Posts com a Tag ‘Frank Miller’

Heróis Marvel – Elektra

Por Denilson Reis | 25 outubro de 2011

Elektra chama atenção de muitos desde que apareceu para contracenar ao lado do Demolidor, na extinta revista Superaventuras Marvel, publicada aqui no Brasil pela Editora Abril, nos anos 1980/90.

Criada por Frank Miller, em 1980, a heroína não possui nenhum poder especial e combate os inimigos ou caça recompensas, usando apenas suas habilidades como ninja e atleta olímpica. Suas armas são adagas ninjas e punhais de dois gumes, muito bem manejados pela moça.

Elektra Natchios nasceu na Ilha de Creta e é filha de um embaixador grego. Foi para os Estados Unidos estudar e acabou conhecendo o jovem Matt Murdok, pelo qual acabou se apaixonando. Após ver seu pai morrer pelas mãos de seqüestradores, voltou para a Europa e passou a treinar artes marciais, onde se aperfeiçoou no Oriente.

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HQ que Acontece: Batman: Ano Um

Por Floreal Andrade | 29 setembro de 2011

“Ele é claramente um homem com uma missão, mas não de vingança, Bruce não busca desforra pessoal, ele é muito maior, muito mais nobre que isso. Quer tornar o mundo um lugar melhor, onde o menino Wayne não seria uma vítima. Pode-se dizer que ele trabalha para se tornar desnecessário. Batman é um herói que gostaria de não precisar existir” (Frank Miller-1986).

Esse trecho pertence ao posfácio da bela edição que a editora Panini lançou de Batman: Ano Um, em agosto desse ano.

Na história clássica do homem-morcego você acompanha a construção de um herói em quase 11 meses e Frank Miller, autor do roteiro, deixa claro o significado de suas palavras sobre Batman quando nos apresenta o herói em sua primeira aparição, e apesar de levar muita porrada, não larga um ladrão que vai cair de uma escada de incêndio. É um Batman em começo de carreira, comete erros e tem dúvidas.

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Heróis Marvel: Demolidor

Por Denilson Reis | 22 junho de 2011

Demolidor, O Homem Sem Medo foi criado em 1967 por Stan Lee e tornou-se, para mim, o mais fantástico super-herói da Marvel pelo simples fato de não ser um herói mutante ou um extraterrestre.

Matt Murdok – identidade civil do Demolidor – era filho de Jonathan Murdok, um lutador de Box. Jonathan sonhava para o filho uma carreira universitária e assim o jovem Matt o fez, mas nunca deixou de praticar ginástica com os equipamentos do pai. Quando jovem, ajudou um senhor a escapar de um atropelamento de um caminhão desgovernado. Este caminhão trazia um carregamento de material radioativo que acabou ferindo os olhos de Matt e o deixou cego.

Por outro lado, a cegueira deu supersentidos a Matt e concedeu-lhe um poderoso “radar mental” capaz de detectar com precisão todas as formas a sua volta.

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Animação Batman Ano I – Expectativas

Por Dennis Rodrigo | 21 junho de 2011

Quando criança, eu adorava ganhar revistas de histórias em quadrinhos, mas o engraçado é que assim que elas ficavam “velhas”, perguntava para minha mãe se podia recortá-las para brincar. Sim, brincar com os super-heróis de papel, entende?

Bom, hoje tenho um acervo de quadrinhos que soma quase quatro mil títulos, entre formatinhos, clássicos, nacionais e graphics novels. Conheço um cara aqui da minha cidade, Divinópolis, MG, que tem no mínimo o dobro da minha coleção e que fazia a mesma coisa na infância… Coisas da vida.

Você deve estar se perguntando que relação isso tem com a animação Batman Ano I, certo? Bom, eu tive a HQ escrita por Frank Miller e ilustrada por David Mazzucchelli quando menino, lançada pela Editora Abril no lendário “formatinho” e não achava graça nenhuma nela, pois Batman aparecia tão pouco que eu nem teria graça de recortá-la quando ficasse surrada o suficiente. Nem sinal da animação ainda, né? Eu sei, mas avançar para 2002, mais precisamente no lançamento de Ano I em formato americano, ainda pela Abril Jovem, e talvez as coisas comecem a fazer sentido.

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Bate-papo sobre Frank Miller em Brasília

Por Renato Lebeau | 25 janeiro de 2011

Na sexta-feira, dia 28 de janeiro, acontecerá na Livraria Leitura no Conjunto Nacional, em Brasília, uma palestra sobre quadrinhos cujo tema central do bate-papo será Frank Miller, um dos grandes mestres da arte seqüencial, responsável por obras primas como Batman – Cavaleiro das Trevas, 300 de Esparta, Sin City e outras.

O evento é gratuito, e trata-se de uma homenagem a esse grande artista dos quadrinhos e do cinema, que no dia 28 de Janeiro faz aniversário. Desenhistas, professores e fãs de Miller estão convidados a participarem do bate-papo que será mediado por Mauro César Bandeira.

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Cinema HQ – parte 9

Por Denilson Reis | 12 agosto de 2010

O Incrível Hulk
Depois de um filme pouco badalado, Hulk de Ang Lee (2003), O Incrível Hulk de Louis Leterrier (2008) trouxe novamente a angustiante vida do andarilho David Banner conforme já tinha se acompanhado na série de TV do final dos anos 1970 com Bill Bixby e Lou Ferrigno. O filme foi inspirado nas HQs de Stan Lee, Jack Kirby e Paul Reinman de 1962.

Nele, Banner muito bem interpretado por Edward Norton, sai em busca de uma cura para sua “maldição”. Foge para o Brasil, depois passa pela América Central, México até voltar aos EUA.

Só faltou a melodia melancólica ao piano para lembrarmos Bixby. Outra boa sacada foi a inclusão do monstrengo Abominável para criar o ambiente de ação que faltou no filme de Ang Lee. Melhorou bastante este filme do “Verdão”.
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Programa Pipoca e Nanquim

Por Renato Lebeau | 2 agosto de 2010

Durante a Comic Fair, a equipe do Impulso HQ conheceu o pessoal do Programa Pipoca e Nanquim, uma galera animada que produz um programa semanal que fala sobre HQs e cinema. Os programas costumam ser disponibilizados na Internet as sextas-feiras e mais um episódio já pode ser conferido.

Nesta edição os apresentadores Bruno Zago, Alexandre Callari e Daniel Lopes falam da carreira de um dos maiores mestres dos quadrinhos: Frank Miller.

Eles comentam a fase de Miller no Homem-Aranha, no comando das histórias do Demolidor, das histórias da Elektra, da revolução do gênero de super-heróis com o Batman, dos trabalhos autorais, desde Sin City até Hard Boiled, dos filmes, enfim, tudo sobre o esse ícone dos quadrinhos.

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Quadrinhos Extraordinários – parte 5

Por Denilson Reis | 12 maio de 2010

Che – Os Últimos dias de um Herói: Esta obra nasceu para ser uma obra-prima das HQs (Histórias em Quadrinhos) a começar pelo ótimo roteirista, Héctor Oesterheld e, pelo magnífico ilustrador, Alberto Breccia.

Mas, retratar a obra e vida do personagem mais simbólico do século XX alguns meses após sua morte foi o fator primordial dos artistas. Com esta HQ eles imortalizaram na iconografia a imagem de Che ainda no calor dos acontecimentos.

A obra acabou sendo retirada do mercado, queimada em praça pública e seus autores perseguidos sem descanso. Aliás, o escritor Héctor Oesterheld foi preso pela ditadura argentina e dado como desaparecido até hoje, fato lamentável por todas as óticas.

Para nós, amantes das HQs, acabamos perdendo um roteirista de primeira grandeza. Grande também é o magistral domínio de claro/escuro do desenhista Alberto Breccia. Este argentino é tido como um dos mestres da arte seqüencial, idolatrado pelos hoje ídolos das novas gerações como Frank Miller.

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Do fundo da estante: O Homem sem Medo

Por Bruno Garcia | 23 abril de 2010

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Demolidor: O Homem sem Medo (ou aquele menino que era como eu ou você, mas sendo menos era mais)

Acho que a primeira coisa que eu lembro de Homem sem medo é a arte que John Romita Jr. E o fato de ser uma história de herói sem herói fantasiado. Pra mim iso oi bem bacana.

John Romita Jr. é com erteza alguém que eu penso muito quando pego um lápis para desenhar. Seu desenho é meio acadêmico, traço firme, bem representativo, mas possui um estilo inigualável.

As hachuras que ele usa com certeza são as mais fantátiscas que eu já vi: Peso, profundidade e sombra sem exageros, sem rabiscos (prestem atenção em como ele fez o céu noturno – Acho que ficaria ainda melhor preto e branco.). E uma capacidade de desenhar cenários que ainda acho estonteante, mesmo 14 anos depois de ler Homem sem medo pela primeira vez!

Ao mesmo tempo, ele não se furta de usar o pincel e tingir grandes áreas de preto, dar uma profundidade digna de Sin City quando é preciso. As cenasmais tenebrosas do gibi são tão carregadas que fico imaginando o quanto de nanquim ele num gastou ali, e o quanto num pesou cada pincelada. Romita Jr. definitivamente conquistou seu lugar no panteão dos grandes desenhistas, pelo menos no meu panteão.

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Do fundo da estante: O Cavaleiro das trevas (ou a suave brutalidade)

Por Bruno Garcia | 15 abril de 2010

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Uma das minhas mais antigas lembranças com quadrinhos é Cavaleiro das trevas, encadernado, em comemoração aos 50 anos do Batman, a Abril publicou. O gibi era um ano mais novo que eu, resistiu muito bem, pelo menos nos seus primeiros 18 anos.

Hoje ela tem que ficar num envelopinho, a encadernação cedeu. Guardo ela e mais algumas encadernações que desmontaram juntas, todas em envelopes num fichário. Me pareceu a única solução para não perder coisas maravilhosas e que dificilmente encontro novamente.

De algumas eu tenho um back up,  e Cavaleiro, quando quero ler, eu pego uma outra edição, de dez anos, lançada em fascículos.

No Brasil é até uma vantagem procurar pelos fascículos. As edições encadernadas foram, durante muito tempo, inferiores. E olha que as edições separadas vinham freqüentemente mutilados, obra de boas editoras. Mas, edições encadernadas, salvo exceções maravilhosas e lindas, eram bem pouco diferentes. Chegando algumas vezes a ser mais pobres (coisas eram suprimidas: capas, créditos, extras…)…

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