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	<title>Impulso HQ &#187; realidade alternativa</title>
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		<title>Cinema HQ: quadrinhos desconhecidos que são adaptados</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Dec 2011 10:50:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Denilson Reis</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
Com o “Boom” das adaptações das Histórias em Quadrinhos para o cinema, algumas HQs pouco conhecidas do público brasileiro ou graphic novels inéditas no país acabam chegando às telas de cinema. Veja alguns exemplos:
Kick-Ass: Quebrando Tudo
Um dos filmes mais bacanas dos últimos tempos baseado numa HQ! Não é um superfilme, mas é bacana, pois é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2011/12/cine_hq_13.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-22628" title="cine_hq_13" src="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2011/12/cine_hq_13.jpg" alt="" width="455" height="600" /></a></p>
<p>Com o “Boom” das adaptações das Histórias em Quadrinhos para o cinema, algumas HQs pouco conhecidas do público brasileiro ou graphic novels inéditas no país acabam chegando às telas de cinema. Veja alguns exemplos:</p>
<p><strong>Kick-Ass: Quebrando Tudo</strong><br />
Um dos filmes mais bacanas dos últimos tempos baseado numa HQ! Não é um superfilme, mas é bacana, pois é divertido e agrada em cheio aos fãs de HQs.</p>
<p>Qual jovem “nerd” nunca sonhou em ser um super-herói? Pois o adolescente Dave coloca seu sonho na prática e torna-se o Kick-Ass. Mas, e os poderes? Argumenta ele, que Batman também não tem poderes especiais. É fantástico!</p>
<p><span id="more-22627"></span>A brincadeira de Dave fica séria quando encontra Big Dady – interpretado por Nicholas Cage – e sua filhinha Hot Girl. Kick-Ass é uma HQ do selo Icon da Marvel Comics, escrita por Mark Millar e desenhada por Jonh Romita Jr, levada às telas pelo diretor Matthen Vaughn.</p>
<p><strong>Terror na Antártida</strong><br />
Embora o nome possa sugerir algo relacionado a filmes de terror, na realidade não há nenhum ser sobrenatural, alienígena ou um psicopata na história. O filme é um suspense policial baseado na graphic novel de Greg Rucka e Steve Lieber, “Whiteout”, que no Brasil ganhou o nome de “Morte no Gelo”. Aliás, bem mais adequado que o nome do filme.</p>
<p>A adaptação ficou bem fiel a HQ, inclusive com cenas muito próximas dos enquadramentos da HQ, além dos cenários e da caracterização dos personagens. O filme é de 2009 e foi dirigido por Dominic Sena, estrelado por Kate Backinsale, que interpreta a agente federal Carrie Stetko.</p>
<p><strong>RED – Aposentados e Perigosos</strong><br />
Baseado na série de HQ escrita por Warren Ellis e desenhada por Cully Hamner para a WildStorm, o filme mostra um grupo de agentes da CIA aposentados, mas perseguidos por saber certos segredos da corporação.</p>
<p>Embora o filme tenha roteiro do criador da HQ, Ellis, ele não ficou 100% fiel às primeiras HQs, lançadas no Brasil pela Panini Comics. A idéia do agente aposentado e perseguido está certa, mas alguns personagens foram adaptados.</p>
<p>O filme é bacana, com muita ação e bem dirigido por Robert Schwentke. Além disso, traz o ator Bruce Willis no papel do agente Frank. Willis, aliás, tem feito ótimos papéis a partir de personagens de HQ. Afinal, sua pinta de durão e canastrão são idéias para estes tipos de personagens.</p>
<p><strong>Ilustração: </strong>Rogério de Sousa (RS)</p>
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		<title>Júlio Emílio Braz em Alvorada</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Dec 2011 11:02:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Denilson Reis</dc:creator>
				<category><![CDATA[realidade alternativa]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças na Escuridão]]></category>
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		<category><![CDATA[Júlio Emílio Braz]]></category>
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Em 1990, eu Denilson, já era um fanzineiro e estive no Rio de Janeiro, e aproveitei a minha estadia na cidade maravilhosa para conhecer algumas figuras importantes do Quadrinho Nacional. Uma delas foi o roteirista Júlio Emílio Braz, na época, já consagrado como um dos melhores roteiristas de quadrinhos do Brasil e envolvido com projetos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2011/11/denilson_julio_01.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-22473" title="denilson_julio_01" src="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2011/11/denilson_julio_01.jpg" alt="" width="457" height="455" /></a></p>
<p>Em 1990, eu Denilson, já era um fanzineiro e estive no Rio de Janeiro, e aproveitei a minha estadia na cidade maravilhosa para conhecer algumas figuras importantes do Quadrinho Nacional. Uma delas foi o roteirista Júlio Emílio Braz, na época, já consagrado como um dos melhores roteiristas de quadrinhos do Brasil e envolvido com projetos de publicação de seus trabalhos na Bélgica, como o álbum de Tamba.</p>
<p>Duas décadas depois, tive o privilégio de rever Júlio Emílio Braz, agora como anfitrião. Júlio esteve na Escola Brigadeiro Antônio Sampaio, em Alvorada (RS), onde trabalho como professor, através do projeto Lendo Para Valer, uma parceria da Câmara Riograndense do Livro e a Secretaria Estadual da Educação, que aproveita a vinda dos escritores de Literatura à Feira do Livro de Porto Alegre e os leva às escolas para que os alunos travem contato com as obras do autor.</p>
<p><span id="more-22472"></span>Júlio Emílio falou aos alunos num primeiro momento de boas vindas, no pátio e depois em ambiente reservado, conversou com os alunos de 8ª série. Foi muito simpático e atencioso, e durante todo o encontro mostrou uma grande empatia com a galera.</p>
<p><a href="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2011/11/denilson_julio_02.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-22474" title="denilson_julio_02" src="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2011/11/denilson_julio_02.jpg" alt="" width="457" height="455" /></a></p>
<p>O autor falou sobre sua trajetória que começou como roteirista de HQ e de TV, para depois migrar para a Literatura. Também respondeu a questões formuladas pelos alunos a partir da leitura de seus livros.</p>
<p>Conversei muito sobre quadrinhos com Júlio, que revelou que sua produção de roteiros para HQ não parou, mais por uma questão sentimental de alguém que é colecionador e apaixonado pela 9ª Arte. Disse ver com otimismo a nova safra de produção de HQ Nacional com belos trabalhos.</p>
<p>Perguntei sobre projetos dele com a HQ: “Estou trabalhando com adaptações literárias, mas nada muito certo ainda. O Mozart Couto está desenhando a quadrinização do meu livro “Crianças na Escuridão”, que em breve deverá ser publicado”. Boa notícia!</p>
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		<title>6º Mutação: como foi</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Nov 2011 09:34:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Denilson Reis</dc:creator>
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Rafael Coutinho e Denilson Reis
Neste ano de 2011 tivemos a sexta edição do Mutação: HQs, Zines &#38; Outras Histórias, na edição número 57º da Feira do Livro de Porto Alegre. A atividade já se tornou uma das atrações tradicionais da Feira com palestras, oficinas, bate-papos e lançamentos.
Esta edição contou com a presença de vários quadrinhistas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2011/11/6_mutacao_01.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-22207" title="6_mutacao_01" src="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2011/11/6_mutacao_01.jpg" alt="" width="457" height="455" /></a><em></em></p>
<p style="text-align: center;"><em>Rafael Coutinho e Denilson Reis</em></p>
<p>Neste ano de 2011 tivemos a sexta edição do Mutação: HQs, Zines &amp; Outras Histórias, na edição número 57º da Feira do Livro de Porto Alegre. A atividade já se tornou uma das atrações tradicionais da Feira com palestras, oficinas, bate-papos e lançamentos.</p>
<p>Esta edição contou com a presença de vários quadrinhistas renomados como João Lin, da revista Ragú, que ministrou uma oficina de desenho. Também tivemos a participação de Rafael Coutinho e Guazzelli falando sobre suas obras e produções em andamento.</p>
<p>Aliás, Guazzelli também falou de cinema, e sobre animação ao lado de Otto Guerra.</p>
<p style="text-align: center;"><span id="more-22206"></span><a href="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2011/11/6_mutacao_02.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-22208" title="6_mutacao_02" src="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2011/11/6_mutacao_02.jpg" alt="" width="457" height="455" /></a><em></em></p>
<p style="text-align: center;"><em>Denilson Reis e André Diniz</em></p>
<p>André Diniz, Edgar Vasques e Goida palestraram sobre seus mais recentes lançamentos: A Cachoeira de Paulo Alfonso, Tragédia na Rua da Praia e Enciclopédia dos Quadrinhos, respectivamente.</p>
<p>Houve espaço para quadrinhos e educação, onde oficinas sobre o tema froam ministradas por Sonia Luyten, Rosana Rios e João Marcos.</p>
<p>O evento encerrou com a palestra “Tex no Brasil: uma história em 500 edições”, com Romir Rodrigues e Gervásio Santana.</p>
<p>Com já é de costume, levei a revista Quadrante Sul para circular entre os convidados, que sempre muito atenciosos, elogiaram o trabalho. Este ano não tivemos a revista do Mutação na Feira que, segundo André Alves, o organizador do evento, deverá voltar em 2012, bem como o retorno do espaço dedicado aos fanzines, a cargo do Grupo Quadrante Sul.</p>
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		<title>Maurício de Sousa em Alvorada (RS): como foi</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Nov 2011 11:01:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Denilson Reis</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Alvorada]]></category>
		<category><![CDATA[Mauricio de Sousa]]></category>
		<category><![CDATA[turma da Mônica]]></category>

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Maurício de Sousa esteve em Alvorada, cidade da região metropolitana de Porto Alegre, como convidado da 12ª Feira do Livro do município, no dia 21 de outubro. Foi a primeira vez que um quadrinhista é convidado para participar do principal evento cultural do município, após 12 anos de existência.
Com tamanha atração, o público compareceu em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2011/11/mauricio_alvorada.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-21950" title="mauricio_alvorada" src="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2011/11/mauricio_alvorada.jpg" alt="" width="457" height="455" /></a></p>
<p>Maurício de Sousa esteve em Alvorada, cidade da região metropolitana de Porto Alegre, como convidado da 12ª Feira do Livro do município, no dia 21 de outubro. Foi a primeira vez que um quadrinhista é convidado para participar do principal evento cultural do município, após 12 anos de existência.</p>
<p>Com tamanha atração, o público compareceu em massa no evento para prestigiar um dos grandes mestres do quadrinho nacional.</p>
<p>Como faz em várias atividades que participa, Maurício veio acompanhado da Turma da Mônica que encantaram principalmente as crianças, embora fosse possível ver alguns adultos apontando para os bonecos e mostrando para seus filhos, nessa hora é difícil não voltar à infância.</p>
<p><span id="more-21949"></span>Maurício subiu ao palco principal para conversar e falar ao público geral sobre sua carreira e a importância da leitura para as crianças e, porque não, adultos.</p>
<p>Após, em ambiente reservado atendeu a 100 felizardos que puderam pegar autógrafos e tirar fotos com o mestre. Este fato não agradou o público em geral, pois como era de se esperar, a grande maioria não conseguiu uma das 100 senhas distribuídas para os autógrafos.</p>
<p>Apesar disso, Maurício de Sousa foi muito atencioso com aqueles a que atendeu. Tirou fotos, sempre sorridente, conversou com os pais e dava conselho às crianças, perguntando sobre como estavam os estudos e se gostavam de ler.</p>
<p>Tive a oportunidade de conversar com o mestre, que me atendeu com muita simpatia, além de autografar minhas revistas – veja foto que abre este post. Também lhe entreguei um exemplar da revista Quadrante Sul 4 e falei sobre nosso projeto de quadrinhos. Maurício disse que gostou muito dos desenhos e elogiou o trabalho de edição e produção gráfica da revista.</p>
<p>Comentava-se nos bastidores que todas as revistas e livros com o nome de Maurício de Sousa foram vendidas naquela tarde, provando que Maurício tem um carisma gigantesco.</p>
<p>Agora é esperar que tal fato leve os organizadores a investirem em outros nomes consagrados do Quadrinho Nacional para as futuras edições da Feira do Livro e para os outros eventos culturais da cidade.</p>
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		<title>Heróis Marvel – Elektra</title>
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		<pubDate>Tue, 25 Oct 2011 11:06:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Denilson Reis</dc:creator>
				<category><![CDATA[realidade alternativa]]></category>
		<category><![CDATA[Bill Sienkiewicz]]></category>
		<category><![CDATA[Demolidor]]></category>
		<category><![CDATA[Elektra]]></category>
		<category><![CDATA[Frank Miller]]></category>
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Elektra chama atenção de muitos desde que apareceu para contracenar ao lado do Demolidor, na extinta revista Superaventuras Marvel, publicada aqui no Brasil pela Editora Abril, nos anos 1980/90.
Criada por Frank Miller, em 1980, a heroína não possui nenhum poder especial e combate os inimigos ou caça recompensas, usando apenas suas habilidades como ninja e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2011/10/elektra_marvel.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-21766" title="elektra_marvel" src="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2011/10/elektra_marvel.jpg" alt="" width="455" height="600" /></a></p>
<p>Elektra chama atenção de muitos desde que apareceu para contracenar ao lado do Demolidor, na extinta revista Superaventuras Marvel, publicada aqui no Brasil pela Editora Abril, nos anos 1980/90.</p>
<p>Criada por Frank Miller, em 1980, a heroína não possui nenhum poder especial e combate os inimigos ou caça recompensas, usando apenas suas habilidades como ninja e atleta olímpica. Suas armas são adagas ninjas e punhais de dois gumes, muito bem manejados pela moça.</p>
<p>Elektra Natchios nasceu na Ilha de Creta e é filha de um embaixador grego. Foi para os Estados Unidos estudar e acabou conhecendo o jovem Matt Murdok, pelo qual acabou se apaixonando. Após ver seu pai morrer pelas mãos de seqüestradores, voltou para a Europa e passou a treinar artes marciais, onde se aperfeiçoou no Oriente.</p>
<p><span id="more-21765"></span>A partir de então, passou a viver como uma caçadora de recompensas. Voltando para os Estados Unidos para caçar criminosos, acabou encontrando sua velha paixão, Matt Murdok, agora na identidade de Demolidor. Juntos vão viver uma nova paixão e emocionantes aventuras em combates, especialmente Mercenário.</p>
<p>Nas HQs, sua mais recomendada saga é “Elektra Assassina”, com roteiros de Frank Miller e desenhos do magnífico Bill Sienkiewicz, que fugiu do padrão normal para explorar outras técnicas de desenhos que assustaram os mais conservadores.</p>
<p>Com o boom das grandes produções de super-heróis no cinema, Elektra ganhou um longa-metragem, após aparecer no filme do Demolidor. Mas o filme – que até apresenta uma introdução interessante – não deslancha. O espectador pouco conhecedor das HQs de Elektra não tem esclarecimento sobre algumas tramas, como a organização Tentáculo.</p>
<p>O filme acaba virando apenas mais uma aventura para entretenimento com a beleza de Jennifer Garner.</p>
<p><strong>Ilustração: </strong>Anderson Ferreira &amp; Diego Müller</p>
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		<title>Quadrinho nacional – Solar, 3 Centos e Grandes Encontros</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Oct 2011 11:03:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Denilson Reis</dc:creator>
				<category><![CDATA[realidade alternativa]]></category>
		<category><![CDATA[Edgard Guimarães]]></category>
		<category><![CDATA[Grandes Encontros]]></category>
		<category><![CDATA[Samicler Gonçalves]]></category>
		<category><![CDATA[Solar]]></category>
		<category><![CDATA[Três Centos de Cartuns]]></category>
		<category><![CDATA[Wellington Srbek]]></category>

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Solar
Personagem criado na década de 1990 por Wellington Srbek, Solar tem suas histórias recontadas em duas edições: “Renascimento” e “Solo Sagrado”. Solar é Gabriel Ribeiro, um cidadão aparentemente comum que ganha o poder de voar e acaba meio perdido com o poder num primeiro momento assustador.
Mas Srbek não criou um herói estereotipado tal como encontramos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2011/10/hq_nacional_12.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-21677" title="hq_nacional_12" src="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2011/10/hq_nacional_12.jpg" alt="" width="457" height="455" /></a></p>
<p><strong>Solar</strong><br />
Personagem criado na década de 1990 por Wellington Srbek, Solar tem suas histórias recontadas em duas edições: “Renascimento” e “Solo Sagrado”. Solar é Gabriel Ribeiro, um cidadão aparentemente comum que ganha o poder de voar e acaba meio perdido com o poder num primeiro momento assustador.</p>
<p>Mas Srbek não criou um herói estereotipado tal como encontramos em dezenas de revistas. Solar tem toda uma mitologia ligada a tribos indígenas amazônicas, que com certeza vem dos conhecimentos de História do Professor Wellington Srbek.</p>
<p>O roteiro é muito bom e conta com ótimos desenhos de Rubens Lima, com algumas expressões de rosto dos personagens que lembram o estilo de Barry Smith. Na segunda edição colaboram também os desenhistas Luiciano Irrthum e Laz Muniz. Contatos pelo site <a href="http://www.maisquadrinhos.com.br" target="_blank">www.maisquadrinhos.com.br</a>.</p>
<p><strong><span id="more-21676"></span>Três Centos de Cartuns</strong><br />
Com a finalidade de organizar sua produção, o fanzineiro e editor independente Edgard Guimarães criou o selo EGO. Sua segunda publicação especial do ano de 2010 foi Três Centos de Cartuns, onde Edgard apresenta uma compilação com trezentos cartuns, que haviam sido publicados nas últimas duas décadas nos mais diversos fanzines espalhados pelo Brasil.</p>
<p>Os cartuns foram produzidos, intencionalmente, num total de seis, com o mesmo tema que podem ser lidos individualmente, mas que, ao se ler, no contexto geral, tornam-se uma pequena HQ devido ao autor ter amarrado muito bem um cartum ao outro.</p>
<p>Os temas variam muito, indo da política à crítica social, mas mais preocupados em fazer um bom humor, independente da reflexão do leitor. Contato pelo e-mail <a href="mailto:edgard@ita.br" target="_blank">edgard@ita.br</a>.</p>
<p><strong>Grandes Encontros</strong><br />
Engana-se quem pensa que no Brasil não se produz HQs de super-heróis no bom estilo comics. A SG Arte Visual, editora capitaneada por Samicler Gonçalves, do famoso herói Cometa, traz a publicação Grandes Encontros 1 para mostrar dois super-heróis brasileiros que nada devem aos gringos: Brasor Fênix e Máximus.</p>
<p>A revista também apresenta o sistema dos estadunidenses de produção em equipe. O roteiro é de Antônio Tadeu, a arte de Leonardo Laino e Zé Carlos, com as cores de Jocivaldo Alves.</p>
<p>A história não fugiu aos padrões, com os heróis se encontrando para um combate, até juntarem forças contra um inimigo comum. Já a arte é muito boa e a revista, com 26 páginas coloridas, é bem editada. Contato pelo e-mail <a href="mailto:cometa@sgarte.com.br" target="_blank">cometa@sgarte.com.br</a>.</p>
<p><strong>Ilustração:</strong> Rubens Lima</p>
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		<title>Cinema HQ – o cowboy, o diabo e os mutantes</title>
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		<pubDate>Thu, 13 Oct 2011 12:08:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Denilson Reis</dc:creator>
				<category><![CDATA[realidade alternativa]]></category>
		<category><![CDATA[FOX]]></category>
		<category><![CDATA[hellboy]]></category>
		<category><![CDATA[Jonah Hex]]></category>
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Jonah Hex – O Caçador de Recompensas
Jonah Hex saiu das páginas das HQs (Histórias em Quadrinhos), criado por John Albano e Tony DeZuñiga, para a editora norte-americana DC Comics. É um personagem forte e marcante, que atualmente vem ganhando sucesso nas mãos do roteirista Jimmy Palmiotti.
O filme é bastante fiel à idéia do mito Hex, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2011/10/cine_hq_hex.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-21617" title="cine_hq_hex" src="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2011/10/cine_hq_hex.jpg" alt="" width="455" height="600" /></a></p>
<p><strong>Jonah Hex – O Caçador de Recompensas</strong><br />
Jonah Hex saiu das páginas das HQs (Histórias em Quadrinhos), criado por John Albano e Tony DeZuñiga, para a editora norte-americana DC Comics. É um personagem forte e marcante, que atualmente vem ganhando sucesso nas mãos do roteirista Jimmy Palmiotti.</p>
<p>O filme é bastante fiel à idéia do mito Hex, um andarilho com cicatrizes e caçador de recompensas cruel, vivendo no Velho Oeste. O filme captou bem a crueldade da vida de Hex, embora, como todos os filmes baseados em HQs, tem suas licenças poéticas. Josh Brolin encarnou bem o personagem, enquanto o competentíssimo John Malkovich interpreta o vilão Turnbull. Ainda no elenco a bela Megan Fox, que consegue encarar bem o rosto deformado do herói.</p>
<p><span id="more-21616"></span><strong>Hellboy 2 – O Exército Dourado</strong><br />
Assim como nos quadrinhos, o personagem Hellboy também vem me surpreendendo em sua transposição para as telonas. Quando li a primeira HQ do personagem achei muito chata. O primeiro filme também não gostei. Mas, quando comecei a ler as outras histórias, aos poucos, fui mudando minha primeira impressão sobre Hellboy e, talvez, isso tenha contribuído para ter achado este segundo filme bem mais legal que o primeiro.</p>
<p>Para começar a história de Hellboy – O Exército Dourado é mais simples, embora com forte conteúdo fantástico. Além disso, tem muito mais cenas de aventura. Ao longo do filme, vão desfilando uma série de criaturas bizarras; algumas enfrentadas por Hellboy em confrontos legais com ótimos efeitos especiais. Também devo ressaltar que, tal como no filme anterior, a caracterização dos personagens ficou fantástica.</p>
<p><strong>X-Men – Primeira Classe</strong><br />
Com o sucesso da trilogia X-Men, a Fox continua investindo nos mutantes da Marvel. Primeiro veio o filme X-Men Origens – Wolverine e agora X-Men – Primeira Classe, onde temos o primeiro encontro do Professor Xavier com Magneto e a formação da primeira turma de jovens mutantes, que depois ficariam famosos como os X-Men.</p>
<p>Tinha certo receio quanto a este filme, e acreditava que seria um fracasso, mas fui surpreendido com uma boa história, divertida e em certos momentos, emocionante. Achei o contexto histórico – Guerra Fria – muito bem explorado e usado como mote para o confronto dos X-Men contra o Clube do Inferno. Mais uma vez os personagens estão bem caracterizados, além de abrir o leque para muitas tramas a serem aproveitadas em possíveis futuras películas.</p>
<p><strong>Ilustração:</strong> Gervásio Santana &amp; Jerônimo Souza</p>
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		<title>Conan, o bárbaro 2011</title>
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		<pubDate>Thu, 06 Oct 2011 12:32:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Denilson Reis</dc:creator>
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A Expectativa
Quase três décadas após as duas primeiras aventuras do cimério no cinema e dez anos aguardando o lançamento do filme, após muitos boatos, projetos, atores, diretores, produtores e roteiristas serem anunciados/substituídos, finalmente, em 16 de setembro, estreou no Brasil, Conan, O Bárbaro, acabando com a ansiedade dos fãs. Imperava uma grande expectativa quanto a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2011/10/conan_realidade_alternativa.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-21439" title="conan_realidade_alternativa" src="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2011/10/conan_realidade_alternativa.jpg" alt="" width="455" height="600" /></a></p>
<p><strong>A Expectativa</strong><br />
Quase três décadas após as duas primeiras aventuras do cimério no cinema e dez anos aguardando o lançamento do filme, após muitos boatos, projetos, atores, diretores, produtores e roteiristas serem anunciados/substituídos, finalmente, em 16 de setembro, estreou no Brasil, Conan, O Bárbaro, acabando com a ansiedade dos fãs. Imperava uma grande expectativa quanto a retomada de Conan nos cinemas.</p>
<p>Após o fantástico filme de 1982, com Arnold Schwazenegger no papel principal, e uma sequência muito aquém do esperado em 1984, todos se perguntavam: este filme de 2011, com Jason Momoa no papel de Conan, vai emplacar?</p>
<p><span id="more-21438"></span> <strong>O Filme</strong><br />
Conan, O Bárbaro, de Marcus Nispel, é um bom filme, pois apresenta o universo de Conan muito fiel às Histórias em Quadrinhos e consegue mostrar aventura, magia, violência, humor e romance nas doses certas, sem forçar a barra com o intuito de agradar velhos ou novos fãs do cimério. Mas o filme tem aspectos que superam a expectativa e outros que deixam a desejar, o que acabou dividindo a crítica.</p>
<p><strong>Aspectos Positivos</strong><br />
O universo dos quadrinhos foi bastante aproveitado. O nascimento de Conan, no campo de batalha, nos parece que estamos vendo a obra de Kurt Busiek e Greg Ruth para a editora Dark Horse. Aliás, quadrinhos atuais de Conan são referência para o filme, principalmente na escolha do ator e da caracterização do personagem. Mas algumas cenas lembram muito a saudosa revista “Espada Selvagem de Conan”, publicada pela Marvel, em especial quando o personagem luta contra os ‘guerreiros de areia’ saltando sobre prédios de madeira. Muito boa também é a interpretação dada por Momoa; O ator incorporou fantasticamente o personagem. O melhor ficou com o enfrentamento do jovem Conan contra um grupo de Pictos. A cena é selvagem!</p>
<p><strong>Correções Necessárias</strong><br />
Nem tudo é bom no filme. Para começar, o roteiro é fraco e poderiam ter usado o recurso do flashback para contar mais da vida de Conan antes da eterna busca por vingança. A trilha sonora não é marcante, deixando de criar o clima necessário para a expectativa da cena. Para um filme de ‘espada &amp; magia’, sobrou espada e faltou magia. Por fim, o vilão Khalar Zym – mesmo que Stephen Lang o interprete bem – não tem a aura sinistra que bota medo só com o olhar. Bem mais cruel é sua filha Marique (Rose McGowan).</p>
<p><strong>Considerações Finais</strong><br />
O filme de 1982 é um clássico do cinema baseado em quadrinhos, pois foi o primeiro a levar o universo de Robert Ervin Howard para as telas e causou aquele impacto. Como a primeira vez é muito impactante – até por que foi bem feita – e a gente nunca esquece. O filme de 2011 tem esta desvantagem, mas em momento algum temos um péssimo filme, daqueles que não deveria ser feito. Embora este novo filme de Conan seja fruto de sua época, é uma bela aventura que, mesmo com um roteiro fraco, agrada aos fãs que ficaram quase três décadas na fila, esperando pela volta do cimério às telonas.<br />
<strong><br />
Ilustração: </strong>Jusciano Juck Carvalho (SP)</p>
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		<title>Comic Con RS: como foi</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Sep 2011 12:02:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Denilson Reis</dc:creator>
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Quase duas décadas depois, Porto Alegre foi palco de um novo evento de quadrinhos voltado para a temática comics, ou se preferirem, super-heróis. Mas, claro que não foi só sobre super-heróis que se discutiu, debateu e se apresentou nas palestras, painéis e bate-papos da Multiverso Comic Con RS.
Já estamos acostumados aos eventos de anime/mangá, voltados [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2011/09/sketchs_01.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-21333" title="sketchs_01" src="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2011/09/sketchs_01.jpg" alt="" width="457" height="455" /></a></p>
<p>Quase duas décadas depois, Porto Alegre foi palco de um novo evento de quadrinhos voltado para a temática comics, ou se preferirem, super-heróis. Mas, claro que não foi só sobre super-heróis que se discutiu, debateu e se apresentou nas palestras, painéis e bate-papos da Multiverso Comic Con RS.</p>
<p>Já estamos acostumados aos eventos de anime/mangá, voltados para a cultura pop japonesa, mas se fazia necessário um evento como a Comic Con e por isso os organizadores estão de parabéns.</p>
<p>O evento ocorreu nos dias 17 e 18 de setembro, nas dependências do colégio Marista São Pedro e trouxe uma série de convidados para discutir o tema quadrinhos ou arte sequencial. Além dos convidados, teve as salas temáticas, os stands de vendas e a área dos Fanzines (publicações independentes).</p>
<p><span id="more-21332"></span><a href="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2011/09/denilson_ivan.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-21334" title="denilson_ivan" src="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2011/09/denilson_ivan.jpg" alt="" width="457" height="455" /></a></p>
<p>Entre os convidados, estiveram presentes os desenhistas Ivan Reis (Aquaman), Eddy Barrows (Superman), Daniel HDR (Lady Death), Erica Awano (Holy Avenger) e Fábio Yabu (Combo Rangers). Todos falaram sobre suas carreiras, além de discutirem sobre o mercado norte-americano e também o brasileiro de histórias em quadrinhos. Também travaram contato direto com o público no espaço de autógrafos, tirando fotos e fazendo sketch.</p>
<p>Outros profissionais de destaque no cenário nacional dos quadrinhos que também participaram do evento foram o jornalista Sidney Gusman, que emprestou todo o seu conhecimento sobre quadrinhos em uma série de painéis sobre edição de revistas, o mercado de quadrinhos e a criação do site UniversoHQ, o roteirista Lancast Mota que falou sobre seu trabalho na Maurício de Sousa Produções, Santiago e Azeitona falaram sobre os cartunistas gaúchos.</p>
<p><a href="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2011/09/sketchs_02.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-21335" title="sketchs_02" src="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2011/09/sketchs_02.jpg" alt="" width="457" height="455" /></a></p>
<p>Outros temas abordados foram o cinema e web comics com Maurício Saldanha e Edson Gandolfi e o espaço para os fanzines com Denilson Reis e Rodjer Goular. O trio do Zine Supreme (Azeitona, Santolouco e Pax) também autografou sua obra. Veja a resenha HQB de Zine Supreme, <a href="http://impulsohq.com/resenha-hqb/resenha-hqb-zine-supreme/" target="_blank">clicando aqui</a>.</p>
<p>Embora Porto Alegre não esteja acostumada com esta proposta de evento, que teve um público bastante reduzido se comparado com os eventos de cultura pop japonesa, as quase três mil pessoas que compareceram deixaram claro que existe um público sedento por esta temática de quadrinhos. Esperamos que os organizadores preparem anualmente este encontro para fortalecer a arte sequencial no Sul do Brasil.</p>
<p>Para mais imagens do evento acessem o blog do <a href="http://tchezine.blogspot.com" target="_blank">Fanzine Tchê</a>. Também é possível ver o painel “Como está o espaço para os fanzines?” acessando o <a href="http://www.youtube.com/watch?v=D6nJ0zMytxQ" target="_blank">youtube</a>.</p>
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		<title>Vertigo – parte 2</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Sep 2011 00:43:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Denilson Reis</dc:creator>
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Y – O Último Homem
Imagine a seguinte situação: Por algum motivo desconhecido, todos os seres com cromossomos “y”, ou seja, os “machos”, morreram instantaneamente, de uma hora para a outra. Mas o jovem Yorick e seu macaco sobreviveram e este “generocídio”, tornando-se o “último homem”. Por que um mundo sem homens? Por que um jovem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2011/09/vertigo_02.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-21041" title="vertigo_02" src="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2011/09/vertigo_02.jpg" alt="" width="457" height="455" /></a></p>
<p><strong>Y – O Último Homem</strong><br />
Imagine a seguinte situação: Por algum motivo desconhecido, todos os seres com cromossomos “y”, ou seja, os “machos”, morreram instantaneamente, de uma hora para a outra. Mas o jovem Yorick e seu macaco sobreviveram e este “generocídio”, tornando-se o “último homem”. Por que um mundo sem homens? Por que um jovem sobreviveu?</p>
<p>A partir daí, inicia a série criada pelo roteirista Brian K. Vaughan – mais tarde escreveria a série televisiva LOST – e pela desenhista Pia Guerra. Vaughan trabalha com muitas idéias nesta série, principalmente questões existenciais. Não por outro motivo “Y – O Último Homem” foi agraciado com três prêmios Eisner (Oscar dos Quadrinhos): melhor série regular, melhor desenhista e melhor roteirista.</p>
<p><span id="more-21040"></span>A série está sendo republicada pela Panini Comics com o volume 1 reunindo as edições de 1 a 5 da publicação original norte-americana.</p>
<p><strong>Terra Sem Lei</strong><br />
Quadrinho de western produzido nos EUA não é algo recorrente, já que a primazia fica com os italianos. Assim, louve-se a Vertigo por apostar na série Loveless do roteirista Brian Azzarello e do desenhista Marcelo Frusin. A história é ambientada no pós-guerra Civil Norte-Americana, onde Wes Cutter retorna para casa em busca da esposa que deixou para lutar na guerra. Mas o que encontra são mais mistérios e pouca paz.</p>
<p>Numa temática adulta, como todas as séries da Vertigo, Azzarello explora fatos históricos como racismo e a alma atormentada pela barbárie e a violência. Também fascinante é o desenho de Marcelo Frusin. Terra Sem Lei – De Volta Para Casa é uma publicação da Panini Comics apresentando em 132 páginas as edições de 1 a 5 da série Loveless.<br />
<strong></strong></p>
<p><strong>Os Perdedores</strong><br />
Corrupção, espionagem e traições. Esta tríade é muito comum nos filmes rodados pelos grandes estúdios de Hollywood e, talvez por isso, os quadrinhos de Andy Diggle (roteiros) e Jock (desenhos), para a série The Losers da Vertigo, tenham migrado das páginas das revistas em quadrinhos para as telas dos cinemas. Após uma equipe de operações especiais, terem sido traídos e dados como mortos pela CIA, a equipe chamada de Os Perdedores resolveu limpar seu nome e buscar vingança.</p>
<p>O roteiro de Diggle é denso e cheio de situações envolvendo corrupção nas bases do governo. Já os desenhos de Jock são perfeitos para o clima da série, com destaque para as ilustrações das capas. Os Perdedores – Hora do Troco traz o arco de histórias “Golias”, publicados originalmente em The Losers, nas edições de 1 a 6, nos EUA.</p>
<p><strong>Ilustração:</strong> Jader Correa (RS)</p>
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