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Líderes da justiça

Por Dennis Rodrigo | 5 maio de 2011

No final da década de 1960, período relativa à chamada Era de Prata das HQs, surgia uma equipe que viria a ter diversas formações desde que Aquaman, Lanterna Verde (Hal Jordan), Mulher Maravilha, Caçador de Marte e Flash (Barry Allen) se uniram para deter a ameaça cósmica representada por Starro, a estrela do mar gigante alienígena, e perceberam as vantagens do trabalho em equipe.

Assim, nasceu a Liga da Justiça, sem dúvida a maior e mais poderosa equipe de heróis do Universo DC, que em suas fileiras figuram desde a “trindade” dos quadrinhos da editora estadunidense até novos personagens. Estar à frente desse time, com certeza, não é nem nunca foi tarefa fácil pra ninguém, por mais “super” que este seja.

E, não por acaso, a maioria das pessoas tende a crer que o Superman sempre foi o único líder dos justiceiros, mas a história (ou cronologia) mostra que não foi nem é bem assim… Pelo menos não sempre. Acompanhe a trajetória dos personagens que já lideraram a portentosa equipe ao longo da cronologia DC em vigor.

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Do fundo da estante: Crise de identidade

Por Bruno Garcia | 13 maio de 2010

Como eu já disse, trabalhei na HQMix Livraria um tempo atrás. Naquela época, entre madrugadas e telefonemas. Tentando juntar uma galera para fazer uma HQ, nos últimos dias de trampo que conheci o Renato, que acabou me chamando para escrever aqui.

Um tempo depois, mesmo já tendo acabado o trampo eu voltei lá. Meio que para fechar, meio que para conversar com o Gual e Dani. Fiquei por lá um tempão. A noite toda eu acho.

Sempre que estou por lá, passo os olhos pelas prateleiras, saboreando o que tem ali.

Muita coisa muito boa e que eu nunca li, nunca vou poder ler. Algumas que eu nem quero ler, outras eu nunca quis. Nem nunca vou querer.

Fã de comics que sou, sempre acabo nessa seção da livraria, sempre olhando mais uma lombada, procurando alguma coisa que eu goste, que me faça querer sentar e ler. Nessas encontrei Maus. E também crise de identidade.

A princípio nada ali parecia ser nada demais. Mais uma historinha da liga. Não gosto da liga. Nunca achei as histórias boas, dignas de nota.

Aí o autor foi lá e tirou a maior chatice de toda história da LJA: Os superpoderes monstruosos que a equipe reúne em seu elenco. Tirou e deixando pouca coisa. No fim a gente tem só a dúvida.

Começa com o Dibny, o homem elástico, um herói de segunda ou quinta categoria (depende da fase) perdendo a esposa. Pronto. Já não era mais a liga que eu conhecia, não era mais os Super Amigos. Trágico, meio preocupante, mas instigante.

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