Agora é oficial. Em setembro a editora JBC atiçou os fãs da clássica série Guerreiras Mágicas de Rayearth, anunciando o seu retorno às bancas em uma nova edição. Esse lançamento segue a estratégia da editora que já relançou em novo formato Rurouni Kenshin, Card Captor Sakura e Love Hina.

O retorno das Guerreiras Mágicas de Rayearth é para comemorar o aniversário de 20 anos de publicação (a estreia ocorreu em novembro de 1993, nas páginas da Nakayoshi), e há quase uma década chegava ao mercado brasileiro, compondo a lista dos primeiros mangás publicados pela editora.

A obra de autoria do famoso grupo de mangakás CLAMP teve seu anime exibido no Brasil nos anos noventa e, ao lado de Sailor Moon e Cavaleiros do Zodíaco, e fez parte do grupo de desenhos que ajudou a sedimentar o mercado nacional de animações japonesas.

A trama do mangá gira em torno de três garotas ginasiais que são transportadas para um mundo fantástico repleto de seres mágicos e criaturas inimagináveis. Lá, as jovens recebem a inesperada missão de salvar aquele mundo à beira do colapso. Enquanto lutam para restabelecer a paz e a ordem em um mundo mergulhado no caos, as garotas embarcam em uma jornada de autoconhecimento, aprendizado e amadurecimento.

O mangá é repleto de cenas de ação, com belíssimas armaduras, espadas e monstros, mas ainda assim é carregado de emoção, momentos de reflexão e romance. Até hoje, a obra se mantém como uma das mais cultuadas pelos fãs do CLAMP.

A nova edição terá seis volumes com papel off-set e páginas coloridas no começo e no final de cada edição, incluindo material extra que não foi publicado na primeira que saiu no Brasil. A tradução utilizada na primeira publicação foi totalmente revista e o texto foi preparado para representar toda a emoção presente no mangá. Será uma verdadeira edição de colecionador.

Com traços rebuscados e rico em detalhes, layout inovador e enredo envolvente, o CLAMP formou uma legião de fãs no mundo todo. Mais do que isso: apesar de fazer quadrinhos voltados para o público feminino, os mangás acabaram caindo também no gosto dos meninos. Como todo mangaká, o CLAMP começou seus trabalhos fazendo dojinshis em 1984.

Há quem diga que, nessa época, o grupo era formado por 11 pessoas. O número de integrantes diminuiu com passar do tempo até ficar reduzido a um núcleo de quatro produtoras: Ageha Ohkawa (ex-Nanase Ohkawa), a líder do grupo, responsável pelo design, argumentos e roteiros; Mokona (ex-Mokona Apapa), a desenhista; Satsuki Igarashi, que cuida do design, desenvolvimento e, às vezes, faz ilustrações; e a também desenhista Tsubaki Nekoi (ex-Mick Nekoi). Os pseudônimos entre parênteses são os nomes pelos quais elas eram conhecidas até 2004, quando mudaram de pseudônimos.

Essa nova edição de Guerreiras Mágicas de Rayearth está programada para chegar às bancas no mês de outubro, e virá em 6 volumes em formato 13,5 x 20,5 cm, papel off-set, páginas coloridas, ao valor de R$16,90 e periodicidade mensal.

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