Posts com a Tag ‘Flash’

Coleção de bonés da DC Comics

Por Renato Lebeau | 19 setembro de 2011

Batman, Superman, Lanterna Verde e Flash são os super-heróis escolhidos para estampar a linha de acessórios da parceria entre a Warner e New Era

A Warner Bros Consumer Products (WBCP) e a New Era acabam de firmar uma parceria para o lançamento da coleção DC Originals, que reúne os mais famosos personagens da DC Comics, como Batman, Superman e Lanterna Verde. A linha conta com 12 estampas exclusivas e pode ser encontrada em todas as lojas revendedoras da marca pelo preço sugerido de R$ 159,90.

“Os super-heróis são a grande aposta do nosso portfólio para os próximos anos. Há um investimento muito forte nessa área, tanto no cinema quanto nos licenciamentos, e vamos aproveitar o momento para consolidar e alavancar os nossos produtos”, destaca o gerente-geral da WBCP, Marcos Bandeira de Mello.

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Líderes da justiça

Por Dennis Rodrigo | 5 maio de 2011

No final da década de 1960, período relativa à chamada Era de Prata das HQs, surgia uma equipe que viria a ter diversas formações desde que Aquaman, Lanterna Verde (Hal Jordan), Mulher Maravilha, Caçador de Marte e Flash (Barry Allen) se uniram para deter a ameaça cósmica representada por Starro, a estrela do mar gigante alienígena, e perceberam as vantagens do trabalho em equipe.

Assim, nasceu a Liga da Justiça, sem dúvida a maior e mais poderosa equipe de heróis do Universo DC, que em suas fileiras figuram desde a “trindade” dos quadrinhos da editora estadunidense até novos personagens. Estar à frente desse time, com certeza, não é nem nunca foi tarefa fácil pra ninguém, por mais “super” que este seja.

E, não por acaso, a maioria das pessoas tende a crer que o Superman sempre foi o único líder dos justiceiros, mas a história (ou cronologia) mostra que não foi nem é bem assim… Pelo menos não sempre. Acompanhe a trajetória dos personagens que já lideraram a portentosa equipe ao longo da cronologia DC em vigor.

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A volta de Barry Allen – parte 2

Por Dennis Rodrigo | 10 janeiro de 2011

No artigo anterior, você soube como o retorno de Barry Allen, o Flash da Era de Prata, afetou a vida do Flash Wally West na década de 1990. Agora você ficará sabendo como o Wally se consolidou no alto escalão dos heróis DC e como esse “primeiro retorno” de Barry reverberou na mitologia do Flash, com elementos presentes até nas histórias atuais.

Wally presenciara um Barry Allen completamente enfurecido gritando “Eu sou o Flash” com o bandido que havia se gabado de ter eliminado o velocista escarlate da DC Comics. Deprimido com os episódios recentes, Wally questiona-se quanto a seu papel. É tocante a forma como Mark Waid conduz a trama, refletindo elementos do passado do jovem herói. Em aventuras anteriores, Wally já havia perdido seus poderes, mas nunca a identidade… Dessa vez, como ele expressa “os poderes ficaram, mas a identidade se foi”.

Linda Park, a namorada do herói é única, a saber, a forma como Barry reagira. Logo, um vilão qualquer arma um plano contra Keyston/Central City, as cidades gêmeas que servem de base de operações para o Flash, e Wally e Barry, superando o clima pesado de desconfiança entre mentor e pupilo, partem ao combate, mas vem a cair numa armadilha praticamente intransponível.

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A volta de Barry Allen – parte 1

Por Dennis Rodrigo | 27 dezembro de 2010

Estou acompanhando com muito interesse a volta do mais lendário dos velocistas da DC Comics… Naturalmente, refiro-me a Barry Allen, o Flash da Era de Prata. Diga-se de passagem, um personagem que gosto muito, desde o desenho dos Super-Amigos à série “The” Flash.

Lembrado que Barry se sacrificou de forma épica para destruir um canhão de antimatéria durante Crise nas Infinitas Terras, voltou à vida durante outra saga, a malfadada Crise Final. Bom, por favor, queiram perdoar esse rodeio, mas quero falar do retorno de Barry, mas não “verdadeiro” Barry Allen.

Ocorre que na década de 1990, período conturbado para os quadrinhos no geral, Mark Waid era escritor das aventuras de Wally West, jovem que alguns anos antes adquiriu super-velocidade da mesma forma que seu o tio, Barry, tornando-se o Kid Flash, um sidekick do velocista.

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Panini lança concurso “Você é o editor”

Por Renato Lebeau | 23 junho de 2010

Torne-se “editor honorário” da Panini e concorra a prêmios

Visto no Antigravidade – por Maurício Muniz, sobre release

A DC Comics, editora onde surgiram ícones como Batman, Superman, Lanterna Verde, Flash, Mulher-Maravilha e tantos outros, comemora 75 anos.

Para o aniversário, a editora Panini lança uma promoção que vai dar revistas e permitir que os leitores escolham as histórias que entrarão nas edições especiais da Coleção DC 75 anos.

No concurso cultural “Você é o editor”, o participante deverá acessar um hotsite ainda a ser divulgado, votar em no máximo 6 histórias para cada uma das 4 edições da Coleção DC 75 anos nomeadas de Era Ouro, Era Prata, Era Bronze e Era Contemporânea.

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A Força de Aceleração?

Por MacAssis | 24 fevereiro de 2010

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No início de sua carreira como Flash, Wally West não era tão veloz quanto seu tio Barry Allen, sendo capaz “apenas” de quebrar a barreira do som, e não a da Luz, como seu tio. Embora fosse muito mais veloz quando usava a mascara de Kid Flash, essa limitação de poderes deu aos roteiristas a oportunidade de explorar melhor seu potencial.

Mas, durante a clássica fase roteirizada por Mark Waid, Wally conseguiu atingir novos limites, ganhando poderes ainda maiores que os de seus predecessores: agora, ele era capaz de não só alcançar a barreira da velocidade da luz, como ser ainda mais rápido que ela. Isso se deveria a descoberta da existência da força de aceleração, um campo de energia que seria responsável pela velocidade de todos os Flashes.

Durante essa fase, o herói aprendeu também a transferir energia cinética a outros objetos e pessoas, além de roubá-la se quisesse, tornando-se o Flash mais poderoso até então.

Mas como exatamente isso funcionaria?

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Corre cipó, na casa da vó!

Por MacAssis | 18 fevereiro de 2010

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No segundo artigo sobre o Flash, é bom lembrar que se em suas histórias um personagem de HQ pode se mover a uma velocidade próxima a da luz, isso não significa exatamente que ele pode correr à essa velocidade.

Se no universo imaginário dos quadrinhos um velocista pode correr a 300 mil km/s, isso significa que ele necessita acelerar até atingir essa velocidade: ele vive como uma pessoa normal e ativa seu poder quando acha que é preciso. Todos os Flashes sempre se comportaram dessa maneira, levando suas vidas em suas identidades secretas até que o chamado da justiça surgisse no horizonte.

Todos, exceto um: o Flash da megasérie “O Reino do Amanhã”, cuja identidade secreta nunca foi exatamente revelada – ele vestia o elmo do Joel Ciclone, tinha os traços de Wally West e se comportava como Barry Allen.

Especula-se que seja Wally West devido a cidade escolhida para ser sua “base de operações”, mas isso nunca ficou claro. Em sua apresentação na história é dito que “ele vive nos instantes entre um Segundo”, mas o que exatamente isso significa?

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Corre Cotia, na casa da tia!

Por MacAssis | 4 fevereiro de 2010

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Segurem o fôlego, porque hoje o “Princípio da Incerteza” tentará acompanhar o pique do velocista mais famoso das Histórias em Quadrinhos!

Com seu nome gentilmente traduzido para “Relâmpago” no antigo desenho dos Superamigos, o Flash ( e não “o the flash” como muita gente gosta de falar) sempre teve cadeira cativa no panteão dos heróis mais poderosos da DC e todas as suas encarnações ( Jay Garrick (1940-1956), Barry Allen (1956-1986), Wally West (1986-2006, 2007-) e Bart Allen (2006-2007) integraram  a Liga da Justiça em algum momento, ou a superequipe correspondente em sua realidade/época/uorévers.

A popularidade do herói se deve a semelhança com o deus Hermes (ou Mercúrio, dependendo do referencial) e se mover a velocidades inimagináveis ao homem comum.

Claro que ele é “apenas” superveloz – nada do kit completo do super-herói básico como voar ou superforça, mas sua popularidade já lhe rendeu não apenas a participação em desenhos animados e revistas em quadrinhos.

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O seriado televisivo The Flash foi um enorme sucesso na década de 1990 (sim, eu estive lá). Estrelado por John Wesley Shipp no papel do velocista escarlate capaz de alcançar a velocidade do som, todos os 21 episódios (mais o piloto da série) estão disponíveis em DVD e valem muito a pena.

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Banco Imobiliário da Liga da Justiça

Por Renato Lebeau | 3 dezembro de 2009

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Visto no Papo de Quadrinho – por Jota Silvestre

Um dos jogos de tabuleiro mais conhecidos e apreciados por várias gerações acaba de ganhar temática de super-heróis.

Há alguns anos, a Estrela vem inovando o tradicional Banco Imobiliário com o lançamento de temas como sustentabilidade, cidades brasileiras, Cocoricó e Turma da Mônica. Este da Liga da Justiça é baseado no desenho animado. Os pinos para percorrer o tabuleiro são cartões de seis heróis: Superman, Batman, Mulher-Maravilha, Caçador de Marte, Lanterna Verde e Flash; as notas de dinheiro, de R$ 1 mil a R$ 500 mil, são estampadas com os integrantes da equipe.

É possível comprar propriedades como a Mansão Wayne, o jornal Planeta Diário, a Torre de Vigilância da Liga, a cidade submarina de Atlântida, o planeta Thanagar, entre outros. A famosa “cadeia” do jogo, nesta versão, é Ciencela de Oa, de onde o jogador só sai se tirar dois números iguais nos dados, portar um “passe livre” ou pagar a fiança de R$ 50.000.

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Os super-heróis e a física

Por Renato Lebeau | 12 dezembro de 2008

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Quer saber como os super-heróis podem ser aplicados a física?

Na época do priemiro filme dos X-men, a revista Super Interessante publicou uma matéria de como seriam os mutantes se eles realmente existissem e sendo consideradas as leis da física como eles seriam, o mais engraçado foi saber que o professor Xavier iria feder pra caramba!

Assim que a equipe do Impulso HQ achar essa matéria colocaremos aqui no site, enquanto isso, fiquem com o texto interessante de sexta-feira, que trata justamente de super-heróis e física, e foi retirado do blog 12 Horas de Sono.

Aproveitem.

Texto original de Francisco de Assis Nascimento Júnior e publicado no arScientia

Todos os nerds que lêem quadrinhos sabem das comparações que existem na física quando é revelada um super-poder de um super-herói.

A editora que se baseia mais nessa ciência é a DC, enquanto a MARVEL prefere as mutações genéticas.

Porém, irei comentar personagens das duas editoras, porque mesmo um sendo alvo de uma mutação genética ele não está livre das comparações da física em seu dia-a-dia.

Durante a década de 60, um dos personagens mais populares das histórias em quadrinhos, o Homem-Aranha, viveu um de seus momentos mais dramáticos: a morte de sua namorada Gwen Stacy arremessada do topo da ponte George Washington por seu arquiinimigo, o Duende Verde.

Bem que o herói tentou salvá-la com sua teia, mas não adiantou: o choque foi fatal e Gwendolyne Stacy morreu durante a queda.

Pelo menos, essa foi a explicação dada pelos editores e que povoou a mente de milhares de fãs até o ano de 1995, quando o professor James Kakalios, da Universidade de Minnesota nos Estados Unidos, desvendou esse mistério de mais de 20 anos!

O motivo da morte? Pescoço quebrado. A explicação? O princípio da conservação do momento! Mesmo tendo alcançado sua namorada com sua teia, antes que ela atingisse o chão, a constante elástica da teia não foi suficiente para amortecer o impacto da parada brusca.

Talvez por isso sua teia (nos filmes recentes para o cinema) tenha uma constante elástica tão grande, chegando a agir como uma mola em determinadas cenas.

As histórias em quadrinhos de super-heróis apresentam um universo próximo ao nosso, com a diferença que nele a ciência poderia ser facilmente confundida com magia, por realizar verdadeiros “milagres”.

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