Visto no Gibiteca – por Natania Nogueira
Os quadrinhos ganharam uma respeitabilidade inédita no país. Usadas como paradidáticos, as HQs já integram as listas de compras do governo, que abastecem as bibliotecas escolares.
Já a 7ª Festa Literária Internacional de Paraty, de 1º a 5 de julho, e como a Flip outras no país anunciam mesas inteiras dedicadas ao tema.
Empresas como Oi preparam histórias disponibilizáveis por celular e internet. E o mercado editorial se aquece com lançamentos nacionais, editoras especializadas e obras de reflexão como A Leitura dos Quadrinhos, de Paulo Ramos, que discutem os limites e os rumos da linguagem do gênero.
Não muito tempo atrás, usar HQs em aula seria quase sacrilégio, embora os Parâmetros Curriculares Nacionais já sinalizassem a inclusão delas nas práticas escolares.






