Um poema de Guerra (ou aquela recontagem daquele personagem daquele autor, sabe?).
Sabe aquele gibi que você tem, mas que não sabe quando foi lançado, quem comprou ou porque aquilo está na sua estante? Aquela que você namora anos antes de ler, e quando lê, não entende nada? Sabe aquela que você lê novamente quando adulto e não entende como nunca leu aquilo antes? Bem, assim foi para mim Ás Inimigo – Um Poema de Guerra.
Vamos começar do começo, sim? Eu não fazia idéia quem era aquele velhinho, não fazia idéia de quem era o Barão Vermelho (Não, não o do Cazuza) e nem entendia muito da primeira guerra quando li pela primeira vez isso aí. Devia ter por volta de doze ou treze anos, algo assim e simplesmente não gostei.
“Qual a graça? Tem um velhinho que fica falando, desenhos super confusos e um cara chatinho que é repórter mas não é repórter, e o que significa ‘ás inimigo’? Os caras publicam um gibi com erro de concordância! Prefiro o Aranha Escarlate”.







