Em algumas tribos ou sociedades primitivas, os rituais de passagem para a vida adulta são provas em que é preciso suportar uma dor extrema. Há casos de luvas com formigas, raspagem da pele ou um ornamento de osso colocado na orelha ou nariz. Mas em Quando Eu Cresci, o personagem Pepeto irá descobrir que existem outros modos.
Para a estreia do selo Agaquê, a Editora Ática apostou em um álbum que além de surpreender pela bela arte, ainda nos traz uma história que a primeira vista pode soar como mais um conto inocente, mas depois veremos que a narrativa não é tanto direcionada a um publico muito infantil, pelo menos não toda ela.
Escrito por Pierre Paquet e ilustrado por Tony Sandoval, Quando Eu Cresci narra a história de Pepeto, que depois de comprar bombinhas, chega a sua casa e ao ver uma pequena imagem de Cristo menino caminhar e atravessar a parede do apartamento. Ao decidir em segui-lo, Pepeto dá início a uma surreal peregrinação pelas paredes.











