Posts com a Tag ‘Buda’

A História de Buda em Mangá

Por Renato Lebeau | 20 abril de 2012

A história de Buda em Mangá é o primeiro título lançado pela Editora Satry e narra a biografia do fundador do budismo através dos quadrinhos japoneses, apresentando toda a jornada do príncipe Sidarta Gautama, que nasceu há 2,6 mil anos na fronteira entre a Índia e o Nepal.

A história: o herdeiro do reino de Kapilavastu tinha tudo o que um homem podia desejar: poder, dinheiro, prestígio, família. Mesmo com todo luxo, Sidarta sentia-se infeliz. Apesar da superproteção do pai, que o cercava de mimos, saiu pelos arredores do palácio, onde testemunhou cenas de sofrimento que são inevitáveis a qualquer um: doença, velhice e morte. O príncipe decide então abandonar a vida de conforto em busca de respostas sobre o sentido da vida.

Os quadrinhos mostram o longo caminho que o príncipe percorreu até alcançar a iluminação. Sidarta Gautama tornou-se Buda. Sua doutrina ficou conhecida como budismo, que tem mais de 400 milhões de seguidores no mundo, dos quais cerca de 500 mil no Brasil.

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Yeshuah – assim em cima assim embaixo…

Por Gazy Andraus | 21 maio de 2010

Yeshuah – assim em cima assim embaixo: assim nos quadrinhos, assim na mente cósmica!

No ano de 2009 houve um lançamento na área dos quadrinhos autorais que se compara a um marco no Brasil: Yeshuah – assim em cima assim embaixo (fig. 1) de Laudo Ferreira (roteiro e arte) e Omar Viñole (arte-final).

Não é uma mera obra de ficção, nem de cunho religioso, ou de afronta ao cristianismo. É uma obra de autoria pessoal, de pesquisa meticulosa, de imposição pessoal, derivativa da máxima de Sócrates “homem, conhece-te a ti mesmo”, que Laudo impõe a si mesmo.

Nisso, compartilha com os outros sua porção pessoal do tema: a vida de Jesus Cristo.

Mas qual a relação dessa questão com a busca do auto-conhecimento? A maioria dos homens que trouxe à baila a busca da questão existencialista enfatizou que devíamos conhecer a nós mesmos para que pudéssemos continuar a singrar nesse caminho humano. Buscar a si mesmo implica em se aventurar nas profundezas de nossa própria psique, e isso pode ser feito principalmente na realização de trabalhos artísticos (ou científicos).

Explico-me: em qualquer uma das modalidades, está premente a aventura de mergulhar na pesquisa, de se inteirar naquilo que se faz, o que de certa forma condiz com o aforismo de Goethe de que aquilo a que aspiramos fazer, se o fizermos com coragem, a genialidade se associará a ele promovendo uma sorte de acontecimentos inesperados que auxiliarão na execução do pretendido, como se ajudados pelo universo.

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