
Camiño di Rato 3: a complexidade pela dualidade dos sentimentos (Fig.2)
A proliferação de publicações autorais com quadrinhistas nacionais têm aumentado numa escala vertiginosa de alguns anos para cá. Até a década de 1990, havia bastante instabilidade no mercado (por isso muitos fanzines), e os quadrinhos ainda eram pouco valorizados e reconhecidos.
Porém, apesar disto, ainda falta um bom percurso para que as HQ finalmente sejam tidas de igual pra igual como o é o cinema, por exemplo. Mas isto, ao que parece, é questão de tempo.
Até que isso ocorra de vez, ainda surgem também, em meio aos álbuns e graphic novels, revistas endereçadas a um público mais maduro, como a pequenina em formato mas grande em qualidade, Zine royale, editada pelo competente Jozz.
Além dessa, entre muitas outras dentro do movimento 4º Mundo, aparecem algumas que têm uma linha específica, como a Camiño di Rato, feita pelos uberlandenses Matheus Moura e Rosemário, com vários colaboradores quadrinhistas que também são pesquisadores da Nona Arte, como Edgar Franco, Alberto Pessoa, Gian Danton e este que voz escreve.




