
Quer saber como os super-heróis podem ser aplicados a física?
Na época do priemiro filme dos X-men, a revista Super Interessante publicou uma matéria de como seriam os mutantes se eles realmente existissem e sendo consideradas as leis da física como eles seriam, o mais engraçado foi saber que o professor Xavier iria feder pra caramba!
Assim que a equipe do Impulso HQ achar essa matéria colocaremos aqui no site, enquanto isso, fiquem com o texto interessante de sexta-feira, que trata justamente de super-heróis e física, e foi retirado do blog 12 Horas de Sono.
Aproveitem.
Texto original de Francisco de Assis Nascimento Júnior e publicado no arScientia
Todos os nerds que lêem quadrinhos sabem das comparações que existem na física quando é revelada um super-poder de um super-herói.
A editora que se baseia mais nessa ciência é a DC, enquanto a MARVEL prefere as mutações genéticas.
Porém, irei comentar personagens das duas editoras, porque mesmo um sendo alvo de uma mutação genética ele não está livre das comparações da física em seu dia-a-dia.
Durante a década de 60, um dos personagens mais populares das histórias em quadrinhos, o Homem-Aranha, viveu um de seus momentos mais dramáticos: a morte de sua namorada Gwen Stacy arremessada do topo da ponte George Washington por seu arquiinimigo, o Duende Verde.
Bem que o herói tentou salvá-la com sua teia, mas não adiantou: o choque foi fatal e Gwendolyne Stacy morreu durante a queda.
Pelo menos, essa foi a explicação dada pelos editores e que povoou a mente de milhares de fãs até o ano de 1995, quando o professor James Kakalios, da Universidade de Minnesota nos Estados Unidos, desvendou esse mistério de mais de 20 anos!
O motivo da morte? Pescoço quebrado. A explicação? O princípio da conservação do momento! Mesmo tendo alcançado sua namorada com sua teia, antes que ela atingisse o chão, a constante elástica da teia não foi suficiente para amortecer o impacto da parada brusca.
Talvez por isso sua teia (nos filmes recentes para o cinema) tenha uma constante elástica tão grande, chegando a agir como uma mola em determinadas cenas.
As histórias em quadrinhos de super-heróis apresentam um universo próximo ao nosso, com a diferença que nele a ciência poderia ser facilmente confundida com magia, por realizar verdadeiros “milagres”.
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