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No ultimo dia 30 de janeiro, por todo o Brasil comemorou-se o Dia do Quadrinho Nacional, claro que não foi um feriado nacional, como muitos admiradores da arte sequencial gostaria que fossem, mas a esperança é que um dia a data seja colocada no calendário oficial, pelo menos essa é a minha esperança!

A data é em honra ao pioneiro artista Ângelo Agostini (1843-1910) que publicou, a 30 de janeiro de 1869, Nhô-Quim, ou Impressões de uma Viagem à Corte, considerada a primeira história em quadrinhos brasileira e uma das mais antigas do mundo, e nesse ano de 2010 a celebração marcou também o centenário da morte do genial artista.

O Impulso HQ acompanhou um dos inúmeros eventos que aconteceram por São Paulo e grande região, e acompanhamos a 6ª Feira do Quadrinho e Arte no Sebo Multiverso, que promoveu uma série de atividades que incluíam oficina, lançamentos, sessões de autógrafos, bate-papo e descontos em vários produtos nacionais e importados.

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Oficina de Humor nos Quadrinhos com Raphael Cassaday

O dia começou tranquilo com até ameaças de chuva, mas elas não se concretizaram e o público durante a tarde compareceu, no período da manha o Sebo recebeu mais a presença de crianças que participaram da oficina de Humor nos Quadrinhos com o editor da Revista MAD, Raphael Cassaday.

Durante a oficina Raphael explicou como funciona a estrutura de uma piada, falou sobre ritmo das tiras, preparação da cena, síntese do hunor e etapas do roteiro.
O editor da MAD também levou livros teóricos sobre o humor, apresentando várias gerações de humoristas consagrados desde a década de 1930 até os atuais, e explicou o porquê eles são importantes.

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O editor da Revista MAD, Raphael Cassaday

Além de explicar conceitos do humor como o que é um personagem escada, Raphael não ficou só na teoria e desenvolveu um exercício prático com os participantes. A atividade consistiu em transformar uma piada ruim, que ele levou em vários livros, e transformá-la em uma boa história em quadrinho.

O Impulso HQ aproveitou a oportunidade e conversou rapidamente com Raphael Cassaday sobre as novidades da Revista MAD.

Impulso HQ: O que mais marcou nesse período novo da MAD no Brasil?
Raphael Cassaday:
Creio que foi a mudança de equipe e do editor. O Otta cansou e passou o bastão para o próximo.

Impulso HQ: Como acontece a reunião de pauta da Revista MAD?
Raphael Cassaday:
Na verdade a reunião acontece na minha cabeça. Eu chego já com as pautas definidas,com tudo pronto ai distribuo. Teve uma vez com os 13 piores de 2009 que pedi para todos fazerem uma lista e me entregarem, ai defini o geral.

Impulso HQ: Quais são as novidades para a próxima edição?
Raphael Cassaday:
Na próxima edição sai Avatar e pós carnaval e a estréia de Octavio Cariello na MAD. Faremos algo sobre o cinema 3D e a edição 24 será um especial BBB em homenagem ao mundo gay.

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Impulso HQ: Fora à estréia de Cariello, tem outra novidade na equipe?
Raphael Cassaday:
Por enquanto não. A MAD trabalha com uma equipe de desenhistas fixos que são: Salmena, David Calil, Elias Silveira, Nizo Neto, Alves, Juares, Fi e Milk.

Mas a MAD sempre procura novos caras, por isso funciona também um esquema de rodízio, onde entra nomes como Chico Félix, Elcardo, o próprio Cariello que fará a sua estréia na MAD, Edu Madeiros e outros.

Impulso HQ: Qual é a maior dificuldade da Revista MAD?
Raphael Cassaday:
Creio que a dificuldade de continuar publicando material gringo está cada vez maior. Existe todo o impacto real, que é o financeiro, já que lá a revista é trimestral, e aqui é mensal. Essas páginas gringas cobriam os gastos. E a qualidade do material quem vem de fora está bastante ruim, acho que o pessoal de lá cansou.

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Impulso HQ: Algum plano para marcar os dois anos da Revista MAD?
Raphael Cassaday:
Estou com algumas ideias para comemorar o aniversário de dois anos da MAD, algo como andar sebos de São Paulo e procurar a revista por um real, algo bem diferente, mas que também será engraçado, afinal o lance é para ser divertido.

Impulso HQ: Algum recado final?
Raphael Cassaday:
Sim. Quero colocar um manifesto final. Chefe me dá um aumento!
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E Raphael Cassaday não foi o único editor que passou lá, e quem também foi prestigiar o dia do Quadrinho Nacional no Sebo Multiverso, foi Guilherme Kroll, editor da Balão Editorial, que marcará a sua estréia esse mês com o lançamento Os Passarinhos, de Estevão Ribeiro. Acompanhem a conversa entre Guilherme e o Impulso HQ.

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O editor da Balão Editorial, Guilherme Kroll

Impulso HQ: A Balão Editorial está entrando no mercado agora, qual o objetivo da editora?
Guilherme Kroll:
Isso mesmo, estamos chegando agora e para marcar o lançamento tanto da editora, como de Os Passarinhos, faremos um encontro no dia 20 de fevereiro, na Quanta Academia de Artes, para um bate-papo com o autor Estevão Ribeiro, e depois um pequeno coquetel na escola mesmo.

Mas a pré-venda já começou, hoje mesmo estou deixando aqui exemplares de Os Passarinhos que é ISBN0 da Balão Editorial. A editora recebeu esse nome porque além de remeter aos quadrinhos, ele é um nome versátil e poderemos lançar títulos de literatura, acadêmicos, comunicação, mas sempre voltados para os quadrinhos.

Impulso HQ: Por que começar publicando Os Passarinhos?
Guilherme Kroll:
Os Passarinhos é um álbum de tiras do Estevão Ribeiro, que ele já pretendia lançar de forma independente, porque ele já vinha publicando as tiras em seu blog e os leitores foram cada vez mais crescendo, então foi natural começarmos publicando com o Estevão.

Na verdade isso tudo é uma parceria com o artista que já tinha um projeto pronto, sem contar que ele é um grande quadrinhista e com certeza pretendemos lançar outros títulos dele.

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Impulso HQ: Quais são os outros lançamentos para 2010?
Guilherme Kroll:
Não temos muita coisa para esse ano. Estamos analisando e estudando títulos, conversando com os autores nacionais e estrangeiros, mas o certo é que esse ano sairá outra coleção de tiras, com esse formato de talão de cheque, e outros 3 ou 4 títulos que vão seguir essa linha mas que eu prefiro não revelar nesse momento.

Impulso HQ: Quais são as estratégias da editora para se manter no mercado?
Guilherme Kroll:
Estamos estudando várias coisas, entre elas a Internet, o Itunes, o IPOD, ou seja, procurando novas mídias. Um exemplo disso foi o trailer de Os Pássaros que pode ser conferido no You Tube.

Impulso HQ: A editora tem algum título pensando para o PNBE?
Guilherme Kroll:
Está muito cedo para pensar em PNBE, estamos arrumando a casa, vendo os próximos lançamentos, então nem pensamos nisso ainda.

Para conferir o trailer de Os Pássaros, clique aqui e para saber mais sobre a Balão Editorial, clique aqui.

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Outro representante de uma nova empreitada nos quadrinhos que estava presente era Júlio Dojcsar, da casadalapa, que esteve lançando o álbum Enquadro – Capítulo 1: Domingas, resultado de um projeto super bacana e que envolve toda a comunidade em que eles fazem uma intervenção urbana. Acompanhem a rápida conversa com Júlio Dojcsar.

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Júlio Dojcsar apresenta o projeto Enquadro

Impulso HQ: Como funciona o projeto Enquadro?
Júlio Dojcsar:
É um processo de um coletivo com mais de 32 artistas onde criamos uma HQ a céu aberto em São Paulo. Nesse primeiro número foi uma crônica urbana que se passa na região do Brás, cujo personagem principal se chama Domingas, e trabalha em uma oficina de carnaval.

No decorrer da estória você descobre que ela é nordestina, tem um filho, é batalhadora como várias mulheres que existem na cidade de São Paulo. Mas isso é demonstrado através de várias linguagens, como o graffiti, a fotografia e até em vídeo.

Impulso HQ: E como funciona o processo de produção?
Júlio Dojcsar:
É feito todo um trabalho de mesa, discutimos o roteiro, todos fazem desenhos dando as suas propostas para os personagens, na reunião já conversamos sobre a intervenção urbana, e o resultado sempre se transforma em um vídeo, que é gerado um DVD que vai ao final da HQ que também é resultado do projeto.

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Júlio Dojcsar conversa com André Morelli, autor de Os Super-Heróis no Cinema

Impulso HQ: E como funciona a intervenção urbana?
Júlio Dojcsar:
No caso do Brás, nós pedimos a autorização para pintar os muros e tudo mais, já nesse próximo será uma intervenção no sentido literal da palavra.

O projeto envolve e movimenta a comunidade e tem como objetivo chamar a atenção para aquele lugar. E todos ficam maravilhados com proposta e querem ajudar desde a confecção do estêncil do graffiti, indo para o teatro até as atividade de animação.

Tudo isso fica registrado na HQ, onde colocamos alguns registros fotográficos da comunidade e dos integrantes do grupo, já que todos fazem parte dessa estória que eles ajudam a contar.

Impulso HQ: O que você pode adiantar da próxima edição?
Júlio Dojcsar:
O Enquadro – Capítulo 1: Domingas, tem o apoio do PROAC, já para o próximo conseguimos um edital de vídeo de 26 minutos onde conseguiremos produzir a HQ que dessa vez a intervenção será no bairro de Itaim.

No segundo volume ficaremos sabendo a verdadeira história do filho de Domingas e será produzido na escola de samba Unidos de Santa Bárbara, onde faremos uma intervenção circense e com um número maior de participante. Se no primeiro volume tínhamos 32 artistas, agora conseguimos reunir mais de 50.

Para saber mais sobre o projeto casadalapa, clique aqui .
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O dia foi repleto de bate-papos sobre quadrinhos e nos quatro cantos do Sebo Multiverso era possível encontrar rodinhas de quadrinhistas conversando e também os visitantes puderam garantir o seu exemplar autografado de Os Super-Heróis no Cinema (Editora Europa), de André Morelli, ainda puderam conversam com Laudo Ferreira Jr. e Omar Viñole sobre o álbum Yeshuah (Devir), conferir o impressionante trabalho de Enquadro – Capítulo 1: Domingas (Casa da Lapa).

Entre os quadrinhistas presentes estavam Alex Mir, Spacca, Laudo Ferreira Jr, Hugo Nani, Ede Galileu, Will, Edu Mendes, Alexandre Manoel, Danilo Beyruth, mais as presenças dos editores Edu Manzano, Levi Trindade, Guilherme Kroll e o jornalista Jota Silvestre.

E foi justamente Jota Silvestre que deu início ao debate mais formal por assim dizer do dia. Com a grande maioria dos presentes reunida em uma roda, Jota começou a falar sobre a divulgação dos quadrinhos e como isso é uma situação difícil já que atualmente não se tem muito espaço na mídia.

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Bate-papo sobre quadrinhos. No sentido anti-horário: Levi Trindade, Jota Silvestre, André Morelli, Omar Viñole e Alex Mir.

Em resposta houve grande interesse dos presentes que concordaram com a visão do jornalista Jota Silvestre e colocaram na roda situações complicadas para a divulgação dos quadrinhos, foi o caso de André Morelli que contou algumas situações que a equipe da Mundo dos Super-heróis já passou!

Spacca também deu a sua contribuição afirmando que o quadrinhista não pode deixar apenas nas mãos da editora para fazer a divulgação e comentou que toda vez que ele lança algum álbum ele manda por contra própria e-mails para uma lista pessoal, ou seja, ele explicou os seus métodos próprios de divulgação, por exemplo, criar um blog temático sobre a obra.

E quem acha que divulgação de quadrinhos não é um problema das grandes editoras, engana-se e quem estava lá para afirmar isso era Levi Trindade, editor da DC Comics no Brasil, pela editora Panini.

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Levi comentou que existe a dificuldade de comunicação entre editores e assessoria de imprensa, que geralmente não sabe diferenciar o Batman do Wolverine, e que existe um pensamento entre a área comercial de que os quadrinhos conseguem se vender sozinhos, sem a ajuda de divulgação, por isso não se encontram anúncios sobre os lançamentos em outras mídias além dos próprios quadrinhos da editora.

E esse pensamento vai além, barrando até a possibilidade de abrir portas para outros anunciantes dentro das revistas, e mesmo a possibilidade de divulgação do próprio editor, fica barrada, apesar da revista ficar pronta um mês antes de ir para as bancas. E falando em banca o editor comentou também como a distribuição é um grande vilão para os quadrinhos nacionais. Você sabia que se uma banca não vender um exemplar de um título por 3 meses ela deixa de receber a publicação?

Sobre o sigilo, o editor comentou que é devido a grande concorrência do mercado e explicou que quando apenas comentou o “caso Naruto”, quando ele apenas comentou que o personagem seria publicado pela Panini em outra mídia, foi motivo de grande estresse dentro da editora.

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E finaliza: “Às vezes eles fazem tanto segredo sobre as publicações que ocorre o que chamamos de “lançamentos secretos”, quando a sabemos que publicação será nossa só depois de que ela está na banca, que foi o caso de Afro Samurai”.

Durante o debate ficou claro também a dificuldade do autor independente em produzir a sua HQ, e chegou-se a conclusão que o quadrinhista deve ficar comprometido com todo o processo de produção da obra, inclusive na divulgação.

Edu Manzano citou também a parte negativa da Internet para a divulgação, e deu exemplos de sites que foram criados exclusivamente para difamar a qualidade dos quadrinhos nacionais, que questionam a originalidade da história, os críticos que não lêem a publicação e taxam de ruim sem ter argumentos.

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Nesse momento foi citado se ainda existe algum ranço pelos quadrinhos nacionais e como é necessário tirar a profissionalizar divulgação e tirá-la do gueto dos quadrinhos, e expandi-la para outras mídias, principalmente as de massa.

E para finalizar uma questão reflexão. Será que o PNBE é a solução para os quadrinhos nacionais?

Não dá para saber se foi reflexo da falta de conhecimento sobre as obras que caíram nas escolas publicas para o publico infantil, como o caso Dez na Área, um na Banheira e Ninguém no Gol e as obras do mestre Will Eisner, Um Contrato com Deus e Outras Histórias de Cortiço, O Sonhador e O Nome do Jogo que causaram polêmica no ano de 2009, mas o fato é que a seleção de álbuns de quadrinhos para o PNBE sofreu um retrocesso desde a aceitação dos quadrinhos no programa. Antes que já teve 40 obras de HQs selecionadas, no ultimo edital teve apenas 9.
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Para finalizar as entrevistas o Impulso HQ conversou com Anderson Silva, um dos sócios do Sebo Multiverso.

Impulso HQ: O que você achou do resultado do evento?
Anderson Silva:
Foi muito bom. Essa foi a sexta edição da Feira do Quadrinho e Arte, e apesar de termos feito tudo na correria, sempre contamos com a parceria do Will.

Foi o melhor evento que já fizemos, principalmente pelo público, e sem contar que o importante é bater na tecla e dizer que os quadrinhos estão ai!

Impulso HQ: Algum plano para outro evento?
Anderson Silva:
Sim. Estamos analisando o dia 25 de maio, que é o dia do orgulho nerd e estamos batalhando para fazer um evento com várias lojas nerds de São Paulo, assim poderíamos desenvolver várias atividades simultaneamente e agregar esse universo nerd definitivamente aos quadrinhos.

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E com certeza falamos com um dos grandes repensáveis por esse grande evento, o quadrinhista Will, que organizou as atividades do dia.

Impulso HQ: Qual as suas considerações para o resultado do evento?
Will:
O evento foi bem produtivo, com bastantes bate-papos, mas eu gostaria que tivessem vindo mais pessoas de fora, os autores todos vieram, mas não vi nenhum novo leitor.

Mas o importante é ter o espaço para falar com que produz quadrinhos, assim vai caindo a ficha e as idéias vão ficando mais claras na mente.

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Anderson, Márcio e Will, organizadores do evento

Impulso HQ: O que você mudaria da programação de hoje para um próximo evento?
Will:
Creio que nada. O caminho é esse, e fazer o evento para falar e promover os quadrinhos. Tem que fazer acontecer, porque se não fizermos nada vai ficar tudo do mesmo jeito.

Para um próximo evento só mudaria os autores e os lançamentos para termos um rodízio mesmo de lançamentos, e os autores que vieram hoje estariam convidados para participar das palestras e dos bate-papos.

O modelo é legal, o autor vem aqui mostra o seu trabalho, autografa, depois conversa com os presentes, esse formato agrada muito!

Hoje foi um dia todo de bate-papo, fora o que fizemos como o oficial que foi mediado pelo Jota. Das conversas saíram até ideias para roteiros interessantes.

Impulso HQ: E algum deles será produzido?
Will:
Pode ser… quem sabe?

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Realmente foi um dia cheio de conteúdo e inspirador! Para o próximo ano estou até pensando em lançar a campanha “Dia do Quadrinho Nacional, faça o seu roteiro!”, porque o sábado rendeu boas histórias, e com certeza essa iniciativa merece ser repetida inúmeras vezes!

Parabéns aos organizadores e idealizadores do evento e é claro parabéns ao Quadrinho Nacional!

Galeria de imagens:

O Sebo Multiverso – Unidade II
Rua Cardeal Arcoverde, 422 – Pinheiros (esquina com a Rua Capote Valente)
São Paulo – SP
(11) 2361-2201 | (11) 2361-2201
[email protected]

Obs: O post de cobertura deveria ter saído no começo da semana, mas como estou na correria só consegui hoje!

Renato LebeauquadrinhosAlex Mir,Alexandre Manoel,Alves,Anderson Silva,André Morelli,Angêlo Agostini,Balão Editorial,Chico Félix,Danilo Beyruth,David Calil,DC Comics,Domingas,Ede Galileu,Edu Madeiros,Edu Manzano,Edu Mendes,Elcardo,Elias Silveira,Enquadro,Estevão Ribeiro,Fí,Guilherme Kroll,Hugo Nani,Jota Silvestre,Juares,Julio Dojcsar,Laudo Ferreira Jr,Levi Trindade,Mad,Milk,Nizo Neto,Os Passarinhos,Panini,PNBE,Quadrinho Nacional,Quanta Academia de Artes,Raphael Cassaday,Revista MAD,Salmena,Sebo Multiverso,Spacca,Will,YeshuahNo ultimo dia 30 de janeiro, por todo o Brasil comemorou-se o Dia do Quadrinho Nacional, claro que não foi um feriado nacional, como muitos admiradores da arte sequencial gostaria que fossem, mas a esperança é que um dia a data seja colocada no calendário oficial, pelo menos essa...O Impulso HQ é um site dedicado à cultura geek e traz, diariamente, novidades sobre quadrinhos, cinema e games, além de conteúdo em vídeo. Somos nerds a serviço do seu entretenimento. Bem-vindo!
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