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	<title>Impulso HQ &#187; Gualberto Costa</title>
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		<title>Marcelo Alencar e Nobu Chinen na Biblioteca São Paulo</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Feb 2011 11:08:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Lebeau</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
Os próximos convidados a participar do Projeto Sábados da Memória das Artes Gráficas para a gravação de depoimento são os renomados pesquisadores de quadrinhos Marcelo Alencar e Nobu Chinen.
Essa pode ser a ultima gravação do projeto Sábados das Memórias das Artes Gráficas, de acordo com Matheus Moura do site Bigorna.net, que essa semana publicou que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2011/02/nobu_chinen.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-17537" title="nobu_chinen" src="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2011/02/nobu_chinen.jpg" alt="" width="455" height="600" /></a></p>
<p>Os próximos convidados a participar do Projeto Sábados da Memória das Artes Gráficas para a gravação de depoimento são os renomados pesquisadores de quadrinhos Marcelo Alencar e Nobu Chinen.</p>
<p>Essa pode ser a ultima gravação do projeto Sábados das Memórias das Artes Gráficas, de acordo com Matheus Moura do site<a href="http://bigorna.net/?secao=noticias&amp;id=1296559584" target="_blank"> Bigorna.net,</a> que essa semana publicou que o projeto está temporariamente suspenso até nova decisão. Conforme a notícia, Gualberto Costa disse ao site Portal Imprensa, que o projeto passará por uma avaliação interna e dentro de dois meses será dada a resposta se ele volta a ser executado na BSP ou não.</p>
<p>A gravação com os depoimentos de Marcelo Alencar e Nobu Chinen acontecerá no próximo sábado, dia 5 de fevereiro na <a href="http://www.bibliotecadesaopaulo.org.br/" target="_blank">Biblioteca de São Paulo</a>, a partir das 14h, com mediação de Jal e Gualberto Costa.</p>
<p>O Projeto Sábados da Memória das Artes Gráficas Biblioteca de São Paulo é uma iniciativa inédita de resgate da memória dos artistas gráficos brasileiros.</p>
<p><span id="more-17532"></span>Todo sábado no auditório da Biblioteca de São Paulo, um renomado artista gráfico prestará um depoimento sobre sua vida, sua obra e sua técnica para o público presente. Este depoimento será gravado e transcrito, gerando cadernos biográficos que serão vendidos a preço de custo na Biblioteca, e  disponível ao público em geral.</p>
<p><a href="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2011/02/marcelo_alencar.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-17538" title="marcelo_alencar" src="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2011/02/marcelo_alencar.jpg" alt="" width="455" height="600" /></a></p>
<p>Esta homenagem não para por aí, após a sessão de depoimento o homenageado deixará a marca de sua mão em uma lajota de concreto, que será aplicada num totem da fama dentro da Biblioteca.</p>
<p>Em pouco tempo o Brasil terá um abrangente histórico dessa importante arte, que pouco foi preservada. Seus protagonistas serão os artistas e todos aqueles que de alguma forma colaboraram pro crescimento dessa arte no Brasil.</p>
<p>Já foram homenageados no Sábados da Memória das Artes Gráficas na Biblioteca de São Paulo: Zélio, Zalla, Jal, Sonia Luyten, Luis Gê, Fernando Coelho, Laerte, Jô Oliveira, Elifas Andreatto, Mauricio de Sousa, Spacca, Nani, Angeli, Franco de Rosa, Benício, Marcelo Campos, Xalberto, Mutarelli, Toninho Mendes, Loredano, Ziraldo, Guto Lacaz, Primaggio, Orlando Pedroso, Alcy, Douglas e Mauro, Chico e Paulo Caruso, Waldomiro Vergueiro, Bione e Getulio Delphim, Renato Canini, Claudio Rocha, Solda, Geandré, Jayme Leão, Fausto, Morettini, Baptistão, Marcelo Alencar e Nobu Chinen.</p>
<p>Certamente Sábados da Memória das Artes Gráficas será um presente para a atual e futuras gerações.</p>
<p><strong>Sábado da Memória das Artes Gráficas</strong><br />
Biblioteca de São Paulo<br />
Parque da Juventude<br />
Av. Cruzeiro do Sul, 2630 – Santana – São Paulo (SP)<br />
Tel.: (11) 2089-0800<br />
<a href="http://www.bibliotecadesaopaulo.org.br" target="_blank">www.bibliotecadesaopaulo.org.br</a><br />
<a href="www.bibliotecadesaopaulo.blogspot.com" target="_blank">www.bibliotecadesaopaulo.blogspot.com</a></p>
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		<title>Fernando Coelho no Sábados da Memória das Artes Gráficas</title>
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		<pubDate>Wed, 19 May 2010 12:10:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Lebeau</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
O próximo convidado a participar do Projeto Sábados da Memória das Artes Gráficas para a gravação de depoimento é o renomado artista Fernando Coelho.
A gravação acontecerá no próximo sábado, dia 22 de maio na Biblioteca de São Paulo, a partir das 14h, com mediação de Gualberto Costa.
O Projeto Sábados da Memória das Artes Gráficas Biblioteca [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2010/05/fernando_coelho_biblioteca_sp.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-12583" title="fernando_coelho_biblioteca_sp" src="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2010/05/fernando_coelho_biblioteca_sp.jpg" alt="" width="455" height="455" /></a></p>
<p>O próximo convidado a participar do Projeto Sábados da Memória das Artes Gráficas para a gravação de depoimento é o renomado artista Fernando Coelho.</p>
<p>A gravação acontecerá no próximo sábado, dia 22 de maio na Biblioteca de São Paulo, a partir das 14h, com mediação de Gualberto Costa.</p>
<p>O Projeto Sábados da Memória das Artes Gráficas Biblioteca de São Paulo é uma iniciativa inédita de resgate da memória dos artistas gráficos brasileiros.</p>
<p>Todo sábado no auditório da Biblioteca de São Paulo, um renomado artista gráfico prestará um depoimento sobre sua vida, sua obra e sua técnica para o público presente. Este depoimento será gravado e transcrito, gerando cadernos biográficos que serão vendidos a preço de custo na Biblioteca, e  disponível ao público em geral.</p>
<p><span id="more-12582"></span>Esta homenagem não para por aí, após a sessão de depoimento o homenageado deixará a marca de sua mão em uma lajota de concreto, que será aplicada num totem da fama dentro da Biblioteca.</p>
<p>Em pouco tempo o Brasil terá um abrangente histórico dessa importante arte, que pouco foi preservada. Seus protagonistas serão os artistas e todos aqueles que de alguma forma colaboraram pro crescimento dessa arte no Brasil.</p>
<p>Certamente Sábados da Memória das Artes Gráficas será um presente para a atual e futuras gerações.</p>
<p><strong>Sábado da Memória das Artes Gráficas </strong><br />
Dia 24 de abril, às 14h<br />
Biblioteca de São Paulo<br />
Parque da Juventude<br />
Av. Cruzeiro do Sul, 2630 – Santana – São Paulo (SP)<br />
Tel.: (11) 2089-0800<br />
www.bibliotecadesaopaulo.org.br<br />
www.bibliotecadesaopaulo.blogspot.com</p>
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		<title>Banca de Quadrinhos: programa 59</title>
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		<pubDate>Thu, 06 May 2010 11:49:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Lebeau</dc:creator>
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Banca mostra o que rolou no Festival da Boa Vizinhança e divulga o Sábado de memória das Artes Gráficas
Na edição 59, a equipe da Banca de Quadrinhos foi conferir a segunda edição do Festival da Boa Vizinhança, dedicado ao seriado Chaves e com a ilustre presença dos atores da série e de seus dubladores, além [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://impulsohq.dominiotemporario.com/wp-content/uploads/2010/05/banca_de_quadrinhos.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-12298" title="banca_de_quadrinhos" src="http://impulsohq.dominiotemporario.com/wp-content/uploads/2010/05/banca_de_quadrinhos.jpg" alt="" width="480" height="200" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><em>Banca mostra o que rolou no Festival da Boa Vizinhança e divulga o Sábado de memória das Artes Gráficas</em></p>
<p>Na edição 59, a equipe da Banca de Quadrinhos foi conferir a segunda edição do Festival da Boa Vizinhança, dedicado ao seriado Chaves e com a ilustre presença dos atores da série e de seus dubladores, além de muitas pessoas fantasiadas.</p>
<p>Um dos destaques do programa é o bate-papo com o dublador Nelson Machado, a voz brasileira do Quico.</p>
<p>Ainda no primeiro bloco, Carlão e Rodrigo trazem ótimas dicas de quadrinhos como Transmetropolitan, a edição definitiva de Sandman e a série de tiras &#8220;Os Passarinhos&#8221;.</p>
<p><span id="more-12295"></span>No segundo bloco, Gualberto Costa (um dos criadores do Troféu HQMIX) aparece no programa para contar sobre o &#8220;Sábado de memória das Artes Gráficas&#8221;, evento que está fazendo a devida homenagem aos grandes nomes do gênero no Brasil.</p>
<p>A HQTEMA do programa 59 é a edição 14 de Bone, da editora <a href="http://www.vialettera.com.br">Via Lettera</a>.</p>
<p>A Banca de Quadrinhos vai ao ar toda quarta-feira às 20h30 na BlueTV (TVA 18 &#8211; Rio de Janeiro e São Paulo &#8211; <a href="http://www.bluetv.com.br">www.bluetv.com.br</a>).</p>
<p>Todas as edições do programa podem ser vistas no site <a href="http://www.programabancadequadrinhos.com">www.programabancadequadrinhos.com</a>.</p>
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		<title>JAL no Sábados da Memória das Artes Gráficas</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Apr 2010 12:15:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Lebeau</dc:creator>
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Cartunista Jal é o homenageado do próximo Sábados da Memória das Artes Gráficas, na Biblioteca de São Paulo. O evento gratuito registra trajetória de artistas para preservar a história das artes gráficas no Brasil
Neste sábado, 24 de abril, a Biblioteca de São Paulo promove a 3ª edição dos Sábados da Memória das Artes Gráficas, desta [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-12073" title="jal_memoria_grafica" src="http://www.impulsohq.com.br/wp-content/uploads/2010/04/jal_memoria_grafica.jpg" alt="jal_memoria_grafica" width="400" height="400" /></p>
<p style="text-align: center;"><em>Cartunista Jal é o homenageado do próximo Sábados da Memória das Artes Gráficas, na Biblioteca de São Paulo. O evento gratuito registra trajetória de artistas para preservar a história das artes gráficas no Brasil</em></p>
<p style="text-align: left;">Neste sábado, 24 de abril, a Biblioteca de São Paulo promove a 3ª edição dos Sábados da Memória das Artes Gráficas, desta vez homenageando José Alberto Lovetro, o Jal. O depoimento começará as 14h e será mediado por Rubim Neto. Durante o evento, o cartunista – e jornalista &#8211; contará sua trajetória nesse segmento.</p>
<p>Além de cartunista, Jal também atua como jornalista, tendo começado sua carreira no jornal Folha de S. Paulo em 1973. É ainda presidente da Associação dos Cartunistas do Brasil (ACB) e fundador das associações Brasil/Portugal de Banda Desenhada, Brasil/México de Humor Gráfico e Brasil/Cuba de Historietas e, ao lado de Gualberto Costa, um dos curadores dos Sábados da Memória, fundou o Troféu HQ MIX das Artes Gráficas.</p>
<p>Jal acredita que a participação no evento fará com que “revisite todas as coisas que já produzi ao longo da carreira, além de me ajudar como novas ideias para trabalhar”.</p>
<p style="text-align: left;"><span id="more-12072"></span>A homenagem ao artista consiste na gravação de seu depoimento para, posteriormente, ser transcrito, dando origem a cadernos biográficos que serão vendidos a preço de custo na Biblioteca de São Paulo e disponibilizado para o público geral. Logo após a sessão de depoimento, o homenageado deixará a marca de sua mão em uma lajota de concreto, que será aplicada num totem da fama dentro da Biblioteca.</p>
<p style="text-align: left;">O cartunista/jornalista JAL, iniciou sua carreira na Folha de São Paulo em 1973 e publicou em importantes veículos da mídia como O Estado de São Paulo, Veja, Visão, DCI, Semanário, Revista Arigatô, The Brazilians (NY), TV Tupi, TV Cultura, TV Gazeta, Tv Globo, Tv Bandeirantes, TV Manchete, TV Record, TV SESC, rádio Tupi, rádio USP, revista Sem Fronteiras (Bélgica/Holanda) entre outros.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" title="jal_trapalhoes" src="http://www.impulsohq.com.br/wp-content/uploads/2010/04/jal_trapalhoes.jpg" alt="jal_trapalhoes" width="400" height="400" /></p>
<p style="text-align: center;"><em>Desenho de JAL para abertura do Programa  Os Trapalhões (TV TUPI 1978)</em></p>
<p style="text-align: left;">O projeto de memória começou em 10 de abril com o primeiro depoimento do artista gráfico Zélio Alves Pinto, seguido no sábado seguinte, dia 17 de abril pelo quadrinhista da era das HQs de terror brasileiro, Rodolfo Zalla.</p>
<p>Os depoimentos são gravados e posteriormente transcritos para se transformarem em um livro que será disponibilizado à preço de custo na Biblioteca. Cada artista também deixa impressa a mão em uma placa de concreto para um totem que será erguido no próprio local.</p>
<p>A biblioteca fica na praça que foi inaugurada há dois meses no lugar do antigo Presídio Carandiru, em Santana. Seu público principal é de jovens que podem se inscrever gratuitamente e até levar para casa 5 livros por vez.</p>
<p>O projeto Sábados da Memória das Artes Gráficas na Biblioteca de São Paulo é uma iniciativa inédita de resgate da memória dos artistas gráficos brasileiros.</p>
<p>Todo sábado no auditório da Biblioteca de São Paulo, um renomado artista gráfico prestará um depoimento sobre sua vida, sua obra e sua técnica para o público presente. Este depoimento será gravado e transcrito, gerando cadernos biográficos que serão vendidos a preço de custo na Biblioteca, e disponível ao público em geral.</p>
<p>Esta homenagem não para por aí, após a sessão de depoimento o homenageado deixará a marca de sua mão em uma lajota de concreto, que será aplicada num totem da fama dentro da Biblioteca.</p>
<p>Em pouco tempo o Brasil terá um abrangente histórico dessa importante arte, que pouco foi preservada. Seus protagonistas serão os artistas e todos aqueles que de alguma forma colaboraram pro crescimento dessa arte no Brasil.</p>
<p><strong>Sábado da Memória das Artes Gráficas </strong><br />
Dia 24 de abril, às 14h<br />
Biblioteca de São Paulo<br />
Parque da Juventude<br />
Av. Cruzeiro do Sul, 2630 – Carandiru<br />
São Paulo (SP)<br />
Tel.: (11) 2089-0800<br />
www.bibliotecadesaopaulo.org.br<br />
www.bibliotecadesaopaulo.blogspot.com</p>
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		<title>Calendário Pindura e Com Más Humor na HQMix Livraria: Como foi</title>
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		<pubDate>Tue, 19 Jan 2010 11:06:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Lebeau</dc:creator>
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No último sábado dia 16 de janeiro aconteceu simultaneamente em São Paulo dois lançamentos na HQMix Livraria, vindos de outras regiões.
Vindo de Brasília e com a participação de cinquenta e três artistas, de oito estados &#8211; DF, RJ, SP, ES, GO, RS, SC e PR, o Calendário Pindura 2010 vem com uma ilustração por semana [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.impulsohq.com.br/wp-content/uploads/2010/01/abertura1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-10214" title="abertura" src="http://www.impulsohq.com.br/wp-content/uploads/2010/01/abertura1.jpg" alt="abertura" width="400" height="400" /></a></p>
<p>No último sábado dia 16 de janeiro aconteceu simultaneamente em São Paulo dois lançamentos na HQMix Livraria, vindos de outras regiões.</p>
<p>Vindo de Brasília e com a participação de cinquenta e três artistas, de oito estados &#8211; DF, RJ, SP, ES, GO, RS, SC e PR, o Calendário Pindura 2010 vem com uma ilustração por semana e teve como tema deste ano os pontos de ônibus em Brasília, em duas cores.</p>
<p><a href="http://www.impulsohq.com.br/wp-content/uploads/2010/01/03.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-10215" title="03" src="http://www.impulsohq.com.br/wp-content/uploads/2010/01/03.jpg" alt="03" width="400" height="400" /></a></p>
<p>Claro que os 53 artistas não estavam presentes na HQMix Livraria, mas os quadrinhistas paulistas que participam em sua maioria compareceram para autografar os exemplares disponíveis no local.</p>
<p>Na mesma noite também aconteceu o lançamento do livro argentino Con Más Humor, escrito por Sergio Más, e o Impulso HQ aproveitou para bater um papo rápido com o autor.</p>
<p style="text-align: center;"><span id="more-10213"></span><a href="http://www.impulsohq.com.br/wp-content/uploads/2010/01/021.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-10216" title="02" src="http://www.impulsohq.com.br/wp-content/uploads/2010/01/021.jpg" alt="02" width="398" height="600" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><em>Sergio Más</em></p>
<p><strong>Impulso HQ: É a sua primeira vez que você publica no Brasil?<br />
Sergio Más: </strong>Não. Publiquei a primeira vez em 2004 em uma publicação em João Pessoa, pela editora Marca de Fantasia.</p>
<p><strong>Impulso HQ: Por que lançar Con Más Humor em São Paulo?<br />
Sergio Más:</strong> Escrevi para a Argentina, mas estou lançando aqui em São Paulo, porque aqui você encontra pessoas de todos os estados do Brasil. Aqui eu consigo atingir um público que com certeza não atingiria porque não conseguiria distribuir para todo o país.</p>
<p><strong>Impulso HQ: Em relação ao público? Como é o humor argentino?<br />
Sergio Más:</strong> O humor argentino é muito semelhante ao dos brasileiros, até algumas formas de expressões são iguais, e até alguns nomes são parecidos. Temas como política, cotidiano, ou até a gripe suína são decorrentes nos dois países. A charge é uma linguagem universal.</p>
<p><strong>Impulso HQ: Você pretende lançar mais títulos no Brasil?<br />
Sergio Más:</strong> Estou conhecendo o mercado alternativo. Vou entrar em contato com essas publicações. Minha grande dificuldade é que não consigo escrever em português, apesar dos dois países serem vizinhos, eu ainda tenho essa “trava”. Mas eu faço trabalhos junto com um amigo brasileiro e pretendo publicar mais por aqui.</p>
<p>___________________________________</p>
<p><a href="http://www.impulsohq.com.br/wp-content/uploads/2010/01/061.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-10217" title="06" src="http://www.impulsohq.com.br/wp-content/uploads/2010/01/061.jpg" alt="06" width="398" height="600" /></a></p>
<p>O Impulso HQ aproveitou a oportunidade e conversou com Gualberto Costa, que junto de Daniela Baptista mantém a HQMix Livraria, sobre os planos para 2010.</p>
<p><strong>Impulso HQ: Quais são os planos de 2010 para a HQMix Livraria?<br />
Gualberto Costa: </strong>Temos algumas ideias para esse ano, e começamos a vender outros produtos como brinquedos, bebidas e roupas. Esses novos produtos estão relacionados a quadrinhos e arte em geral. Mas é certo que depois da abertura da filial ano passado, esse ano iremos nos focar na matriz.</p>
<p><strong>Impulso HQ: Quais são os planos para a virada cultural?<br />
Gualberto Costa: </strong>Está muito no começo do ano, mas estamos pensando em alguns planos sim. Estamos na dependência da atividade da Satyrianas, onde vários quadrinhistas, atores e diretores trabalharam juntos para a publicação de um mesmo álbum. Queremos publicar esse álbum ainda no primeiro semestre.</p>
<p>E ainda tem a Jam Session, que é a criação da HQ coletiva Techugo Preto, onde o objetivo é ter em uma mesma publicação várias gerações de quadrinhistas.</p>
<p><a href="http://www.impulsohq.com.br/wp-content/uploads/2010/01/051.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-10218" title="05" src="http://www.impulsohq.com.br/wp-content/uploads/2010/01/051.jpg" alt="05" width="398" height="600" /></a></p>
<p><strong>Impulso HQ: Estão nos planos mais lançamentos com shows ao vivo como foi no Birinight?<br />
Gualberto Costa:</strong> Na verdade o Birinight Christmas é uma parceria com a Multi Editores, e esse evento cresceu bastante nessa segunda edição. Pode acontecer de outro evento ter lançamento, mas não tem nada planejado.</p>
<p><strong>Impulso HQ: Algum plano para a HQMix Noir?<br />
Gualberto Costa:</strong> Não. Como eu disse esse ano iremos nos focar mais na filial. Pretendemos reformar a loja e trocar o imobiliário. A filial precisa agora ter o seu próprio espaço. Estamos tentando firmar o ponto dela, assim ela poderá ter o seu próprio público. Talvez tenhamos uma novidade que será revelada quando der certo.</p>
<p>_______________________________________</p>
<p><a href="http://www.impulsohq.com.br/wp-content/uploads/2010/01/071.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-10219" title="07" src="http://www.impulsohq.com.br/wp-content/uploads/2010/01/071.jpg" alt="07" width="398" height="600" /></a></p>
<p>Quem esteve presente no lançamento foi o cartunista e editor independente Mário Mastrotti, da <a href="http://www.editoravirgo.com.br/index2.htm">Virgo Editora</a>, que nos adiantou seus lançamentos para 2010:</p>
<p><strong>Mário Mastrotti: </strong>Estamos organizando o Expo Brasil do Bem em São Caetano, e esse ano lançaremos a nona edição de “Tiras de Letra É Agora ou Nunca”, no final de março e em novembro lançaremos a número 10.</p>
<p>No meio do ano lançaremos “Isto é um absurdo 2” um álbum de charges focado nos problemas dos últimos dois governos que o Brasil viu passar, FHC e Lula.<br />
São basicamente esses três lançamentos para 2010 da Virgo Editora.</p>
<p>________________________________________</p>
<p>Foi uma noite agradável apesar da chuva em São Paulo, que no mês de janeiro sempre está presente. E sem mais delongas, essa cobertura se encerra por aqui. Até um próximo evento!</p>
<p><strong>HQMix Livraria</strong><br />
Praça Roosevelt, 142 – Centro<br />
São Paulo – SP<br />
(11) 3258 7740</p>
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		<title>Documentário sobre HQs e Literatura</title>
		<link>http://impulsohq.com/noticias/documentario-sobre-hqs-e-literatura/</link>
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		<pubDate>Tue, 22 Dec 2009 10:53:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Lebeau</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Gualberto Costa]]></category>
		<category><![CDATA[História em Quadrinhos]]></category>
		<category><![CDATA[literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Paulo Ramos]]></category>
		<category><![CDATA[radarcultura]]></category>

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		<description><![CDATA[
Visto no Gibiteca – por Natania Nogueira
Produzido pelo canal radarcultura, o vídeo faz um percurso da história em quadrinhos no país, mostrando seus principais expoentes através de duas entrevistas, uma com Paulo Ramos e a outra com o editor Gualberto Costa.
Os dois entrevistados dialogam sobre a relação entre quadrinhos e literatura e comemoram o novo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/auCie_T6Mec&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/auCie_T6Mec&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Visto no <a href="http://gibitecacom.blogspot.com/2009/12/documentario-sobre-historia-em.html">Gibiteca</a> – por Natania Nogueira</p>
<p>Produzido pelo canal radarcultura, o vídeo faz um percurso da história em quadrinhos no país, mostrando seus principais expoentes através de duas entrevistas, uma com Paulo Ramos e a outra com o editor Gualberto Costa.</p>
<p>Os dois entrevistados dialogam sobre a relação entre quadrinhos e literatura e comemoram o novo destaque que foi dado ao gênero diante da adaptação de vários livros para o formato em quadrinhos.</p>
<p>Visto no <a href="http://gibitecacom.blogspot.com/2009/12/documentario-sobre-historia-em.html">Gibiteca</a> – por Natania Nogueira</p>
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		<title>FIQ! 2009 – Como foi: parte 2</title>
		<link>http://impulsohq.com/noticias/fiq-2009-%e2%80%93-como-foi-parte-2/</link>
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		<pubDate>Wed, 21 Oct 2009 11:35:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Lebeau</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
Público aproveitando os preços da Livraria Leitura
Em seu quinto dia, sábado, a expectativa para uma visitação recorde e ninguém se decepcionou. Não temos a informação de quantas pessoas estiveram no Palácio das Artes, mas é fato que em determinadas horas achar um lugar vazio para dar uma descansada dentro área de estandes foi bem difícil. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.impulsohq.com.br/wp-content/uploads/2009/10/livraria_lotada.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-8057" title="livraria_lotada" src="http://www.impulsohq.com.br/wp-content/uploads/2009/10/livraria_lotada.jpg" alt="livraria_lotada" width="398" height="600" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><em>Público aproveitando os preços da Livraria Leitura</em></p>
<p>Em seu quinto dia, sábado, a expectativa para uma visitação recorde e ninguém se decepcionou. Não temos a informação de quantas pessoas estiveram no Palácio das Artes, mas é fato que em determinadas horas achar um lugar vazio para dar uma descansada dentro área de estandes foi bem difícil. As exposições, oficinas para as crianças, bate-papos e as duas livrarias que estavam presentes ficaram praticamente lotadas.</p>
<p><a href="http://www.impulsohq.com.br/wp-content/uploads/2009/10/livraria_lotada_02.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-8058" title="livraria_lotada_02" src="http://www.impulsohq.com.br/wp-content/uploads/2009/10/livraria_lotada_02.jpg" alt="livraria_lotada_02" width="398" height="600" /></a></p>
<p>A primeira mesa do dia foi com o artista alemão Jens Harder, que impressionou os presentes com as apresentações em slides da sua obra que aborda temas de criação e evolução. Jens comentou o fato curioso que em seu álbum sobre a evolução das espécies ele começou com um quadro em branco com um único ponto, e que o seu editor pensou se tratar de um erro na época e mandou refazer essa parte da obra.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.impulsohq.com.br/wp-content/uploads/2009/10/Jens-Harder.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-8059" title="Jens-Harder" src="http://www.impulsohq.com.br/wp-content/uploads/2009/10/Jens-Harder.jpg" alt="Jens-Harder" width="400" height="400" /></a><em></em></p>
<p style="text-align: center;"><em>Jens Harder</em></p>
<p>Continuando a maratona de bate-papos em seguida quem estava na mesa foi Eddie Berganza, Ivan Freitas, Joe Prado, Eddy Barrows e o quadrinhista brasileiro Ivan Reis que atualmente produz a fase Blackest Night.</p>
<p><span id="more-8042"></span></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.impulsohq.com.br/wp-content/uploads/2009/10/black_fiq.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-8060" title="black_fiq" src="http://www.impulsohq.com.br/wp-content/uploads/2009/10/black_fiq.jpg" alt="black_fiq" width="400" height="400" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><em>Ivan Freitas, Joe Prado, Eddie Berganza, Eddy Barrows e Ivan Reis</em></p>
<p>Dando continuidade foi a vez de Rafael Grampá, que falou sobre a produção da publicação da Mesmo Delivery, e como a sua experiência em estúdio de animação, e como designer gráfico, ajudou para o desenvolvimento de sua técnica com hachuras.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.impulsohq.com.br/wp-content/uploads/2009/10/rafael_grampa.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-8062" title="rafael_grampa" src="http://www.impulsohq.com.br/wp-content/uploads/2009/10/rafael_grampa.jpg" alt="rafael_grampa" width="400" height="202" /></a><em><em></em></em></p>
<p style="text-align: center;"><em><em>Rafael Grampá</em><br />
</em></p>
<p>Depois foi a vez de se falar de colorização o, desta vez com Cris Peter e Rod Reis, que comentaram sobre o processo de criação, importância do trabalho de cores em uma HQ.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.impulsohq.com.br/wp-content/uploads/2009/10/Cris-Peter_Rod-Reis.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-8064" title="Cris-Peter_Rod-Reis" src="http://www.impulsohq.com.br/wp-content/uploads/2009/10/Cris-Peter_Rod-Reis.jpg" alt="Cris-Peter_Rod-Reis" width="400" height="400" /></a><em></em></p>
<p style="text-align: center;"><em>Cris Peter e Rod Reis</em></p>
<p>Para dar continuidade aos bate-papos, foi a vez de Guy Delisle e o jornalista Pablo Pires comporem a mesa. Guy é o autor de PyongYang, Crônicas Birmanesas e do recente Shenzen, e falou sobre HQs e animação e o início de carreira. Logo após o autor canadense autografou os álbuns dos fãs.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.impulsohq.com.br/wp-content/uploads/2009/10/guy_delisle.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-8065" title="guy_delisle" src="http://www.impulsohq.com.br/wp-content/uploads/2009/10/guy_delisle.jpg" alt="guy_delisle" width="400" height="400" /></a><em></em></p>
<p style="text-align: center;"><em>Guy Delisle</em></p>
<p>O próximo debate tratava de um assunto bem delicado: Scans e Internet: Impacto e Experiências. Estavam na mesa Amauri de Paula, Joe Prado e Sidney Gusman. O interessante é que cada um expôs uma defesa diferente; Amauri é um dos responsáveis pelo site Acervo HQ, ele utilizou dados e estatísticas que demonstravam que o scan da obra da coleção Cidades Ilustradas, da editora Casa 21, não prejudicaram a venda do álbum; Já Sidney Gusman ressaltou o fato de que a publicação possui incentivos do governo, logo não depende de vendas diretas, e afirmou que o contexto de mercado editorial hoje está em um estado irreversível: “Antes a distribuição era nacional e se uma revista não vendesse 30 mil exemplares era cancelada. Hoje a distribuição é setorizada e tem uma tiragem muito menor”, afirma o jornalista.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.impulsohq.com.br/wp-content/uploads/2009/10/mesa_scan.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-8066" title="mesa_scan" src="http://www.impulsohq.com.br/wp-content/uploads/2009/10/mesa_scan.jpg" alt="mesa_scan" width="400" height="202" /></a><em></em></p>
<p style="text-align: center;"><em>Joe Prado, Sidney Gusman e Amauri de Paula</em></p>
<p>Para o jornalista o caminho agora é achar uma solução para se utilizar o sistema online, para se evitar os prejuízos. Aliás, foi o Sidney Gusman que primeiro falou sobre a ausência das grandes editoras no evento e como a preguiça e acomodação delas atrapalham o mercado, e que elas devem estar esperando quebrar o sistema para depois agirem.</p>
<p>O interessante é que durante o tempo da mesa algumas idéias bem interessantes para se resolver a questão foram levantadas. Quem perdeu foram às grandes editoras que mais uma vez ressaltando, não estavam presentes. Joe Prado falou sobre como os autores tem prejuízo quando o assunto é scans.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.impulsohq.com.br/wp-content/uploads/2009/10/craig_thompson_02.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-8068" title="craig_thompson_02" src="http://www.impulsohq.com.br/wp-content/uploads/2009/10/craig_thompson_02.jpg" alt="craig_thompson_02" width="400" height="400" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><em>Craig Thompson, autografa no FIQ! 2009</em></p>
<p>Para encerra a maratona do dia quem esteve presente no Teatro João Ceschiatti, foi Craig Thompson, que lotou todo o auditório. O autor de Retalhos (lançado pelo selo Quadrinhos na Cia), falou sobre sua carreira, se ele não se incomoda em se expor, como foi a reação de seus familiares após a publicação, como é falar de si mesmo e a sua forma de trabalho.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.impulsohq.com.br/wp-content/uploads/2009/10/fila_craig_thompson.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-8069" title="fila_craig_thompson" src="http://www.impulsohq.com.br/wp-content/uploads/2009/10/fila_craig_thompson.jpg" alt="fila_craig_thompson" width="400" height="400" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><em>Fila para conseguir o autografo de Crig Thompson</em></p>
<p>Também durante todo o sábado aconteceram lançamentos independentes e sessão de autógrafos com os quadrinhistas nacionais e internacionais, avaliações de portifólios e Jam Sessions. Em uma delas entrevistamos Gualberto Costa, o Gual, da HQMix Livraria em São Paulo, que nos fala sobre as comemorações de aniversário da loja.</p>
<p><strong>IHQ: A HQMix faz aniversário e está com uma grande programação para as comemorações, inclusive um grande presente é a inauguração da filial, você pode adiantar alguma coisa sobre ela?<br />
Gualberto Costa: </strong>Dia 14 abriremos a filial, que é menorzinha, e terá tudo que a gente tem de importante na HQMix Livraria de importante. Mas ela tem mais espaço, a nova filial chama-se HQMix Noir Livraria porque fica no clube Noir, onde tem um teatro chamado Noir e um bar chamado Noir, então lá tem um espaço grande para lançamento, exposição e para as nossas atividades, e fica onde nós queríamos que é na Augusta. Abriremos com o Guy Delisle, autor de Crônicas Birmanescas, Shenzhen e outros, e com o Ferrari Martins, irmão do Luiz Gê, e sua banda.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.impulsohq.com.br/wp-content/uploads/2009/10/cosplay_starwars.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-8070" title="cosplay_starwars" src="http://www.impulsohq.com.br/wp-content/uploads/2009/10/cosplay_starwars.jpg" alt="cosplay_starwars" width="398" height="600" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><em>FIQ! 2009 teve outras atrações como cosplayers de StarWars</em></p>
<p><strong>IHQ: Está programada mais alguma surpresa para esse ano?<br />
Gualberto Costa: </strong>Tem sim. A programação está com vários lançamentos, dia 13 receberemos o Samuca, um pernambucano que fez um álbum de cartum, o que é muito raro hoje em dia. Dia 14 tem a inauguração do novo espaço, dia 15 tem o lançamento de João Miguel e de um fanzine do Piauí, do autor Bernardo, que fala sobre a batalha de Jenipapo. Na sexta teremos David Brown, desenhista afroamericano que estará autografando três livros dele, entre eles o Como Desenhar o Obama, e terá quadrinhos dele também. No sábado será o lançamento de Paulo Ramos e Waldomiro Vergueiro que é sobre como usar o Quadrinho na Educação.</p>
<p>Teremos mais lançamentos, mas ai já vem o aniversário da HQMix Livraria, que vai começar dia 26 de outubro e vai até 2 de novembro que é dia de Finados. O nosso aniversário emenda com a Satyrianas que é a maior festa da Praça Roosevelt, onde é a nossa livraria localizada. A Satyrianas é uma festa de 78 horas ininterruptas de muitas peças, e na calçada da existem sete teatros, então terão barracas com encenações.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.impulsohq.com.br/wp-content/uploads/2009/10/daniel_hdr_desenho.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-8072" title="daniel_hdr_desenho" src="http://www.impulsohq.com.br/wp-content/uploads/2009/10/daniel_hdr_desenho.jpg" alt="daniel_hdr_desenho" width="398" height="600" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><em>Desenho de Daniel HDR, com dedicatória ao Impulso HQ</em></p>
<p>O propulsor dessa festa é o grupo Satyros que está fazendo 20 anos, então faremos uma história em quadrinhos, onde cada artista teatral seja dramaturgo, atores, diretores, cenógrafos, críticos teatrais, vão fazer roteiros de pequenas histórias de momentos do Grupo Satyros, e o tudo será desenhado por quadrinhistas.</p>
<p>Fora isso estaremos fazendo um documentário sobre um fenômeno que existe que é que desde o começo dos anos 1970 na FAU (Faculdade de Arquitetura da USP) sempre tem alguém que faz quadrinhos estudando lá, então nunca ficou sem, você tem os exemplos de Luiz Gê, Paulo Caruso e outros, e hoje em dia existe o grupo Cogumelo. Então o documentário entrevistará todos eles para entendermos o porque as pessoas fazem um curso tão difícil de cinco anos para fazer quadrinhos depois, e documentar essas gerações também.</p>
<p>Estaremos com um bar, e vamos comemorar também o aniversário de 2 anos do coletivo Quarto Mundo, onde será um evento grande. Então terá tudo isso praticamente em 8 dias com 24 horas, com tudo acontecendo, e outras coisas que ainda não estão confirmadas.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.impulsohq.com.br/wp-content/uploads/2009/10/escultura_marvel.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-8071" title="escultura_marvel" src="http://www.impulsohq.com.br/wp-content/uploads/2009/10/escultura_marvel.jpg" alt="escultura_marvel" width="400" height="400" /></a><em></em></p>
<p style="text-align: center;"><em>Escultor de figuras da Marvel e DC</em></p>
<p><strong>IHQ: Com dois anos da HQMix Livraria, agora surge a filial. Por que abrir agora? Isso é reflexo do mercado?<br />
Gualberto Costa: </strong>Sempre tivemos uma postura meio idealista com relação aos quadrinhos, então criamos prêmios e associações. Eu, Daniela e Jal sempre tivemos rompantes idealista de fazer coisas como lutar por um museu, coisa que há 28 anos eu luto para termos um museu das artes gráficas. Não sei se é bom momento ou se é mais um ato idealista. Quanto mais livraria de quadrinhos melhor. È inegável que o mercado de quadrinhos aumentou muito, então estamos abrindo mais um posto e a idéia é essa mesmo, ver até onde vai.<br />
_______________________</p>
<p>Confira a primeira galeria de imagens feitas no FIQ!2009, <a href="http://www.impulsohq.com.br/fiq-2009-galeria-1/">clicando aqui</a>.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Lançamento: Muito além dos quadrinhos: como foi (ATUALIZADO)</title>
		<link>http://impulsohq.com/noticias/lancamento-muito-alem-dos-quadrinhos-como-foi/</link>
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		<pubDate>Wed, 30 Sep 2009 12:09:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Lebeau</dc:creator>
				<category><![CDATA[notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Agda Dias Baeta]]></category>
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		<category><![CDATA[Angela Rama]]></category>
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		<category><![CDATA[Gualberto Costa]]></category>
		<category><![CDATA[hqmix]]></category>
		<category><![CDATA[Muito Além dos Quadrinhos]]></category>
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		<category><![CDATA[Paulo Ramos]]></category>
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		<description><![CDATA[
Da esquerda para direita: Túlio Vilela, Angela Rama, Fernando Mafra, Waldomiro Vergueiro, Agda Baeta e Paulo Ramos
Uma mesa composta por grandes nomes para o lançamento de uma grande e importante publicação, é assim que pode ser definida a noite de sábado do dia 26 de setembro, para quem esteve na HQMix Livraria.
Muito Além dos Quadrinhos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.impulsohq.com.br/wp-content/uploads/2009/09/abertura1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-7615" title="abertura" src="http://www.impulsohq.com.br/wp-content/uploads/2009/09/abertura1.jpg" alt="abertura" width="400" height="400" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><em>Da esquerda para direita: Túlio Vilela, Angela Rama, Fernando Mafra, Waldomiro Vergueiro, Agda Baeta e Paulo Ramos</em></p>
<p>Uma mesa composta por grandes nomes para o lançamento de uma grande e importante publicação, é assim que pode ser definida a noite de sábado do dia 26 de setembro, para quem esteve na HQMix Livraria.</p>
<p>Muito Além dos Quadrinhos é uma publicação teórica sobre os quadrinhos que reúne artigos de nove pesquisadores, está sendo lançada pela Editora Devir e vem para preencher uma lacuna que gradativamente deixa de estar vazia: a teorização sobre histórias em quadrinhos.</p>
<p>A publicação conta com os nomes: Agda Dias Baeta, Alexandre Barbosa, Angela Rama, Eloar Guazzelli, Fernando Mafra, Gêisa Fernandes D´Oliveira, Paulo Ramos,Túlio Vilela e Waldomiro Vergueiro, todos escreveram um texto diferente sobre uma área dos quadrinhos.</p>
<p>Claro que não poderíamos deixar de falar com os autores sobre a obra, e para tornar esse post mais completo o Impulso HQ entrou em contato com eles para cada uma falar sobre o seu artigo e o que o leitor encontrará em cada texto e é claro a pergunta que não poderia deixar de faltar a importância da obra como um todo!</p>
<p>Porém para não atrapalhar o processo de autógrafos que estava ocorrendo quase que como uma linha de produção, o Impulso HQ preferiu fazer esse contato via e-mail para não ser um incomodo, logo esse post será atualizado sempre que os autores nos mandarem as respostas. Fiquem ligados!</p>
<p>Durante a noite o Impulso HQ conversou com alguns dos presentes que foram prestigiar o lançamento entre eles Douglas Quintas Reis, diretor editorial da Devir, que fala sobre a publicação e a posição da editora sobre livros teóricos e ainda de quebra fala sobre os próximos lançamentos como Anatomia Expressiva, de Will Eisner e o álbum nacional sobre a história de Jesus Cristo, Yeshuah 1º Volume de 3, de Laudo Ferreira Jr.</p>
<p><a href="http://www.impulsohq.com.br/wp-content/uploads/2009/09/034.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-7621" title="03" src="http://www.impulsohq.com.br/wp-content/uploads/2009/09/034.jpg" alt="03" width="400" height="400" /></a> <strong></strong></p>
<p><strong>Impulso HQ: Por que a Devir está publicando um livro teórico sobre quadrinhos? É uma nova direção publicações teóricas sobre HQs?<br />
Douglas Quintas Reis: </strong>Na verdade não é uma novidade publicar livros teóricos para devir. Nós já publicamos dois klivros teroricos sobre RPG, o analise do Primeiro Simpório de RPG e Educação e o livro da Andréa Pavão, já publicamos dois livros teóricos sobre Tolkien, que são duas teses, e tem uma antologia de arquivos que a Rose Ana Rios organizou e são todos livros teóricos, então faltavam os quadrinhos.</p>
<p><span id="more-7613"></span>Até quando o Waldomiro conversou com a Silvana, minha esposa, que é bibliotecária e trabalhou com ele uma época, quando eles levaram o livro para gente eu disse que se não publicássemos eu apanhava, porque ela tinha sido diretora da Gibiteca e reclamava que faltava material teórico em português.</p>
<p>É uma tendência natural nossa publicar material teórico, nós publicamos o livro do Will Eisner que ensina a desenhar o Narrativas Gráficas, e agora vai publicar o outro que se chama Anatomia Expressiva, que é inédito, ou seja, é um caminho que está relacionado.</p>
<p><a href="http://www.impulsohq.com.br/wp-content/uploads/2009/09/131.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-7631" title="13" src="http://www.impulsohq.com.br/wp-content/uploads/2009/09/131.jpg" alt="13" width="398" height="600" /></a></p>
<p><strong>IHQ: A Devir sempre publica quadrinhos e agora esse lançamento teórico sobre o tema, se outros autores apresentarem outros idéias sobre teorização de HQs seria algo a ser considerado ou primeiro será analisado o resultado de Muito além de quadrinhos?<br />
Douglas Quintas Reis: </strong>A gente vai analisar a idéia independente do resultado desse. É claro que como entidade jurídica nós temos que sobreviver e isso depende de vender, mas não é porque um livro de um gênero deu certo ou errado é que a gente condenada ou modifica o gênero. Iremos analisar se o livro é bom ou não, depois iremos pensar se ele é bom não pensaremos se iremos fazer ou não independente do resultado iremos pensar no quando. Procuraremos o melhor momento dependendo da situação econômica.</p>
<p><a href="http://www.impulsohq.com.br/wp-content/uploads/2009/09/043.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-7622" title="04" src="http://www.impulsohq.com.br/wp-content/uploads/2009/09/043.jpg" alt="04" width="400" height="400" /></a><strong></strong></p>
<p style="text-align: center;"><em>Gêisa Fernandes D´Oliveira</em></p>
<p><strong>IHQ: Sobre os lançamentos da Devir, você pode adiantar algo sobre o Yeshuah, com a arte do Laudo Ferreira Jr., se irá sair esse ano?<br />
Douglas Quintas Reis: </strong>Iremos tentar. O problema é o seguinte, nós temos uma programação, que vamos montando a medida que o tempo vai passando, depois só vamos ajustando, e nós temos oito livros para outubro e oito livros para novembro então para ser esse ano ter que ser em dezembro, e ai parece que foi de propósito lançar um livro sobre Jesus no Natal, mas se a gente conseguir vai ser no inicio de dezembro, é o momento mais próximo que consigo visualizar. Mas tem grandes chances, ele já de entregou praticamente todo o material e agora falta paginar, mas acho que vai dar sim.<br />
______________________________________</p>
<p>Angela Rama responde sobre o seu artigo: Heróis no Brazil: uma (des)caracterização do espaço geográfico brasileiro.</p>
<p><strong>IHQ: O seu artigo fala de descaracterização do espaço geográfico, mas essa deformidade pode se estender a nossa cultura também de acordo com as suas pesquisas?<br />
Angela Rama: </strong>Quando me refiro ao espaço geográfico, necessariamente refiro-me também aos aspectos que caracterizam a sociedade como um todo, não só às características da paisagem (ambientação), mas também (e não menos importante) as relações entre os personagens, dos personagens com o lugar; as construções; os nomes; a língua, enfim aspectos que fazem parte da nossa cultura no sentido mais amplo.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.impulsohq.com.br/wp-content/uploads/2009/09/064.jpg"><img class="aligncenter" title="06" src="http://www.impulsohq.com.br/wp-content/uploads/2009/09/064.jpg" alt="06" width="400" height="400" /></a><em></em></p>
<p style="text-align: center;"><em>Fernando Mafra e Angela Rama</em></p>
<p><strong>IHQ: O que o leitor encontrará no seu artigo?<br />
Angela Rama: </strong>Encontrará uma análise da visão que grande parte dos estadunidenses (e outros estrangeiros, de um modo geral) têm a respeito de nosso país: uma visão pautada em estereótipos e generalizações.</p>
<p>Utilizando as palavras de Paulo Ramos e Waldomiro Verguiro sobre  meu texto: &#8220;a visão do Brasil levada aos leitores norte-americanos (e também do resto do mundo) é uma mescla de cartão postal redigido às pressas e um manual de viagem porcamente produzido&#8221;.<br />
<strong><br />
IHQ: Qual é a importância da obra como um todo na sua visão?<br />
Angela Rama: </strong>Creio que a importância do meu texto vai além da análise em si (especificamente  “as representações do Brasil no imaginário dos estrangeiros&#8221;), sendo relevante à medida em que indica idéias e recortes para outros trabalhos,  contribuindo para a ainda incipiente pesquisa acadêmica sobre quadrinhos.</p>
<p>Diga-se de passagem, o trabalho dos professores Waldomiro Vergueiro e Paulo Ramos vem sendo determinante para a aceitação dos quadrinhos como objeto de estudo científico.<br />
___________________________________________</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.impulsohq.com.br/wp-content/uploads/2009/09/055.jpg"><img class="aligncenter" title="05" src="http://www.impulsohq.com.br/wp-content/uploads/2009/09/055.jpg" alt="05" width="400" height="400" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><em>Fernando Mafra</em></p>
<p>O Impulso HQ também conversou com Gualberto Costa, nome já conhecido dos quadrinhos nacionais, e representante da HQMix Livraria, sobre o mercado editorial para esse tipo de publicação teórica.</p>
<p><strong>IHQ: A HQMix Livraria sempre foi palco de grandes lançamentos, seja independente ou por editoras, e agora recebe um lançamento teórico sobre quadrinhos. Como você esse tipo de publicação no mercado?<br />
Gualberto Costa: </strong>Esse tipo de publicação é conseqüência de algo que já é real. Já tem mais de 30 teses, dissertações e trabalhos de graduação, então é obvio que toda essa pesquisa tem que acabar em um livro, e acho profundamente necessário esse tipo de material já que existe pouco.</p>
<p><strong>IHQ: Esse é o segundo ou terceiro lançamento teórico sobre quadrinhos. Há espaço para outros lançamento teóricos sobre HQs?<br />
Gualberto Costa: </strong>Acho que há mais que espaço. Há uma necessidade. Tem que existir essa discussão teórica, e acho que é ela que acaba dando a entender e até tornar o quadrinho brasileiro viável. Acho que todas as discussões teóricas melhoram a produção e fazem você entender melhor o processo e fazer o nosso quadrinho brasileiro vingar de vez.<br />
_____________________________________________</p>
<p><a href="http://www.impulsohq.com.br/wp-content/uploads/2009/09/082.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-7625" title="08" src="http://www.impulsohq.com.br/wp-content/uploads/2009/09/082.jpg" alt="08" width="400" height="400" /></a><em></em></p>
<p style="text-align: center;"><em>Paulo Ramos</em></p>
<p>Paulo Ramos responde sobre o seu artigo: O uso da gíria nas histórias em quadrinhos.<br />
<strong><br />
IHQ: Gíria e quadrinhos é uma combinação que resulta em uma visão impopular?<br />
Paulo Ramos: </strong>Houve uma época em que o casamento de gírias não só com quadrinhos, mas também em outras formas de comunicação de massa era algo visto de forma pejorativa. Hoje não. O uso de gírias é uma das formas de tornar mais coloquial a fala dos personagens em textos narrativos, como as histórias em quadrinhos.</p>
<p><strong>IHQ: O que o leitor encontrará no seu artigo?<br />
Paulo Ramos: </strong>Faço no artigo uma comparação entre três versões de uma mesma história do Homem-Aranha traduzidas aqui no Brasil em datas diferentes: 1970, 1976 e 1997. Cataloguei o uso de gírias em cada uma delas. A conclusão é que ocorreu uma gradativa utilização de vocabulário coloquial entre a primeira e a última. Pode-se deduzir que as gírias, hoje, tornaram-se um dos recursos de caracterização da fala dos personagens.</p>
<p><a href="http://www.impulsohq.com.br/wp-content/uploads/2009/09/014.jpg"><img class="size-full wp-image-7632 aligncenter" title="01" src="http://www.impulsohq.com.br/wp-content/uploads/2009/09/014.jpg" alt="01" width="400" height="400" /></a></p>
<p><strong>IHQ: Qual é a importância da obra como um todo na sua visão?<br />
Paulo Ramos: </strong>No meu entender, obras como essa ajudam a entender de maneira mais crítica a área dos quadrinhos. Só se compreende bem um objeto, seja ele qual for, mediante estudos sérios a respeito dele. Já passou da hora de os quadrinhos serem analisados cientificamente no Brasil e entendidos como campo de análise válido nas universidades brasileiras.<br />
_____________________________________________</p>
<p><a href="http://www.impulsohq.com.br/wp-content/uploads/2009/09/074.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-7626" title="07" src="http://www.impulsohq.com.br/wp-content/uploads/2009/09/074.jpg" alt="07" width="400" height="400" /></a><em></em></p>
<p style="text-align: center;"><em>Waldomiro Vergueiro</em></p>
<p style="text-align: left;">Waldomiro Vergueiro responde sobre o seu artigo: Quadrinhos e educação popular no Brasil: considerações à luz de algumas produções nacionais.</p>
<p><strong>IHQ: Quadrinhos e educação popular podem algum dia andar lado a lado ou isso já é uma realidade?<br />
Waldomiro Vergueiro: </strong>Como menciono no capítulo, esta é uma área que se desenvolveu muito quantitativamente nos últimos anos, com muitas empresas, instituições públicas, ONGs, sindicatos, etc. utilizando a linguagem dos quadrinhos como forma privilegiada para a transmissão de mensagens.</p>
<p>Recentemente, organizamos um evento relacionando histórias em quadrinhos e nanotecnologia, que tratava exatamente disso, ou seja, da maneira como os quadrinhos podem ser utilizados para aumentar o conhecimento sobre nanotecnologia, propiciando esclarecimento sobre os pontos positivos e negativos dessa área tecnológica, onde grassa a desinformação e a falta de atenção a possíveis consequencias de seu uso indiscriminado.</p>
<p>Também trabalhos acadêmicos têm se dedicado ao estudo do que se costuma chamar como &#8220;cartilhas quadrinizadas&#8221;, tentando conhecer melhor suas características e identificar elementos de sua composição.</p>
<p>Aa utilização de quadrinhos em todas as áreas do que eu chamei educação popular &#8211; não necessariamente ligada a sistemas formais de ensino &#8211; é uma realidade no Brasil e merece ser objeto de atenção de toda a sociedade.</p>
<p>Aos quadrinhistas, cabe buscar a melhor utilização possível dos recursos da linguagem, elaborando materiais que atendam aos objetivos educativos e proporcionando uma leitura agradável que ajude a ampliar positivamente a visão que se tem sobre os quadrinhos.</p>
<p style="text-align: left;"><a href="../wp-content/uploads/2009/09/024.jpg"><img class="aligncenter" title="02" src="../wp-content/uploads/2009/09/024.jpg" alt="02" width="400" height="400" /></a> <strong></strong></p>
<p style="text-align: left;"><strong>IHQ: O que o leitor encontrará em seu artigo?<br />
Waldomiro Vergueiro: </strong>Tento no capítulo fazer um retrospecto da utilização da linguagem dos quadrinhos em educação popular e também levantar alguns parâmetros para sua utilização. Nesse último aspecto, utilizo uma pequena amostra de materiais, identificando pontos fortes e fracos da utilização dos quadrinhos.</p>
<p><strong> IHQ: Qual é a importância da obra como um todo na sua visão?</strong><br />
<strong>Waldomiro Vergueiro: </strong>Penso que a importância da obra está na diversidade de temas e de enfoques que ela apresenta. Trata-se de um conjunto de ensaios sobre quadrinhos, que levanta aspectos importantes sobre seu conteúdo, mensagens que apresentam, destacando aspectos ideológicos, sociológico e linguísticos.</p>
<p>Ele evidencia as muitas possibilidades de estudo dos quadrinhos e como eles trazem mensagens que à primeira vista podem não ser vislumbradas. Além disso, evidenciam que as histórias em quadrinhos não são absolutamente inocentes, todas elas têm em si uma visão de mundo que pretendem disseminar.</p>
<p>Cabe aos leitores se capacitarem na leitura dos quadrinhos, de forma a compreender essas mensagens e obter delas aquilo que lhes interessa ou que considerarem válido.</p>
<p>_____________________________________________</p>
<p>Gêisa Fernandes responde sobre o seu artigo: O caipira de todos nós: a construção do sentido de um tipo brasileiro nos quadrinhos.</p>
<p><strong>IQH: Qual é o tipo brasileiro nos quadrinhos? É possível definir um?<br />
Gêisa Fernandes:</strong> Creio que é possível se falar em tendências na composição de um tipo brasileiro nos quadrinhos, mas não em um único perfil, definitivo. Não se trata de uma incapacidade do meio em expressar uma determinada identidade nacional, mas sim do caráter transitório do próprio conceito. Identidade é processo, movimento e por isso as representações do brasileiro nos quadrinhos variam tanto.</p>
<p>Da visão &#8220;de fora&#8221; que dá origem a um Zé Carioca na década de 1940, por exemplo, passando pelos anti-heróis da revista Crás (1974-1975), até os trabalhos mais recentes de autores nacionais, percebe-se uma grande variedade de elementos que compõem um painel da brasilidade.</p>
<p>É importante ressaltar que a relação entre a linguagem dos quadrinhos e o seu exterior se dá na forma de um diálogo. Não é difícil perceber a influência do externo, do contexto social, político e cultural na composição dos personagens, ou seja, o que está do lado de fora interfere diretamente na representação.</p>
<p>Em contrapartida, representa-se somente a identidade que nos interessa, aquela que conseguimos decodificar, destacando pontos para os quais desejamos chamar atenção, seja na forma de reafirmação de traços (no caso específico da brasilidade pode-se citar o humor e o otimismo como características recorrentes) ou de crítica. É para esta dinâmica que busco chamar atenção no meu artigo.</p>
<p><strong>IHQ: O que o leitor encontrará no seu artigo?<br />
Gêisa Fernandes: </strong>O artigo trata da construção histórica de um tipo específico de brasilidade nos quadrinhos: o caipira. A ênfase recai na interface com outras linguagens (pintura, música literatura e cinema) e na maneira como os quadrinhos se apropriaram destas interpretações, reformulando-as dentro da linguagem, de modo a construir uma versão própria do caipira, exemplificada por meio do personagem Chico Bento, de Mauricio de Sousa.</p>
<p style="text-align: left;"><strong>IHQ: Qual é a importância da obra como um todo na sua visão?<br />
Gêisa Fernandes:</strong> A obra contribui, sobretudo, para a formação de material teórico sobre as histórias em quadrinhos. Pela maneira como está organizada, com diferentes abordagens e visões sobre o assunto, torna-se um valioso referencial bibliográfico para pesquisadores e apreciadores em geral.</p>
<p style="text-align: left;">_____________________________________________</p>
<p>Tratando-se de uma publicação teórica, o Impulso HQ conversou com Nobu Chinen, pesquisador e teórico de HQs, que esteve presente na HQMix Livraria, e claro sabe das dificuldades de se encontrar material em português desse gênero.</p>
<p><strong>IHQ: Como pesquisador de HQs, e freqüentador do Observatório de Quadrinhos, como você enxerga esse tipo de publicação teórica?<br />
Nobu Chinen: </strong>Particularmente acho muito importante, porque justamente é uma literatura a mais que podemos recorrer, eu que sou pesquisador, estudioso e que gosto desse assunto teórico.</p>
<p>Afinal é muito escassa essa leitura no Brasil, se bem que isso nos últimos anos tem aumentado o número, mas isso ainda é muito tímido, então é uma contribuição muito importante.</p>
<p>Todos os autores são relevantes o que dá um peso maior para a publicação e o enfoque dela também é interessante. Ela é bem diversificada, não é aquela coisa de pegar só um tema e seguir com ele até o final. Pelo que eu vi me parece que essa diversidade é que é super interessante porque contribui em vários aspectos dos quadrinhos.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.impulsohq.com.br/wp-content/uploads/2009/09/092.jpg"><img class="aligncenter" title="09" src="http://www.impulsohq.com.br/wp-content/uploads/2009/09/092.jpg" alt="09" width="398" height="600" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><em>Eloar Guazzelli</em></p>
<p><strong>IHQ: Esse é o segundo ou o terceiro livro teórico de HQ do ano. Como pesquisador você acha que isso é decorrente a quê?<br />
Nobu Chinen: </strong>Existe uma receptividade maior da academia para esse tipo de trabalho, de estudo de quadrinhos. Nos últimos anos, segundo um levantamento de Waldomiro Vergueiro e Roberto Elíseos dos Santos, cresceu bastante o número de trabalhos tanto como dissertação, mestrado, doutorado, com temas sobre quadrinhos. Eu acredito que o mercado como um todo começa a ficar mais maduro para aceitar esse tipo de publicação e se interessar por ele.</p>
<p>As escolas de uma maneira em geral aceitam e acolhem os quadrinhos de maneira mais bem vindo do que era antigamente, e isso é uma coisa que demonstra que já estamos olhando os quadrinhos com menos preconceito. Embora aconteçam alguns episódios ainda, inclusive esse ano houve um caso especifico que foi desagradável, mas acho que até a própria postura das respostas do pessoal que estuda foi bastante positiva.</p>
<p>Então de alguma maneira, acho que tanto o mercado quanto o interesse acadêmico. Quanto às pessoas que descobriram que HQs é um objeto de estudo interessante, demonstra que há uma mudança de postura.<br />
_____________________________________________</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.impulsohq.com.br/wp-content/uploads/2009/09/121.jpg"><img class="aligncenter" title="12" src="http://www.impulsohq.com.br/wp-content/uploads/2009/09/121.jpg" alt="12" width="398" height="600" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><em>Agda Dias Baeta</em></p>
<p>Agda Dias Baeta responde sobre o seu artigo: Margarida no Brasil: retrato de uma mulher pós-moderna.</p>
<p><strong>Agda Dias Baeta: </strong>O foco do meu artigo é a personagem Margarida (Daisy Duck) da Disney. Analiso o contexto das histórias da personagem criadas no Brasil, na década de 1980/90, momento muito promissor da produção Disney nacional, já que havia um estúdio Disney na Ed. Abril.</p>
<p>Os artistas brasileiros atribuíram à pata uma personalidade caracterizada por atitudes tipicamente pós-modernas. Nas histórias criadas aqui, ela não é apenas a namorada do Pato Donald, coadjuvante e fútil (como normalmente retratada nas histórias americanas).</p>
<p>Ela é independente emocional e financeiramente, não aceita ser subjugada pelo namorado, nem pelo patrão (Tio Patinhas) e prova a todo o momento que é capaz de fazer tudo que os homens fazem.</p>
<p>Além disso, os temas tratados em suas histórias falam sobre a falta de tempo, a preocupação com a aparência, conquista do mercado de trabalho, diferença de salário entre homens e mulheres, adiamento da maternidade, entre outros dilemas femininos tipicamente pós-modernistas.</p>
<p><strong>IHQ: Falar sobre mulher pós-moderna nos quadrinhos foi uma tarefa árdua, ainda mais que nas HQs elas são usadas como símbolo sexual?<br />
Agda Dias Baeta: </strong>Não foi uma tarefa árdua nesse sentido, pois o artigo é focado na personagem Margarida (Daisy Duck) da Disney. Se a abordagem fosse mais ampla e o objeto de estudo fosse as figuras femininas de um modo geral, com certeza, a questão do símbolo sexual estaria muito mais forte.</p>
<p><a href="http://www.impulsohq.com.br/wp-content/uploads/2009/09/102.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-7628" title="10" src="http://www.impulsohq.com.br/wp-content/uploads/2009/09/102.jpg" alt="10" width="398" height="600" /></a></p>
<p><strong>IHQ: O que o leitor encontrará no seu artigo?<br />
Agda Dias Baeta:</strong> Os comportamentos femininos tipicamente pós-modernos incorporados nas atitudes da personagem. Mostro no artigo, que a personalidade atribuída à pata nas histórias brasileiras está relacionada ao momento da sociedade.</p>
<p>Pois nas décadas de 80/90, não só os gibis, mas programas de televisão, como Malu Mulher, tratavam dos mesmos temas. Isso porque, a queda do regime autoritário enfraqueceu a ideia de estado-nação brasileiro e consequentemente os demais valores da modernidade.</p>
<p>Com o afrouxamento da censura, assuntos considerados tabus entraram em cena nos meios de comunicação e o Brasil finalmente começou a sentir os efeitos da onda de mudanças da pós-modernidade.</p>
<p>Em especial, o discurso das histórias da Margarida reflete as mudanças comportamentais do gênero feminino e evidencia a chegada dos valores pós-modernos na sociedades latino-americanas que foram apropriadamente retratados pelos meios de comunicação de massa.</p>
<p><strong>IHQ: Qual é a importância da obra como um todo na sua visão?<br />
Agda Dias Baeta: </strong>Evidenciar a relevância que as histórias em quadrinhos têm como instrumento de comunicação. Elas influenciam e são influenciadas pelo contexto social. Elas não só retratam o que a sociedade está vivendo, com também contribuem para a disseminação de conceitos e comportamentos.</p>
<p>_____________________________________________</p>
<p>Marco Tulio Vilela responde sobre o seu artigo: Influências religiosas e sobrenaturais nos quadrinhos nacionais de terror.</p>
<p><strong>IHQ: O seu artigo fala do sobre natural e terror nas HQs brasileiras, você encontrou muitas referencias no nosso folclore que se perdeu ou que é conhecido de maneira errada?<br />
Tulio Vilela: </strong>De modo geral, os nossos autores procuraram adaptar com certa fidelidade o folclore. Os norte-americanos incorporaram muitos elementos que surgiram no cinema e não no folclore.</p>
<p>Por exemplo, nas histórias brasileiras é comum encontrar histórias sobre o filho não batizado (ou o sétimo filho homem na versão original)que se transforma em lobizomem. Nos EUA, os quadrinhos acabaram incorporando aquela idéia do roteirista do filme &#8220;Lobizomem&#8221; (Wolfman) de 1941, estrelado pelo Lon Chaney Junior: a de que somente balas de prata poderiam matar um lobizomem. Essa idéia das balas de prata surgiu nesse filme, não fazia parte do folclore sobre lobizmens nem aqui e nem lá fora.</p>
<p><strong>IHQ: O que o leitor encontrará no seu artigo?<br />
Tulio Vilela: </strong>O leitor encontrará uma série de comparações que chamam atenção para as diferenças entre como o sobrenatural foi mostrado em quadrinhos de terror produzidos nos EUA e os quadrinhos do mesmo gênero no Brasil.<br />
Boa parte dessas diferenças eu atribuo à religiosidade de cada povo, na maneira em como cada religião ou cultura encara a idéia de vida após a morte: nos EUA, o protestantismo tende a ver o sobrenatural como algo sempre ligado ao Diabo, enquanto no Brasil o sincretismo religioso, oque inclui a presença das religiões afro-brasileiras e do espiritismo kardecista, acaba tolerando a idéia de que existem tanto bons quanto maus espíritos ou entidades.</p>
<p>O artigo também tenta responder porque apesar do Regime Militar, a censura aos quadrinhos de terror no Brasil foi relativamente branda se comparada ao que ocorre nos EUA. Outro aspecto que procuro tentar responder no artigo é porque o terror foi um dos poucos gêneros de quadrinhos que conseguiu criar raízes no Brasil, ganhar cara própria e alcançar certo sucesso comercial durante um certo período.</p>
<p><strong>IHQ: Qual é a importância da obra como um toda na sua visão?<br />
Tulio Vilela: </strong>A obra procura preencher uma lacuna no mercado editorial brasileiro: a escassez de obras teóricas e atualizadas sobre histórias em quadrinhos. Creio que ao organizarem a obra, os professores Waldomiro Vergueiro e Paulo Ramos fizeram uma contribuição que tem significado semelhante ao que o livro &#8220;Shazam&#8221; do professor Álvaro de Moya teve na década de 1970.</p>
<p>A diversidade de temas, enfoques ou Ãngulos (histórico; sociológico; linguístico&#8230;) e dos próprios gêneros (terror; humor; super-heróis; infantil&#8230;) de quadrinhos analisados (pois o livro não se prende a nenhum gênero em particular) é outro diferencial da obra. Mais um atrativo.</p>
<p>_________________________________________</p>
<p><a href="http://www.impulsohq.com.br/wp-content/uploads/2009/09/112.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-7629" title="11" src="http://www.impulsohq.com.br/wp-content/uploads/2009/09/112.jpg" alt="11" width="398" height="600" /></a></p>
<p>A noite se encerrou tranquila, após uma longa jornada de autógrafos que os autores tiveram que passar, pois quando se pensava que ia parar de chegar gente a mesa ficava sempre cercada de admiradores de quadrinhos e é claro da obra que veio para ser mais um reforço na pesquisa sobre HQ e é claro demonstra o  interesse da academia pelo assunto.</p>
<p>O Impulso HQ agradece a todos os autores que nos enviaram as respostas para deixar o post mais interessante para o leitor e é claro também aos entrevistados que cederam o seu tempo no sábado!</p>
<p>E até o próximo lançamento!</p>
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		<title>Cursos gratuitos de HQ no SESC Pompéia</title>
		<link>http://impulsohq.com/noticias/cursos-gratuitos-de-hq-no-sesc-pompeia/</link>
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		<pubDate>Fri, 04 Sep 2009 12:02:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Lebeau</dc:creator>
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Visto no Bigorna – por Humberto Yashima
O SESC Pompéia realizará durante o mês de setembro e início de outubro Cursos gratuitos de HQ ministrados por Sonia Luyten, Waldomiro Vergueiro, JAL e Gualberto Costa.
Os cursos são voltados para todos aqueles que já desenhem; as inscrições vão até o dia 6 de setembro e devem ser feitas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.impulsohq.com.br/wp-content/uploads/2009/09/sesc_pompeia.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-7074" title="sesc_pompeia" src="http://www.impulsohq.com.br/wp-content/uploads/2009/09/sesc_pompeia.jpg" alt="sesc_pompeia" width="400" height="202" /></a></p>
<p>Visto no <a href="http://www.bigorna.net/index.php?secao=noticias&amp;id=1251993496">Bigorna</a> – por Humberto Yashima</p>
<p>O SESC Pompéia realizará durante o mês de setembro e início de outubro Cursos gratuitos de HQ ministrados por Sonia Luyten, Waldomiro Vergueiro, JAL e Gualberto Costa.</p>
<p>Os cursos são voltados para todos aqueles que já desenhem; as inscrições vão até o dia 6 de setembro e devem ser feitas pelo telefone (11) 3871-7700 &#8211; Convivência (Marco).</p>
<p>Confira a seguir a programação com os temas e datas dos cursos.</p>
<p><strong><span id="more-7073"></span>A LINGUAGEM DOS QUADRINHOS ANALISADA A PARTIR DE SUA HISTÓRIA, NAS ARTES E NA COMUNICAÇÃO </strong><br />
Dias 8, 15, 22 e 29 de setembro (terças, das 19h às 21h)<br />
Com Sonia Luyten</p>
<p><strong>ANÁLISE DO HISTÓRICO DOS GRANDES DESENHISTAS DE QUADRINHOS </strong><br />
Dias 10, 17, 24 de setembro e 1º de outubro (quintas, das 19h às 21h)<br />
Com Waldomiro Vergueiro</p>
<p><strong>CRIAÇÃO E EVOLUÇÃO DE ROTEIRO</strong><br />
Dias 12, 19, 26 de setembro e 3 de outubro (sábados, das 14h às 16h)<br />
Com JAL</p>
<p><strong>COMO EDITAR E PUBLICAR UMA REVISTA DE QUADRINHOS OU SITE/BLOG</strong><br />
Dias 13, 20, 27 de setembro e 4 de outubro (domingos, das 14h às 16h)<br />
Com Gualberto Costa</p>
<p><strong>SESC Pompéia</strong><br />
Rua Clélia, 93 – Pompéia<br />
São Paulo-SP</p>
<p>Visto no <a href="http://www.bigorna.net/index.php?secao=noticias&amp;id=1251993496">Bigorna</a> – por Humberto Yashima</p>
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		<title>Uma exposição para ser lida (ATUALIZADO)</title>
		<link>http://impulsohq.com/noticias/uma-exposicao-para-ser-lida/</link>
		<comments>http://impulsohq.com/noticias/uma-exposicao-para-ser-lida/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 03 Sep 2009 12:08:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Lebeau</dc:creator>
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		<category><![CDATA[palestras, encontros e eventos]]></category>
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A exposição “Página por Página” é uma reunião de trabalhos de vários autores do coletivo de quadrinistas independentes Quarto Mundo que deve não apenas ser vista, mas principalmente, ser lida.
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.impulsohq.com.br/wp-content/uploads/2009/09/4_mundo_piracicaba.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-7053" title="4_mundo_piracicaba" src="http://www.impulsohq.com.br/wp-content/uploads/2009/09/4_mundo_piracicaba.jpg" alt="4_mundo_piracicaba" width="398" height="600" /></a></p>
<p>A exposição “Página por Página” é uma reunião de trabalhos de vários autores do coletivo de quadrinistas independentes Quarto Mundo que deve não apenas ser vista, mas principalmente, ser lida.</p>
<p>Ao todo são 41 autores, entre desenhistas e roteiristas, apresentando 25 histórias fechadas de uma página ou, em alguns casos, tiras que se encerram no seu próprio significado, possibilitando ao visitante/leitor uma apreciação e uma percepção mais ampla do conteúdo da exposição.</p>
<p>A proposta para a realização dessa exposição, a segunda do coletivo, partiu do artista gráfico e cartunista Fábio San Juan que reside em Piracicaba e foi pensada como parte das atividades paralelas ao 36º Salão Internacional de Humor de Piracicaba.</p>
<p><span id="more-7052"></span>O artista plástico, quadrinista e participante do Quarto Mundo, Edu Mendes acatou a proposta e sugeriu a ideia das páginas únicas e assim ambos ficaram responsáveis pela curadoria da exposição.</p>
<p>As histórias em quadrinhos e tiras são apresentadas em painéis em tamanho A2 e trazem um panorama da recente produção dos quadrinhos independentes, dentro do coletivo Quarto Mundo, de norte a sul do Brasil, mostrando estilos de narrativa e desenhos bastante diversos.</p>
<p>A exposição conta com um catálogo, algo inédito no que se refere às exposições paralelas ao Salão de Humor que foi viabilizado através do Fundo de Apoio à Cultura de Piracicaba. Além ser um registro impresso da mostra é também uma revista em quadrinhos, o que conferiu ainda mais originalidade à proposta.</p>
<p><a href="http://www.impulsohq.com.br/wp-content/uploads/2009/09/4_mundo_piracicaba_02.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-7054" title="4_mundo_piracicaba_02" src="http://www.impulsohq.com.br/wp-content/uploads/2009/09/4_mundo_piracicaba_02.jpg" alt="4_mundo_piracicaba_02" width="398" height="600" /></a></p>
<p>No formato 21&#215;28cm contém as 25 pranchas da exposição e as biografias dos autores, além de um texto de apresentação assinado por Gualberto Costa, um conhecedor e grande incentivador das produções independentes nacionais.</p>
<p>A abertura da mostra “Página por Página” do coletivo Quarto Mundo acontece no próximo dia 16/9, quarta-feira, às 20horas, na sede centro do Clube Cristovão Colombo localizado na Rua Governador Pedro de Toledo, 771, Piracicaba/SP. Será oferecido um coquetel e a entrada é franca.</p>
<p>Apenas na abertura estará montada uma banca com as revistas do Quarto Mundo e os visitantes poderão conhecer as várias publicações do grupo. Alguns autores também estarão presentes autografando e conversando com o público.</p>
<p>A exposição fica até 18 de outubro de 2009, e conta com Apoio Cultural do Fundo de Apoio à Cultura da Secretaria Municipal da Ação Cultural de Piracicaba, Marqbem Comunicação Visual e Silk Sign.</p>
<p>Para conhecer mais sobre o Quarto Mundo acesse: http://4mundo.org</p>
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