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	<title>Impulso HQ</title>
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		<title>Nas livrarias: Monstro do Pântano – Raízes</title>
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		<pubDate>Tue, 21 May 2013 09:44:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Dark</dc:creator>
				<category><![CDATA[Nas bancas / Nas livrarias]]></category>
		<category><![CDATA[Alan Moore]]></category>
		<category><![CDATA[Bernie Wrightson]]></category>
		<category><![CDATA[DC Comics]]></category>
		<category><![CDATA[Len Wein]]></category>
		<category><![CDATA[Monstro do Pântano]]></category>
		<category><![CDATA[Panini]]></category>

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		<description><![CDATA[
Falar sobre o Monstro do Pântano e o escritor Alan Moore chega a ser quase uma associação de ideias. De fato, o personagem se tornou verdadeiramente cultuado após o escritor inglês assumir suas histórias e levá-lo a um patamar de qualidade que o diferenciava muito de outras histórias no gênero de terror.
Há quem diga que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-31343" href="http://impulsohq.com/nas-bancas-nas-livrarias/nas-livrarias-monstro-do-pantano-%e2%80%93-raizes/attachment/monstro_do_pantano_raizes/"><img class="aligncenter size-full wp-image-31343" title="monstro_do_pantano_raizes" src="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2013/05/monstro_do_pantano_raizes.jpg" alt="" width="455" height="600" /></a></p>
<p>Falar sobre o Monstro do Pântano e o escritor Alan Moore chega a ser quase uma associação de ideias. De fato, o personagem se tornou verdadeiramente cultuado após o escritor inglês assumir suas histórias e levá-lo a um patamar de qualidade que o diferenciava muito de outras histórias no gênero de terror.</p>
<p>Há quem diga que o sucesso do Monstro de Moore foi um dos principais motivos para a criação do selo Vertigo, especializado em histórias mais adultas do que os leitores de super-heróis da editora DC Comics estavam acostumados a ver.</p>
<p>Apesar de não ser exatamente um personagem identificável como “super-herói”, o Monstro do Pântano trazia várias características que o assimilaria com o universo de uniformizados que o rodeava. Mesmo sendo um personagem de terror quase genérico, tinha suas histórias serializadas, ocasionalmente se encontrava como personagens como Batman e Superman, e, principalmente, trazia uma índole&#8230; heroica. <span id="more-31341"></span><a rel="attachment wp-att-31344" href="http://impulsohq.com/nas-bancas-nas-livrarias/nas-livrarias-monstro-do-pantano-%e2%80%93-raizes/attachment/monstro_do_pantano_raizes_02/"><img class="aligncenter size-full wp-image-31344" title="monstro_do_pantano_raizes_02" src="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2013/05/monstro_do_pantano_raizes_02.jpg" alt="" width="455" height="600" /></a></p>
<p>O que Alan Moore fez foi explorar mais a mitologia em volta do personagem. Não foi uma reformulação radical, como acontece hoje em dia. Foi mais uma explicação do que já existia (para o próprio personagem, inclusive), de forma que ele aceitasse sua real condição, sem mudar o que pensava. Afinal de contas, o clima das histórias do Monstro levava o personagem a sempre se perguntar “o que sou eu” ou “no que me tornei”.</p>
<p>Mas o que inspirou Moore a enriquecer a mitologia de tão peculiar personagem? De que universo o Monstro do Pântano surgiu para se tornar o protagonista de tão rica “peregrinação” pelo mundo dos quadrinhos de terror? A verdade é que o personagem já tinha um relativo sucesso entre os leitores mesmo antes de Moore assumir os roteiros. No Brasil, esta fase também foi publicada pela Editora Ebal no final da década de 70, contando, inclusive, com uma revista própria do personagem que durou por treze edições.</p>
<p>Essa fase inicial é agora devidamente encadernada pela Editora Panini em dois volumes dedicados ao personagem. Trata-se das primeiras histórias do Monstro em sua própria revista. Como curiosidade, a primeira história apresentada não pertence a essa série, mas ao título House of Secrets, onde o personagem “mais ou menos” apareceu pela primeira vez.</p>
<p><a rel="attachment wp-att-31345" href="http://impulsohq.com/nas-bancas-nas-livrarias/nas-livrarias-monstro-do-pantano-%e2%80%93-raizes/attachment/monstro_do_pantano_raizes_07/"><img class="aligncenter size-full wp-image-31345" title="monstro_do_pantano_raizes_07" src="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2013/05/monstro_do_pantano_raizes_07.jpg" alt="" width="457" height="455" /></a></p>
<p>Mais ou menos porque foi ali que o escritor Len Wein e o desenhista Bernie Wrightson apresentaram o personagem que tinha a mesma história que o Monstro do Pântano que conhecemos, mas não a mesma identidade.</p>
<p>A primeira história do Monstro do Pântano foi planejada para ser apenas mais um conto de terror. Não havia a menor pretensão de seus criadores em torná-lo protagonista de uma série. A premissa contava a história de Alec Olsen, que foi morto em uma explosão de seu laboratório (fruto de sabotagem) e teve seu corpo jogado no pântano próximo a casa onde morava. No entanto, Alec (ou a mente de Alec) voltou na forma de uma criatura feita do lodo desse mesmo pântano, para exigir a vingança contra o homem responsável por sua morte.</p>
<p>Era uma história simples, que se dava até ao luxo de ter elementos clichês, como o detalhe da pulseira dada a Alec por sua esposa e o drama do Monstro perceber que a mesma já não estava em seu braço depois que se tornou feito de lodo. Afinal, quem nunca ouviu histórias de terror do tipo que acabavam com uma criatura sobrenatural perguntando algo como “onde está minha pulseira?”</p>
<p><a rel="attachment wp-att-31346" href="http://impulsohq.com/nas-bancas-nas-livrarias/nas-livrarias-monstro-do-pantano-%e2%80%93-raizes/attachment/mosntro_do_pantano_raizes_08/"><img class="aligncenter size-full wp-image-31346" title="mosntro_do_pantano_raizes_08" src="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2013/05/mosntro_do_pantano_raizes_08.jpg" alt="" width="457" height="455" /></a></p>
<p>Porém, a história, surpreendendo até mesmo seus criadores, fez muito sucesso entre os leitores. Sucesso suficiente para que Joe Orlando, editor da revista, infernizasse a dupla para que continuassem a Saga do Monstro do Pântano. A dupla foi até relutante em continuar, mas, depois de um tempo e certo amadurecimento da ideia, voltaram a produzir a história do Monstro do Pântano, mas não DAQUELE Monstro do Pântano.</p>
<p>Visualmente o personagem pouco mudou. Mas agora Wein e Wrightson apresentavam o cientista Alec Holland, que criou uma espécie de fórmula biorestauradora que seria vendida ao governo. Com tons mais voltados para espionagem, esse Alec também foi vítima de sabotagem de seu laboratório, porém menos insidiosa que a versão anterior. Aqui, ele conhece seus agressores que deixam claro que ele não escapará com vida. O laboratório explode e Alec, com o corpo em chamas, se atira no pântano. Acredita-se que a fórmula biorestauradora agiu de alguma forma com seu corpo, criando um novo corpo com o lodo do pântano. Nascia assim, o novo (e serializado) Monstro do Pântano.</p>
<p>O interessante dessa versão é que o leitor pode ler os balões com seus pensamentos no qual demonstra que Alec ainda habita o monstruoso corpo. Mas a criatura, salvo uma ou outra palavra, não pode se expressar através da fala. Os personagens a sua volta, portanto, apenas podem supor o que ele realmente pretende.</p>
<p><a rel="attachment wp-att-31347" href="http://impulsohq.com/nas-bancas-nas-livrarias/nas-livrarias-monstro-do-pantano-%e2%80%93-raizes/attachment/mosntro_do_pantano_raizes_03/"><img class="aligncenter size-full wp-image-31347" title="mosntro_do_pantano_raizes_03" src="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2013/05/mosntro_do_pantano_raizes_03.jpg" alt="" width="455" height="600" /></a></p>
<p>O fio condutor da série fixa personagens coadjuvantes importantes e que seriam de extrema utilidade para a narrativa de suas histórias. Entre ele podemos citar Abigail Arcane e Matt Cable. Este último, inclusive, se tornaria um implacável perseguidor da criatura, por acreditar que ela havia matado seu amigo Alec, sem saber que ele, na verdade, estava “vivo” (modo de dizer, é claro) dentro do Monstro. Tentando proteger a dupla (e quem mais a índole de Alec apontasse como pessoas do bem), o Monstro do Pântano acaba se deslocando, quase que involuntariamente, por vários locais onde sempre acabava por encontrar alguma ameaça bizarra.</p>
<p>As aventuras iniciais do Monstro do Pântano mostram que Alec carregava o drama do homem errado na hora errada (a da sua “morte/transformação”). Mas a criatura sempre estava nos locais mais improváveis que se possa imaginar, porém sempre se mostrando útil para resolver as situações incomuns que eram mostradas. Desde uma cidade feita de robôs com feições de pessoas mortas (inclusive do próprio Alec), passando por lobisomens, monstros clássicos e até mesmo conhecer um de seus principais inimigos, o cientista e místico Anton Arcane, tio de Abigail.</p>
<p><a rel="attachment wp-att-31348" href="http://impulsohq.com/nas-bancas-nas-livrarias/nas-livrarias-monstro-do-pantano-%e2%80%93-raizes/attachment/mosntro_do_pantano_raizes_04/"><img class="aligncenter size-full wp-image-31348" title="mosntro_do_pantano_raizes_04" src="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2013/05/mosntro_do_pantano_raizes_04.jpg" alt="" width="455" height="600" /></a></p>
<p>Abigail, por acaso, se tornaria uma espécie de “mocinha a ser salva pelo herói” em praticamente todas as aventuras. E, apesar de seu envolvimento com Matt Cable se tornar mais sério em edições posteriores (praticamente criando uma espécie de triângulo amoroso na série), ela seria personagem importante na fase escrita por Moore, anos depois.</p>
<p>A arte de Bernie Wrightson é perfeita para o gênero, sem ser excessivamente sombria, o que também torna perfeito para que a Panini publique essa edição especial em papel pisa brite e não em um papel mais sofisticado para especiais. Esse detalhe, inclusive, dá certo charme para a coleção, aproximando-o mais do tipo de material a que se refere: uma antologia de histórias de terror (com um toque de heroísmo).</p>
<p>Há quem estranhe o fato dessa edição ser desaconselhável para menores, uma vez que isso se aplicaria apenas a fase do personagem publicada no selo Vertigo. Mas também é verdade que o terror visual de Wrightson, apesar de não ser do tipo sanguinolento, chega a ser impactante em algumas cenas.</p>
<p><a rel="attachment wp-att-31350" href="http://impulsohq.com/nas-bancas-nas-livrarias/nas-livrarias-monstro-do-pantano-%e2%80%93-raizes/attachment/mosntro_do_pantano_raizes_06-2/"><img class="aligncenter size-full wp-image-31350" title="mosntro_do_pantano_raizes_06" src="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2013/05/mosntro_do_pantano_raizes_061.jpg" alt="" width="455" height="600" /></a></p>
<p>E, apesar de Alan Moore ser cultuado como um dos melhores escritores da série, Len Wein surpreende a cada conto/história criada para o Monstro. Por mais que o próprio autor se dedique aos seus roteiros, acaba se surpreendo com o resultado alcançado entre leitores e crítica. Vale dizer que, entre outras de suas criações, está aquele que era pra ser apenas um coadjuvante de segunda em uma história do Hulk, ninguém menos que Wolverine.</p>
<p>Com o Monstro do Pântano, Wein não só desacreditava em uma série mensal, como também nem imaginava que a criatura faria tanto sucesso futuro. Prova de que Wein tem um verdadeiro toque de Midas para os quadrinhos, sendo capaz de transformar até mesmo lodo em ouro. Nada mal para um personagem, considerado vegetal, que consegue ir tão longe.</p>
<p><strong>Monstro do Pântano – Raízes</strong><br />
Editora Panini – DC Comics<br />
Roteiro: Len Wein<br />
Arte: Bernie Wrightson<br />
Lombada quadrada<br />
Capa em Cartão<br />
Papel Pisa Brite<br />
Colorido<br />
17 x 26 cm<br />
164 páginas<br />
R$ 19,90</p>
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		<title>JBC anuncia o mangá The Innocent</title>
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		<pubDate>Tue, 21 May 2013 09:40:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Lebeau</dc:creator>
				<category><![CDATA[manganime]]></category>
		<category><![CDATA[notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Avi Arad]]></category>
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		<category><![CDATA[Junichi Fujisaku]]></category>
		<category><![CDATA[Ko Yasung]]></category>
		<category><![CDATA[mangá]]></category>
		<category><![CDATA[Marvel Studios]]></category>
		<category><![CDATA[The Innocent]]></category>

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		<description><![CDATA[
Editora lança mangá escrito por Ex-presidente da Marvel Studios
Ash J. Wright é condenado à pena de morte injustamente e executado na cadeira elétrica. Assim começa The Innocent, o novo lançamento da Editora JBC. Em um volume único recheado de ação e suspense, a obra apresenta personagens profundos e motivações reais em busca de redenção.
O enredo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-31356" href="http://impulsohq.com/noticias/jbc-anuncia-o-manga-the-innocent/attachment/the_innocent/"><img class="aligncenter size-full wp-image-31356" title="the_innocent" src="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2013/05/the_innocent.jpg" alt="" width="455" height="600" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><em>Editora lança mangá escrito por Ex-presidente da Marvel Studios</em></p>
<p>Ash J. Wright é condenado à pena de morte injustamente e executado na cadeira elétrica. Assim começa The Innocent, o novo lançamento da Editora JBC. Em um volume único recheado de ação e suspense, a obra apresenta personagens profundos e motivações reais em busca de redenção.</p>
<p>O enredo da obra foi criado por Avi Arad, ex-Presidente e Fundador do Marvel Studios. O roteiro foi elaborado por Junichi Fujisaku, que já esteve presente em projetos como Blood The Last Vampire, Ghost in the Shell: Stand Alone Complex e o longa de XXX Holic. O coreano Ko Yasung (Lost Seven) foi responsável pela arte do mangá.</p>
<p>Na história o detetive Ash é falsamente acusado de um crime e acaba sentenciado à morte. Uma vez morto, o detetive é recepcionado no Céu por Angel, um anjo que o auxiliará em sua nova existência. Para purificar sua alma, Ash deve servir aos seres humanos e ajudar a salvar outras pessoas, também falsamente condenadas.</p>
<p><span id="more-31355"></span>Mas nem tudo é tão simples; o novo “servente” deve respeitar as regras divinas e limitar suas ações dentro do que o Comitê considera justo. Poderá Ash salvar sua alma e ao mesmo tempo levar vingança àqueles que lhe traíram?<br />
<strong><br />
<em>Confira o resumo de cada personagem:</em><br />
</strong></p>
<p><strong>Ash J. Wright</strong> – O detive Ash J. Wright morre injustamente e se torna um “servente” responsável por ajudar pessoas inocentes. Dotado de um senso próprio de justiça, fará todo o necessário para salvar sua alma, ajudar as boas que cruzarem seu caminho e punir as ruins, mas sempre “do seu jeito”.</p>
<p><strong>Angel – </strong>Anjo designado para ajudar os novos “serventes”. Angel deve ajudar o protagonista em sua redenção, mas serão seus motivos puramente altruístas?</p>
<p><strong>Wal – </strong>Um assassino seguindo ordens da organização responsável pela morte de Ash. Alguma estranha ligação existe entre o “servente” e este monstro de sangue frio.</p>
<p>O Autor, o israelense Avi Arad cresceu aficionado por histórias em quadrinhos. No final dos anos noventa, Arad se tornou presidente da Marvel Comics e fundou o Marvel Studios. A partir deste momento, ele se tornou um dos principais responsáveis pelo retorno dos super-heróis aos cinemas, participando da produção de filmes como Homem-Aranha 1 e 2, com o diretor Sam Raimi e os filmes da franquia X-Men dirigidos por Brian Singer.</p>
<p>Atualmente, Arad se dedica a uma série de projetos voltados a adaptação de games para os cinemas. Entre os nomes anunciados estão grandes sucessos como Uncharted, Infamous e Metal Gear Solid.</p>
<p>The Innocent é uma obra de volume único, e que chega às bancas no final de maio, com 224 páginas em papel brite 52g, no formato 12 x 18 cm (o mesmo de Soul Eater), ao valor de R$ 10,90.</p>
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		<title>“Profecia” e “O Quarto ao Lado”: fanzines experimentais</title>
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		<pubDate>Mon, 20 May 2013 09:25:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dennis Rodrigo</dc:creator>
				<category><![CDATA[resenha hqb]]></category>
		<category><![CDATA[Daniel HDR]]></category>
		<category><![CDATA[Ed Benes]]></category>
		<category><![CDATA[fanzine]]></category>
		<category><![CDATA[Marcelo Lima]]></category>
		<category><![CDATA[O Quarto ao Lado]]></category>
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Hoje irei falar de dois fanzines que merecem destaques para a sua experimentação. E quando eu digo experimentação não é só na forma gráfica, e sim, também no como abordar o tema que se propõe: “Profecia” e “O Quarto ao Lado”.
Criado em janeiro de 1992, e ainda muito jovem em seu modo de ser e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-31326" href="http://impulsohq.com/resenha-hqb/%e2%80%9cprofecia%e2%80%9d-e-%e2%80%9co-quarto-ao-lado%e2%80%9d-fanzines-experimentais/attachment/fanzines_experimentais/"><img class="aligncenter size-full wp-image-31326" title="fanzines_experimentais" src="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2013/05/fanzines_experimentais.jpg" alt="" width="457" height="455" /></a></p>
<p>Hoje irei falar de dois fanzines que merecem destaques para a sua experimentação. E quando eu digo experimentação não é só na forma gráfica, e sim, também no como abordar o tema que se propõe: “Profecia” e “O Quarto ao Lado”.</p>
<p>Criado em janeiro de 1992, e ainda muito jovem em seu modo de ser e fazer, a edição de número 29 do fanzine Profecia (28 páginas, R$ 3,00), lançado em 2012, cumpre sua missão de experimentação de formatos narrativos e, principalmente, de realização dos anseios e objetivos de seus autores em contar histórias ilustradas com o tema de ficção científica e além.</p>
<p>Nas páginas desse veterano (a publicação completou 20 anos em janeiro de 2012), o leitor acompanha viajantes intergalácticos em contatos imediatos com formas de vida alienígena, ressurreições e outros mistérios espaciais e uma pitadinha de idiossincrasia e humor.</p>
<p><span id="more-31325"></span><a rel="attachment wp-att-31327" href="http://impulsohq.com/resenha-hqb/%e2%80%9cprofecia%e2%80%9d-e-%e2%80%9co-quarto-ao-lado%e2%80%9d-fanzines-experimentais/attachment/profecia/"><img class="aligncenter size-full wp-image-31327" title="profecia" src="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2013/05/profecia.jpg" alt="" width="455" height="600" /></a></p>
<p>O Profecia tem o orgulho de contar com pelo menos duas notas editoriais de grande relevância: as participações de Daniel HDR e Ed Benes &#8211; ambos em início de carreira, mostrando trabalhos de caráter obviamente autoral. Impossível não ficar imaginando como seria um Gladiador do Futuro de Benes, então, fica a sugestão ao profético editor: uma seção nostalgia para tais momentos do zine ao longo de seus 20 anos.</p>
<p>Diz a lenda que o Profecia se viu as voltas com o bug do milênio em 1999 e novamente sobreviveu a 2012, o ano em que o mundo não acabou. Como fanzine tem trajetória, conteúdo e potencial para continuar profetizando talentos, realizando participantes.</p>
<p>Já “O quarto ao lado” (104 páginas, 21 x 28 cm) é um gibi-livro criado pelo roteirista Marcelo Lima em parceria com artistas baianos que narra histórias de descobertas sexuais e tabus homoeróticos, relações de gênero, a crueza de sentimentos, ansiedades e neuroses envoltas pelas teias do destino, as coincidências &#8211; se é que essas existem! Esse é o cenário, o quarto ao lado.</p>
<p><img class="aligncenter" src="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2012/12/o_quarto_ao_lado.jpg" alt="" width="455" height="600" /></p>
<p>As histórias discutem sexualidade e diferença por meio das vidas das personagens, que em algum momento irão se perpassar. Assim, fulano ama ciclano, que ama fulana, que se envolve com beltrano que está com fulano. Garotos de programa do subúrbio soteropolitano, sonhos molhados, mulheres acorrentadas à figura do marido provedor, envolvimentos proibidos, bullying. Esse é o universo dentro do quarto. O universo da intimidade.</p>
<p>O quarto ao lado tem desenhos são limpos (às vezes, excessivamente limpos) e o próprio texto parece propositalmente assumir contornos de arte quando somado a certos esboços e formas. Tais ícones me parecem associados aos elementos desviantes presentes na publicação.</p>
<p>O quarto tende a ser um lugar de experimentação em vários sentidos, a intimidade, a nudez, a primeira vez. Esse foi o enfoque o álbum de Marcelo, as experimentações das pessoas, das personagens. Vale deixar o registro que a publicação tem o apoio da Secretaria de Cultura da Bahia. Para saber mais acesse <a href="http://oquartoaolado.com/" target="_blank">oquartoaolado.com</a>.</p>
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		<title>Você conhece o Ned Natal?</title>
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		<pubDate>Fri, 17 May 2013 09:26:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Lebeau</dc:creator>
				<category><![CDATA[notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Alex Costa]]></category>
		<category><![CDATA[Ned Natal]]></category>
		<category><![CDATA[Papai Noel]]></category>

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		<description><![CDATA[
Se você está acostumado com a imagem de sempre do nosso querido “bom  velhinho” que dá presentes no Natal as crianças que se comportaram bem durante o ano, então não conhece o Ned Natal. Criado por Alex Costa, Ned Natal é uma vertente de “Papai Noel” que se autointitula como o melhor de todos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-31309" href="http://impulsohq.com/noticias/voce-conhece-o-ned-natal/attachment/ned_natal/"><img class="aligncenter size-full wp-image-31309" title="ned_natal" src="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2013/05/ned_natal.jpg" alt="" width="455" height="202" /></a></p>
<p>Se você está acostumado com a imagem de sempre do nosso querido “bom  velhinho” que dá presentes no Natal as crianças que se comportaram bem durante o ano, então não conhece o Ned Natal. Criado por Alex Costa, Ned Natal é uma vertente de “Papai Noel” que se autointitula como o melhor de todos os tempos, mas na realidade é um trapalhão inveterado, resmungão,  impaciente e ao mesmo tempo tirador de sarro com seus duendes assistentes.</p>
<p>Alex explicou para o Impulso HQ que o projeto Ned Natal já começou há algum tempo,  mas que agora, exatamente há duas semanas, o personagem ganhou um blog próprio.  <em>“A ideia surgiu pelo meu encanto com os quadrinhos, adorava as histórias do Garfield, Geraldão, Turma da Mônica, Níquel Náusea, Otta e vários outros. Tinha vontade de trabalhar com desenho e resolvi criar um personagem que tivesse um carisma e despertasse o interesse das pessoas”</em>, disse o criador do personagem.</p>
<p>Por meio das tirinhas, Alex explora o universo do tema  natalino e norteia as histórias para situações engraçadas mostrando, inclusive, a dura realidade de um Papai Noel. De acordo com o autor, apesar de se tratar de um tema natalino não há problema algum em postar tirinhas o ano todo. <em>“Tem muitos acontecimentos no cotidiano do Ned Natal, afinal de contas, a preparação para entrega de presentes acontece nos bastidores do Polo Norte durante o ano. Procuro frisar em minhas publicações que o barbudo é o Papai Noel mais fora de época da Internet”</em>, afirmou o autor.</p>
<p><a rel="attachment wp-att-31310" href="http://impulsohq.com/noticias/voce-conhece-o-ned-natal/attachment/ned_natal_03/"><img class="aligncenter size-full wp-image-31310" title="ned_natal_03" src="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2013/05/ned_natal_03.jpg" alt="" width="455" height="202" /></a></p>
<p>E pelo jeito o tema Natal não será mesmo a tônica das tiras. Alex afirmou ao Impulso HQ que já tem ideia pra 600 tiras mais ou menos. Os eventos do dia a dia também servem de inspiração para novas tiras, além disso, há personagens coadjuvantes nas tiras. “Flip”, o primeiro assistente, um duende que sofre nas mãos de Ned, que está sempre sendo  gozado pelo bom velhinho.</p>
<p>Além de Flip, quem contracena muito com Ned Natal são “Tic” e “Toc”, dois seguranças que não acreditam em Papai Noel e estão sempre querendo deter Ned acreditando que ele seja um invasor qualquer.</p>
<p>Alex promete algumas novidades como a estreia de novos  duendes: “Joseph”, “Plin”, “Dup” e “Linla” aparecerão futuramente e cada um tem o seu jeito de ser.  Wenceslau é outro Papai Noel que estará sempre tirando sarro de Ned, devido as suas trapalhadas e bebedeiras dos vinhos das ceias, e o Noel Supremo, o Papai Noel chefe, que está sempre cobrando resultados.</p>
<p><a rel="attachment wp-att-31311" href="http://impulsohq.com/noticias/voce-conhece-o-ned-natal/attachment/ned_natal_02/"><img class="aligncenter size-full wp-image-31311" title="ned_natal_02" src="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2013/05/ned_natal_02.jpg" alt="" width="455" height="202" /></a></p>
<p>O blog Ned Natal terá postagens diárias com assuntos e tirinhas acerca do tema e ainda pretende mostrar curiosidades do natal,  notícias de eventos relacionados com quadrinhos e outras coisas. Mas Alex também avisa que Ned Natal tem uma proposta bem definida: <em>“O objetivo das tirinhas é o entretenimento dos internautas buscando, além de divertir, criticar vários temas como assédio moral e o bullying, por exemplo”</em>.</p>
<p>Alex Costa  já ilustrou o livro independente de Emílio Mouchreck e Milton C. Toledo de Sá chamado  “Nem que a vaca tussa” sobre expressões populares e criou uma sátira de “João e o Pé-de-Feijão” em quadrinhos, projeto que ainda pretende divulgar em breve.</p>
<p>Alex avisa que futuramente estará disponibilizando uma loja virtual com produtos do Ned Natal. Para saber mais sobre o dia a dia desse Papai Noel nada convencional, acompanhe o blog  <a href="http://www.nednatal.blogspot.com.br/" target="_blank">nednatal.blogspot.com.br</a>.</p>
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		<title>O mundo sem Hank Pym</title>
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		<pubDate>Thu, 16 May 2013 11:53:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Lebeau</dc:creator>
				<category><![CDATA[notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Age of Ultron]]></category>
		<category><![CDATA[Brandon Peterson]]></category>
		<category><![CDATA[Brian Michael Bendis]]></category>
		<category><![CDATA[Marvel Comics]]></category>

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Diretamente do SOC! TUM! POW! – por Doctor Doctor
Desde que Ultron foi construído pelo Vingador Hank Pym, o androide esteve, por várias vezes, bem perto de dizimar a raça humana. Na atual saga Age of Ultron (Era de Ultron), isso volta a acontecer e, para impedi-lo, alguns heróis voltam no tempo para matar Pym e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-31300" href="http://impulsohq.com/noticias/o-mundo-sem-hank-pym/attachment/age_of_ultron_banner/"><img class="aligncenter size-full wp-image-31300" title="age_of_ultron_banner" src="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2013/05/age_of_ultron_banner.jpg" alt="" width="455" height="202" /></a></p>
<p>Diretamente do <a href="http://soctumpow.com/o-mundo-sem-hank-pym" target="_blank">SOC! TUM! POW! </a>– por Doctor Doctor</p>
<p>Desde que Ultron foi construído pelo Vingador Hank Pym, o androide esteve, por várias vezes, bem perto de dizimar a raça humana. Na atual saga Age of Ultron (Era de Ultron), isso volta a acontecer e, para impedi-lo, alguns heróis voltam no tempo para matar Pym e impedir a criação da ameaça.</p>
<p>Em Age of Ultron 7, que será lançada em junho nos Estados Unidos, Wolverine e a Mulher Invisível voltam ao presente após terem matado Pym na edição anterior e encontram um universo Marvel bastante diferente do que conheciam. No lugar dos Vingadores, a principal equipe da Terra são os Defensores, formada pelo Hulk, Dr. Estranho, Senhor das Estrelas, Coisa, Coronel America, Miss Marvel, Cable e Wolverine.</p>
<p>Esses personagens são bem diferentes de suas versões tradicionais. Enquanto alguns apresentam mudanças mais estéticas – o Coronel America usa um tapa- olho e Wolverine, o uniforme marrom e laranja de suas HQs dos anos 1980 – outros sofreram alterações mais significativas. A Miss Marvel dessa nova realidade é Janet Van Dyne (a Vespa, no universo Marvel habitual) e Cable é o mutante Scott Summers (Ciclope). Cada um deles tem suas próprias histórias e Brian Michael Bendis, o roteirista de Age of Ultron, sabe como chegaram até seus status atuais.</p>
<p><span id="more-31299"></span><a rel="attachment wp-att-31301" href="http://impulsohq.com/noticias/o-mundo-sem-hank-pym/attachment/age_of_ultron/"><img class="aligncenter size-full wp-image-31301" title="age_of_ultron" src="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2013/05/age_of_ultron.jpg" alt="" width="455" height="600" /></a></p>
<p><em>“Tenho todo um histórico elaborado para cada um dos personagens de Age of Ultron 7, como chegaram até aqui, a relação entre eles e como o grupo foi formado”</em>, explicou Bendis em <a href=" http://www.newsarama.com/17706-age-of-ultron-7-debrief-bendis-on-the-post-pym-marvel-universe.html" target="_blank">entrevista</a> concedida ao site Newsarama.</p>
<p>A primeira vista, as mudanças não parecem ruins, mas o roteirista afirma: <em>“São péssimas”</em>. Talvez, esteja se referindo a mudanças mais perigosas, como a que acontece com Tony Stark, o Homem de Ferro. Com a morte de Pym, o inventor criou algo chamado Guarda Stark (Starkguard, no original), por meio da qual desenvolve uma forma de controle totalitária ao redor do mundo.</p>
<p><em>“Você sabe como ficaria se perdesse seu melhor amigo. Mas, e se esse cara, que você conhece há muitos anos, simplesmente não estivesse por perto? Como seria sua vida?”,</em> questiona Bendis. De acordo com o roteirista, na ausência de Pym, as invenções de Stark não são calcadas pela mesma responsabilidade social que seriam se o colega estivesse por perto.</p>
<p>Se tem algo que gosto nas aventuras de super-heróis é ver realidade alternativas que mostrem como rostos e eventos que conhecemos poderiam ser diferentes. É claro que, ao final, sempre espero que as coisas voltem a ser como eram antes. Só espero que isso aconteça na conclusão da Age of Ultron – que terminará na edição 10 – e que a Marvel não siga o mesmo caminho tortuoso da DC Comics, que reformulou todos seus heróis após a saga Ponto de Ignição.</p>
<p>Age of Ultron 7 tem roteiro de Brian Michael Bendis e arte de Brandon Peterson.</p>
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		<title>Nós Assistimos: O Reino Escondido</title>
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		<pubDate>Wed, 15 May 2013 10:45:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Lebeau</dc:creator>
				<category><![CDATA[cine hq]]></category>
		<category><![CDATA[animação]]></category>
		<category><![CDATA[Blue Sky Studios]]></category>
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Texto de Roberta Cadenas
Estreia na próxima sexta feira, 17 de maio, nos cinemas tupiniquins a animação O Reino Escondido. “Epic”, nome original do filme, terá cópias dubladas e legendadas em 3D e tem classificação etária livre.
O Reino Escondido conta como a adolescente Maria Catarina, M.C., é magicamente transportada e descobre um universo secreto habitado por [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-31278" href="http://impulsohq.com/cine-hq/nos-assistimos-o-reino-escondido/attachment/o_reino_escondido/"><img class="aligncenter size-full wp-image-31278" title="o_reino_escondido" src="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2013/05/o_reino_escondido.jpg" alt="" width="455" height="600" /></a></p>
<p><em><strong>Texto de Roberta Cadenas</strong></em></p>
<p>Estreia na próxima sexta feira, 17 de maio, nos cinemas tupiniquins a animação O Reino Escondido. “Epic”, nome original do filme, terá cópias dubladas e legendadas em 3D e tem classificação etária livre.</p>
<p>O Reino Escondido conta como a adolescente Maria Catarina, M.C., é magicamente transportada e descobre um universo secreto habitado por seres fantásticos que protegem a floresta numa (eterna) batalha entre o bem e o mal. De um lado está a Rainha Dara (que é a cara da Uma Thurman!) e os Homens-Folha que representam as forças da luz e preservam a vida. De outro estão os Boggans, as forças das trevas e da destruição sob o comando de Mandrake.</p>
<p>A história não é nada vanguardista, mas ao que tudo indica a fórmula “bem vs mal” parece não se esgotar, especialmente no mundo das animações. O que, de certa forma, garante novos filmes e a evolução das criações, mas não muda a tônica dos roteiros.</p>
<p><span id="more-31277"></span><a rel="attachment wp-att-31279" href="http://impulsohq.com/cine-hq/nos-assistimos-o-reino-escondido/attachment/o_reino_escondido_03/"><img class="aligncenter size-full wp-image-31279" title="o_reino_escondido_03" src="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2013/05/o_reino_escondido_03.jpg" alt="" width="455" height="202" /></a></p>
<p>Dos mesmos criadores de A Era do gelo e Rio, Chris Wedge e William Joyce, a animação traz em seu elenco original as vozes de Beyoncè como Rainha Dara, Amanda Seyfried como M.C., Colin Farrell que dá vida a Ronin e Christopher Waltz como o malvado Mandrake. Já a versão nacional do filme, não deixar a desejar e conta com Murilo Benício interpretando o atrapalhado Professor Bomba, pai de M.C. e Daniel Boaventura emprestando sua voz para Ronin, que, aliás, caiu como uma luva.</p>
<p>A animação, a princípio, é pouco coesa com cenas rápidas e pouco cativantes. Mas a partir da metade do filme, quando se revelam cenas envolventes de ação, cheias de cores vibrantes, e é possível deixar o parco roteiro de lado, torna-se uma aventura encantadora e empolga bastante pelo aspecto visual. Diga-se de passagem, vale muito a pena ver o filme em 3D para aproveitar ao máximo os gráficos!</p>
<p>O realismo do filme é surpreendente e os gráficos são bastante sofisticados. O mais impressionante são os cenários, com detalhes minuciosos de vegetação, e as criaturinhas da floresta. Um destaque especial são os Beija-flores, o meio de transporte dos Homens-Folhas, que fazem uma ponte quase palpável entre a animação e o publico. Todos esses “efeitos” tornam mais compreensível tamanha batalha para combater as forças do mal no universo da animação.</p>
<p><a rel="attachment wp-att-31280" href="http://impulsohq.com/cine-hq/nos-assistimos-o-reino-escondido/attachment/o_reino_escondido_02/"><img class="aligncenter size-full wp-image-31280" title="o_reino_escondido_02" src="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2013/05/o_reino_escondido_02.jpg" alt="" width="455" height="202" /></a></p>
<p>Em meio a personagens pouco atraentes, e alguns bem dispensáveis (como a lesma Mub e o caracol Grub), vale destacar Ronin, um líder forte com um lado “humano” bastante aflorado que ao mesmo tempo dá um tom responsável, mas alegre ao enredo.</p>
<p>A história acerta no quesito “entretenimento” com piadas de fácil entendimento e bem adaptadas para a versão dublada, interações emocionais entre as personagens, mensagens de amizade e solidariedade e a apresentação de um universo de fantasia bem elaborado, ainda que em alguns momentos se façam lembrar como uma mistura de Avatar e 300 para crianças.</p>
<p>É um filme bom? Sim, especialmente se você for levar as crianças para assistir e não se preocupar com roteiros mais elaborados, pois o que segura mesmo à animação é o visual.</p>
<p><strong>Trailer:</strong><br />
<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="450" height="253" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/yu4XuXT-t5Q?version=3&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="450" height="253" src="http://www.youtube.com/v/yu4XuXT-t5Q?version=3&amp;hl=pt_BR" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p><strong>O Reino Escondido</strong><br />
Diretor: Chris Wedge<br />
Elenco: Josh Hutcherson, Amanda Seyfried, Colin Farrell, Jason Sudeikis, Christoph Waltz,<br />
Aziz Ansari, Beyoncé Knowles, Johnny Knoxville, Judah Friedlander, Steven Tyler, Blake<br />
Anderson, Emma Kenney<br />
Produção: Jerry Davis, Lori Forte, James V. Hart, William Joyce<br />
Roteiro: Tom J. Astle, Matt Ember<br />
Fotografia: Renato Falcão<br />
Trilha Sonora: Danny Elfman<br />
Ano: 2013<br />
País: EUA<br />
Gênero: Animação<br />
Cor: Colorido<br />
Distribuidora: Fox Film<br />
Estúdio: Blue Sky Studios / Twentieth Century Fox Animation</p>
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		<title>“Cavaleiros do Zodíaco &#8211; Next Dimension” volta às bancas</title>
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		<pubDate>Wed, 15 May 2013 10:40:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Lebeau</dc:creator>
				<category><![CDATA[manganime]]></category>
		<category><![CDATA[Cavaleiros do Zodíaco]]></category>
		<category><![CDATA[JBC]]></category>
		<category><![CDATA[mangá]]></category>
		<category><![CDATA[Masami Kurumada]]></category>
		<category><![CDATA[Next Dimension]]></category>

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A editora JBC anunciou no começo dessa semana que um dos grandes (e esperado) retornos desse mês fica por conta de Os Cavaleiros do Zodíaco – Next Dimension. A sexta edição da revista chega depois um hiato de quase um ano (tempo que demorou para sair uma nova edição no Japão) e traz aos leitores [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-31286" href="http://impulsohq.com/impulso-manganime/%e2%80%9ccavaleiros-do-zodiaco-next-dimension%e2%80%9d-volta-as-bancas/attachment/cdz_next_dimension_6/"><img class="aligncenter size-full wp-image-31286" title="cdz_next_dimension_6" src="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2013/05/cdz_next_dimension_6.jpg" alt="" width="455" height="600" /></a></p>
<p>A editora JBC anunciou no começo dessa semana que um dos grandes (e esperado) retornos desse mês fica por conta de Os Cavaleiros do Zodíaco – Next Dimension. A sexta edição da revista chega depois um hiato de quase um ano (tempo que demorou para sair uma nova edição no Japão) e traz aos leitores brasileiros mais aventuras inéditas dos defensores de Athena.</p>
<p>A série é uma continuação direta do mangá original de Masami Kurumada, apresentando os acontecimentos posteriores à última Guerra Santa, em uma intrigante trama envolvendo o passado, o presente e o futuro do Santuário e com um belo diferencial: as edições de Next Dimension são totalmente coloridas.</p>
<p>Na sexta edição, as disputas entre Espectros e Cavaleiros de Athena continuam! A batalha na Casa de Gêmeos se eleva a outro patamar com a chegada de um novo adversário. Quais segredos guardam a misteriosa dupla de irmãos? Shun e Tenma persistem em sua corrida para alcançar Saori, que, transformada em bebê, está a mercê de possíveis ataques.<br />
<span id="more-31285"></span></p>
<p>Porém, a deusa não está sozinha. Shijima, o Cavaleiro de Virgem, se mantém ao seu lado, decidido a protegê-la das garras do Imperador do Mundo dos Mortos e seus seguidores. Quem serão os apoiadores de Hades dentro do próprio Santuário?! Quais Cavaleiros se manterão fiéis à jovem Saori?!</p>
<p>Batalhas decisivas e revelações em mais uma surpreendente edição de Next Dimension, que começa a chegar as bancas no dia 13 de maio.</p>
<p>E na mesma semana a Editora JBC lança também a edição #4 de Another, o final eletrizante do mangá, RG Veda #7, primeiro mangá do Clamp que traz mais uma capa sensacional, e Soul Eater #10, a loucura começa a se espalhar pelo mundo e o Dr. Morte e seus Artífices têm que encontrar uma forma de contra-atacar.</p>
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		<title>HQs independentes com cara de nada independente</title>
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		<pubDate>Tue, 14 May 2013 09:32:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dennis Rodrigo</dc:creator>
				<category><![CDATA[resenha hqb]]></category>
		<category><![CDATA[André Farias]]></category>
		<category><![CDATA[Cacos Cadíacos]]></category>
		<category><![CDATA[Dagliê de Freitas]]></category>
		<category><![CDATA[Draconian]]></category>
		<category><![CDATA[Paulo César Santos]]></category>

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Quem acompanha as publicações independentes percebe que a cada lançamento uma característica vem se tornando mais forte: o acabamento e o cuidado gráfico com os projetos editoriais. Como resultado desse capricho  as edições acabam com a aparência de livros e concorrendo diretamente com os álbuns das editoras.
Ou seja, são independentes, mas sem a cara [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-31249" href="http://impulsohq.com/resenha-hqb/hqs-independentes-com-cara-de-nada-independente/attachment/hqs_independentes_nada_independentes/"><img class="aligncenter size-full wp-image-31249" title="hqs_independentes_nada_independentes" src="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2013/05/hqs_independentes_nada_independentes.jpg" alt="" width="457" height="455" /></a></p>
<p>Quem acompanha as publicações independentes percebe que a cada lançamento uma característica vem se tornando mais forte: o acabamento e o cuidado gráfico com os projetos editoriais. Como resultado desse capricho  as edições acabam com a aparência de livros e concorrendo diretamente com os álbuns das editoras.</p>
<p>Ou seja, são independentes, mas sem a cara de quadrinhos independentes que se tinha em mente nos tempos que se passaram. Hoje irei falar sobre duas Hqs independentes que capricharam na sua apresentação gráfica: Draconian e Cacos Cardíacos – 1º Ato.</p>
<p>Como RPGista, travei contato com o trabalho de Paulo César Santos e André Farias nos tempos da revista Dragão Brasil, há mais de 10 anos. Ao ter em mãos a edição de Draconian (2012), com suas nove histórias sobre vampiros contemporâneos em Nova York e Paris, e ao me lembrar da excelente impressão que tive no passado, pareceu natural e merecida essa notável realização. Draconian se trata de um trabalho belo e maduro.</p>
<p><span id="more-31247"></span><a rel="attachment wp-att-31250" href="http://impulsohq.com/resenha-hqb/hqs-independentes-com-cara-de-nada-independente/attachment/draconian_03/"><img class="aligncenter size-full wp-image-31250" title="draconian_03" src="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2013/05/draconian_03.jpg" alt="" width="455" height="600" /></a></p>
<p>Com a HQ o leitor tem diante de si 126 páginas de ilustrações caprichadas, bonitas e com um engenhoso e bem empregado jogo de luz e sombra, enquanto os roteiros herdam características de seu fator de influência por excelência: tramas típicas de seções do jogo de interpretação de papéis Vampiro a Máscara (que por sua vez advém dos livros de Anne Rice, mas isso pouco ou nada importa).</p>
<p>Naturalmente, as &#8220;crônicas vampirescas&#8221; tecidas por Paulo e André lidam com o universo da manutenção da imagem necessária a &#8220;vida&#8221; em sociedade e o controle da besta interior (o predador em busca de sangue que há em cada morto-vivo), beleza e hedonismo&#8230; E esses conceitos estão em diálogos elaborados, repletos de referências a cultura pop.</p>
<p>O projeto gráfico da HQ Draconian é arrojado, bem feito, provando um esmero que foi além da arte-final de cada página. Leitura recomendada não apenas para os jogadores do famoso RPG, mas para quem aprecia texto e arte de qualidade. Essa soma que caracteriza a nona arte.</p>
<p><img class="aligncenter" src="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2012/12/daglie_01.jpg" alt="" width="455" height="600" /></p>
<p>Já Cacos Cardíacos é um convite de Dagliê de Freitas para que o leitor se divirta com a boa e velha desgraça alheia. Isso mesmo, toda desgraça que pode haver na soma entre ser jovem, adolescente, e ter o coração partido por uma paixão não correspondida ou avassalado por um amor platônico.</p>
<p>Ao longo das páginas, nas quais a narrativa tem o aspecto assumidamente de tiras e, as vezes, charges, capítulos fechados e devidamente intitulados do alto ao fim da página somam 48 situações para os personagens da HQ.</p>
<p>Tais personagens são garotos e garotas retratados no estilo de desenho de Dagliê, que parece encontrar referências na obra do mestre Charles Schultz, vivem trapalhadas românticas e Sven é a figura mais recorrente da obra, um protagonista sujeito a crença de que a felicidade está personificada na forma da pessoa amada &#8211; fator determinante para grande maioria dos personagens de Cacos Cardíacos.</p>
<p><a rel="attachment wp-att-31251" href="http://impulsohq.com/resenha-hqb/hqs-independentes-com-cara-de-nada-independente/attachment/cacos_cardiacos_02/"><img class="aligncenter size-full wp-image-31251" title="cacos_cardiacos_02" src="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2013/05/cacos_cardiacos_02.jpg" alt="" width="457" height="455" /></a></p>
<p>A HQ de Dagliê goza de um formato excelente e raro no meio autoral: tamanho americano, capa cartonada, papel couchê, totalmente em cores. Essas características garantem espaço na estande de qualquer colecionador, mas a sensibilidade de um bom de número de momentos da obra, não obstante, poderá se tornar um fragmento no coração dos leitores.</p>
<p><strong>Draconian </strong><br />
Autores: Paulo César Santos e André Farias.<br />
Edição independente<br />
126 páginas.<br />
R$ 20,00<br />
Contato: <a href="mailto:draconianhq@gmail.com" target="_blank">draconianhq@gmail.com</a></p>
<p><strong>Cacos Cardíacos</strong><br />
Autor: Dagliê de Freitas<br />
Edição Independente<br />
Álbum colorido<br />
17 x 26 cm<br />
48 páginas<br />
Contato: <a href="http://www.daglie.com" target="_blank">www.daglie.com</a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Lorde Kramus nº 6</title>
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		<pubDate>Tue, 14 May 2013 09:26:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Lebeau</dc:creator>
				<category><![CDATA[lançamentos]]></category>
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Já está disponível a sexta edição de Lorde Kramus, personagem criado por Gil Mendes em 1991. Sempre com roteiros do próprio criador, Lorde Kramus esteve inicialmente em fanzines, primeiro em forma de contos e depois em quadrinhos e, só em 2008 sua primeira revista foi publicada.
Dessa vez com 52 páginas, o leitor poderá curtir mais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-31241" href="http://impulsohq.com/noticias/lorde-kramus-n%c2%ba-6/attachment/lorde_kramus_6/"><img class="aligncenter size-full wp-image-31241" title="lorde_kramus_6" src="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2013/05/lorde_kramus_6.jpg" alt="" width="455" height="600" /></a></p>
<p>Já está disponível a sexta edição de Lorde Kramus, personagem criado por Gil Mendes em 1991. Sempre com roteiros do próprio criador, Lorde Kramus esteve inicialmente em fanzines, primeiro em forma de contos e depois em quadrinhos e, só em 2008 sua primeira revista foi publicada.</p>
<p>Dessa vez com 52 páginas, o leitor poderá curtir mais uma edição de Lorde Kramus na Era Primordial, uma época de grandes nações, onde numerosos exércitos se digladiavam por poder ou honra e poderosos guerreiros se aventuravam nas batalhas por glória ou conquista de riquezas. Uma era de grande magia, quando culturas calcadas no caos vivam sob a égide da mais ferrenha lei da natureza, o mais forte deve governar.</p>
<p>A edição vem com três histórias. “O Sétimo Harém” com roteiro de Gil Mendes e arte de Flávio Rodrigues apresenta o desenrolar do destino de Lorde Kramus depois de sofrer um naufrágio e chegar a uma ilha dominada por um poderoso mago que com um encanto prende a alma do guerreiro Krorher a um cristal mágico e, ameaçando matá-lo, força Kramus a capturar uma feiticeira rival. Paixão, sensualidade e feitiçaria envolvem mais um capítulo da história do maior guerreiro de Krorher.</p>
<p><span id="more-31240"></span><a rel="attachment wp-att-31242" href="http://impulsohq.com/noticias/lorde-kramus-n%c2%ba-6/attachment/lorde_kramus_6_02/"><img class="aligncenter size-full wp-image-31242" title="lorde_kramus_6_02" src="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2013/05/lorde_kramus_6_02.jpg" alt="" width="455" height="600" /></a></p>
<p>Em “Contos de Mandragons &#8211; O Gigante” com roteiro e arte de  Danilo Dias o leitor conhecerá como a humanidade se tornou a maior ameaça da galáxia. Nossa fome de conquista voraz chega aos planetas mais distantes. É assim que uma poderosa criatura alcança o até então pacífico mundo de Lockout e Mustaphy, dois guerreiros Dragões que tem de lutar não só por suas vidas, mas também para preservar aquilo que seu povo tanto almeja, a paz definitiva.</p>
<p>E para dar uma diferenciada na revista, nesta edição o leitor irá curtir a história “A Tribo &#8211; Conheça Portal” com roteiro e arte de Junior Cortizo. Na história o leitor acompanha uma personagem que é membro de um grupo de super seres com capacidades especiais. Esse grupo foi treinado para sobreviver às situações que mais ninguém conseguiria, aqui, Portal apresenta suas armas, pois para ela, o inimigo é o alvo.</p>
<p>Para completar a edição, a revista traz cadernos de rascunhos dos artistas onde descrevem seus estudos para a produção de suas criações.</p>
<p>Lorde Kramus nº 6 pode ser encontrada nas bancas e lojas especializadas com distribuição de Comix Book Shop e Devir Livraria ou na loja virtual Bodegadoleo.com.br ou você pode entrar em contato direto com Gil Mendes pelo e-mail <a href="mailto:lordekramus@gmail.com" target="_blank">lordekramus@gmail.com</a>.<br />
Para saber mais e acompanhar as notícias sobre Lorde Kramus e suas aventuras visite o blog <a href="http://www.lordekramus.blogspot.com.br/" target="_blank">www.lordekramus.blogspot.com.br</a>.</p>
<p><strong>Lorde Kramus nº6</strong><br />
Arte da Capa: Celso Mathias<br />
Capa Colorida<br />
Miolo P&amp;B<br />
21&#215;27cm<br />
52 páginas<br />
R$ 6,50</p>
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		<title>Batman – O que Aconteceu ao Cavaleiro das Trevas?</title>
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		<pubDate>Mon, 13 May 2013 09:30:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Dark</dc:creator>
				<category><![CDATA[Nas bancas / Nas livrarias]]></category>
		<category><![CDATA[Andy Kubert]]></category>
		<category><![CDATA[Batman]]></category>
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A última história do Batman.
A ideia não é nova e muito menos inédita. Além do que, mesmo se não houvesse histórias do tipo, com certeza muitos fãs já se perguntaram como isso aconteceria.
A última história de qualquer personagem de quadrinhos nem sempre tem que estar ligada com sua morte. Em muitos casos, pode ser uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-31225" href="http://impulsohq.com/nas-bancas-nas-livrarias/batman-%e2%80%93-o-que-aconteceu-ao-cavaleiro-das-trevas/attachment/batman_neil_gaiman/"><img class="aligncenter size-full wp-image-31225" title="batman_neil_gaiman" src="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2013/05/batman_neil_gaiman.jpg" alt="" width="455" height="600" /></a></p>
<p>A última história do Batman.</p>
<p>A ideia não é nova e muito menos inédita. Além do que, mesmo se não houvesse histórias do tipo, com certeza muitos fãs já se perguntaram como isso aconteceria.</p>
<p>A última história de qualquer personagem de quadrinhos nem sempre tem que estar ligada com sua morte. Em muitos casos, pode ser uma mera aposentadoria ou mesmo um evento onde ele pretenda passar a responsabilidade que carrega para alguém mais jovem, mais capacitado para os novos tempos.</p>
<p>Porém, quando falamos do fim de um personagem de quadrinhos, existem aqueles cujo único final imaginável seria a morte. E talvez não haja nenhum outro candidato melhor (ou pior, depende do ponto de vista) para isso do que&#8230; Batman. Sim, é possível imaginá-lo se casando e constituindo família, passando o manto para outro&#8230; Mas isso foi feito na Era de Prata dos Quadrinhos e, já ali, se tornou algo datado, algo que não seria tão aceitável nos dias de hoje.</p>
<p><span id="more-31224"></span><a rel="attachment wp-att-31226" href="http://impulsohq.com/nas-bancas-nas-livrarias/batman-%e2%80%93-o-que-aconteceu-ao-cavaleiro-das-trevas/attachment/batman_neil_gaiman_04/"><img class="aligncenter size-full wp-image-31226" title="batman_neil_gaiman_04" src="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2013/05/batman_neil_gaiman_04.jpg" alt="" width="455" height="600" /></a></p>
<p>Ok, seria possível limitá-lo de suas capacidades físicas (afinal, a idade chega até para os heróis) e se tornar uma espécie de “treinador” ao invés de ser o “jogador” no ambiente em que atuava. E isso é algo que já fizeram na animação Batman Beyond (ou Batman do Futuro). Ou mesmo fazê-lo ignorar essas limitações e continuar socando vilões até palpitações em seu envelhecido coração dizerem em alto e bom pulso que é hora de descansar. Mas isso é algo que já fizeram com a minissérie Cavaleiro das Trevas.</p>
<p>A verdade é que Batman conseguiu a façanha de se tornar um mito, um quase semideus, sem nem ao menos ter um poder extra-humano. Batman é o Batman. E ninguém mais consegue ser o Batman. Todas as imitações não conseguiram ser mais do que imitações.</p>
<p>A admiração pelo personagem, até onde tenho conhecimento, é unânime entre público, crítica e profissionais. E o escritor inglês Neil Gaiman não é indiferente a isso. O estilo de Gaiman é algo diferenciado do gênero de super-heróis, mas foi através dele que conseguiu alavancar seu nome na indústria dos quadrinhos americanos. Mesmo seu maior sucesso já publicado, a série de terror e fantasia Sandman, se passava no universo onde convivem Superman, Batman, Flash, Mulher Maravilha, entre outros. Mas era a visão que Gaiman trazia para esse universo que o diferenciava dos demais.</p>
<p><a rel="attachment wp-att-31227" href="http://impulsohq.com/nas-bancas-nas-livrarias/batman-%e2%80%93-o-que-aconteceu-ao-cavaleiro-das-trevas/attachment/batman_neil_gaiman_03/"><img class="aligncenter size-full wp-image-31227" title="batman_neil_gaiman_03" src="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2013/05/batman_neil_gaiman_03.jpg" alt="" width="455" height="600" /></a></p>
<p>Portanto, nada mais curioso (para não dizer honroso) do que trazer para as mãos de Gaiman a responsabilidade de uma última história para o Batman. Seu estilo próprio não traz a mera ação de uma aventura que acaba em tragédia. Afinal, se assim fosse, teríamos um evento que levasse ao esperado (e anunciado) fim, ao invés da única história contada por ele, em humildes duas partes. O que temos é algo que não fala de morte&#8230; mas de tributo a um personagem tão querido. Ou, como o próprio Gaiman chama sua introdução para este especial, uma carta de amor.</p>
<p>O tributo tem um molde muito parecido com o que outro famoso escritor inglês, Alan Moore, fez com o Superman quando contou sua última história (não por acaso, chamada O Que Aconteceu ao Homem de Aço). Ironicamente, a história com o tão plausível Batman chega a ser mais fantasiosa do que o final sugerido ao Superman. Em parte pela visão e ritmo poéticos que Gaiman cria no decorrer da história.</p>
<p><a rel="attachment wp-att-31228" href="http://impulsohq.com/nas-bancas-nas-livrarias/batman-%e2%80%93-o-que-aconteceu-ao-cavaleiro-das-trevas/attachment/batman_neil_gaiman_02/"><img class="aligncenter size-full wp-image-31228" title="batman_neil_gaiman_02" src="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2013/05/batman_neil_gaiman_02.jpg" alt="" width="455" height="600" /></a></p>
<p>Tendo apenas duas histórias (ambas desenhadas por Andy Kubert), para completar essa caprichadíssima edição lançada pela Panini, ainda temos outras histórias (ou visões, como preferirem) criadas por Neil Gaiman. Desde uma divertida versão dos bastidores de uma história de Batman e Coringa, com desenhos do peculiar Simon Bisley (publicada originalmente no especial Batman em Branco e Preto), até um passeio pela mente de perigosos antagonistas do homem-morcego (incluindo uma interessante observação por um sessentista Charada, que se mostra chocado com o tom pesado das histórias publicadas décadas depois de sua era de inocência).</p>
<p>Também faz parte do especial um curioso “caderno de esboços” de Andy Kubert para o planejamento da história que dá nome a esse especial.</p>
<p>Todos estão lá. Os heróis que o acompanharam, os vilões, os personagens coadjuvantes, as diversas ideias de artistas e escritores que enriqueceram a mitologia do personagem e, claro, a cidade. Gotham City, quase um ser monstruoso que era tão presente nas histórias quanto seus habitantes. Uma espécie de vilão com o qual Batman tinha plena consciência de que não superar.</p>
<p><a rel="attachment wp-att-31229" href="http://impulsohq.com/nas-bancas-nas-livrarias/batman-%e2%80%93-o-que-aconteceu-ao-cavaleiro-das-trevas/attachment/batman_neil_gaiman_05/"><img class="aligncenter size-full wp-image-31229" title="batman_neil_gaiman_05" src="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2013/05/batman_neil_gaiman_05.jpg" alt="" width="457" height="455" /></a></p>
<p>Batman sempre esteve a um passo a frente de todos, amigos e inimigos. Menos de Gotham City. A cidade é um gigante que não pode ser enfrentado, uma tempestade sombria que está sempre presente contra a qual só existe uma saída para encará-la de frente. Respeitando-a. E foi justamente assim que Batman se tornou o sinônimo de Gotham City.</p>
<p>E Gotham City se tornou o sinônimo de Batman, herói que o mundo, fictício ou real, aprendeu a respeitar.</p>
<p><strong>Batman </strong>– <strong>O que Aconteceu ao Cavaleiro das Trevas?</strong><br />
Editora Panini – DC Comics<br />
Roteiro: Neil Gaiman<br />
Arte: Andy Kubert, Simon Bisley, Mark Buckingham, Mike Hoffman e Bernie Mireault<br />
Arte-final: Scott Williams, Nansi Hoolahan, Kevin Nowlan e Matt Wagner<br />
Lombada quadrada<br />
Colorido<br />
17 x 26 cm<br />
132 páginas<br />
R$ 21,90</p>
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