abertura

No ultimo sábado dia 16 de janeiro aconteceu a primeira edição do HQ em Pauta – Encontro de Profissionais e Leitores de Histórias em Quadrinhos –, com uma série de atividades gratuitas, voltadas para o debate sobre HQs com conteúdo histórico e adaptações de obras literárias.

O evento ocorreu na Biblioteca de Literatura Fantástica Viriato Corrêa, em São Paulo, e teve início às 11h com a exibição do documentário Dom João Carioca, produzido pelo canal Futura, e logo depois teve uma pausa para o almoço para dar início às palestras e debates.

E foi nesse ínterim que o Impulso HQ aproveitou e conversou com os convidados e organizadores do HQ em Pauta, e começamos com Jota Silvestre, que mantém o blog Papo de Quadrinho, e foi responsável pela organização e divulgação do evento.

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Jota Silvestre

Impulso HQ: Qual a sua participação no evento?
Jota Silvestre:
Fui convidado pelo Edson, para mediar a mesa entre Paulo Ramos e o Spacca sobre a nova identidade da HQ nacional, e fiquei super contente, afinal eles são dois grandes ídolos.

Sou assessor de imprensa e fiz a divulgação do evento e a ideia foi deixar mais amplo ir além dos sites de quadrinhos, fomos às rádios e programas de TV, assim poderíamos atingir um outro público. Isso veio do motivo do tema de hoje não ficar apenas nas HQs ele vai além, chega nas escolas e bibliotecas de todo país.

Impulso HQ: As outras mídias que não divulgam quadrinhos demonstraram interesse?
Jota Silvestre:
Sim houve o interesse dos veículos que não divulgam quadrinhos, principalmente da Globo News, que está aqui hoje, saiu nos principais jornais da cidade, nos guias de lazer, para aqueles que tem interesse em programas culturais.

Impulso HQ: O que podemos esperar do HQ em Pauta?
Jota Silvestre:
Hoje estamos testando formatos. Não sabemos se as próximas edições serão temáticas ou atreladas a algum lançamento, hoje é mais um piloto. Queremos ver a aceitação das pessoas, alias estou surpreso com o grande número de expectadores hoje. Depois iremos sentar e falar sobre o próximo.

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Franco de Rosa

Antes de começar a sua palestra de “Conteúdos históricos e adaptações de obras literárias para HQ ao longo do tempo”, o editor Franco de Rosa, que recentemente foi eleito no 26º Ângelo Agostini, um dos Mestres do Quadrinho Nacional, atendeu a equipe do Impulso HQ.

Impulso HQ: O que você acha dos quadrinhos de literatura e as afirmações que as HQs não são a obra literária em si?
Franco de Rosa:
As HQs não devem ser a obra literária, ela é outra linguagem e por isso tem que ser diferente do livro.

Impulso HQ: Existem críticas com o fato de alguns quadrinhistas que inserem elementos novos que não estão na obra original. Qual a sua opinião?
Franco de Rosa:
Creio que ai vem a liberdade poética do quadrinhista. Se ele insere elementos pertinentes ao universo do livro, a HQ pode ficar até mais interessante. O que não pode é descaracterizar a obra.

Impulso HQ: O que você acha das alegações que a produção autoral irá diminuir e que as editoras ficarão só focadas nas listas governamentais?
Franco de Rosa:
Existe o mercado e as editoras dependem dele. Os quadrinhistas que tem histórias autorais têm que achar alguma forma de extravasar a sua produção. Acredito que a criatividade não vai diminuir. Tem espaço para todos e o mercado procura quem quer ler as obras.

Impulso HQ: É um novo momento para os quadrinhos agora que eles estão chegando na escola? É possível criar agora um novo leitor?
Franco de Rosa:
Os quadrinhos estão chegando nas escolas porque atualmente o governo enfrenta um grande problema: o analfabetismo.

O quadrinho é uma mídia que tem texto e figura, ou seja, é imagem e literatura. A questão é que as crianças têm que aprender a dominar essa linguagem. Vimos algumas experiências que quem não leu quadrinhos até uma certa idade não consegue ler mais. A pessoa trava, ou vê os desenhos ou lê os textos.

Creio que esse tipo de atitude é uma boa iniciação a leitura, mas os objetivos são discutíveis. Pode acontecer do leitor não ler a obra original. Ele tem que aprender os novos códigos.

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Antes de Franco de Rosa iniciar a sua palestra Edson Rossato distribuiu alguns exemplares da HQ Novos talentos Fnac, para conseguir a sua você tinha que mostrar que era bom em história do Brasil.

Franco começou a sua palestra exibindo uma série de imagens de HQs antigas, da época de 1940, até as atuais, e levantou a questão: O que elas têm em comum?
A resposta é o traço mais realista e desenhos acadêmicos, com exceção das obras de Spacca. Isso é devido que desde os anos de 1940 se faz adaptações de obras literárias e sempre se exigiu um desenho mais realista.

Mas Franco logo em seguida levantou outra questão: Por quê voltar a adaptar livros para HQ?

A resposta seria o mercado e o desinteresse dos alunos em ler o que está gerando o analfabetismo.

O problema agora é que as crianças não sabem ler quadrinhos e isso gera uma nova questão para as editoras: Que obra adaptar?

Afinal livros de 400 a 500 páginas no original transportados para HQs não são nada fáceis, e a função das histórias em quadrinhos é dar um novo ritmo para a obra.

Uma curiosidade da época que Franco comentou é que os escritores recebiam por palavra escrita, por isso as obras são tão extensas.

Outro fato importante que Franco expôs é que em 1905 é considerado o ano em que a primeira HQ no Brasil foi publicada com o lançamento da revista Tico Tico e pesquisas mostram que em 1906 já existia uma adaptação de o Guarani de José de Alencar.

Isso se deve ao fato de que as primeiras HQs eram voltadas para as peraltices das crianças da época, o que fez os temas se esgotaram rapidamente, e a saída foram as adaptações.

E no assunto mercado Franco demonstrou que em 1940 é que houve o “boom”, principalmente no Estados Unidos onde se vendia muita adaptação. O palestrante explicou as diferenças da época entre o mercado europeu e o americano, enquanto nas Américas a preocupação era lançar para vender, na Europa as obras eram dividas pro fascículos o que dava mais tempo para os quadrinhistas trabalharem e evoluírem o próprio traço.

Franco de Rosa levantou mais questões durante sua palestra como “HQ é uma estória ilustrada?”, “História em Quadrinhos é menor que literatura?”, e ainda comentou que na Argentina sempre se adaptou romances principalmente em sua fase áurea.

Durante toda a palestra Franco mostrava além das imagens, publicações raras que ele havia levado para exemplificar melhor os fatos que ele demonstrava. O quadrinhista conclui, agradeceu os presentes e abriu para as perguntas.

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Edson Rossatto

Depois de uma pausa de 10 minutos o publico estava aguardando a próxima mesa redonda que iria falar sobre a nova identidade da HQ nacional, com o desenhista Spacca e o jornalista Paulo Ramos, sob mediação do jornalista Jota Silvestre.

Nesse tempo o Impulso HQ aproveitou e conversou com Edson Rossatto, criador e organizador do HQ em Pauta:

Impulso HQ: Qual é o grande objetivo do HQ em Pauta?
Edson Rossatto:
Discutir quadrinhos. Hoje já temos prêmios importantes, grandes feiras e festas para celebrar a HQ nacional. Infelizmente não existe muito espaço para eventos que reflitam sobre o assunto, e o HQ EM PAUTA surgiu para suprir essa carência.

Impulso HQ:  A estrutura do evento de hoje, com palestras e mesas-redondas, será mantida na próxima edição?
Edson Rossatto:
Como esta é a primeira edição, ela é um teste para a seguinte. O que der certo hoje nós manteremos para o próximo evento, que acontecerá em junho ou julho. Mas se algo não agradar, tenha certeza de que mudaremos. O importante é sempre se reciclar e garantir credibilidade e alto nível.

Impulso HQ: Podemos esperar mais atividades para a próxima edição?
Edson Rossatto:
Com certeza. Hoje, em uma espécie de entrevista com Spacca e Paulo Ramos,  estamos discutindo se adaptação literária e histórica é a nova cara da HQ nacional. Mas, no próximo, podemos pensar em dois profissionais dos quadrinhos com opiniões opostas sobre determinado assunto e promover um debate mesmo. Talvez possamos fazer uma feirinha de troca de quadrinhos, em que os participantes do evento trazem sua HQ usada e trocam por outra em uma banca montada no local. Estamos pensando também em uma exposição mostrando a página de um roteiro e a página pronta de uma HQ, para que o público conheça os processos diferentes de roteiro. Enfim, ainda estamos definindo como será o próximo.

Impulso HQ: O que mais surpreendeu nesta edição?
Edson Rossatto:
Aceitação da mídia. Foram mais de 50 veículos de comunicação, em mídia impressa, Internetica e televisiva que divulgaram, entre eles  Folha de São Paulo, Globonews, O Estado de São Paulo, Metrô News, Primeiramão, Imprensa Oficial de São Paulo… E esse é justamente o principal foco do evento: chegar em outros públicos e tirar a imagem de que quadrinhos são um gênero menor e secundário.

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Spacca, Jota Silvestre e Paulo Ramos

Começada a mesa redonda sobre a nova cara da HQ nacional, Jota Silvestre já coloca uma pergunta para Paulo Ramos: “É mais fácil aprender história ou literatura via quadrinhos?”

Paulo Ramos responde de forma pontual: “Não sei”. Mas acrescenta: “HQs em sala de aula podem ser um instrumento para instigar o aluno a leitura”.

Jota pergunta a Spacca se o tema da adaptação influencia na produção da HQ, e o quadrinhista responde que as mesmas características narrativas são usadas em estórias inventadas ou não. E ainda acrescenta. “Se eu fosse fazer uma HQ sobre a minha experiência no jornal da Folha dos anos de 1980, eu teria que fazer pesquisa do mesmo jeito. Qualquer estória que eu pegue vai ser difícil de fazer”.
E mais uma questão é levantada por Jota Silvestre: “Qual o limite da licença poética para o quadrinhista?”.

Spacca responde que todo quadrinhista deve estudar a proposta da obra literária e as características do romance, e completa dizendo que a decisão de se optar por fazer determinada estória em uma HQ é a mesma feita para o cinema, é necessário a mesma pesquisa de cenário, roupa, costumes, música e etc. E finaliza: “É necessário ter realismo”.

Claro que falando da nova cara das HQs no Brasil o assunto mercado não estaria de fora, e Paulo Ramos afirma, “as editoras buscam as listas governamentais como o Programa Nacional Bibliotecas da Escola, do Ministério da Educação (PNBE), e podemos ver o resultado disso com a criação do selo de quadrinhos da Cia das Letras, e isso é algo muito positivo”.

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Nesse momento também foi mencionado o colecionismo que ocupa cerca de 70% do mercado e como isso influencia muito, e citaram os álbuns de HQs que estão indo para as grandes livrarias como a Livraria Cultura que tem uma área exclusiva para as histórias em quadrinhos.

Segundo Paulo Ramos as HQs hoje chegam a novos leitores, um novo público, que quer ler uma obra mais intimista, como exemplo, Retalhos de Craig Thompson, que teve uma tiragem de 4 mil exemplares e hoje a primeira edição está esgotada.

Comentou-se do aquecimento do mercado com o surgimento das listas do governo em 2006 e como essas compras propiciam tiragens maiores, a possibilidade de chegar nas escolas  e até uma melhor formação profissional.

Mas depois de tantas coisas boas, qual seria o lado negativo disso tudo?

Algumas questões foram colocadas para serem refletidas: Essas listas geram um conformismo das editoras? O mercado só apostaria no que tem certeza de que vai vender através das listas, não abrindo espaço para novas ideias? A obra autoral ficará restrita ao universo independente?

Paulo Ramos acrescenta: “A entrada dos quadrinhos nas grandes livrarias não tem mais volta e está a margem do PNBE. É um mercado consolidado com um público que deseja ler uma narrativa em um livro”.

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Encerrada a mesa redonda, a próxima atividade foi o bate-papo, contando os bastidores da HQ “História do Brasil em Quadrinhos: Proclamação da República”, com a presença do roteirista Edson Rossatto, o desenhista Laudo e o colorista Omar Viñole.

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O desenhista Laudo

O trio conversou bastante e passaram por todo o processo de produção do álbum, desde o roteiro, esboços, traços e arte final, conferências e revisões e a importância de uma boa pesquisa histórica para não comprometer o projeto.

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o roteirista Edson Rossatto

Depois abriram espaço para as perguntas, onde o público ficou curioso para saber aonde foi feita à pesquisa, a dificuldade de se desenhar tantos personagens histórias e aonde eles buscam referencias e a rotina de trabalho do desenhista e do colorista.

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Franco de Rosa e Claudio Martins

Quadrinhistas e editores compareceram para prestigiar o evento, entre eles Cláudio Martins, editor da Zarabatana que comentou os próximos projetos a serem lançados:

“Estão nos nossos planos 2 álbuns nacionais realizados pelo PAC, um deles é o Bando de Dois, de Danilo Beyruth, que é uma estória do cangaço. Outro álbum nacional é o Jambocks!, de Celso Menezes e Felipe Massaferra, a o título se refere como os aviadores brasileiros na II Guerra Mundial, eram vistos pelos aviadores americanos. Outro álbum com tema parecido é A Guerra de Alan, do mesmo desenhista francês de O Fotógrafo, Emmanuel Guibert. Por fim um livro infantil chamdo MZK de Banzo e Benito”, afirma o editor da Zarabatana.

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Paulo Ramos conversa com Claudio Martins

O Impulso HQ também pegou uma declaração de Paulo Ramos sobre quadrinhos nas grandes livrarias:

“Acredito que é um mercado sem volta, e dá pra perceber que o material que vai para a livraria é diferenciado, ele é parecido com um livro. Ele já é pensado para uma venda de médio a longo prazo, ao contrário das bancas que depois de um mês o material é recolhido. As grandes livrarias patrocinam esse tipo de produto porque perceberam que existe esse público. Isso é coisa nova no Brasil”, afirma Paulo Ramos.

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Claro que não poderíamos deixar de lado a própria Biblioteca Pública Viriato Corrêa, e conversamos com Marlon Florian, que cuida da coordenação de programação:

Impulso HQ: Como é para a biblioteca receber um evento como este?
Marlon Florian:
Não nos surpreende em receber o HQ em Pauta, até pela própria história do local. A biblioteca é pública, e com o tempo abriu uma sala de cinema, e fomos desenvolvendo atividades como oficinas de fanzines, e ainda hoje temos a oficina Fanzines na Zona de Sampa, desenvolvemos teatro, leitura e etc., e daí surgiu a ideia de transformar a bliblioteca em temática.

Depois de nos transformarmos em uma biblioteca temática em Literatura Fantástica, percebemos que esse público tem muito interesse pelas HQs.

Logo o HQ em Pauta é um projeto que tem tudo a ver com o trabalho que desenvolvemos aqui, então aceitamos recebê-lo e pretendemos continuar nas próximas edições, e ajudar a ampliar essa ação que fala de uma linguagem que já tem o seu espaço.

Impulso HQ: Como alguém deve proceder para inscrever um projeto para a biblioteca?
Marlon Florian:
Primeiramente ele tem que acessar o site www.bibliotecas.sp.gov.br, entrar no link bibliotecas temáticas e lá encontrar a nossa unidade. Lá ele pode entrar em contato conosco e ai ser encaminhado para nos apresentar o projeto por escrito que é o ideal.
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o desenhista Spacca

Conversamos rapidamente com o desenhista Spacca que nos adiantou as datas dos seus próximos lançamentos que são em 2011 As Barbas do Imperador e em 2012 possivelmente seja Tereza Batista cansada de guerra, de Jorge Amado, ambas as obras são pela Cia da Letras.

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André Morelli

Para finalizar conversamos com André Morelli, redator da Editora Europa que lança História do Brasil em Quadrinhos: Proclamação da República:

Impulso HQ: O que você pode dizer sobre o lançamento de História do Brasil em Quadrinhos: Proclamação da República?
André Morelli:
É o segundo álbum didático em história da editora e estamos muito contente com o resultado, algumas obras que saíram não são exatamente HQs, o que nos deixa muito orgulhosos das nossas publicações.

Impulso HQ: Quais são os planos da Editora Europa para os quadrinhos em 2010?
André Morelli:
2010 é o ano da Editora Europa. O núcleo da Mundo dos Super-heróis está fortalecido e a editora está cada vez mais dando espaço. Esse ano vai sair mais um livro voltado para HQ no estilo enciclopédia de A a Z, esperem uma lista de 200 tópicos!

Acredito que saia 2 ou 3 especiais da Mundo dos Super-heróis mais a edição de número 20 que será a de aniversário. Não posso revelar de quem vai ser o dossiê, mas posso adiantar que vai ser sobre o que mais vendeu gibis nos anos de 1990.

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Impulso HQ: A série História do Brasil em Quadrinhos vai continuar? Já tem novos títulos programados?
André Morelli:
Gostamos muito do resultado, e a editora nos deu carta branca para continuar com a série, mas é um processo muito demorado que envolve muita pesquisa e produção.

Gostaríamos de lançar mais um álbum, mas não queremos que esse novo projeto que fique aquém dos que já foram publicados.

Impulso HQ: Algum álbum foi inscrito no PNBE?
André Morelli:
Os dois álbuns foram inscritos no PNBE, mas não sabemos o resultado.

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Omar Viñole

Quem ficou até o final pode conferir o lançamento de exposição História do Brasil em Quadrinhos: Proclamação da República, e garantir o seu autógrafo, e ainda adquirir os álbuns Dom João Carioca, História do Brasil em Quadrinhos: Independência, Debret em viagem Histórica e Quadrinhesca , Santô e os pais da aviação, Jubiabá, A leitura dos quadrinhos, Muito além dos quadrinhos, Quadrinhos na educação e Como usar as histórias em quadrinho na sala de aula, e é claro bater um papo com os autores que estavam presentes.

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Durante o evento, aconteceu o lançamento da exposição História do Brasil em Quadrinhos: Proclamação da República – Bastidores e curiosidades históricas, que ficará na Biblioteca Pública Viriato Corrêa até 28 de fevereiro.

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Depois de um dia cheio de atividades e informações, quem foi teve a oportunidade de conferir “o projeto piloto” de um novo evento para os quadrinhos voltado para o debate. O HQ em Pauta tem tudo para ser um dos grandes eventos do calendário dos quadrinhistas e agora vamos aguardar a edição do meio do ano e acompanhar as novidades no site do HQ em Pauta.

Biblioteca Pública Viriato Corrêa
(temática em Literatura Fantástica)
Rua Sena Madureira, 298 – Vila Mariana
São Paulo

Renato LebeauquadrinhosAndré Morelli,Biblioteca de Literatura Fantástica Viriato Corrêa,Dom João Carioca,Editora Europa,Edson Rossato,Franco de Rosa,HQ em Pauta,Jota Silvestre,Paulo Ramos,PNBE,SpaccaNo ultimo sábado dia 16 de janeiro aconteceu a primeira edição do HQ em Pauta – Encontro de Profissionais e Leitores de Histórias em Quadrinhos –, com uma série de atividades gratuitas, voltadas para o debate sobre HQs com conteúdo histórico e adaptações de obras literárias. O evento ocorreu na...O Impulso HQ é um site dedicado à cultura geek e traz, diariamente, novidades sobre quadrinhos, cinema e games, além de conteúdo em vídeo. Somos nerds a serviço do seu entretenimento. Bem-vindo!
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