Posts da Categoria ‘princípio da incerteza’

SuperMiolos

Por MacAssis | 5 março de 2010

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Ao contrario do que muita gente pensa, quando Mark Millar inseriu nas páginas de Quarteto Fantástico Ultimate (publicada em Marvel Millennium Homem-Aranha 56 a 58) um mundo dominado por zumbis, ele queria apenas fazer graça, e muita, com a maneira carinhosa pela qual Stan Lee se referia ao tipo de fanatismo de um certo grupos de fãs, capazes de idolatrar qualquer porcaria que publicassem com seus personagens favoritos: eram os  Marvel Zombies – ou Zumbis Marvel.

A história fez tanto sucesso que acabou dando origem a uma série de histórias baseadas na premissa de um universo Marvel totalmente habitado por zumbis.

Todo bom fã de HQ’s sabe que não são poucas as vezes em que roteiristas buscam sua inspiração em filmes e livros dos mais variados tipos (na verdade, fica muito feio quando um autor tenta esconder suas fontes de inspiração, como é o caso do seriado Heroes).

O problema é encontrar um bom material de referência, consistente com o universo dos heróis  e ao mesmo tempo capaz de cativar a atenção dos leitores.
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A Força de Aceleração?

Por MacAssis | 24 fevereiro de 2010

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No início de sua carreira como Flash, Wally West não era tão veloz quanto seu tio Barry Allen, sendo capaz “apenas” de quebrar a barreira do som, e não a da Luz, como seu tio. Embora fosse muito mais veloz quando usava a mascara de Kid Flash, essa limitação de poderes deu aos roteiristas a oportunidade de explorar melhor seu potencial.

Mas, durante a clássica fase roteirizada por Mark Waid, Wally conseguiu atingir novos limites, ganhando poderes ainda maiores que os de seus predecessores: agora, ele era capaz de não só alcançar a barreira da velocidade da luz, como ser ainda mais rápido que ela. Isso se deveria a descoberta da existência da força de aceleração, um campo de energia que seria responsável pela velocidade de todos os Flashes.

Durante essa fase, o herói aprendeu também a transferir energia cinética a outros objetos e pessoas, além de roubá-la se quisesse, tornando-se o Flash mais poderoso até então.

Mas como exatamente isso funcionaria?

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26º Prêmio Ângelo Agostini

Por Renato Lebeau | 22 fevereiro de 2010

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Quem estiver na cidade de São Paulo no dia 27 de fevereiro, sábado, a partir da 13h, não pode perder a premiação Ângelo Agostini, um dos mais importantes prêmios de quadrnhos do país.

A cerimônia será realizada no Lapa Faustolo, e para o dia estão programadas uma série de atividades como Exibição do filme Deu no New York Times,  (roteirizado e encenado por Henfil), apresentação de lançamentos de autores nacionais, Entrega dos prêmios com exibição de trabalhos dos premiados, bate-papo com os quadrinhistas e  a criação de uma HQ coletiva gigante, os presentes serão convidados a desenhar uma sequência de uma HQ, com tema escolhido no início dos trabalhos.

Também não posso deixar de falar sobre a palestra A Divulgação dos Quadrinhos na Internet, que fui convidado a participar e estarei ao lado de grandes nomes e respeitáveis profissionais como Carlos Costa (HQ Maniacs), Fábio Sales (HQ Além dos Balões), Paulo Ramos (Blog dos Quadrinhos), Rodrigo Febrônio (Banca dos Quadrinhos) e Sidney Gusman (Universo HQ).

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Corre cipó, na casa da vó!

Por MacAssis | 18 fevereiro de 2010

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No segundo artigo sobre o Flash, é bom lembrar que se em suas histórias um personagem de HQ pode se mover a uma velocidade próxima a da luz, isso não significa exatamente que ele pode correr à essa velocidade.

Se no universo imaginário dos quadrinhos um velocista pode correr a 300 mil km/s, isso significa que ele necessita acelerar até atingir essa velocidade: ele vive como uma pessoa normal e ativa seu poder quando acha que é preciso. Todos os Flashes sempre se comportaram dessa maneira, levando suas vidas em suas identidades secretas até que o chamado da justiça surgisse no horizonte.

Todos, exceto um: o Flash da megasérie “O Reino do Amanhã”, cuja identidade secreta nunca foi exatamente revelada – ele vestia o elmo do Joel Ciclone, tinha os traços de Wally West e se comportava como Barry Allen.

Especula-se que seja Wally West devido a cidade escolhida para ser sua “base de operações”, mas isso nunca ficou claro. Em sua apresentação na história é dito que “ele vive nos instantes entre um Segundo”, mas o que exatamente isso significa?

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Corre Cotia, na casa da tia!

Por MacAssis | 4 fevereiro de 2010

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Segurem o fôlego, porque hoje o “Princípio da Incerteza” tentará acompanhar o pique do velocista mais famoso das Histórias em Quadrinhos!

Com seu nome gentilmente traduzido para “Relâmpago” no antigo desenho dos Superamigos, o Flash ( e não “o the flash” como muita gente gosta de falar) sempre teve cadeira cativa no panteão dos heróis mais poderosos da DC e todas as suas encarnações ( Jay Garrick (1940-1956), Barry Allen (1956-1986), Wally West (1986-2006, 2007-) e Bart Allen (2006-2007) integraram  a Liga da Justiça em algum momento, ou a superequipe correspondente em sua realidade/época/uorévers.

A popularidade do herói se deve a semelhança com o deus Hermes (ou Mercúrio, dependendo do referencial) e se mover a velocidades inimagináveis ao homem comum.

Claro que ele é “apenas” superveloz – nada do kit completo do super-herói básico como voar ou superforça, mas sua popularidade já lhe rendeu não apenas a participação em desenhos animados e revistas em quadrinhos.

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O seriado televisivo The Flash foi um enorme sucesso na década de 1990 (sim, eu estive lá). Estrelado por John Wesley Shipp no papel do velocista escarlate capaz de alcançar a velocidade do som, todos os 21 episódios (mais o piloto da série) estão disponíveis em DVD e valem muito a pena.

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MANITÚ!

Por MacAssis | 27 janeiro de 2010

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Chefe Apache, segundo o Fábio Yabu, é exemplo de caráter, homem, mito, índio, sinônimo de super-heroísmo! O mais famoso dos Superamigos…OU NÃO! Criado em 1977 para o desenho animado dos “Superamigos” (“Challenge of the SuperFriends”), é apenas um índio da tribo dos Apaches dos dias de hoje, com o poder de se transformar num gigante com 50 pés de altura – o equivalente a 16 metros, no Sistema Internacional.

Como era praxe naquela época, sua origem é simplista -  ele ganhou seu poder do xamã de sua tribo em troca de salvar algumas pessoas que estavam em perigo.

São dois os pontos que podemos falar aqui – o primeiro, do artifício utilizado pelos roteristas que conseguiram resolver dois problemas com uma única tacada: o problema da representação das minorias no desenho e a criação de um adversário a altura (opa!) da Giganta (uma das integrantes da Legião do Mal)

Na versão original dos Quadrinhos, Giganta não tinha poderes – era apenas muito forte. Depois do desenho animado a vilã foi remodelada e passou a poder alterar seu tamanho e força física proporcionalmente.

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Embora sua altura máxima varie de acordo com a série em que participa, vamos nos ater ao desenho dos Superamigos em que ela e Chefe Apache conseguiam alcançar exatamente a mesma altura.

Suas lutas eram realmente um grande problema para os desavisados…

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Não é um Super-homem

Por MacAssis | 14 janeiro de 2010

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Para a estréia dessa coluna eu gostaria de falar um pouco sobre um dos heróis mais injustiçados da DC Comics e tentar esclarecer um pouco do por que ele é (e sempre será) um dos meus personagens favoritos: o Aquaman.

Ridicularizado por muitas histórias banais que o tornaram merecedor do título de “limpador de aquários oficial” da Liga da Justiça,  recentemente o Rei da Atlântida teve sua origem recontada, seu papel na cronologia da DC remodelado até um visual bad-ass incrementado, tudo para tentar coloca-lo em seu papel de direito como um dos “grandes” da editora.

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Sério, todo respeito ao gosto de cada um, mas essa versão “Capitão Gancho” do Aquaman me decepcionou profundamente… para mim, ele será sempre o bom moço com péssimo gosto para combinar cores em suas roupas, que utilizava bolinhas d´água em suas lutas e cavalgava cavalos marinhos.

E mesmo essa versão reformulada trouxe a continuidade do maior problema que um super-herói pode enfrentar: um autor que não faz a menor idéia de como seus poderes funcionam, o que é a chave para uma história decente! Muita gente reclama do Superman (e falarei sobre ele mais pra frente), mas as pessoas se esquecem do nível de poder do Aquaman.

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