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	<title>Impulso HQ &#187; entrevistas</title>
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		<title>Entrevista: Eduardo Ferigato – Batman Feira da Fruta</title>
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		<pubDate>Mon, 14 May 2012 12:20:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Lebeau</dc:creator>
				<category><![CDATA[entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Batman]]></category>
		<category><![CDATA[DC Comics]]></category>
		<category><![CDATA[Eduardo Ferigato]]></category>
		<category><![CDATA[Feira da Fruta]]></category>

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		<description><![CDATA[
Arte de Davi Calil
Eduardo Ferigato, artista brasileiro que participou do projeto da nova apresentação do personagem Fantasma, que contou com a supervisão do quadrinhista Alex Ross, agora está presenteando os fãs do Batman, mais precisamente, do Batman Feira da Fruta.
Para quem não conhece, Batman: A Feira da Fruta é um vídeo que mostra um episódio [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2012/05/batman_06.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-24691" title="batman_06" src="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2012/05/batman_06.jpg" alt="" width="457" height="455" /></a><em></em></p>
<p style="text-align: center;"><em>Arte de Davi Calil</em></p>
<p>Eduardo Ferigato, artista brasileiro que participou do projeto da nova apresentação do personagem Fantasma, que contou com a supervisão do quadrinhista Alex Ross, agora está presenteando os fãs do Batman, mais precisamente, do Batman Feira da Fruta.</p>
<p>Para quem não conhece, Batman: A Feira da Fruta é um vídeo que mostra um episódio da série do homem-morcego de 1960 que foi redublado  em uma versão cômica. Ferigato teve a iniciativa de quadrinizar este vídeo que por muitos é considerado um clássico da dublagem tosca feita no Brasil.</p>
<p>As páginas são colocadas em um <a href="http://batimahq.blogspot.com.br/" target="_blank">blog dedicado</a> exclusivamente para a adaptação e é atualizado semanalmente. Quem acompanha já percebeu que não é somente Ferigato que participa do projeto. O quadrinhista convidou alguns amigos para participar dessa homenagem. O Impulso HQ conversou com Ferigato para saber um pouco mais sobre o projeto e quais os seus planos para o segundo semestre de 2012. Confiram:</p>
<p><strong>Impulso HQ: Por que fazer uma versão em quadrinhos de Feira da Fruta?<br />
Eduardo Ferigato:</strong> Foi por diversão mesmo, estava a fim de fazer algo sem pretensão nenhuma, com liberdade total e sem exigências de mercados ou estilo. E eu adoro o vídeo, às vezes deixo ele rolando enquanto trabalho e ainda me divirto com as falas. Além disso, pensei que seria uma oportunidade legal de reunir meus amigos e conhecidos quadrinhistas para um projeto assim.</p>
<p><span id="more-24690"></span>E devo dizer que estamos criando algo que servirá com uma bela amostra de alguns dos maiores talentos dos quadrinhos brasileiros atuais. Até agora, por exemplo, temos Artur Fujita, Mario Cau, Davi Calil e Vitor Gorino. Todos fizeram páginas fantásticas.</p>
<p><a href="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2012/05/batman_01.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-24692" title="batman_01" src="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2012/05/batman_01.jpg" alt="" width="457" height="455" /></a><strong></strong></p>
<p style="text-align: center;"><em><em>Arte de Vitor Gorino</em><br />
</em></p>
<p><strong>IHQ: Você pretende abrir o convite para mais artistas?  Se sim, quem você gostaria de ver desenhando Feira da Fruta em HQ?<br />
E.F.: </strong>Sim! Artistas e amigos que eu admiro muito e que nem quero falar para não estragar as surpresas que estão por vir. Ainda tem pessoas que quero convidar e ainda não tive tempo. Mas o hall de participações está épico! Segurem-se nas cadeiras, pois ainda tem muita gente boa nas próximas páginas.</p>
<p><strong>IHQ: Você não tem receio de sofrer algum processo da DC Comics?<br />
E. F.: </strong>Claro, por isso que até hoje não aceitei nenhum croudfunding, vaquinha dos fãs, proposta de vendas online e publicação. Enquanto estamos só como uma sátira sem fins lucrativos creio que a DC não tem como nos processar.</p>
<p><strong>IHQ: Cada página corresponde a uma parte do vídeo. Depois de acabar o vídeo, você pretende continuar a série com histórias inéditas?<br />
E.F.: </strong>Não. Depois que terminar não pretendo seguir adiante com nenhum tipo de material adicional. Depois que terminarmos já era.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2012/05/batman_05.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-24693" title="batman_05" src="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2012/05/batman_05.jpg" alt="" width="457" height="455" /></a><em><em></em></em></p>
<p style="text-align: center;"><em><em>Arte de Mario Cau</em><br />
</em></p>
<p><strong>IHQ: Você já teve algum retorno dos fãs, ou até mesmo dos dubladores, sobre a sua iniciativa?<br />
E.F.: </strong>Já, o retorno foi fantástico e me surpreendeu bastante. Dos fãs, e de vários artistas querendo participar. Além disso, recebi um dia uma ligação do Antonio Camano, o Robin do Feira Da Fruta dizendo que ele e o Batman Fernando Pettinati adoraram a ideia e deram a benção para o projeto! Foi surreal receber uma ligação do Róbin! hahaha</p>
<p><strong>IHQ: Como foi trabalhar com Alex Ross na nova versão do Fantasma? Há possibilidade de você desenhar um novo arco?<br />
E.F.:</strong> Na verdade tive pouco contato com ele. Trocamos um ou dois emails sobre algumas partes da história, mas no geral eu tratava mais com o roteirista e o editor. Do que tive contato com ele foi tranquilo. Fiz dois arcos e não vou mais trabalhar na série.</p>
<p><strong>IHQ: Em seu blog você mostrou estudos do personagem Hellboy. É um personagem que você gostaria de trabalhar, ou já está em andamento alguma produção?<br />
E.F.:</strong> Eu adoro o Hellboy, gostaria sim de trabalhar com ele e seu universo. Aquelas páginas são só exercícios de estilo e narrativa, mas que servem como páginas teste também. Estou querendo focar meu estilo para trabalhos como Vertigo, Marvel Max, Hellboy enfim, coisas onde meus volumes de preto e estilo narrativo cabem melhor que o gênero herói em minha opinião.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2012/05/batman_04.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-24694" title="batman_04" src="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2012/05/batman_04.jpg" alt="" width="457" height="455" /></a><em></em></p>
<p style="text-align: center;"><em>Arte de Eduardo Ferigato<br />
</em></p>
<p><strong>IQH: Atualmente você está em algum projeto para o mercado estrangeiro?<br />
E.F.: </strong>Não. Nada em vista por enquanto.</p>
<p><strong>IHQ: E para o mercado nacional? O que os leitores podem esperar para o<br />
segundo semestre?<br />
E.F.: </strong>No segundo semestre só a continuação do Feira mesmo. Mas para 2013 pretendo terminar um projeto autoral solo e outro com três amigos. Se tudo der certo pretendemos lançar ambos no FIQ 2013.</p>
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		<title>Entrevista: Jin Woo Choi – representante do ICafe</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Apr 2012 12:32:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Lebeau</dc:creator>
				<category><![CDATA[entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[ICAFE]]></category>
		<category><![CDATA[Jin Woo Choi]]></category>

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		<description><![CDATA[ 
Caricatura de Choi, produzida pelo cartunista Cicero
Jin Woo Choi que cuidou do departamento de Cartum Digital do 15º SICAF, evento que premiou no ano passado o gaucho Rafael Correa e os finalistas William Martins (SP) e Daniel Ete (Campinas), recentemente visitou o Brasil em uma missão de selecionar trabalhos de profissionais para montar duas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2012/04/choi_06.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-24304" title="choi_06" src="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2012/04/choi_06.jpg" alt="" width="457" height="455" /></a><em> </em></p>
<p style="text-align: center;"><em>Caricatura de Choi, produzida pelo cartunista Cicero</em></p>
<p>Jin Woo Choi que cuidou do departamento de Cartum Digital do 15º SICAF, evento que premiou no ano passado o gaucho Rafael Correa e os finalistas William Martins (SP) e Daniel Ete (Campinas), recentemente visitou o Brasil em uma missão de selecionar trabalhos de profissionais para montar duas exposições com trabalhos representativos da cultura latino-americana.</p>
<p>O coreano que deixou SICAF logo após o vencimento do seu contrato, agora representa outra empresa, o ICAFE, e falou com o Impulso HQ sobre a sua viagem e seus objetivos para as exposições. Sobre SICAF, Jin deixa claro que agora não sendo mais um membro oficial da organização os seus comentários são a sua opinião, não tendo nenhuma ligação ou representatividade nas ações futuras da antiga empresa que trabalhava.</p>
<p><strong>Impulso HQ: Qual foi o impacto da exposição ao SICAF arte brasileira na Coréia?<br />
Jin Woo Choi: </strong>Deixe-me explicar sobre a organização do SICAF, acredito que é um pouco diferente do sistema/organização em relação as convenções Comic Con e outros festivais de outros países. A SICAF (Seoul International Cartoon &amp; Animation Festival) tem várias divisões entre a sua organização, entre elas a divisão da exposição, outra de animação, festival de cinema, caricatura digital e etc. Eu era gerente de divisão Caricatura digital até o ano passado. Informações detalhadas sobre a organização do SICAF podem ser conferidas em seu<a href="http://www.sicaf.org/2012/eng/about/about_03_3.jsp" target="_blank"> site oficial</a>.</p>
<p><span id="more-24302"></span>No ano passado foi realizada SICAF de 20 a 24 de julho e havia mais de 10 exposições de quadrinhos / desenho animado durante esse período e uma delas focava os quadrinhos da França, Inglaterra, Espanha, Itália, África, Cuba, Brasil e etc., e se chamava “Exposição Global: O mundo através da história em quadrinhos&#8221;. Cerca de 80 obras de 41 artistas de 8 países foram exibidos nesta exposição. Mais informações sobre essa exposição você encontra <a href="http://sicaf.org/2011/eng/exhibition/exhibition_theme_01.jsp" target="_blank">aqui </a>e <a href="http://www.sicaf.org/2011/eng/exhibition/exhibition_theme_04_2.jsp" target="_blank">aqui</a>.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2012/04/choi_03.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-24312" title="choi_03" src="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2012/04/choi_03.jpg" alt="" width="457" height="455" /></a><em></em></p>
<p style="text-align: center;"><em>Choi e Ziraldo, no Rio de Janeiro</em></p>
<p>Nos links fica claro que a exposição não estava concentrando-se principalmente em quadrinhos brasileiros em si, mas sim, no amplo mundo dos quadrinhos ou desenhos animados. Obras brasileiras eram uma parte da exposição.</p>
<p>São mais de 10 seções na exposição SICAF, então eu sinto muito que as obras que mostram brasileiros não foram impactantes / impressionantes naquela época, contra o meu primeiro plano. Para torná-lo certo de novo, e essa é minha opinião, não a opinião oficial do SICAF, eu sugeri que deveríamos nos concentrar no que a arte ou o artista em si tem a dizer, sem combinar outras obras.</p>
<p>Quadrinhos / desenhos animados das Américas não são bem introduzidos na Coréia, então eu esperava que esta exposição fosse uma questão artística, mas temo que não foi tão bem essa questão não foi reconhecida pelo público na Coréia.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2012/04/choi_02.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-24306" title="choi_02" src="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2012/04/choi_02.jpg" alt="" width="457" height="455" /></a><em></em></p>
<p style="text-align: center;"><em>Choi e o cartunista e editor Otacilio Assunção (Ota), no Rio de Janeiro</em></p>
<p><strong>IHQ: Mais uma vez você está no Brasil para pesquisar o talento brasileiro para expor na Coreia. Como será a parceria entre ICafe e os profissionais selecionados?<br />
J.W.C.: </strong>A ICafe já promove exposições. Tivemos uma exposição de Jean Jacques Sempe e uma exposição Tezuka Osamu especial na Coréia, cerca de 2 anos. Mais informações nesse<a href="http://www.korea.net/NewsFocus/Culture/view?articleId=84693" target="_blank"> artigo</a>.</p>
<p>Antes de eu vir para a América Latina, tive uma reunião com o diretor ICafe e expliquei o meu plano: <em>&#8220;Vou conhecer os artistas americanos &#8216;latinos&#8217; face a face durante a minha viagem e trazer seus trabalhos para a Coréia, assim poderíamos considerar uma Exposição Latino-americana no próximo ano&#8221;</em></p>
<p>Ele mostrou interesse, mas também enfatizou novamente que ele precisa para ver as obras primeiro e depois que ele vai tomar uma decisão se ICafe terá uma exposição na América Latina funciona ou não no próximo ano. Então eu sou muito cuidadoso para dizer como será a parceria entre ICafe e artistas profissionais selecionados. Acho que podemos falar sobre essa parceria mais tarde, depois de tudo decidido e confirmado.</p>
<p>Não visitei só Brasil. Conheci o Uruguai, Argentina, Chile e irei passar na Bolívia, Peru, Colômbia e Cuba. O foco da minha viagem não é apenas em artistas brasileiros, mas todos da América Latina.</p>
<p>Posso adiantar que há um caso que mostra o início da parceria entre Coréia e Brasil. Haverá um intercâmbio cultural entre a ICafe e uma Comic Con brasileira com trocas de livros de quadrinhos como uma doação. Não posso mencionar qual Comic Con brasileira é essa, pois o processo está em andamento. Essa troca cultural vai acontecer em breve, e acho que vai ser o início de uma parceria que espero podemos ampliá-la.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2012/04/choi_08.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-24307" title="choi_08" src="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2012/04/choi_08.jpg" alt="" width="455" height="600" /></a><em><em><em></em></em></em></p>
<p style="text-align: center;"><em><em><em>Caricatura de Choi, produzida por </em></em>Lipe Dias</em></p>
<p><strong>IHQ: Até quando um profissional pode enviar artes para a sua avaliação e qual a melhor forma de fazê-lo?<br />
J.W.C.: </strong>Tenho muitas obras (quadrinhos) de artistas brasileiros de quando eu estava no Brasil e já foram enviados para minha casa na Coreia do Sul por correio aéreo. Volto para a Coréia em meados de maio, e vou mostrar todo o material para o diretor da ICafe que vai avaliar e decidir para que eu possa dizer sobre a opinião oficial / resultado da organização em torno de junho a agosto deste ano. Espero trazer uma boa notícia.</p>
<p><strong>IHQ: Quando os artistas selecionados terão um retorno sobre a exposição e quando é planejado?<br />
J.W.C.: </strong>Só posso responder a essa pergunta depois decidido ou confirmado. Lamento, mas isso  muito importante, então tenho que ter o cuidado ao responder.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2012/04/choi_04.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-24308" title="choi_04" src="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2012/04/choi_04.jpg" alt="" width="457" height="455" /></a><em></em></p>
<p style="text-align: center;"><em>Choi ao lado dos quadrinhsitas Leonardo Melo, Andre Praxedes e Andre Caliman, na Gibiteca de Curitiba</em></p>
<p><strong>IHQ: Você vai passar por vários países da América do Sul. O ICafe está preparando uma exposição para cada nação, ou será uma exposição que reúne artistas de todos esses países?<br />
J.W.C.: </strong>Quando me reuni com o diretor da ICafe, ele me disse duas possibilidades para esta exposição. A primeira proposta é mostrar a história dos quadrinhos da América Latina. Acredito que Isso é muito importante porque nós coreano não temos informações sobre as HQs dessa parte do mudo.</p>
<p>A segundo alternativa é desenvolver uma exposição de um representante famoso dos quadrinhos da América Latina, assim como Osamu Tezuka do Japão teve a sua exposição especial. Por essa linha, por exemplo, seria uma exposição de Ziraldo do Brasil ou Quino da Argentina</p>
<p>Esse tipo de proposta também é importante porque atrai o público coreano e poderíamos produzir uma questão cultural na Coreia como esta exposição, que seria a primeira de Ziraldo na Ásia.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2012/04/choi_07.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-24309" title="choi_07" src="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2012/04/choi_07.jpg" alt="" width="455" height="600" /></a><em><em></em></em></p>
<p style="text-align: center;"><em><em>Caricatura de Choi, produzida pelo cartunista Cicero</em></em></p>
<p><strong>IHQ: Sobre a troca de cultura. Veremos aqui no Brasil alguma exposição de quadrinhistas e cartunistas coreanos sobre os costumes da Coréia?<br />
J.W.C.: </strong>Essa é outra questão que eu só posso responder depois tudo decidido ou confirmado.</p>
<p><strong>IHQ: Neste período de troca de informações e visitas ao Brasil o que mais te surpreendeu sobre a nossa produção de quadrinhos e desenhos animados?<br />
J.W.C.: </strong>Antes de ir para a América Latina, eu não tinha muita informação sobre os quadrinhos, desenhos animados e ilustrações do continente. Me sinto como uma criança na escola primária porque estou aprendendo tudo agora.  Mas eu posso dizer uma coisa clara, a experiência foi muito além da minha expectativa. Sou surpreendido todos os dias porque sempre vejo novos trabalhos aqui.</p>
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		<title>Entrevista: Roberto Gobatto – editor Via Lettera</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Apr 2012 11:59:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Lebeau</dc:creator>
				<category><![CDATA[entrevistas]]></category>
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Editor fala sobre o novo selo editorial, a volta da editora aos quadrinhos e o futuro da série Bone
O Impulso HQ durante o lançamento do livro GIBI, que aconteceu no último sábado, dia 14 de abril, conversou com Roberto Gobatto, editor da Via Lettera que recentemente lançou o livro GIBI, que marca a estreia de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2012/04/via_lettera.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-24286" title="via_lettera" src="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2012/04/via_lettera.jpg" alt="" width="455" height="203" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><em>Editor fala sobre o novo selo editorial, a volta da editora aos quadrinhos e o futuro da série Bone</em></p>
<p>O Impulso HQ durante o lançamento do livro GIBI, que aconteceu no último sábado, dia 14 de abril, conversou com Roberto Gobatto, editor da Via Lettera que recentemente lançou o livro GIBI, que marca a estreia de um novo selo da editora, o Sobre HQ.  Entre muitas coisas Gobatto, que é responsável pelo selo de público jovem, nos conta sobre os planos da Via Lettera, que segundo suas próprias palavras “está começando a voltar ao mercado de HQ”.</p>
<p><strong>Impulso HQ: Quais as novidades da Via Lettera para 2012?<br />
Roberto Gobatto:</strong> Além so novo selo que tem a sua estreia com a publicação de GIBI, dentro dessa linha de público jovem vamos resgatar outro selo que é o HQ Express que era editado pelo JP. O primeiro título a ser lançado é o Fade out, dos autores Beto Skubs, Rafael de Latorre e Marcelo Maiolo que foram contemplados pelo Proac. O livro terá 64 páginas coloridas em papel especial e está em fase de finalização. Provavelmente o lançamento será no dia 10 de maio, só não decidimos o local: São Paulo ou Piracibada, cidade dos autores que já publicam no mercado estrangeiro.</p>
<p><strong>IHQ: O que podemos esperar do novo selo editorial da Via Lettera?<br />
R.G.: </strong>O novo selo &#8220;Sobre HQ&#8221; irá agregar o nosso material técnico de HQ, anime e mangá, portanto títulos que já são da casa como Ebal, Tico Tico, Traços Ideogramáticos e Almanaque Pop da Cultura Japonesa serão relançados com esse novo selo e com novo acabamento.</p>
<p><span id="more-24285"></span><a href="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2012/04/fade_out.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-24287" title="fade_out" src="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2012/04/fade_out.jpg" alt="" width="455" height="600" /></a></p>
<p><strong>IHQ: O mercado está preparado para um selo editorial de livros técnicos sobre HQs?<br />
R.G.: </strong>O mercado não está preparado pra nada, mas temos que fazer, temos que publicar. Se o mercado tivesse o mínimo de preparação nós não lançaríamos um livro por ano que é a nossa programação, lançaríamos um por mês, porque material não falta. Eu recebo material semanalmente de pessoas que escrevem teses, sobre algum quadrinho especifico ou sobre uma fase histórica dos quadrinhos, mas não tem vazão. Não sei te dizer se está ou não preparado, mas isso precisa existir.</p>
<p><strong>IHQ: Então o novo selo é uma aposta sem perspectiva?<br />
R.G.:</strong>Tudo tem perspectiva ou senão não lançaríamos um livro nesses moldes. Na verdade não nos prendemos a isso, do mesmo jeito que não temos selos por faixa etária, não temos a preocupação do mercado. A nossa preocupação é com o leitor. É necessário ter essa publicação no mercado. O GIBI, por exemplo, foi um calvário para publicar, ele ficou anos na gaveta, primeiro foi anunciado para 2010 e depois em 2011, e só agora antes do mundo acabar é que conseguimos tirar ele da gaveta.<br />
<strong></strong></p>
<p><strong><a href="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2012/04/gibi_capa.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-24288" title="gibi_capa" src="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2012/04/gibi_capa.jpg" alt="" width="455" height="600" /></a><br />
IHQ: Por que lançar GIBI nesse momento?<br />
R.G.:</strong> Por se tratar de uma editora multifocada, a gente trabalha com a oportunidade, então não era a oportunidade do livro sair nos anos anteriores. Lançar agora é redondo, pois a revista GIBI teve a sua estreia em abril de 1939.</p>
<p>Não saiu antes também por questões administrativas, tivemos muitas perdas em 2009 e 2010, tanto de funcionários e material. Perdemos a Front e perdemos a equipe que era focada em quadrinhos e isso foi um baque grande. Tenho títulos que foram prometidos e que estão atrasados até hoje e outros que estão caminhando lentamente e quase não saem, que é o caso de Bone, que vem se arrastando para a sua conclusão, quase dez anos.</p>
<p>A gente vive para colocar um material no mercado com menos danos possível para uma editora que hoje é uma empresa de pequeno porte. A Via Lettera já teve V de Vingança, Watchmen, Estrada da Perdição, tivemos um dos editores mais importantes de história em quadrinhos desse país que é o JP Martins, e hoje é uma realidade completamente diferente.</p>
<p>A Via Lettera é uma das poucas editoras no mercado que não foram compradas. Se você fizer uma análise das editoras que surgiram na mesma época, há quinze anos, a maioria já foram agregadas por outras maiores, e a Via Lettera está se segurando. Já teve proposta? Sim, mas a gente se segura.</p>
<p><a href="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2012/04/bone.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-24289" title="bone" src="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2012/04/bone.jpg" alt="" width="455" height="600" /></a></p>
<p><strong>IHQ: Um assunto que não podemos deixar de falar é sobre Bone. Quais são os planos para o título?<br />
R.G.:</strong> Bone está nos planos da editora, agora a questão de previsão, estamos com uma dificuldade muito grande na questão de vazão de livros. Temos um estoque gigantesco de edições de Bone, que é mais procurado por jornalistas e profissionais de quadrinhos, agora o público geral não tem tanto interesse.</p>
<p>Agora, talvez quem sabe, com o filme do Bone chegando a gente possa finalizar a saga que está há dez anos no mercado nacional. Temos todos os direitos de Bone até o ultimo número e a edição especial, já estão traduzidas e estão prontas. Tenho dois números que já estão diagramados, mas agora pra sair é preciso de algumas decisões internas que já estão acima da minha cabeça.</p>
<p><strong>IHQ: Quais títulos de quadrinhos que estão programados?<br />
R.G.: </strong>Em quadrinhos, até dezembro de 2012, o que temos de certo é Fade Out – Suicídio sem Dor, que é a estreia do selo HQ Express. Para 2013 temos um quadrinho novo que é na mesma linha do A História dos Judeus, que foi um quadrinho que lançamos em 2009 e fez um sucesso enorme, e é direcionado para o público que geralmente não lê quadrinhos, e na mesma linha editorial teremos outro título. Os dois estão programados para o primeiro semestre do ano que vem.</p>
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		<title>Lançamento: livro GIBI (ATUALIZADO)</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Apr 2012 15:22:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Lebeau</dc:creator>
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A revista GIBI vai comemorar setenta anos de seu lançamento e quatro especialistas em quadrinhologia prestam homenagem a essa publicação fundamental. O lançamento será no próximo sábado, dia 14 de abril, na loja Gibiteria, a partir das 16h.
O livro GIBI – a revista sinônimo de quadrinhos –, dos autores Waldomiro Vergueiro, Roberto Elísio dos Santos, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2012/04/gibi_gibiteria.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-24206" title="gibi_gibiteria" src="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2012/04/gibi_gibiteria.jpg" alt="" width="455" height="455" /></a></p>
<p>A revista GIBI vai comemorar setenta anos de seu lançamento e quatro especialistas em quadrinhologia prestam homenagem a essa publicação fundamental. O lançamento será no próximo sábado, dia 14 de abril, na loja Gibiteria, a partir das 16h.</p>
<p>O livro GIBI – a revista sinônimo de quadrinhos –, dos autores Waldomiro Vergueiro, Roberto Elísio dos Santos, Paulo Ramos e Nobu Chinen, é uma publicação teórica que fala sobre a revista que tem grande importância para a história das HQs nacionais, tanto que tornou a palavra sinônimo de história em quadrinhos no Brasil.</p>
<p>O Impulso HQ conversou com Nobu Chinen para saber um pouco mais sobre o livro faz um registro histórico dessa publicação que foi lançada originalmente durante a ditadura Vargas, e que atravessou décadas marcando gerações, criando o hábito – hoje natural e óbvio – de ir até a  banca de jornais comprar uma revistinha.</p>
<p><strong>Impulso HQ: Quanto tempo de pesquisa para a produção do livro?<br />
Nobu Chinen: </strong>A partir da decisão de se publicar um livro sobre o Gibi, creio que cerca de um ano. Variou os autores pela natureza do capítulo que cada um ficou incumbido de fazer.</p>
<p><span id="more-24204"></span><strong>IHQ: Como os quatros pesquisadores se dividiram para descobrir a história da revista GIBI?<br />
N.C.: </strong>O livro é dividido em quatro partes: 1) panorama geral das publicações em quadrinhos que antecederam o lançamento do Gibi; 2) a revista Gibi, lançada em 1939 e que durou até os anos 60; 3) a nova fase do Gibi, de meados da década de 70; 4) o papel de Roberto Marinho como editor de revistas em quadrinhos.</p>
<p>Cada um dos autores ficou responsável por um capítulo. Respectivamente: Roberto Elísio; eu; Waldomiro e Paulo.<br />
Além desses capítulos, há depoimentos de personalidades ligadas aos quadrinhos que comentam sobre o Gibi. Basicamente é isso.<br />
<strong><br />
IHQ: O leitor vai encontrar alguma polêmica sobre a revista?<br />
N.C.: </strong>O que poderia ser polêmico já foi abordado em outras obras que foi o fato de Roberto Marinho ter &#8220;tomado&#8221; de Adolfo Aizen todos os personagens que eram do King Features. O livro mostra como isso foi explorado pelo Gibi e pelo Globo Juvenil, que era a outra publicação de Roberto Marinho. Acho que fora isso, não tem nada que possa ser considerado polêmico. Talvez a própria personalidade do editor.</p>
<p><strong>IHQ: Analisando o mercado de HQ nos dias atuais, a revista GIBI teria espaço?<br />
N.C.: </strong>Não respondo pelos outros autores, mas na minha opinião não. No entanto, antes de mais nada, é preciso notar que a revista Gibi passou por diferentes fases e o modelo com que ela fez mais sucesso foi a versão mensal, com histórias completas, mas sempre com vários personagens.</p>
<p>Foi esse formato que, de certa forma, definiu e continua servindo de padrão para as revistas em quadrinhos no Brasil. Nos anos 50 ela teve uma fase em que só publicou faroeste. Então, não sei qual dos Gibis poderia dar certo ou não.</p>
<p>O fato é que, historicamente, publicações de vários autores, por algum motivo, não têm durado muito no Brasil. Tivemos excelentes experiências em diferentes épocas: Grilo, Patota e Eureka nos anos 70; Circo, Animal e InterQuadrinhos nos anos 80; mais recentemente: Front, Ragu. Todas tiveram uma certa projeção, angariaram leitores, reveleram autores mas, tiveram vida relativamente curta. Não sei se o problema é do leitor que prefere se identifica r com um único personagem ou autor ou se é complicado em termos editoriais administrar vários artistas.</p>
<p>A própria tentativa de relançamento do Gibi Semanal, nos anos 70, durou menos de um ano, embora tenha deixado &#8220;filhotes&#8221; como o Almanaques Nostalgia e Atualidade, que foram um pouco além.</p>
<p>________________________________________</p>
<p>Vale lembrar que os autores contam a história da revista GIBI sem se prenderem a uma rememoração puramente saudosista, e analisam o mercado cultural da época da  publicação e as mudanças que a revista  gerou, além de apontarem a influência  que diferentes contextos históricos  tiveram no seu desenvolvimento.</p>
<p>O livro GIBI – a revista sinônimo de quadrinhos tem 110 páginas e o preço é  de R$28,00. A publicação marca a estreia do novo selo Sobre HQ da Via Lettera Editora,  que se propõe a publicar livros teóricos sobre histórias em quadrinhos.</p>
<p><strong>Gibiteria</strong><br />
Praça Benedito Calixto, 158 – 1° andar – loja 11 – Pinheiros<br />
São Paulo &#8211; SP</p>
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		<title>Cris Peter indicada ao Eisner Award 2012</title>
		<link>http://impulsohq.com/noticias/cris-peter-indicada-ao-eisner-award-2012/</link>
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		<pubDate>Tue, 10 Apr 2012 12:01:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Lebeau</dc:creator>
				<category><![CDATA[entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Casanova]]></category>
		<category><![CDATA[Cris Peter]]></category>
		<category><![CDATA[Eisner Award]]></category>

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Com o seu trabalho de colorização nas publicaçõe Casanova: Avaritia e Casanova: Gula, a brasileira Cris Peter foi indicada no prêmio mais importante da indústria dos quadrinhos internacional
O Eisner Award, considerado o Oscar dos quadrinhos, divulgou a lista dos indicados deste ano. O destaque é a nova revista mensal do Demolidor, escrita por Mark Waid, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2012/04/eisner.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-24189" title="eisner" src="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2012/04/eisner.jpg" alt="" width="455" height="203" /></a><em></em></p>
<p style="text-align: center;"><em>Com o seu trabalho de colorização nas publicaçõe Casanova: Avaritia e Casanova: Gula, a brasileira Cris Peter foi indicada no prêmio mais importante da indústria dos quadrinhos internacional</em></p>
<p>O Eisner Award, considerado o Oscar dos quadrinhos, divulgou a lista dos indicados deste ano. O destaque é a nova revista mensal do Demolidor, escrita por Mark Waid, que teve seis indicações, incluindo melhor série, melhor escritor e melhor artista.</p>
<p>Mas para nós brasileiros o destaque foi a artista gaúcha Cris Peter, que foi indicada na categoria “Melhor colorista”, pelo seu trabalho em Casanova: Avaritia e Casanova: Gula, publicadas pela Marvel, pelo selo Icon.</p>
<p>Cris é a primeira mulher brasileira a entrar na lista dos concorrentes, e o Impulso HQ entrou em contato com a artista para saber um pouco mais desse seu momento profissional e como é o seu trabalho com Casanova. Confira:</p>
<p><span id="more-24188"></span><a href="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2012/04/casanova_01.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-24190" title="casanova_01" src="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2012/04/casanova_01.jpg" alt="" width="455" height="600" /></a><strong></strong></p>
<p><strong>IHQ:Você esperava a indicação? Como você recebeu a notícia?<br />
Cris Peter: </strong>Realmente não esperava uma indicação. Inclusive nem me inscrevi para a SDCC, já estava decidido que eu não iria este ano. Agora estou correndo atrás pra ver se consigo ir assistir a premiação. Os candidatos são todos maravilhosos, e o páreo é duro, mesmo assim, não posso deixar de participar do evento quando essa indicação por si só é tão especial! Fiquei sabendo da indicação no dia 2 de abril, quando Matt Fraction comunicou a equipe via e-mail, dei um grito desesperado aqui na frente do computador. Mas eu ainda estava achando que era alguma pegadinha de 1º de abril até ver o comunicado oficial no dia 4.</p>
<p><strong>IHQ:Como foi o convite para trabalhar com Fraction, Bá e Moon?<br />
C.P.: </strong>Eu ainda não sei bem como aconteceu! Eu e os gêmeos nos conhecemos em convenções, e só nos encontrávamos em convenções (eles moram em São Paulo e eu em Porto Alegre). Nunca mostrei pra eles meu portfólio. Quando o Gabriel Bá entrou em contato comigo foi uma surpresa! Se não me engano, foi o Rod Reis que indicou o meu nome pra eles durante um Troféu HQMIX. Brigadão, Rod!</p>
<p><a href="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2012/04/casanova_02.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-24191" title="casanova_02" src="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2012/04/casanova_02.jpg" alt="" width="455" height="600" /></a></p>
<p><strong>IHQ:Como é essa relação de trabalho de colorista digital em Casanova? Você tem total liberdade de sugerir as cores e texturas e executá-las? Como é esse processo?<br />
C.P.: </strong>Os gêmeos gostam de ter certo controle com as cores, e como todos da equipe tinham um enorme receio de colorir a série (que já havia sido publicada em preto, branco e mais um tom), estavam todos de olho no meu trabalho hehehe. Eles me deram algumas sugestões de referência e fiz as páginas teste. Não tive muito problema com o estilo de colorização recortado, pois sempre foi o meu favorito.</p>
<p>Do meu teste, surgiu a idéia da paleta limitada. Os gêmeos escolheram 43 cores das minhas páginas teste e solicitaram que aquela fosse a paleta para todas as edições do primeiro arco. Desde então, cada arco tem sua paleta específica de cores, que combino de mil e uma maneiras pra compor ambientes e cenas de emoção, perigo, etc. O primeiro arco, LUXURIA, era caracterizado pela maioria de tons verdes; GULA, tons de azul; e AVARITIA, vermelhos.</p>
<p>É um trabalho que exige muito desapego do que é &#8220;real&#8221;. A pele dos personagens pode ser verde com sombras marrons, cabelos podem ser rosas com sombras em roxo e luzes amarelas. É um desafio a criatividade. Tenho que quebrar muito a cabeça para combinar cores em uma cena e ainda por cima fazer ela parecer diferente da cena anterior, usando somente poucas cores.</p>
<p><a href="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2012/04/casanova_03.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-24192" title="casanova_03" src="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2012/04/casanova_03.jpg" alt="" width="455" height="600" /></a></p>
<p><strong>IHQ:Como você se sente sendo a primeira mulher brasileira a ser indicada? Na sua opinião isso abre parâmetro para novas artistas brasileiras embarcarem no universo das HQs ou precisa de algo mais?</strong><br />
<strong> C.P.:</strong>Tudo ainda é muito surreal. Tenho muito orgulho de mim mesma. Ser indicada já é um título, mas não acho que eu tenha aberto caminhos, o caminho sempre esteve aqui na nossa frente, eu só o segui. Qualquer mulher brasileira pode seguir também, é só se dedicar ao seu trabalho, as indicações e prêmios vão ser consequências disso. Eu sou só a primeira de muitas, né mulherada? <img src='http://impulsohq.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /><br />
______________________________________</p>
<p>As novidades dessa edição da premiação fica no quesito categorias. Foram adicionadas duas novas: Melhor Publicação para Jovens Leitores e Melhor Trabalho Acadêmico/Educacional. Quatro foram retiradas: Melhor Série Nova, Melhor Adaptação de Outra Mídia, Melhor Roteirista/Artista de Não-Ficção e Melhor Pintor/Artista Multimídia.</p>
<p>O Eisner Awards 2012 está programado para ocorrer no dia 13 de julho como parte da Comic-Con International em San Diego (SDCC).</p>
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		<title>Papo de Impulso com Felipe Assunpção</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Mar 2012 12:44:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Lebeau</dc:creator>
				<category><![CDATA[entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Botamem]]></category>
		<category><![CDATA[Felipe Assunpção]]></category>

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		<description><![CDATA[
O Papo de Impulso de hoje é com o jovem Felipe Assumpção, autor do Botamem – um super-herói debochado, atrapalhado, beberrão e mulherengo que se define como o impoluto resultado do encontro de um calçado de cano alto com um animal bípede da ordem dos primatas, dotado do objetivos: a defesa do bem, da paz [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2012/03/criador_botamen.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-23954" title="criador_botamen" src="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2012/03/criador_botamen.jpg" alt="" width="457" height="455" /></a></p>
<p>O Papo de Impulso de hoje é com o jovem Felipe Assumpção, autor do Botamem – um super-herói debochado, atrapalhado, beberrão e mulherengo que se define como o impoluto resultado do encontro de um calçado de cano alto com um animal bípede da ordem dos primatas, dotado do objetivos: a defesa do bem, da paz e o combate ao crime, que tem suas Tiras publicadas no jornal Super Notícia e também na internet.</p>
<p>Felipe Assumpção é formado em Comunicação Social pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e estudou Desenho artístico, Cartum, Animação, 3D (Blender) e Ilustração Digital na Casa dos Quadrinhos. Produz tiras para jornais, cartuns, animações e ilustrações. Dois trabalhos de Felipe foram selecionados para o XIX Salão Internacional de Desenho para Imprensa e ele publicou uma HQ do Botamem durante o Festival Internacional de Quadrinhos de 2011.</p>
<p>Saiba mais sobre seus interesses, influências e afinidades no papo de impulso – nosso bate papo informal com quem faz quadrinhos sobre cultura pop.</p>
<p><span id="more-23953"></span><img class="aligncenter" src="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2011/10/botamen_02.jpg" alt="" width="455" height="202" /></p>
<p><strong>Primeira revista em quadrinhos que leu?</strong><br />
Turma da Mônica, com certeza!</p>
<p><strong>Quadrinho favorito de todos os tempos?</strong><br />
No impulso, assim me vem Tintim à cabeça.</p>
<p><strong>Seu trabalho favorito?</strong><br />
O Botamem.</p>
<p><strong>Quadrinho que lê atualmente?</strong><br />
Acompanho bastante o Gustavo Duarte e também continuo lendo Marvel e DC Comics. Sempre leio independentes quando tenho a oportunidade de encontrar.</p>
<p><strong>Suas influências artísticas?</strong><br />
Gosto de Hergé, do Gustavo Duarte, do Flávio Luiz.</p>
<p><strong>Personalidade que gostaria de conhecer?</strong><br />
Clint Eastwood.</p>
<p><img class="aligncenter" src="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2011/10/botamen_01.jpg" alt="" width="455" height="600" /></p>
<p><strong>Superpoder que gostaria de ter?</strong><br />
Gostaria de ter os poderes do Homem-Aranha.</p>
<p><strong>Filme favorito?</strong><br />
Gosto de vários estilos, mas vou ficar com Deby e Lóide.</p>
<p><strong>Livro favorito?</strong><br />
Guia do Mochileiro das Galáxias, do Douglas Adams.</p>
<p><strong>Desenho animado favorito?</strong><br />
Superman dos irmãos Fleischer dos antigos, mas atualmente, sei lá, Os Padrinhos Mágicos.</p>
<p><strong>Banda ou Músico?</strong><br />
Johnny Cash.</p>
<p><strong>Programa de TV?</strong><br />
Dead Wood.</p>
<p><strong>Uma mensagem para o leitor do impulsohq.com:</strong><br />
Quem não conhece, visita lá o <a href="http://www.botamem.com/" target="_blank">www.botamem.com</a> e, se possível, me digam o que acharam, valeu!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Entrevista: Katianne Pereira da Silva e Silva – coordenadora do Fanzines nas Zonas de Sampa</title>
		<link>http://impulsohq.com/entrevistas/entrevista-katianne-pereira-da-silva-e-silva-%e2%80%93-coordenadora-do-fanzines-nas-zonas-de-sampa/</link>
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		<pubDate>Wed, 14 Mar 2012 13:09:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Lebeau</dc:creator>
				<category><![CDATA[entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Fanzines nas Zonas de Sampa]]></category>
		<category><![CDATA[Katianne Pereira da Silva e Silva]]></category>

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		<description><![CDATA[No começo do mês de fevereiro nós colocamos aqui no Impulso HQ a notícia sobre as inscrições para o Fanzines nas Zonas de Sampa 2012, programa que acontece na rede de bibliotecas do Município de São Paulo, que é totalmente gratuito e realizado em aulas semanais com um total de duração de três meses.
Idealizado e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2012/03/fanzines_01.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-23912" title="fanzines_01" src="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2012/03/fanzines_01.jpg" alt="" width="455" height="203" /></a>No começo do mês de fevereiro nós colocamos <a href="http://impulsohq.com/noticias/fanzines-nas-zonas-de-sampa-2012/" target="_blank">aqui </a>no Impulso HQ a notícia sobre as inscrições para o Fanzines nas Zonas de Sampa 2012, programa que acontece na rede de bibliotecas do Município de São Paulo, que é totalmente gratuito e realizado em aulas semanais com um total de duração de três meses.</p>
<p>Idealizado e coordenado por 5 anos por Doroty Rojas, o programa nasceu em 2006 e vem se ampliando a cada ano e dando cada vez mais a oportunidade do público em geral conhecer a linguagem dos quadrinhos. O fruto de toda essa dedicação de vários envolvido já começa a aparecer, e uma das evidências do sucesso do programa é o quadrinhista Éder Gil de Souza, ex-aluno do Fanzines nas Zonas de Sampa que terá o seu álbum aprovado pelo ProAc.</p>
<p>Para saber mais sobre o programa e seu funcionamento o Impulso HQ conversou com Katianne Pereira da Silva e Silva, coordenadora do Fanzines nas Zonas de Sampa, que nos contou mais sobre a iniciativa, as dificuldades e as surpresas de se manter um projeto desse tipo. Confiram:<br />
<strong><br />
Impulso HQ: Como surgiu a iniciativa do projeto?<br />
Katianne Pereira: </strong>Pensamos numa oficina continuada, que pudesse oferece técnicas da linguagem de quadrinhos, por ser esta uma linguagem que crianças, jovens e adolescentes se identificam e os aproximam da leitura.<br />
Buscávamos também que este público pudesse se apropriar do espaço público das Bibliotecas.</p>
<p><span id="more-23854"></span>Com esta ação cultural teríamos não só um produto final, isto é, a criação de um Fanzines produzido pelos alunos, como também desdobramentos não mensuráveis como o despertar para a produção textual, desenvolvimento de técnicas de desenho e até interesse profissional por uma área até então pouco ou desconhecida daqueles alunos.</p>
<p><a href="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2012/03/fanzines_03.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-23913" title="fanzines_03" src="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2012/03/fanzines_03.jpg" alt="" width="455" height="203" /></a></p>
<p><strong>IHQ: Qual foi a maior dificuldade de implementar o projeto?<br />
K.P.: </strong>O entendimento por todos os envolvidos – professores, profissionais das bibliotecas, alunos e comunidade – sobre as possibilidades existentes nas Histórias em Quadrinhos: elaboração de roteiro, trabalhando a importância na clareza das idéias; elaboração dos desenhos, trabalhando o desenvolvimento e articulação do texto escrito com o formato do desenho; e a sequência dos textos e desenhos apresentando a coerência da história. A produção de uma história em quadrinhos é uma atividade complexa e extremamente atraente.</p>
<p><strong>IHQ: O que é necessário para conseguir realizar um projeto como o Fanzines nas Zonas de Sampa?<br />
K.P.: </strong>Formar uma equipe, no nosso caso: programadores, funcionários das bibliotecas, oficineiros competentes e interessados em dialogar com o público. É fundamental o apoio e suporte da Secretaria Municipal de Cultura, que ampliou a verba para as contratações, impressão dos Fanzines e realização do encontro entre turmas no final de cada módulo.</p>
<p><a href="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2012/03/fanzines_06.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-23914" title="fanzines_06" src="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2012/03/fanzines_06.jpg" alt="" width="455" height="203" /></a></p>
<p><strong>IHQ: Do começo do projeto até hoje, o que mais mudou na sua dinâmica ou estrutura devido ao dia a dia das aulas? Por quê?<br />
K.P.: </strong>O projeto foi crescendo e, a cada ano, fomos aprimorando o modelo a partir das avaliações realizadas e demandas dos participantes. Após o terceiro ano, criamos o módulo Avançado. A procura foi grande e tivemos bons resultados. Criamos o blog Zines nas Zonas de Sampa para fazer uma conexão com todos os participantes do Programa &#8211; os professores selecionam e postam alguns trabalhos e notícias de interesse comum.</p>
<p>Pela demanda do público, oferecemos também oficinas exclusivas de manga, caricatura e quadrinhos em xilogravura, este na biblioteca de Cultura Popular. Outra novidade foi a realização de encontros do programa “O Escritor na Biblioteca” nas unidades que oferecem as oficinas, dando oportunidade aos alunos de conversar com quadrinhistas profissionais que se destacam no mercado.</p>
<p><strong>IHQ: Em sua maioria, qual é o perfil de quem procura o projeto? Pessoas que desconhecem os quadrinhos, ou aqueles que já possuem alguma informação sobre a linguagem?<br />
K.P.: </strong>A maioria já desenha, mas não é exigido nenhum conhecimento prévio nos cursos básicos.</p>
<p><a href="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2012/03/fanzines_07.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-23915" title="fanzines_07" src="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2012/03/fanzines_07.jpg" alt="" width="455" height="203" /></a></p>
<p><strong>IHQ: O que você pode dizer que é mais marcante ou significativo na realização de um projeto como Fanzines nas Zonas de Sampa?<br />
K.P.:</strong> O mais significativo é perceber quantos adolescentes, crianças e adultos se envolvem com a linguagem e vão conhecendo e aperfeiçoando as técnicas de HQ. Por ser realizado dentro de bibliotecas, os participantes também tomam contato com outros programas e com o acervo, que vai dos quadrinhos aos clássicos.</p>
<p>Outro momento importantíssimo é o encontro final, quando reunimos alunos de todas as regiões da Cidade e seus familiares. Os trabalhos são expostos, os alunos recebem cópias do fanzine da turma para trocar com alunos de outras turmas, e participam de um bate-papo com um quadrinhista profissional.<br />
<strong><br />
IHQ: Como ocorre a seleção dos instrutores?<br />
K.P.: </strong>Através de Edital de Chamamento Público, que é divulgado no Diário Oficial e no site das Bibliotecas: <a href="http://www.bibliotecas.sp.gov.br" target="_blank">www.bibliotecas.sp.gov.br</a>.</p>
<p><a href="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2012/03/fanzines_02.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-23916" title="fanzines_02" src="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2012/03/fanzines_02.jpg" alt="" width="455" height="203" /></a> <strong></strong></p>
<p><strong>IHQ: Para o segundo semestre de 2012 o projeto já está garantido e nos mesmos moldes?<br />
K.P.: </strong>Em 2012, o projeto será realizado somente no primeiro semestre, em 12 locais.</p>
<p><strong>IHQ: Há a possibilidade do projeto ser ampliado para ir além das bibliotecas públicas, como escolas e centros culturais?<br />
K.P.:</strong> O programa é desenvolvido pela equipe de Programação Cultural da Coordenadoria do Sistema Municipal de Bibliotecas, responsável pelas bibliotecas de bairro, pontos e bosques da leitura e ônibus-biblioteca. A biblioteca do Centro Cultural da Juventude, que, assim como a Coordenadoria, está ligada à Secretaria de Cultura da Prefeitura de São Paulo, há vários anos participa do projeto. Estamos abertos a parcerias com outros departamentos e instituições interessadas.</p>
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		<title>Paulo Ramos fala sobre o livro “Revolução do Gibi”</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Mar 2012 12:15:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Lebeau</dc:creator>
				<category><![CDATA[entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Devir]]></category>
		<category><![CDATA[João Montanaro]]></category>
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Quem está ligado aqui no Impulso HQ sabe que o jornalista e professor universitário Paulo Ramos vai lançar um livro que compila o conteúdo do Blog dos Quadrinhos. Agora a publicação já tem nome oficial e arte da capa assinada por João Montanaro.
O livro &#8220;Revolução do Gibi &#8211; A Nova Cara dos Quadrinhos no Brasil&#8221; [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2012/03/revolucao_do_gibi.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-23745" title="revolucao_do_gibi" src="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2012/03/revolucao_do_gibi.jpg" alt="" width="455" height="600" /></a></p>
<p>Quem está ligado aqui no Impulso HQ sabe que o jornalista e professor universitário Paulo Ramos vai lançar um livro que compila o conteúdo do Blog dos Quadrinhos. Agora a publicação já tem nome oficial e arte da capa assinada por João Montanaro.</p>
<p>O livro &#8220;Revolução do Gibi &#8211; A Nova Cara dos Quadrinhos no Brasil&#8221; soma mais de 500 páginas em uma coletânea de matérias, resenhas, entrevistas e análises do blog e será publicada pela editora Devir, que programa lançar o livro entre o fim de abril e o início de maio.</p>
<p>O Impulso HQ conversou com Paulo Ramos sobre a publicação que tem o objetivo de explicar as raízes do atual momento do mercado brasileiro de quadrinhos com textos selecionados desde o início do blog, em abril de 2006, até o fim de 2011.</p>
<p><strong>Impulso HQ: Como a obra será dividida?<br />
Paulo Ramos:</strong> O livro foi dividido em 20 temas. Cada um deles compõe um dos capítulos da obra. Esses temas abordam diferentes aspectos do atual momento do mercado de quadrinhos no país.</p>
<p><span id="more-23726"></span> <strong>IHQ: Por que a edição que estava programada para 2011 será publicada somente agora?<br />
P.R.: </strong>De fato, o livro deveria ter saído em 2011. O adiamento se deveu principalmente à revisão pela qual a obra passou. Mas, no final, achei essa mudança de data bastante positiva. Isso permitiu incluir mais informações e abordar todo o ano de 2011. Fiz a última atualização de dados em janeiro deste ano.</p>
<p><strong>IHQ: Com os adiamentos a publicação passou por novas revisões. Teve material adicionado depois da primeira versão? Qual?<br />
P.R.: </strong>O curioso de produzir esse livro é que ele se parece com o processo de enxugar gelo. É um trabalho sem fim. Quanto mais adiávamos o lançamento, mais notícias surgiam e mais revisões, inclusões e atualizações eu tinha de fazer. Foi um processo contínuo. Mas, como disse na resposta anterior, a data final foi dezembro de 2011. A última atualização foi feita em janeiro deste ano.</p>
<p><strong>IHQ: Sendo uma compilação dos posts do Blog dos Quadrinhos, o que o leitor pode esperar de A Revolução dos Gibis que ainda não viu?<br />
P.R.:</strong> Quando ouvi pela primeira vez a sugestão de transformar o conteúdo do blog em livro, minha primeira reação foi parecida com essa sua pergunta. Se o conteúdo está na internet, por que pôr tudo em livro? Demorei para amadurecer a ideia. O que me convenceu foi o argumento de que o livro organiza as informações por temas, o que permite ao leitor perceber a evolução daquele assunto ao longo dos anos.<br />
Além disso, fiz um texto de abertura para cada um dos 20 capítulos, de modo a contextualizar o leitor a respeito do assunto, e inseri um comentário ao final de cada uma das postagens, atualizando as informações. Outro argumento que me ajudou a convencer foi o fato de o livro se tornar um registro físico sobre esse momento peculiar pelo qual os quadrinhos passam hoje no país. Para as próximas décadas, é necessário haver dados assim para serem consultados.</p>
<p><strong>IHQ: Uma curiosidade: Você quem escolhe os capistas dos seus livros? Em sua última publicação quem assina a arte da capa é Gustavo Duarte, agora é João Montanaro, dois artistas que você já assumiu que é fã da arte. Coincidência ou indicação?<br />
P.R.: </strong>O crédito de usar desenhistas para compor a capa dos livros é de Claudio Martini, da editora Zarabatana Books. Foi dele a ideia de convidar o argentino Liniers para fazer a capa de Bienvenido &#8211; Um Passeio pelos Quadrinhos Argentinos. O resultado ficou tão bom que resolvemos repetir a experiência no livro seguinte, Faces do Humor &#8211; Uma Aproximação entre Piadas e Tiras, cujo trabalho foi feito pelo Gustavo Duarte, que gentilmente aceitou nosso convite.</p>
<p>Levei essa experiência anterior a esta nova obra da Devir. Pensei no João Montanaro porque, além de gostar muito do trabalho dele, queria alguém que tivesse feito parte da história do Blog dos Quadrinhos. A primeira matéria sobre o João foi publicada no blog e, a partir dela, ele foi descoberto pelo restante da mídia e chegou aonde está. Felizmente, tanto ele quanto a Devir aceitaram a ideia. A capa ficou ótima.</p>
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		<title>Entrevista: Carlos Ferreira – Kardec</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Mar 2012 12:09:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Lebeau</dc:creator>
				<category><![CDATA[entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Barba Negra]]></category>
		<category><![CDATA[Carlos Ferreira]]></category>
		<category><![CDATA[Kardec]]></category>
		<category><![CDATA[Leya]]></category>
		<category><![CDATA[Rodrigo Rosa]]></category>

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		<description><![CDATA[
Carlos Ferreira e Rodrigo Rosa (Foto de Cristiano Cangussu/divulgação)
Criador do roteiro da graphic novel Kardec, publicada em 2011 pela editora Barba Negra/LeYa,  Carlos Ferreira, conversou com o Impulso HQ sobre a produção do álbum, que segundo informações do próprio roteirista, é maior sucesso de venda da editora.
Realizado em parceria com Rodrigo Rosa, que atualmente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2012/02/kardec_01.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-23660" title="kardec_01" src="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2012/02/kardec_01.jpg" alt="" width="455" height="455" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><em>Carlos Ferreira e Rodrigo Rosa (Foto de Cristiano Cangussu/divulgação)</em></p>
<p>Criador do roteiro da graphic novel Kardec, publicada em 2011 pela editora Barba Negra/LeYa,  Carlos Ferreira, conversou com o Impulso HQ sobre a produção do álbum, que segundo informações do próprio roteirista, é maior sucesso de venda da editora.</p>
<p>Realizado em parceria com Rodrigo Rosa, que atualmente vive em Barcelona, o roteirista agnóstico, fala ao Impulso HQ o que o motivou a escrever sobre Kardec, como foi o seu processo de pesquisa e criação, o retorno dos leitores sobre a obra e os planos para a continuação da graphic novel. Confira:</p>
<p><strong>Impulso HQ: Por que produzir uma HQ sobre Allan Kardec?<br />
Carlos Ferreira:</strong> Busquei antes de contar uma HQ sobre Allan Kardec uma história sobre o século XIX. Algo como um grão ou semente de ideias com teor de realismo fantástico, um fato impactante ou gênese do século XX e XXI. A história de como H. L. D. Rivail se transforma em Kardec tem este tom.</p>
<p><span id="more-23655"></span><a href="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2012/02/kardec_02.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-23661" title="kardec_02" src="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2012/02/kardec_02.jpg" alt="" width="455" height="600" /></a></p>
<p><strong>IHQ: Qual foi e quanto durou o processo de pesquisa para a graphic novel?<br />
C.F.: </strong>O meu processo criativo não é tão direto ou objetivo nos seus primeiros momentos quando aquela ideia fica orbitando dentro da minha cabeça. Não foi diferente com o Kardec. A maioria das minhas ideias nascem quando leio um texto, ou assisto aos filmes, programas de tevê ou em um diálogo com amigos.</p>
<p>Gosto de temas históricos. O Kardec nasceu quando assisti o documentário Crumb. A semente foi plantada com a obsessão de Charles Crumb (irmão do Robert Crumb) pelo século XIX.   Primeiro foi processo de pesquisar assuntos de rupturas de ideias, conceitos, pensamentos e estéticas do XIX com o que veio depois.</p>
<p>Este processo durou um tempo orgânico até maturar nas pesquisas sobre Kardec e vir o  texto de argumento ou o  primeiro tratamento de roteiro. Acho que uns 10 anos. Quando eu tive a certeza que eu escreveria o roteiro de Kardec li muitos livros sobre o espiritismo, sobre os celtas, sobre os romanos e ocultismo. E isto durou uns três anos.</p>
<p><strong>IHQ: Para entender todo o processo e ambientação vocês chegaram a fazer pesquisa de campo como ir a alguma sessão espírita? Se sim, o que essa experiência ajudou?<br />
C.F.: </strong>Não. Eu não fui em sessões espíritas para fazer o livro, o Rodrigo também não foi. Mas já tivemos este tipo de experiência antes de produzir o livro. O Rodrigo é de uma família espírita e eu sou de uma família que é de diversas correntes religiosas.</p>
<p><a href="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2012/02/kardec_03.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-23662" title="kardec_03" src="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2012/02/kardec_03.jpg" alt="" width="455" height="600" /></a></p>
<p><strong>IHQ: Por que vocês decidiram abordar o espiritismo no momento em que Rivail decide ser Allan Kardec?<br />
C.F.: </strong>Eu considero este momento, a origem, é um dos momentos mais interessantes da história não só espírita, mas do século XIX. O que aconteceu sobre as mesas girantes tem muito a ver com um contexto de transição de ideias e formas de ver o mundo. O materialismo e a decadência da religião Católica, a Origem das Espécies do Darwin, e os avanços tecnológicos sacudiram o mundo do século XIX. Essas são algumas referências de mudanças que diretamente ou não se reflete em Kardec.</p>
<p><strong>IHQ: Há algo que vocês descobriram durante a pesquisa que vocês optaram em deixar fora do álbum? Por quê?<br />
C.F.: </strong>Tudo o que acontece depois que Rivail descobre sobre Kardec foi deixado de fora do livro porque tenho a pretensão de escrever uma trilogia. Nos próximos textos vamos mergulhar nas profundezas dos fatos que sucederam a origem do Kardec. A minha ideia para o segundo livro é a gênese da criação do Livro dos Espíritos e as consequências na época.</p>
<p><strong>IHQ: Com as diversas obras já publicadas sobre o assunto, teve algo que vocês tentaram evitar para não produzir o mais do mesmo?<br />
C.F.: </strong>Fugimos do lugar da atmosfera “doutrina”. Não temos a pretensão, ou o desejo de doutrinar. Não é nosso objetivo. Queremos abordar os fatos históricos. Mostrar o mundo daquela época e como o espiritismo se encaixa nele.</p>
<p><a href="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2012/02/kardec_04.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-23663" title="kardec_04" src="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2012/02/kardec_04.jpg" alt="" width="455" height="600" /></a></p>
<p><strong>IHQ: Haveria a possibilidade de mais um álbum sobre Kardec e o espiritismo?<br />
C.F.: </strong>Sim. Quero muito continuar e já escrevo outros projetos relacionados.</p>
<p><strong>IHQ: Vocês já tiveram algum retorno sobre a publicação em relação aos leitores?<br />
C.F.: </strong>Sabemos que o livro está vendendo muito bem e é o maior sucesso de venda da editora Barba Negra. Kardec é considerado uma experiência nova de leitura por juntar dois públicos, os dos quadrinhos e espíritas.<br />
Na minha opinião há uma resistência por parte dos leitores dos quadrinhos que ainda não leram. Há um preconceito de achar que queremos doutrinar. Não é o caso. É uma biografia. A nossa intenção é contar uma boa história.</p>
<p><a href="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2012/02/kardec_05.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-23665" title="kardec_05" src="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2012/02/kardec_05.jpg" alt="" width="455" height="600" /></a></p>
<p><strong>IHQ: No álbum percebe-se que em alguns momentos vocês decidiram explorar algumas experiências gráficas. Da onde surgiu essa ideia?<br />
C.F.:</strong> O formato de roteiro que escrevo flerta com o cinema. Escrevo como filmo. É minha marca. A narrativa para mim é tudo. Criar o silêncio das cenas e depois rechear com os diálogos. O Rodrigo e eu temos claro que o contar é tão importante quanto o argumento ou os desenhos. Daí partirmos para o nosso confronto criativo, como dois universos somados. Temos muitas buscas próximas. Eu chego no texto com ideias de narrativas complexas como o giro do livro e ele criativamente traduz isto nos seus traços.</p>
<p><strong>IHQ: E para o futuro? Qual é o próximo projeto?<br />
C.F.: </strong>Estou com duas novas adaptações da literatura para os quadrinhos. Crime e Castigo e O Castelo para a editora Nova Fronteira. Sou o roteirista e desenhista. Eu também estou com A Guerra de Palmares com os desenhos de Moacir Martins. E com o álbum 2 do Kardec.<br />
________________________</p>
<p>Não deixe de conferir a resenha HQB sobre a graphic novel, <a href="http://impulsohq.com/resenha-hqb/resenha-hqb-kardec/" target="_blank">clicando aqui</a>.</p>
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		<title>Papo de Impulso com Wellington Srbek &#8211; Editor da NEMO</title>
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		<pubDate>Fri, 24 Feb 2012 11:01:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dennis Rodrigo</dc:creator>
				<category><![CDATA[entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Nemo]]></category>
		<category><![CDATA[Wellington Srbek]]></category>

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No Papo de Impulso de hoje vocês vão conhecer um pouco mais sobre Wellington Srbek, Doutor e Mestre em Educação pela UFMG, graduado em História, pesquisador e professor de quadrinhos, roteirista e editor premiado nacionalmente.
Com mais de vinte anos de experiência na criação, edição e produção de HQs, Wellington Srbek vendeu sua primeira revista em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2012/02/Srbek_01.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-23550" title="Srbek_01" src="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2012/02/Srbek_01.jpg" alt="" width="457" height="455" /></a></p>
<p>No Papo de Impulso de hoje vocês vão conhecer um pouco mais sobre Wellington Srbek, Doutor e Mestre em Educação pela UFMG, graduado em História, pesquisador e professor de quadrinhos, roteirista e editor premiado nacionalmente.</p>
<p>Com mais de vinte anos de experiência na criação, edição e produção de HQs, Wellington Srbek vendeu sua primeira revista em 1987, aos 12 anos de idade – uma produção artesanal,  mimeografada, e vendida aos colegas de escola. Nos anos 90, começou a publicar trabalhos nos fanzines Ágape, Replicantes e Ideário.</p>
<p>Sempre mantendo a produção, entre 1996 e 1998, ainda em Belo Horizonte (MG), Srbek criou as revistas independentes Solar e Caliban, esta primeira publicação, lançou seu personagem homônimo, que adquire super poderes numa experiência xamanística. O trabalho chamou a atenção de Flávio Colin, que o convidou para trabalharem juntos. A parceria rendeu o álbum Estórias Gerais, em 1998, que até hoje é considerado um dos melhores álbuns nacionais de quadrinhos.</p>
<p><span id="more-23548"></span><img class="aligncenter" src="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2012/02/nemo_2012_nikopol.jpg" alt="" width="455" height="600" /></p>
<p>Em 2011 Srbek surpreendeu mais uma vez assumindo o cargo de editor e coordenador de publicações da editora Nemo, que faz parte do Grupo Editorial Autêntica. Com uma proposta de mesclar títulos brasileiros, clássicos europeus e também quadrinhos norte-americanos de qualidade, a editora foi destaque por trazer para o Brasil no ano passado edições de Moebius e Corto Maltese nos formatos originais. Para 2012 a editora promete títulos como A Trilogia Nikopol, do aclamado autor francês Enki Bilal.</p>
<p><strong>Primeira revista em quadrinhos que leu?</strong><br />
Rapaz, deve ter sido alguma coisa do Homem-Aranha, ou do Hulk ou da Liga da Justiça. Alguma coisa que eu folhei aos quatro anos de idade possivelmente.</p>
<p><strong>Quadrinho favorito de todos os tempos?</strong><br />
Provavelmente o Monstro do Pântano do Alan Moore.</p>
<p><strong>Seu trabalho favorito?</strong><br />
Estórias Gerais.</p>
<p><strong>Suas influências artísticas?</strong><br />
Cada trabalho que eu faço tem influências bem diversas, procuro ser bem variado. Como roteirista é o Alan Moore.</p>
<p><img class="aligncenter" src="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2012/02/nemo_2012_moebius.jpg" alt="" width="457" height="455" /></p>
<p><strong>Personalidade que gostaria de conhecer dos quadrinhos?</strong><br />
Moebius, gosto muito do trabalho dele.</p>
<p><strong>Super-poder que gostaria de ter?</strong><br />
Voar deve ser legal.</p>
<p><strong>Livro favorito?</strong><br />
Grande Sertão Veredas de Guimarães Rosa.</p>
<p><strong>Desenho animado favorito?</strong><br />
Eu adoro desenho animado, comecei gostando até mais do que de quadrinhos&#8230; Estranho mundo de Jack.</p>
<p><strong>Banda ou Músico?</strong><br />
Bob Dylan!</p>
<p><strong>Programa de TV?</strong><br />
Jornada nas Estrelas. A série clássica.</p>
<p><strong>Uma mensagem para o leitor do impulsohq.com:</strong><br />
Continuem lendo quadrinhos, leiam quadrinhos da Nemo, leiam quadrinhos de outras editoras, leiam quadrinhos brasileiros, sobretudo valorizem o quadrinho brasileiro!</p>
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