
Hoje eu vou falar de uma peça que vi em um teatro na Praça Roosevelt. Mas quero primeiro falar da Praça Roosevelt. Ô lugar! Tem de tudo ali! Até tabacaria. Bares e restaurantes chiques e descolados, onde você pode achar cervejas baratas e caras, mas sempre geladas.
Também é um lugar interessante pelo público que frequenta: artistas de todas as áreas, gente famosa, jovens, malucos, velhos, cachorros, punks, crianças alternativos, mendigos, travestis, mulheres bonitas e feias, héteros e homossexuais…. Toda essa galera faz dessa praça um dos lugares mais vivos da cidade, um lugar que borbulha, que ferve, onde as coisas acontecem….
E como não falar da loja de quadrinhos que há no meio de tudo aquilo e que torna a praça um lugar ainda mais interessante? É na HQMix Livraria que muitos lançamentos de quadrinhos acontecem e onde, no fim de semana, você pode sentar e posar para uma caricatura!
Só que a Praça Franklin Roosevelt nem sempre foi assim, ao contrário! Ela era um lugar bem “decadente”, perigoso, sem nenhuma atração cultural, comercial ou gastronômica. Aos poucos os teatros foram indo pra lá (a Cia. Os Satyros foi que teve a iniciativa), o que atraiu gente pro lugar e assim a praça deixou de ser um palco de bang-bang e outras cositas mais.