Posts com a Tag ‘Dez na Área’

Dez na área, um na banheira e ninguém no gol

Por Guilherme Kroll | 23 junho de 2010

Assinado por Allan Sieber, Caco Galhardo, Custódio, Fábio Moon e Gabriel Ba, Fábio Zimbres, Lelis, Leonardo, Maringoni, Osvaldo Pavanelli e Emílio Damiani, Samuel Casal e Spacca, Dez na área, um na banheira e ninguém no gol foi lançado pela editora Via Lettera às vésperas da copa do muno de 2002, e chamava atenção por ser divertido e trazer boas histórias.

O time era basicamente o mesmo que integrava edições da revista Front e trazia cartunistas renomados mesclados com jovens talentos na época. Hoje a maioria deles já tem um nome estabelecido no mercado.

As HQs brincavam com futebol, sendo muitas fazendo graça da inépcia dos quadrinhistas com a bola. Se fosse só isso, o álbum teria ficado na memória como uma boa antologia em quadrinhos sobre futebol.

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Existe preconceito contra o uso hqs nas escolas?

Por Renato Lebeau | 24 novembro de 2009

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Visto na Revista Bravo – por Gabriela Rassy

A Secretaria de Educação do Estado de São Paulo e o Ministério da Educação distribuíram duas HQs consideradas impróprias para escolas públicas, entre elas títulos consagrados como “Um Contrato com Deus”, de Will Eisner. O problema é inadequação à faixa etária ou existe resistência ao uso dos quadrinhos na educação formal de crianças e jovens?

A graphic novel “Um contrato com Deus e outras histórias de Cortiço”, de Will Eisner. O livro foi considerado inadequado pela cena acima e por outra de violência doméstica. Preconceito?

Em maio desse ano, o projeto Ler e Escrever da Secretaria de Educação do Estado de São Paulo distribuiu 1216 exemplares do livro Dez na área, um na banheira e nenhum no gol para alunos do terceiro ano do ensino fundamental. O livro, feito para o público adulto, reúne 11 histórias em quadrinhos de diversos autores que falam sobre futebol e, como o tema sugere, usam palavrões e uma linguagem que foi considerada por algumas escolas inadequada para crianças. Segundo nota divulgada pela Secretaria, os livros foram recolhidos antes de chegar às mãos dos estudantes.

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O óbvio: quadrinhos não são só para crianças

Por Renato Lebeau | 29 maio de 2009

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foto meramente ilustrativa

O texto interessante dessa sexta-feira, não poderia ser outro além do ” O óbvio: quadrinhos não são só para crianças”, feito por Paulo Ramos e Waldomiro Vergueiro. Artigo publicado na Folha de São Paulo, foi produzido após a polêmica de  “Dez na Área, Um na Banheira e Ninguém no Gol” e relata sobre os acontecidos e incoerências que ocorrem durante a semana em que as histórias em quadrinhos foram interpretadas como “vilãs” para as crianças e o albúm ainda teve que receber comentários como um “horror, obra de muito mau gosto”, sem que ficasse claro para o público se realmente ela teria sido lida, avaliada e/ou analisada antes de parar nas escolas para o público a qual se destinava.

O texto interessante dessa sexta feira foi retirado do site Blog dos Quadrinhos de Paulo Ramos

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O óbvio: quadrinhos não são só para crianças

A frase que intitula esta postagem – o óbvio: quadrinhos não são só para crianças – é o nome do artigo que publico nesta sexta-feira no jornal “Folha de S.Paulo”.

O texto foi feito em parceria com Waldomiro Vergueiro, professor da Universidade de São Paulo e coordenador do Observatório de Histórias em Quadrinhos, também na USP.

O artigo aborda a polêmica causada nesta semana pelo álbum “Dez na Área, Um na Banheira e Ninguém no Gol”. A obra, adulta, seria destinada a crianças.

O governo estadual, que selecionou e comprou 1.216 exemplares do livro, reconheceu a falha e recolheu o material.
O artigo foi publicado na seção “Tendências e Debates”, espaço nobre da Folha, dedicado a artigos de opinião. Segue o texto, na íntegra.

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A polêmica de “Dez na Área…”

Por Renato Lebeau | 22 maio de 2009

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Visto no Papo de Quadrinho – por Jota Silvestre

Foi uma trapalhada sem tamanho. E quem pagou o pato? Os quadrinhos, claro!

Para quem não vem acompanhando a polêmica em torno de Dez na Área, Um na Banheira e Ninguém no Gol, um pequeno retrospecto:

O governo paulista adquiriu 1.216 exemplares desta HQ para distribuição a alunos da terceira série do ensino fundamental – na faixa de 9 anos de idade. Acontece que o livro lançado pela Via Lettera em 2002 não é indicado para esta faixa etária, tanto pelo teor das histórias quanto pela linguagem empregada. O erro foi percebido e as HQs recolhidas.

Mas o dano para a imagem dos quadrinhos já estava feito e, da forma como foi conduzido, pode representar um retrocesso no uso desta linguagem nas salas de aula e como ferramenta de educação e incentivo à leitura.

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SP distribui HQs com palavrões nas escolas

Por Renato Lebeau | 20 maio de 2009

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Material era indicado para alunos da 3ª série. Secretaria de Educação disse que material já foi recolhido.

A Secretaria Estadual da Educação de São Paulo distribuiu a escolas um livro com histórias em quadrinhos com palavrões e conotação sexual. Indicado para alunos de nove anos da terceira série do ensino fundamental, o livro “Dez na Área, Um na Banheira e Ninguém no Gol”, com 11 histórias em quadrinhos de vários autores sobre futebol, chamou a atenção de coordenadores pedagógicos.

O material seria usado no programa Ler e Escrever, que reforça a alfabetização de crianças, e os alunos poderiam levar o livro para casa ou usar na própria escola.
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