em transformação e, muito sinceramente, ninguém sabe direito para onde vai. Não tem fórmula mágica, acredite. Vou tentar te passar aqui algumas linhas gerais mas é extremamente importante que você siga a sua intuição e não leve isso aqui a ferro e fogo, ok?

0. Linha editorial
Botei “zero” de propósito, por ser o ponto mais crucial de uma editora. Tenha uma linha editorial definida e seja fiel a ela. De nada adianta você receber, por exemplo, o novo original do Harry Potter se você não publica livros infanto-juvenis. Você não vai conseguir trabalhar o livro direito, até pela falta dos canais certos e vai acabar matando o original.

Com o crescimento natural da editora, nada te impede de, depois, abrir novas linhas, ou até mesmo novos selos editoriais, mas mantenha-se sempre fiel às suas escolhas, por mais tentador que seja algo diferente. É melhor recusar um livro ótimo do que matar um livro ótimo.

1. Tiragens pequenas

É muito comum que a gente, por entusiasmo, dimensione as vendas de um determinado projeto com um otimismo além da conta. É fácil cair nessa armadilha porque os projetos editoriais são feitos com tanto carinho que é muito difícil acreditar que o resultado final não vá revolucionar o mundo e vender feito água no deserto.

O mercado editorial é um mercado de paciência. Você pode mudar o mundo sim, mas não vai ser com uma única publicação. É tudo muito devagar e tudo muito aos poucos. Então, pelo menos no começo, limite suas tiragens a mil exemplares (o mínimo de gráficas).

Não tem nada de errado – muito pelo contrário – em rodar uma segunda edição se precisar depois. Tem uma piada velha no meio: “Como o editor se suicida? Pula do alto do seu estoque.” Então lembre-se: pense muito, crie muito, imprima pouco.

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Resenha HQB: Clube da voadora nº1

Por Alexandre Manoel | 20 novembro de 2009

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Pelas primeiras páginas, parece que a revista será uma mistura insólita de Capitão América, X – Men e aquelas histórias de relacionamentos conturbados entre professores e alunos, no estilo do filme Mentes Perigosas.

Senão vejamos: a revista narra as aventuras de garotos de um reformatório que mantêm uma relação de amor e ódio com seu professor, até que, finalmente, são conquistados pela atenção e determinação do mestre. Em seguida, agentes do governo aparecem à procura de recrutas para integrarem uma equipe especial do exército. Equipe esta que conta com um tutor, um Q.G. e, obviamente, uma sala de treinamentos.

Tudo caminhava para mais uma revista repleta de clichês repetidos a exaustão no universo dos quadrinhos…

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Tributo a Claudio Seto em Curitiba

Por Renato Lebeau | 11 novembro de 2009

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Visto no Bigorna – por Humberto Yashima

O Tributo a Claudio Seto, que homenagerá o quadrinhista falecido em 2008, acontecerá nos dias 13, 14 e 15 de novembro na Praça do Japão (entre as avenidas Sete de Setembro e República Argentina – Água Verde – Curitiba-PR).

Serão três dias de evento, no qual amigos, fãs e admiradores das obras desse Mestre do Quadrinho Nacional se reunirão em sua homenagem. Entre as atrações do Tributo estão a Exposição Vida e Obra de Claudio Seto, Apresentação Artística em Homenagem a Claudio Seto (Yosakoi Soran – Wakaba), Apresentação do Clube dos Caricaturistas em Homenagem a Claudio Seto, e Bate-papo sobre Mangá e Animê com Match (desenhista do personagem Chibi Seto), além de muitas outras atividades para admiradores da cultura japonesa em geral.

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Nova sede Impacto Quadrinhos: como foi

Por Renato Lebeau | 10 novembro de 2009

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No último sábado, dia 7 de novembro, aconteceu a inauguração da nova sede da escola e estúdio Impacto Quadrinhos em São Paulo, e o Impulso HQ esteve lá para conferir esse novo espaço para os quadrinhos na cidade e o workshop com Luke Ross, desenhista exclusivo da Marvel Comics, que atualmente desenha o Capitão América.

O novo espaço marca mais um passo da escola-estúdio-agencia que há 10 anos está no mercado formando profissionais de quadrinhos e fazendo a ponte de muitos artistas brasileiros para o mercado norte americano, entre eles Luke Ross, um dos fundadores da Impacto Quadrinhos, e que no sábado fez uma retrospectiva da sua carreira, e também demonstrou seu processo de trabalho na revista Capitão América e Dark Avengers.

Apesar do calor sufocante de sábado, a oportunidade de ter Luke Ross falando sobre o seu método de trabalho atraiu um número considerável de pessoas entre alunos e visitantes que gostariam de conhecer o quadrinhista, que com certeza não decepcionou.

Antes de começar o workshop, Luke cumprimentou com muita simpatia todas as pessoas na sala de espera e conversou rapidamente com os presentes, e nesse bate-papo o quadrinhista revelou que não gosta de formalidades e que prefere que as coisas sejam mais confortáveis assim todos poderiam se sentir à vontade!

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1º Encontro de Ilustradores e Desenhistas de Mauá e região

Por Renato Lebeau | 10 novembro de 2009

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Acontecerá dia 28 de novembro o primeiro Encontro de Ilustradores e Desenhistas de Mauá e região, que visa reunir ilustradores e desenhistas de todo ABC para fortalecer o movimento na região, para criação de trabalhos conjuntos e exposições dos desenhos dos participantes.

Haverá exibição de Animes e Tokusatsus (desenhos japoneses e live actions), Feira de Fanzines, exposições de brinquedos e desenhos.

O encontro é parte do projeto para criação da revista bimestral de histórias em quadrinhos que terá trabalhos dos participantes do encontro, projeto de animação 2D e para planejarmos as próximas exposições de quadrinhos em Mauá.

A entrada é franca

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Gazy Andraus no Toka di Rato

Por Renato Lebeau | 10 novembro de 2009

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Gazy Andraus, professor, pesquisador de HQs, doutor, quadrinhista e colaborador do Impulso HQ com a sua coluna “Quadrinhos e Consciência”, concedeu uma entrevista ao blog Toka di Rato, de Matheus Moura, falando sobre sua carreira, adaptações literárias em quadrinhos, HQs nas escolas, eventos e produção de HQs.

A entrevista foi divida em duas partes, confira aqui a (parte 1) e aqui (parte 2).

Mutarelli volta a produzir Quadrinhos

Por Renato Lebeau | 9 novembro de 2009

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Visto no Bigorna – por Gonçalo Junior

O maior, melhor e mais original autor do país surgido nos últimos 30 anos vai voltar a produzir Histórias em Quadrinhos. Lourenço Mutarelli pretende começar em poucos meses – assim que concluir um romance, já na reta final – um álbum, ainda sem título definido (o que costuma fazer quando o trabalho está quase pronto).

Ele adianta que o protagonista da trama será um aposentado bem idoso, que vive isolado de tudo e de todos, envolvidos com problemas existenciais. “Estou amadurecendo essa história há muito tempo e voltei a sentir a mesma empolgação do passado para fazer Quadrinhos. Daí minha decisão de voltar”. E acrescenta: “Nessa trama, quero falar da decadência física e humana de uma pessoa, um tema que sempre me interessou e que está presente de diversas formas em minha obra”, observa.

A história não tem número de páginas pré-estabelecido. Vai ser desenvolvida para o Escritório RT e publicado provavelmente pela Companhia das Letras, com quem mantém um acordo de exclusividade para seus romances. No começo deste mês, Mutarelli pretende apresentar o projeto da graphic novel a um dos sócios da empresa, Rodrigo Teixeira, que foi o produtor do filme O Cheiro do Ralo e com quem o artista tem desenvolvido uma série de trabalhos em diversas áreas, inclusive teatro.

Se aprovado, o próprio RT dará um adiantamento e buscará um editor, além de ficar responsável por sua transposição para outras mídias, como o cinema. Esse retorno aos Quadrinhos não significa que Mutarelli se cansou ou se deu mal como romancista ou pretende nunca mais fazer cinema. Muito pelo contrário.

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Reiventando Spirou

Por Renato Lebeau | 9 novembro de 2009

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Visto no Universo Fantástico

Não é raro, no mundo das histórias em quadrinhos, a obra de um autor passar para as mãos de outros artistas após a desistência ou falecimento do criador original da série ou personagem. O que é raro é que nas mãos desses seguidores as novas histórias consigam a mesma qualidade ou importância da HQ de origem.

Mas com Spirou aconteceu isso. E por duas vezes.
A primeira foi quando o desenhista belga André Franquin assumiu a paternidade da HQ. Spirou havia sido criado por Rob-Vel em 1938, por encomenda da editora Dupuis, como personagem de uma nova revista – que existe até hoje – que trazia o mesmo nome do personagem. Seriam pequenas histórias cômicas que dariam unidade e identidade à publicação.

Quando Rob-Vel foi convocado pelo exército belga no início da Segunda Grande Guerra, o personagem foi adquirido pela Dupuis e passou para as mãos de Jijé, um dos grandes nomes da HQ franco-belga, mas que logo passou a responsabilidade para um desenhista iniciante: André Franquin. Nas mãos de Franquin, Spirou ganhou uma nova vida, cheia de aventuras, novos amigos e novos inimigos também.

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Velhas Virgens na HQMix Livraria

Por Renato Lebeau | 28 outubro de 2009

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A banda estará sexta-feira na livraria HQ Mix para apresentar o HQ e o novo CD

No dia 30 de outubro, sexta-feira, as Velhas Virgens promovem um bate-papo na Livraria HQ Mix sobre o lançamento do CD e livro em formato HQ, “As Eletrizantes e Etílicas Aventuras das Velhas Virgens”.

Em parceria com a Realejo Livros, a banda lança seu primeiro livro de Histórias em Quadrinhos: “As eletrizantes e etílicas aventuras das Velhas Virgens”.

Os músicos da banda se transformam nos personagens das histórias e vivem histórias divertidas e bizarras regadas a muita cerveja e rock’n’roll. São quatro divertidas histórias roteirizadas por Alexandre “Cavalo” Dias (guitarrista das Velhas Virgens) e ilustradas pelos gaúchos André Andrade e Deivy Costa ambos do estúdio Inkdrop de Porto Alegre.

Após o bate-papo a banda apresenta seu novo show “ópera rock”, “Ninguém Beija Como as Lésbicas”, na tradicional festa de Halloween do Café Aurora. Entre os convidados das Velhas, Roberto Seixas (cover do Raul) faz participação nesta noite.

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Mauricio de Sousa: das tiras de jornal à máquina de quadrinhos

Por Renato Lebeau | 20 outubro de 2009

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Visto no Educar para Crescer – por Jack Starman

A Turma da Mônica, criação do desenhista, faz parte da Educação das crianças brasileiras Nascido em Santa Isabel, pequena cidade do interior de São Paulo, Mauricio de Sousa passou a infância entre Mogi das Cruzes e a capital São Paulo. Suas primeiras aulas foram no Externato São Franciso, no centro de São Paulo.

Ainda estudante, ele trabalhou em rádios e desenhando cartazes e pôsteres, para ajudar no orçamento doméstico. Depois foi repórter policial do jornal Folha da Manhã durante cinco anos. Em 1959, criou uma série de tiras em quadrinhos com um cãozinho e seu dono – Bidu e Franjinha – e ofereceu o material para os redatores da Folha. As historietas foram aceitas. O jornalismo perdeu um repórter policial e ganhou um desenhista.

Mauricio criou personagens e gibis que fizeram e fazem parte da infância de muitos brasileiros. Além de Bidu e Franjinha, você certamente conhece Cebolinha, Chico Bento, Penadinho, Horácio, Astronauta, Mônica, Cascão e Magali, todos criados por Mauricio.

Hoje, em seu estúdio, o criador da Turma da Mônica emprega mais de 500 pessoas e tem na família a sua principal fonte de energia. Com dez filhos, 11 netos e um bisneto, Mauricio lançou recentemente o site Máquina de Quadrinhos, o primeiro editor online de histórias em quadrinhos do Brasil. Mas ele ainda tem um sonho a realizar: fazer uma série de TV nos moldes do antigo Vila Sésamo, voltada para a primeira infância.

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