Origem de Thanos será recontada por Jason Aaron e Simone Bianchi

Por Renato Lebeau | 22 março de 2013


Diretamente do SOC! TUM! POW! – por Doctor Doctor

Depois de aparecer na cena pós-créditos de Os Vingadores, Thanos passou a ter lugar de destaque nos quadrinhos da Marvel. Em abril, a editora lançará a minissérie em cinco edições Thanos Rising (A Ascensão de Thanos, em português), que contará os primeiros anos do vilão e como ele se tornou uma das maiores ameaças do universo.

Com roteiro de Jason Aaron (Escalpo e Wolverine e os X-Men) e arte de Simone Bianchi (Thor: Por Asgard), a minissérie será a primeira da editora sob o selo Marvel NOW!. A HQ manterá a origem que o criador de Thanos, o quadrinhista Jim Starlin, já estabeleceu para o personagem, mas juntará todas essas informações, apresentadas em vários histórias nos últimos 30 anos e irá além.

“Há pedaços sobre a origem de Thanos aqui e ali, além de alguns retcons, mas a história de onde ele veio, e como ou porque tornou-se o monstro que é, nunca foi apresentada de maneira completa”, explicou Aaron em entrevista ao site Newsarama. “Essa será a versão complete, desde o dia um”.

Para os fãs do trabalho de Starlin, Aaron antecipou-se às críticas e revelou que não descartará nada da mitologia criada pelo colega. “Eu amo o que ele criou, pois é o que faz de Thanos quem ele é. Sem isso, seria apenas um alien roxo que surge querendo conquistar a Terra. Mas, ele é uma figura trágica e assustadora, que já foi estabelecida por Starlin.”

Em Thanos Rising, Aaron tentará explorar a relação do vilão com a Morte, a entidade por quem é apaixonado. “O que realmente quer dizer amar a Morte? O que isso significava para Thanos quando ele foi criança e adolescente?”. Além disso, o roteirista mostrará os questionamentos do alien sobre si mesmo e suas motivações.

A morte da mãe de Thanos também receberá atenção de Aaron, que pretende resolver as dúvidas sobre o destino dela, surgidas graças a informações conflitantes ao longo de três décadas de HQs. “Em um momento foi revelado que ela morreu devido a explosão da bomba nuclear que Thanos jogou em Titã. Mais tarde, que Thanos a matou brutalmente, com suas próprias mãos.”

Acima, as capas de Thanos Rising 2 e 3:

Starlin foi o responsável por toda a trajetória de Thanos, desde que criou o personagem em 1973. Em suas mãos, o vilão protagonizou o que ficou conhecido como Saga do Infinito, uma reunião de sagas que mostravam sua busca por itens de poder e também para agradar sua amada Morte (veja na revista Mundo dos Super-Heróis 40).

O fato de outra pessoa assumir o trabalho de Starlin pode provocar preocupação para os fãs do roteirista, mas Jason Aaron demonstrou várias vezes ser um quadrinhista competente e capaz de fazer um bom trabalho com Thanos. Espero que sim.

Em tempo, como muitas séries das séries lançadas sob o selo Marvel NOW!, a primeira edição da minissérie também ganhou uma capa alternativa com o personagem em versão infantil.

O pequeno genocida não é uma gracinha?

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