Capa do primeiro volume de Radical Chic, personagem criada pelo carioca Miguel Paiva

Visto no Blog dos Quadrinhos

Quanto você pagaria para reler os casos da Radical Chic e as tiras de Gatão de Meia-Idade?

A Companhia Editora Nacional aposta que o leitor desembolsaria R$ 62.

É o valor de cada um dos volumes de uma coleção que relança os causos das duas criações de Miguel Paiva. A série é produzida em capa dura.

Os seis primeiros volumes -três com cada um dos personagens- começaram a ser vendidos neste mês.
Radical Chic é uma solteirona moderna. Faz ginástica, é vaidosa, namora, vive as encanações de toda mulher.

O grande público talvez enxergue nela a atriz Andrea Beltrão, hoje uma das integrantes do seriado “A Grande Família”, da TV Globo.

A emissora carioca exigiu na década de 1990 uma série com a personagem, que era vivida por Beltrão.

Os episódios eram de curta duração, pequenas esquetes sobre pensatas da Radical.

A coleção da Companhia Editora Nacional prevê ao todo seis volumes.

Cada um deles foi batizado com um nome, que procura sintetizar um dos lados da personagem.

Estes três primeiros foram intitulados “Corpo de Delito”, “Mulheres que Pensam” e “Sexo à Deriva”. Os volumes têm 96 páginas cada um.

Coleção de Gatão de Meia-Idade prevê seis volumes ao todo; os três primeiros estão à venda.

A mesma facilidade que o carioca Miguel Paiva tem em escrever sobre o universo feminino vale também para os problemas masculinos modernos, representados na figura do Gatão de Meia-Idade.

A exemplo da “irmã” Radical, a figura dele, aos olhos do grande público, pode estar associada a uma adaptação em carne e osso.

O personagem foi levado ao cinema em 2006, num filme dirigido por Antônio carlos da Fontoura.

O solteirão convicto e de rabo de cavalo foi interpretado pelo ator Alexandre Borges.

Para os leitores de “O Globo”, o gatão já é um amigo diário. O personagem descasado e com uma filha pré-adolescente é publicado no jornal desde 1995, quando foi criado.

Em essência, as características dele -sintetizadas em seu nome- mantiveram-se as mesmas durante todos esses anos. O que mudou foi o modo de produção das tiras.

O primeiro volume da coleção -“Primeiras Tiras”- traz histórias ainda em preto-e-branco. Mas, como alerta Miguel Paiva no prefácio, não são bem as primeiríssimas tiras.

Estas já tinham sido compiladas em outros dois volumes, menos luxuosos e mais em conta, lançados na década de 1990 pela editora Objetiva. Hoje, estão esgotados.

O segundo volume -“Vida em Cores”- acompanha a evolução no modo de produção da série.
Traz as primeiras tiras produzidas em cores, motivo do título do álbum.

O conteúdo das piadas, em essência, permaneceu o mesmo.

O terceiro álbum -“Enquadrado”- reúne histórias de quando a série mudou de local de publicação.
Gatão de Meia-Idade passou a sair abaixo da coluna de Ancelmo Góis, colaborador do jornal. Isso alterou o formato das histórias.

O dia-a-dia do personagem deixou de ser produzido no molde tradicional da tira.

As histórias ganharam um formato quadrado, o tal do “enquadrado” do título.

Cada um destes três primeiros volumes, já à venda, têm 128 páginas.

A coleção de Gatão de Meia-Idade prevê outros três álbuns, no mesmo formato.

Visto no Blog dos Quadrinhos

Renato LebeauquadrinhosAlexandre Borges,Andrea Beltrão,Companhia Editora Nacional,Gatão de Meia-Idade,Miguel Paiva,Radical ChicCapa do primeiro volume de Radical Chic, personagem criada pelo carioca Miguel Paiva Visto no Blog dos Quadrinhos Quanto você pagaria para reler os casos da Radical Chic e as tiras de Gatão de Meia-Idade? A Companhia Editora Nacional aposta que o leitor desembolsaria R$ 62. É o valor de cada um...O Impulso HQ é um site dedicado à cultura geek e traz, diariamente, novidades sobre quadrinhos, cinema e games, além de conteúdo em vídeo. Somos nerds a serviço do seu entretenimento. Bem-vindo!
Compartilhe