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Big Guy e Rusty o Menino-Robô foi publicada no ano de 1996 pela Dark Horse Comics, como uma minissérie em duas partes escrita por Frank Miller e desenhada por Geoff Darrow.

A história é apresentada num estilo mais familiar, sem as ilustrações violentas e obscuras do trabalho anterior da dupla (Hard.Boiled).

O livro conta uma história na qual o protagonista salva Tóquio de ser destruída por um lagarto gigante, que é o resultado de uma experiência científica que deu errado.

Na impossibilidade do recém comissionado Rusty por um fim à ameaça, o Japão pede a ajuda das Forças Armadas dos Estados Unidos, cuja maior arma de defesa é o robô Big Guy, que parte de sua base aérea, usa seu arsenal impressionante e o antiquado know-how americano para salvar o dia.

Esta aventura cheia de ação faz uma divertida homenagem aos filmes e desenhos animados japoneses clássicos de monstros e robôs, além de nos oferecer um verdadeiro show visual!

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A primeira história de Big Guy, ainda sem a companhia de Rusty, foi publicada nos dois primeiros volumes de Madman, álbum de Mike Allred.

Big Guy também apareceu na história Martha Washington: Stranded In Space de Frank Miller e Dave Gibbon e no último álbum de Sin City.

Mais tarde, a graphic novel foi transformada em desenho animado pela Sony Entertainment, e levada ao ar em 1999.

O livro tem 80 páginas em cores no formato álbum e está sendo enviado para as livrarias esta semana.

Geof Darrow trabalhou nos estúdios Hanna-Barbera depois de estudar na American Academy of Arts em Chicago. No começo dos anos 80, ele trabalhou no design de personagens das séries de televisão como Super Amigos, Riquinho e Pac-man.

Em 1982, ele conheceu o artista e escritor francês de histórias quadrinhos, Moebius, durante a produção do filme Tron. Dois anos mais tarde, os dois trabalharam juntos em um portfólio com imagens e desenhos chamando La Cite Feu, que teria mais tarde uma versão em Inglês conhecido como City of Fire.

Em 1990, Darrow colaborou com o escritor e artista Frank Miller na graphic novel Hard Boiled. Inspirado no conto The Eletric Ant, de Pilip K. Dick, o livro é uma exploração da mente e do mundo de seu protagonista, Nixon.

Em 1993 e 1994, Darrow produziu a arte para uma linha de RPG chamada Underground, publicada pela Mayfair Games. Inc.

Darrow e Miller trabalharam juntos mais uma vez na série Big Guy and Rusty, the Boy Robot em 1996.

Darrow aparece como designer conceptual nos três filmes da série Matrix. O seu estilo visual fica mais evidente na cena em que Neo acorda de seu sono biomecânico.

O inseto robótico que ataca Neo é um clássico de Darrow. Ele também contribuiu para os dois volumes da série de histórias em quadrinho inspirada em Matrix.

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Darrow também colaborou em vários outros quadrinhos, incluindo Concreto, Transmetropolitan e Andrew Vachss’ Cross.

O artista é também o co-criador das series Doc Frankenstein, escrita pelos Irmãos Wachowski, com arte de. Fora da área das histórias em quadrinhos e filmes, Darrow tem trabalhado nas ilustrações das cartas de Magic: The Gathering.

Darrow é membro do conselho nacional do projeto PROTECT: The National Association to Protect Children.

Darrow ganhou três Eisner Awards. O primeiro foi em 1991, que ele dividiu com Frank Miller por Hard Boiled. O segundo foi em 1996 por Big Guy and Rusty the Boy Robot. O terceiro foi no ano de 2006 na categoria de artista/escritor pela série Shaolin Cowboy.

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Frank Miller nasceu no dia 27 de janeiro de 1957, em Olney, Maryland. Criado em Montpelier, Vermont, Miller tornou-se desenhista profissional e trabalhou para diversas editoras, entre elas a Gold Key, a DC Comics e a Marvel Comics.

Nos últimos tempos vem trabalhando junto com cineastas de renome como Robert Rodriguez e Quentin Tarantino, o que resultou nos filmes Sin City; e 300, ambos cópias fiéis de obras em quadrinhos de mesmo nome.

Ele começou a desenhar muito jovem, colaborando em muitos fanzines. Em seguida, passou a trabalhar como freelancer para diversas editoras, como Marvel e DC.

Na primeira, começou a chamar atenção depois de uma história de duas partes publicada na revista Amazing Spider-man, que chocou os fãs do aracnídeo ao mostrar um Justiceiro com capacidade de antecipar os movimentos do herói (até então tidos como imprevisíveis) que só não o assassinou pelo fato de estar convencido de que ele não era um criminoso (nessa cena ele desenhou o Homem-Aranha de modo que a fazer com que ele parecesse ser mais um adolescente qualquer).

Ganhou o posto de desenhista regular das histórias do Demolidor onde logo assumiu também o papel de escritor. Em colaboração com o arte-finalista Klaus Janson, Miller atraiu um número cada vez maior de fãs, foi aclamado pela crítica e conseguiu o respeito da indústria de quadrinhos.

Durante seu trabalho no Demolidor, Miller criou uma personagem assassina, Elektra, à qual ele é mais associado até hoje.

Desde então, sua visão do Demolidor, direcionada a um público mais adulto e exigente, permaneceu como a dominante, se estendendo inclusive à adaptação cinematográfica de 2003, que assimilou diversos elementos das histórias de Miller.

A Queda de Murdock, considerada pelos críticos a melhor história do Demolidor e de quadrinhos em geral, foi escrita por Miller e desenhada por David Mazzuchelli. Em 1982, desenhou a mini-série Wolverine, escrita por Chris Claremont.

Ronin, uma mistura de história de samurai com ficção científica foi a primeira de inúmeras parcerias com sua esposa Lyn Varley.

O trabalho provavelmente mais conhecido de Miller, dentro e fora da indústria de quadrinhos, é provavelmente Batman: o Cavaleiro das Trevas, uma história sombria do Batman ambientada num futuro próximo.

A série mostra Batman como um vigilante violento e de certo modo sem escrúpulos. Nesse trabalho, Miller também redefiniu o perfil psicológico de alguns vilões clássicos como o Coringa e Duas-Caras, e acabou para sempre com a amizade cordial com o Super-Homem, mostrando-o como um personagem reacionário e distante.

Miller começou escrevendo roteiros para filmes, dentre os quais os mais notáveis são Robocop 2 e Robocop 3. Depois deste último, o autor teria afirmado que nunca mais deixaria Hollywood fazer adaptações de suas histórias, decepcionado pelo fato de praticamente nenhuma de suas idéias ter chegado às versões finais dos filmes (embora seu nome estive destacado de forma proeminente nos créditos).

Mais tarde, Miller trabalharia com a Dark Horse Comics, e faria a sua própria versão em quadrinhos de Robocop 3.

A postura de Miller em relação às adaptações cinamatográficas mudou depois que Robert Rodriguez (diretor de El Mariachi) mostrou-lhe um curta-metragem baseado em um dos contos de Sin City — filmado sem o conhecimento do autor.

Miller ficou tão satisfeito com o resultado que aceitou adaptar Sin City para o cinema.

O filme foi co-dirigido por Rodriguez e Miller, tendo Quentin Tarantino como diretor especialmente convidado de uma das cenas do filme, utilizando fielmente a seqüência dos quadrinhos e o jogo de luzes e sombras dos desenhos de Frank Miller (que faz uma ponta como um padre).

Depois do sucesso dessa experiência, Miller filmaria também 300, baseado em sua graphic novel chamada 300 de Esparta.

Renato Lebeauquadrinhos300 de Esparta,Big Guy,Chris Claremont,Dark Horse Comics,Dave Gibbon,DC,Demolidor,Frank Miller,Geoff Darrow,Madman,Martha Washington,Marvel,Menino-Robô,Mike Allred,Quentin Tarantino,Robert Rodriguez,Robocop,Ronin,Rusty,Sin City,TóquioBig Guy e Rusty o Menino-Robô foi publicada no ano de 1996 pela Dark Horse Comics, como uma minissérie em duas partes escrita por Frank Miller e desenhada por Geoff Darrow. A história é apresentada num estilo mais familiar, sem as ilustrações violentas e obscuras do trabalho anterior da dupla...O Impulso HQ é um site dedicado à cultura geek e traz, diariamente, novidades sobre quadrinhos, cinema e games, além de conteúdo em vídeo. Somos nerds a serviço do seu entretenimento. Bem-vindo!
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