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	<title>Impulso HQ &#187; cine hq</title>
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		<title>Crítica: Imortais – O homem e o complexo de Deus</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Jan 2012 10:55:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Nunes</dc:creator>
				<category><![CDATA[cine hq]]></category>
		<category><![CDATA[Gianni Nunnari]]></category>
		<category><![CDATA[Henry Cavill]]></category>
		<category><![CDATA[Imortais]]></category>
		<category><![CDATA[John Hurt]]></category>
		<category><![CDATA[Mark Canton]]></category>
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		<category><![CDATA[Tarsem Singh]]></category>

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		<description><![CDATA[
Os épicos gregos sempre serviram como fonte inesgotável de inspiração ao entretenimento. E não por acaso, suas raízes dogmáticas são as que mais se aproximam da humanidade. Pois seus deuses, sim, aqueles que não conhecem a dor e nem a morte, possuem sentimentos semelhantes aos dos mortais.
Além disso, eles têm uma fraqueza pela carne, pelo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2012/01/imortais_01.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-22803" title="imortais_01" src="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2012/01/imortais_01.jpg" alt="" width="455" height="600" /></a></p>
<p>Os épicos gregos sempre serviram como fonte inesgotável de inspiração ao entretenimento. E não por acaso, suas raízes dogmáticas são as que mais se aproximam da humanidade. Pois seus deuses, sim, aqueles que não conhecem a dor e nem a morte, possuem sentimentos semelhantes aos dos mortais.</p>
<p>Além disso, eles têm uma fraqueza pela carne, pelo caule e pela luxúria humana, gerando os pequenos e milagrosos bastardos com sangue divino nas veias. Analisando atentamente os textos mitológicos chega-se a conclusão que os homens não eram tão diferentes de suas adoradas divindades. Um pensamento extremamente arrogante, porém, verdadeiro.</p>
<p>Da literatura do passado a literatura do presente, escritores ecoam em suas centenas de linhas caligrafadas venturas e desventuras de homens que mais parecem deuses que propriamente homens. Das culturas vivas da atualidade, talvez a estadunidense seja a que mais abusa do tema. O caríssimo filme, Imortais, do diretor, Tarsem Singh, não foge a escrita e redundantemente repete a história.</p>
<p><span id="more-22802"></span><a href="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2012/01/imortais_08.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-22804" title="imortais_08" src="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2012/01/imortais_08.jpg" alt="" width="455" height="203" /></a></p>
<p>No épico, Hipérion (Mickey Rourke), o poderoso rei de Heraclião, revolta-se contra os deuses do olimpo e declara guerra a todos os reinos da Grécia em busca do lendário Arco de Épiro, arma capaz de libertar do Tártaro os temíveis Titãs, crias de Urano e Gaia e prógonos das atuais divindades soberanas da terra antes da guerra que decidiria o destino do mundo, a famosa Titanomaquia. Sabido dos planos do monarca, Zeus (Luke Evans) incube ao mortal, Teseu (Henry Cavill), a honraria de deter o vilão e seu insano plano.</p>
<p>Imortais de Tarsem Singh carrega o estigma das grandes produções hollywoodianas baseados na mitologia clássica. Geralmente elas são películas caríssimas, com entorno cenográfico extravagante e fotografia majestosa que inevitavelmente pecam no engendramento do esqueleto cinematográfico, o roteiro, mas que na soma de tudo agrada boa parte do público.</p>
<p><a href="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2012/01/imortais_04.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-22805" title="imortais_04" src="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2012/01/imortais_04.jpg" alt="" width="455" height="203" /></a></p>
<p>A atuação dos atores não é nenhuma maravilha, entretanto, a de levar em conta os textos mais volvidos à ação, que tende a diminuir a capacidade interpretativa da camada artística. Os diálogos em sua maioria são objetivos e enfáticos não prejudicando o entendimento do que se passa na tela, mas poderiam ser melhores trabalhados.</p>
<p>Os mais entendidos de mitologia grega assistirão com maus olhos o desenvolver da história, já que Imortais abandona as linhas das poéticas antigas em detrimento as suas próprias linhas narrativas, como visto no clássico, Troia, de 2004.</p>
<p>O conjunto de atores é formoso, com grande destaque na musculatura física dos homens e no desenho esbelte e sensual das mulheres. Por tratar-se de um filme de clima caótico a escolha de atores no ápice da jovialidade atlética mostrou-se correta, todavia, a lascívia de belos corpos e rostos não justifica as habilidades sobre-humanas de alguns personagens, principalmente os nãos bastardos dos deuses.</p>
<p><a href="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2012/01/imortais_10.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-22806" title="imortais_10" src="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2012/01/imortais_10.jpg" alt="" width="455" height="455" /></a></p>
<p>O colossal trabalho arquitetônico do filme impressiona até mesmo espectadores já acostumados com o fado dessas produções. E isso não é tudo, a fotografia deslumbrante ostenta grandeza desde os segundos iniciais do filme. Singh soube de maneira brilhante capturar as imagens que muitos almejam e que poucos conseguem.   Talvez, os milhões investidos na produção tenham ajudado.</p>
<p>O cinema 3D é uma maravilha e não existe nada mais gratificante que ver a imagem saltar da tela como se fosse uma serpente venenosa. O sangue sendo jorrado e fluindo causa uma emoção prazerosa. Devo admitir que a sensação abstrata e emocional geraram sorrisos nefastos e doentios de minha boca enquanto flechas e espadas saboreavam o suco escarlate de homens em queda  dimanar sensualmente  no ar.</p>
<p>Se a violência e a beleza helênica da fotografia e dos atores sustenta o ritmo do filme, o mesmo não deve ser dito do roteiro. Ele medeia entre bom e ruim, infelizmente tendendo demasiadamente para o lado ruim. Como dito, muita coisa fora alterada para se adaptar a nova história. Não que isso seja o ponto central de desfortuno, longe disto, o desagradável fica na apatia dos deuses, precisamente Zeus, a ameaça titânica e as ofensas do homem. É como se toda a mitologia fosse purgada e transformada em algo estranho, e o estranho, nesse caso, parece grotesco e intragável.</p>
<p><a href="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2012/01/imortais_09.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-22807" title="imortais_09" src="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2012/01/imortais_09.jpg" alt="" width="455" height="455" /></a></p>
<p>No fim todos os pontos positivos são destruídos por decisões equivocadas do roteiro. Mesmo assim, o filme deverá agradar boa parte do público com sua violência tridimensional e sua ótima fotografia.</p>
<p>A trilha musical de Trevor Morris é comum, explora tudo aquilo que já fora explorado, e o não ineditismo às vezes cansa, passa despercebido. Independente disso, ela não compromete o andamento das cenas, mas também não anima.<br />
<strong><br />
Trailer:</strong><br />
<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="450" height="259" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/7VdONYkKFmQ?version=3&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="450" height="259" src="http://www.youtube.com/v/7VdONYkKFmQ?version=3&amp;hl=pt_BR" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object><br />
<strong><br />
Titulo Original: Immortals</strong><br />
Título Traduzido: Imortais<br />
Gênero: Ação / Fantasia / Mitologia<br />
Duração: 110min<br />
Produção: Mark Canton, Ryan Kavanaugh e Gianni Nunnari<br />
Diretor: Tarsem Singh<br />
Roteiro: Vlas Parlapanides e Charley Parlapanides<br />
Trilha musical: Trevor Morris<br />
Atores estrelados: Henry Cavill, Mickey Rourke e John Hurt<br />
Distribuidoras: Relativity Media e Universal Pictures</p>
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		<title>Gigantes de aço – ou “Gigantes do estrago”</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Nov 2011 11:01:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dennis Rodrigo</dc:creator>
				<category><![CDATA[cine hq]]></category>
		<category><![CDATA[Gigantes de aço]]></category>
		<category><![CDATA[Hugh Jackman]]></category>

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		<description><![CDATA[
Pegue todos os clichês que você conhece de bons filmes, reúna e estrague. Leve as telonas e faça fãs saudosistas chorarem!
Não sei se alguns dos nossos leitores tiveram a curiosidade de ir ao cinema conferir Gigantes de aço (Real Steel, 2011). Não foi o meu caso, juro, mas não resisti ao convite, apesar do meu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2011/11/gigantes_aco_01.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-22074" title="gigantes_aco_01" src="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2011/11/gigantes_aco_01.jpg" alt="" width="455" height="600" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><em>Pegue todos os clichês que você conhece de bons filmes, reúna e estrague. Leve as telonas e faça fãs saudosistas chorarem!</em></p>
<p>Não sei se alguns dos nossos leitores tiveram a curiosidade de ir ao cinema conferir Gigantes de aço (Real Steel, 2011). Não foi o meu caso, juro, mas não resisti ao convite, apesar do meu sentido aranha ter disparado. O fato é que esse filme me fez pensar “o que está acontecendo?”. O que é “aquilo”? “Como alguém pode filmar isso?”</p>
<p>Então, se você não assistiu, poupe seu dinheiro. Se quiser saber a razão desse drástico posicionamento, prossiga na leitura, mas saiba que, pra ajudar vocês a fazer essa, digamos, “economia”, vou revelar <strong>SPOILERS</strong>!</p>
<p><span id="more-22073"></span></p>
<p><a href="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2011/11/gigantes_aco_02.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-22075" title="gigantes_aco_02" src="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2011/11/gigantes_aco_02.jpg" alt="" width="457" height="455" /></a></p>
<p>Ainda por aqui? Ok, vamos lá!</p>
<p>Hugh Jackman, o Wolverine da cinessérie X-MEN (sei que sabem disso, mas sempre existe a chance de alguém não estar antenado nisso) é o chamariz do filme, somado a robôs “boxeadores” ao estilo Transformers, um pequeno Justin Bieber dos pobres e com a gatíssima Katie da série Lost de gorjeta. Falando sério: robôs lutadores e um pai ausente não é o plot mais promissor, mas juro que me surpreendi ao ver que ainda podia piorar muito.</p>
<p>A trama de Gigantes de aço é um mistura sem-vergonha de elementos de um punhado de filmes, como Falcão, o Campeão dos Campeões e Rocky, “um lutador” (do pujante Silvester Stallone) e Transformers (obviamente) com uma pitada até de um personagem de Star Wars.</p>
<p><a href="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2011/11/gigantes_aco_03.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-22076" title="gigantes_aco_03" src="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2011/11/gigantes_aco_03.jpg" alt="" width="455" height="600" /></a></p>
<p>Num mundo futurístico (que de futurístico mesmo só tem os tais robôs lutadores), com risíveis menções a família Gracie de lutadores e a “situação” dos campeonatos de artes marciais nesse “cenário”, Jackman interpreta um mau caráter, pilantra e pai ausente, metido em trambiques mil vezes piores que os de Han Solo antes do encontro com Luke e Obi Wan na taverna em Tattoine no episódio IV.</p>
<p>A “relação” que ele “tem” (ou melhor, “não tem”, pois chega a “vender” o filho para a cunhada) vem do filme Falcão, trocentas vezes piorada, não duvide!</p>
<p>Já que mencionei o menino, o tal filho do Wolverine, que infelizmente NÃO É O DAKEN, vou logo escancarar a verdade: é um filme para a “geração Justin Bieber”. Não falta nem o “estilo musical” do “astro” teen, nem “dancinhas” ou o cabelinho.</p>
<p><a href="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2011/11/gigantes_aco_05.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-22077" title="gigantes_aco_05" src="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2011/11/gigantes_aco_05.jpg" alt="" width="457" height="455" /></a></p>
<p>Infelizmente nem os efeitos especiais salvam! Hoje em dia, a mais alta tecnologia está à disposição para ótimos efeitos. Se os estúdios pagam, eles têm o melhor possível, mas uma BOA história, isso está cada vez mais raro e precioso! Então, atualmente, os efeitos são um elemento secundário, na minha opinião. O desafio é contar uma história decente! E Gigantes de aço se quer entrou na fila pra isso.</p>
<p>Moralmente, o filme além de não acrescentar, “diminui”. Os personagens, sem exceção, não tem profundidade, são rasos como pires (sempre quis usar essa expressão, mas sem precisar forçar a barra&#8230; E isso o filme garantiu pra valer). Ah, não posso me esquecer de mencionar como o merchandising da HP é ridículo&#8230; Sem falar num energético que até deve ser conhecido no estrangeiro, mas que faz o menino pegar uma lata com a mão torta e absolutamente sem espontaneidade para não cobrir a marca.</p>
<p><a href="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2011/11/gigantes_aco_06.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-22078" title="gigantes_aco_06" src="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2011/11/gigantes_aco_06.jpg" alt="" width="457" height="455" /></a></p>
<p>O caso é que Wolverine irá, em certa altura do “filme” (me perdoem, mas sinto-me sujo de chamar Gigantes de aço de filme), “treinar” o robô pelo qual o menino se afeiçoou (argh!), redimindo-se de TODOS os anos como pai ausente. O fedelho petulante (bem coisa de Justin Bieber) desafia o mega-robô de um império capitalista do segmento do entretenimento baseado em máquinas que se digladiam. E isso nos leva ao embate final.</p>
<p>Todos os clichês possíveis estão lá, senhores. Cenas em câmera lenta, olhares e lágrimas&#8230; E quando o último round da luta chega ao fim, é tão impressionantemente igual ao final de Rocky, que você espera o robô gritar: “Adriaaan! I did it!! I did it!!!”. Quem me dera a coisa tivesse parado por aí, pois o robô “herói”, bonzinho e ultrapassado, perde a luta por pontos assim como o velho Rocky Balboa no último filme da, hum, “hexologia”!</p>
<p><a href="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2011/11/gigantes_aco_07.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-22079" title="gigantes_aco_07" src="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2011/11/gigantes_aco_07.jpg" alt="" width="457" height="455" /></a></p>
<p>O assustador é que o filme leva a criançada ao delírio&#8230; Bom&#8230; Espero mesmo que o tempo mude isso e que o destino se encarregue de fazer justiça aos filmes cujos roteiros serviram de “argamassa” para Gigantes de aço. Para tirar o gosto amargo, só assistindo a animação O Gigante de Ferro, do absolutamente competente Brad Bird, que tem no currículo simplesmente Os Simpsons, Os Incríveis e Ratatouille.</p>
<p>Gigante de Ferro é um desenho animado incrível, com texto e arte sensacionais, para dizer o mínimo, repleto de referências sensacionais aos quadrinhos da década de 1950 e 60.</p>
<p>Então, que tal usar o dinheiro economizado do cinema pra alugar o longa-metragem em animação? Cabe dizer quem me fez o convite quis sair antes de uma hora de filme, mas resisti bravamente para poder escrever esse texto de alerta.</p>
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		<title>Conan, o Bárbaro &#8211; 3D</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Sep 2011 11:54:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Nunes</dc:creator>
				<category><![CDATA[cine hq]]></category>
		<category><![CDATA[Bob Sapp]]></category>
		<category><![CDATA[Conan]]></category>
		<category><![CDATA[Jason Momoa]]></category>
		<category><![CDATA[Marcus Nispel]]></category>
		<category><![CDATA[Rachel Nichols]]></category>
		<category><![CDATA[Robert E. Howard]]></category>
		<category><![CDATA[Ron Perlman]]></category>
		<category><![CDATA[Rose McGowan]]></category>
		<category><![CDATA[Stephen Lang]]></category>

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		<description><![CDATA[
Sinopse: Trama conta a história de Conan, o cimério, e suas aventuras através do continente de Hibórea em busca de vingança pelo assassinato de seu pai e a destruição de sua vila.
Spoiler: nenhum spoiler
O primeiro filme, Conan The Barbarian de 1982, é atualmente cultuadíssimo pelos fãs e saudosistas da época, mas quando foi lançado sofreu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2011/09/conan_01.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-21323" title="conan_01" src="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2011/09/conan_01.jpg" alt="" width="455" height="600" /></a></p>
<p><strong>Sinopse: </strong>Trama conta a história de Conan, o cimério, e suas aventuras através do continente de Hibórea em busca de vingança pelo assassinato de seu pai e a destruição de sua vila.</p>
<p><strong>Spoiler:</strong> nenhum spoiler</p>
<p>O primeiro filme, Conan The Barbarian de 1982, é atualmente cultuadíssimo pelos fãs e saudosistas da época, mas quando foi lançado sofreu diversas críticas negativas por não respeitar as raízes que formavam a personalidade bárbara do personagem, bastante abrandada na película de John Milius.<br />
Quase 30 anos depois um novo longa-metragem do bárbaro vê a luz do dia e agora com todo o potencial tecnológico do cinema do século XXI. Como todo grande lançamento, desde Avatar, o filme fora convertido e exibido nas principais salas do País em três dimensões.</p>
<p><span id="more-21322"></span><a href="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2011/09/conan_02.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-21324" title="conan_02" src="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2011/09/conan_02.jpg" alt="" width="455" height="202" /></a></p>
<p>Conan, o Bárbaro 3D veio tentar sanar uma ferida que o seu irmão mais velho deixou nos anos 80, e que muitas pessoas esqueceram por causa da nostalgia de suas juventudes. Contudo, aquela geração movida pela explosão do Pop-Rock e terrificada pela avantesma inflacionária não é mais o público alvo dessa nova aventura.</p>
<p>O filme resume-se na vingança do bárbaro contra o imperador guerreiro Khalar Zym (Stephen Lang) e sua filha, a feiticeira Marique (Rose McGowan), por terem destruído a sua vila e matado o seu pai.</p>
<p>Para o papel do cimério fora escolhido Jason Momoa, conhecido por interpretar o rei guerreiro Khal Drogo no seriado estadunidense Games of Thrones, adaptação da série de livros, As Crônicas de Gelo e Fogo, do escritor e roteirista George R. R. Martin.</p>
<p><a href="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2011/09/conan_03.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-21325" title="conan_03" src="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2011/09/conan_03.jpg" alt="" width="457" height="455" /></a></p>
<p>O Conan de Momoa tem a personalidade bárbara azedada quando comparada ao personagem dos quadrinhos e dos livros. A agressividade tempestuosa fora substituída por uma malcriadez galante e depurada que provoca suspiros femininos no escurinho do cinema cada vez que os combates, abundantes de músculos e de sangue, começam a saltar da tela.</p>
<p>O filme supera as expectativas quando investe no perfeccionismo acrobático das lutas, mas peca no quesito principal da criação de Robert E. Howard, a história. Em Conan, o Bárbaro, os diálogos são curtos e pouco convincentes, o que propriamente atrapalha a percepção da atuação dos atores pela crítica.</p>
<p>Fica a impressão de que os produtores exigiram o maceramento do roteiro para economizar custos. O resultado disso é uma incivil partiria de cenas que poderiam oferecer mais a trama e aos personagens, mas que devido à pressa dos produtores tornaram-se confusas e disléxicas aos olhos.</p>
<p><a href="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2011/09/conan_04.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-21326" title="conan_04" src="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2011/09/conan_04.jpg" alt="" width="457" height="455" /></a></p>
<p>Os traços provenientes das mãos de John Buscema que caracterizaram a presença bravia de Conan nos quadrinhos foram parcialmente excomungados do figurino. O figurinista optou pelo abastamento e refinamento dos trajes, principalmente os masculinos, uma tendência do luxo que vem sendo adotada pelos filmes de época desse milênio.</p>
<p>De certa forma o manuseio da sensualidade feminina famosa nos livros e nos gibis é bem aproveitado sem chegar a ser apelativo como no caso da noviça, Tamara (Rachel Nichols), entretanto, em determinada cena, o uso de figurantes com os seios amostra, demonstra demasiada vulgaridade e indelicadeza com o público feminino que está no cinema para assistir.</p>
<p>Um dos pontos altos do figurino é a vestimenta usada pela feiticeira Marique. A perversidade sádica e sensual da roupa mostrou êxito ao cobrir o bonito corpo da vilã, autora dos poucos, porém competentes, efeitos especiais existentes no longa.</p>
<p><a href="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2011/09/conan_05.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-21327" title="conan_05" src="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2011/09/conan_05.jpg" alt="" width="455" height="202" /></a></p>
<p>Sem nenhuma dúvida, o conteúdo mais conhecido e apreciado do filme de 1982 é a trilha sonora composta pelo falecido compositor, Basil Poledouris. Ela praticamente fez do filme um grande vídeo musical cujas cenas assemelham-se a placebo se comparadas a musicalidade mesmerizante da dignamente construídas partituras.</p>
<p>A trilha musical de Tyler Bates para Conan The Barbarian 3D não ambiciona superar a trilha de Basil Poledouris, pelo contrário, ela busca se acentuar a contemporaneidade e assim não inova. As batidas da faixa de abertura não são nada parecidas aos marcantes trovões dos tambores de Anvil Of Crom, mas de maneira alguma deixam a desejar ou comprometem a experiência sonora do filme.</p>
<p>A terceira ambientação cinematográfica de Conan derrapara onde ela mais era exigida, a história, comprometendo a atuação dos atores e a própria direção do longa-metragem. Nem mesmo o luxuoso figurino e a razoável fotografia puderam fazer de Conan, o Bárbaro 3D um bom filme. Mesmo assim o filme pode ser um bom divertimento para quem nunca leu nada relacionado ao personagem.</p>
<p><strong>Trailer:</strong><br />
<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="460" height="260" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/lk0odkgO230?version=3&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="460" height="260" src="http://www.youtube.com/v/lk0odkgO230?version=3&amp;hl=pt_BR" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p><strong>Ficha Técnica</strong><br />
Conan – O Bárbaro (Conan The Barbarian)<br />
Direção: Marcus Nispel<br />
Roteiro: Thomas Dean Donnelly, Sean Hood, Joshua Oppenheimer, baseado na história de Robert E. Howard<br />
Elenco: Bob Sapp, Jason Momoa, Rachel Nichols, Ron Perlman, Rose McGowan, Stephen Lang<br />
Duração: 115 min.<br />
Ano: 2011<br />
País: EUA</p>
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		<title>Velozes e Furiosos 5</title>
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		<pubDate>Wed, 04 May 2011 11:57:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Edu Fernandes</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Velozes e Furiosos]]></category>
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Spoilerômetro: nenhum spoiler
Brasil, mostra a tua cara! –  por Edu Fernandes
Antes mesmo de Velozes e Furiosos 5 (Fast Five) estrear no Brasil, muito já se fala dos erros que o roteiro comete ao retratar a cidade do Rio de Janeiro. Parte da imprensa e do público esperneia aos quatro ventos os absurdos da polícia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2011/04/fast_five.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-18807" title="fast_five" src="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2011/04/fast_five.jpg" alt="" width="455" height="600" /></a></p>
<p><strong>Spoilerômetro: </strong>nenhum spoiler</p>
<p>Brasil, mostra a tua cara! –  por Edu Fernandes</p>
<p>Antes mesmo de Velozes e Furiosos 5 (Fast Five) estrear no Brasil, muito já se fala dos erros que o roteiro comete ao retratar a cidade do Rio de Janeiro. Parte da imprensa e do público esperneia aos quatro ventos os absurdos da polícia corrupta mostrada no filme e a maneira &#8220;objeto-sexual-acéfalo&#8221; como as mulheres brasileiras são retratadas.</p>
<p>OK, isso não é bom para nossa imagem lá fora e há realmente erros no roteiro (os espanhóis nunca tentaram colonizar o Brasil, por exemplo). O que não podemos é ser inocentes em reconhecer que algumas coisas que Velozes e Furiosos 5 mostra são verdadeiras. Uma parcela muito grande dos policiais brasileiros são corruptos, isso é fato e não podemos esconder.</p>
<p>As mulheres brasileiras como objeto sexual é uma parte bem pequena, quase decorativa, do filme. O que merece ser colocado sob um holofote é outro erro factual do roteiro. Vamos a ele, então.</p>
<p><span id="more-18806"></span><a href="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2011/04/fast_five_a.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-18808" title="fast_five_a" src="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2011/04/fast_five_a.jpg" alt="" width="455" height="202" /></a></p>
<p>Na história do longa, Dom e seus amigos são foragidos da Justiça e resolvem se esconder no Rio de Janeiro. Quando chegam nas terras brasileiras, recebem a proposta de participar de um roubo de carros (claro que se trata de super-máquinas sobre rodas, como gostam os fãs da franquia). Como o dinheiro está curto e o mercado de trabalho para foragidos não oferece opções melhores, eles aceitam entrar no plano.</p>
<p>Os tais carrões estão alocados no vagão de um trem, o que rende uma emocionante sequência de ação. Até aí, pode parecer que está tudo bem, mas sabemos muito bem que o transporte ferroviário no Brasil não passa de uma piada de mau-gosto. A composição mostrada na tal sequência é de luxo, com assentos confortáveis, claramente destinada ao turismo.</p>
<p>Nosso país fez a escolha estúpida de fomentar o transporte rodoviário, para a alegria de empresas petrolíferas. Esses trens do estilo &#8220;mochilão europeu&#8221; só fazem parte dos nossos sonhos. Se queremos viajar dentro do nosso território, temos de pegar um ônibus (e pagar pedágios caros ou enfrentar rodovias em péssimo estado) ou um avião (com preços de passagens astronômicos).</p>
<p><a href="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2011/04/fast_five_b.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-18809" title="fast_five_b" src="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2011/04/fast_five_b.jpg" alt="" width="455" height="202" /></a></p>
<p>O que não entendo é por que a corrupção policial (que é verdade) causa tanta comoção e o bonitão trem de turismo (que é mentira) não seja comentado.</p>
<p>Acho que, antes de começar uma campanha de boicote a Velozes e Furiosos 5, é mais produtivo pressionarmos nossas autoridades para que melhorem a situação do Brasil. Quando a miséria e corrupção dos filmes que usam nossas paisagens como cenário forem mentiras, teremos moral para chiar com os produtores hollywoodianos.</p>
<p><strong>Trailer:</strong><br />
<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="451" height="275" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/BGlGTy90Kuk?fs=1&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="451" height="275" src="http://www.youtube.com/v/BGlGTy90Kuk?fs=1&amp;hl=pt_BR" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Publicado originalmente no<a href="http://ocinedude.blogspot.com/2011/04/velozes-e-furiosos-5-brasil-mostra-tua.html" target="_blank"> Cinedude</a></p>
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		<title>Rio</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Apr 2011 12:03:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Edu Fernandes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
Sinopse: Blu é uma arara azul que vive nos Estados Unidos. Ele é achado por um ornitólogo que convence a dona dele a ir ao Brasil. A ideia é que Blu acasale com uma fêmea e salve sua espécie da extinção.
Spoilerômetro: nenhum spoiler
Paixão nacional – por Edu Fernandes
À frente da franquia A Era do Gelo, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2011/04/rio_01.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-18486" title="rio_01" src="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2011/04/rio_01.jpg" alt="" width="455" height="600" /></a></p>
<p><strong>Sinopse: </strong>Blu é uma arara azul que vive nos Estados Unidos. Ele é achado por um ornitólogo que convence a dona dele a ir ao Brasil. A ideia é que Blu acasale com uma fêmea e salve sua espécie da extinção.</p>
<p><strong>Spoilerômetro:</strong> nenhum spoiler</p>
<p><strong><em>Paixão nacional – por Edu Fernandes</em></strong></p>
<p>À frente da franquia A Era do Gelo, o diretor Carlos Saldanha conseguiu renome em Hollywood. Os resultados positivos de suas animações nas bilheterias concederam a Saldanha a possibilidade de fazer projetos mais próximos de sua experiência pessoal. E foi assim que nasceu Rio, filme dirigido pelo animador brasileiro cuja história se passa na Cidade Maravilhosa.</p>
<p>Como outros filmes que usam nossas terras como cenário, Rio faz questão de mostrar a cultura brasileira e os pontos turísticos do Rio de Janeiro. O bom para as plateias daqui é que a presença de Saldanha no comando não deixou que absurdos vistos em outros filmes fossem cometidos.</p>
<p><span id="more-18485"></span><a href="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2011/04/rio_02.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-18487" title="rio_02" src="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2011/04/rio_02.jpg" alt="" width="455" height="202" /></a></p>
<p>Desta maneira, o roteiro conta sua história e ainda retrata muitas paixões nacionais, principalmente o Carnaval. Há espaço para outros amores brasileiros, como o futebol e o churrasco.</p>
<p>Quando o assunto é Carnaval, o sentimento romântico em relação ao feriado (o mesmo que se pode perceber nas letras de Chico Buarque e Los Hermano) pode ser percebido nas falas do tucano Rafael. Apesar de artistas estrangeiros participarem da trilha, ela foi supervisionada por Sérgio Mendes, para não deixar o samba desandar.</p>
<p><a href="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2011/04/rio_04.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-18488" title="rio_04" src="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2011/04/rio_04.jpg" alt="" width="455" height="202" /></a></p>
<p>As cenas musicais são um dos pontos altos de Rio. A primeira cena, que lembra aberturas de animações alegres da Disney, já aponta o nível de qualidade e animação desses momentos.</p>
<p>Quem for conferir as cópias dubladas não precisa se preocupar em perder as vozes dos astros da versão original. Dubladores profissionais dão conta do recado e piadas bem adaptadas mantêm o bom humor.</p>
<p><strong>Ficha Técnica</strong><br />
Rio<br />
Direção: Carlos Salanha<br />
Roteiro: Don Rhymer<br />
Elenco: Jesse Eisenberg, Leslie Mann, Rodrigo Santoro, Anne Hathaway, Jamie Foxx, Will.i.Am<br />
Duração: 96 minutos<br />
País: EUA</p>
<p><strong>Trailer:</strong><br />
<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="451" height="275" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/LQkwNUiFqLs?fs=1&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="451" height="275" src="http://www.youtube.com/v/LQkwNUiFqLs?fs=1&amp;hl=pt_BR" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Publicado originalmente no<a href="http://ocinedude.blogspot.com/2011/04/rio.html" target="_blank"> Cine Dude</a></p>
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		<title>Sucker Punch – Mundo Surreal</title>
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		<pubDate>Mon, 04 Apr 2011 11:17:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Edu Fernandes</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Abbie Cornish]]></category>
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Sinopse: Uma garota é mandada para um hospital para doentes mentais. Lá ela fantasia que está em um mundo surreal onde se envolve em batalhas pela liberdade.
Spoilerômetro: nenhum spoiler
Do que os homens gostam – por Edu Fernandes
Apesar da maior parte da ação de Sucker Punch – Mundo Surreal (Sucker Punch) se passar no interior da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2011/03/sucker_punch_01.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-18330" title="sucker_punch_01" src="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2011/03/sucker_punch_01.jpg" alt="" width="455" height="600" /></a></p>
<p><strong>Sinopse: </strong>Uma garota é mandada para um hospital para doentes mentais. Lá ela fantasia que está em um mundo surreal onde se envolve em batalhas pela liberdade.</p>
<p><strong>Spoilerômetro:</strong> nenhum spoiler</p>
<p>Do que os homens gostam – por Edu Fernandes</p>
<p>Apesar da maior parte da ação de Sucker Punch – Mundo Surreal (Sucker Punch) se passar no interior da mente de uma garota traumatizada, o que vislumbramos lá dentro são elementos muito apelativos ao imaginário masculino.</p>
<p>O elenco é formado por belas atrizes que sempre trajam roupas que deixam à mostra pernas, cinturas e decotes. Para completar, as beldades estão sempre em missões cheias de tiroteios e batalhas corporais.</p>
<p><span id="more-18329"></span><a href="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2011/03/sucker_punch_05.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-18331" title="sucker_punch_05" src="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2011/03/sucker_punch_05.jpg" alt="" width="455" height="202" /></a></p>
<p>As missões são frutos da imaginação da protagonista Baby Doll e contemplam alguns dos gêneros cinematográficos mais apreciados pelos homens: guerra, fantasia medieval e ficção científica. A estrutura do roteiro pode ser entendida como um musical másculo, porque no lugar das cenas de cantoria e dança o que se tem é muita pancadaria.</p>
<p>Por se tratar de uma direção de Zack Snyder, as sequências de ação são um espetáculo visual regado a muitos efeitos visuais e câmera lenta. Depois de escorregar em Watchmen, Snyder aprendeu a escolher melhor as músicas que acompanharão as cenas. “Sweet Dreams” e “Where Is My Mind?”, por exemplo, casam-se aos acontecimentos e não competem com as imagens.</p>
<p><a href="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2011/03/sucker_punch_02.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-18332" title="sucker_punch_02" src="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2011/03/sucker_punch_02.jpg" alt="" width="455" height="202" /></a></p>
<p>O público masculino consegue tudo o que procura em Sucker Punch, mas para que o público feminino aprecie o filme é necessária que pelo menos uma de duas coisas aconteça. Primeiro, a espectadora pode se identificar ou admirar as mulheres fortes e determinadas que protagonizam o filme. A outra possibilidade é mais rara, mas pode acontecer. Algumas garotas podem curtir a estrutura quase que de videogames que o roteiro assume, com missões/fases bem determinadas.</p>
<p>O roteiro tem todos esses elementos apelativos, mas tenta contar sua história com alguma profundidade. Tal característica é notável principalmente nos paralelos que a mente de Baby Doll faz entre a realidade e o mundo fantasiado por ela.</p>
<p><a href="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2011/03/sucker_punch_03.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-18333" title="sucker_punch_03" src="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2011/03/sucker_punch_03.jpg" alt="" width="455" height="202" /></a></p>
<p>No entanto, cabe aqui uma observação muito sincera. O roteiro pode ter suas camadas, mas a discussão mais importante para a maioria dos espectadores de Sucker Punch é a determinar qual a atriz mais gostosa do elenco.</p>
<p><strong>Ficha Técnica</strong><br />
Sucker Punch – Mundo Surreal (Sucker Punch)<br />
Diretor: Zack Snyder<br />
Roteiro: Zack Snyder, Steve Shibuya<br />
Elenco: Emily Browning, Abbie Cornish, Jena Malone, Vanessa Hudgens, Jamie Chung, Carla Gugino, Oscar Isaac, Jon Hamm, Scott Glenn<br />
Duração: 109 minutos<br />
País: EUA, Canadá</p>
<p><strong>Trailer:</strong></p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="452" height="367" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/8ibUJlntSko?fs=1&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="452" height="367" src="http://www.youtube.com/v/8ibUJlntSko?fs=1&amp;hl=pt_BR" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Publicado originalmente no <a href="http://ocinedude.blogspot.com/2011/03/sucker-punch-mundo-surreal.html" target="_blank">Cine Dude</a></p>
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		<title>O Retrato de Dorian Gray</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Mar 2011 11:53:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Edu Fernandes</dc:creator>
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Sinopse: Dorian Gray é um belo jovem que não envelhece graças a uma pintura. Ele torna-se um rapaz corrupto e as marcas de suas maldades são registradas no retrato.
Spoilerômetro: nenhum spoiler
Mexer em vespeiro –  por Edu Fernandes
O última vez que o personagem Dorian Gray fez alguma aparição significativa no cinema foi no filme A [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2011/03/dorian_gray_01.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-18325" title="dorian_gray_01" src="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2011/03/dorian_gray_01.jpg" alt="" width="455" height="600" /></a></p>
<p><strong>Sinopse: </strong>Dorian Gray é um belo jovem que não envelhece graças a uma pintura. Ele torna-se um rapaz corrupto e as marcas de suas maldades são registradas no retrato.</p>
<p><strong>Spoilerômetro:</strong> nenhum spoiler</p>
<p><strong>Mexer em vespeiro </strong>–  por Edu Fernandes</p>
<p>O última vez que o personagem Dorian Gray fez alguma aparição significativa no cinema foi no filme A Liga Extraordinária (2003), que os fãs criticaram muito por causa da falta de fidelidade com quadrinhos que originaram o roteiro. Pois bem, pode-se dizer que O Retrato de Dorian Gray (Dorian Gray) consegue ser ainda menos autêntico.</p>
<p>Isso acontece porque a aventura com personagens da era vitoriana já parte com uma quota considerável de concessão por parte do público. Trata-se de uma história totalmente diferente dos livros onde tais personagens debutaram.</p>
<p><span id="more-18324"></span><a href="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2011/03/dorian_gray_03.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-18326" title="dorian_gray_03" src="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2011/03/dorian_gray_03.jpg" alt="" width="455" height="202" /></a></p>
<p>O problema da nova produção é que se espera uma similaridade maior quando se adapta o romance original diretamente para um filme. A cobrança pela sintonia é ainda maior quando frases célebres do autor Oscar Wilde que não estão nas páginas do livro são incluídas nos diálogos.</p>
<p>No lado positivo, merece elogio a escolha de Ben Barnes (o Príncipe Caspian de <a href="http://impulsohq.com/cine-hq/as-cronicas-de-narnia-a-viagem-do-peregrino-da-alvorada/" target="_blank">As Crônicas de Nárnia</a>) para o papel de Dorian Gray. O ator tem o tipo de beleza que se imagina para o personagem. Ele também consegue fazer bem a transição entre o Dorian inocente do começo do enredo para a versão quase diabólica mais próxima do desfecho.</p>
<p><a href="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2011/03/dorian_gray_04.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-18327" title="dorian_gray_04" src="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2011/03/dorian_gray_04.jpg" alt="" width="455" height="202" /></a></p>
<p>Aliás, o final do filme merece um pouco de reflexão – sem que se estrague a surpresa para quem não conhece a história. Quando se altera tanto os fatos (e principalmente o final), o roteiro do estreante Toby Finlay coloca-se em uma posição muito complicada. Ele precisa ser tão talentoso quanto Oscar Wilde para convencer que seu desfecho é tão bom quanto o imaginado pelo autor.</p>
<p>A mudança do final foi uma tentativa de modernizar o enredo e agradar as plateias contemporâneas, mas não deu certo.</p>
<p><strong>Ficha Técnica</strong><br />
O Retrato de Dorian Gray (Dorian Gray)<br />
Direção: Oliver Parker<br />
Roteiro: Toby Finlay<br />
Elenco: Ben Barnes, Colin Firth, Rebecca Hall<br />
Duração: 112 minutos<br />
País: Reino Unido</p>
<p><strong>Trailer:</strong><br />
<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="449" height="365" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/Mru54k4cgg4?fs=1&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="449" height="365" src="http://www.youtube.com/v/Mru54k4cgg4?fs=1&amp;hl=pt_BR" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Publicado originalmente no<a href="http://ocinedude.blogspot.com/2011/03/o-retrato-de-dorian-gray.html" target="_blank"> Cine Dude</a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Doce Vingança</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Mar 2011 11:50:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Edu Fernandes</dc:creator>
				<category><![CDATA[cine hq]]></category>
		<category><![CDATA[Andrew Howard]]></category>
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		<category><![CDATA[Daniel Franzese]]></category>
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		<category><![CDATA[I Spit on Your Grave]]></category>
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		<category><![CDATA[Rodney Eastman]]></category>
		<category><![CDATA[Sarah Butler]]></category>
		<category><![CDATA[Steven R. Monroe]]></category>
		<category><![CDATA[Stuart Morse]]></category>

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		<description><![CDATA[
Sinopse: Jennifer é uma escritora que aluga uma casa isolada para criar seu novo romance. Nesse local ela é estuprada por moradores locais e deixada para morrer. Jennifer sobrevive e procura vingar o que sofreu.
Spoilerômetro: nenhum spoiler
Olho por olho – por Edu Fernandes
Para saber do que se trata o enredo de Doce Vingança (I Spit [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2011/03/doce_vinganca.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-18114" title="doce_vinganca" src="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2011/03/doce_vinganca.jpg" alt="" width="455" height="600" /></a></p>
<p><strong>Sinopse:</strong> Jennifer é uma escritora que aluga uma casa isolada para criar seu novo romance. Nesse local ela é estuprada por moradores locais e deixada para morrer. Jennifer sobrevive e procura vingar o que sofreu.</p>
<p><strong>Spoilerômetro:</strong> nenhum spoiler</p>
<p>Olho por olho – por Edu Fernandes</p>
<p>Para saber do que se trata o enredo de Doce Vingança (I Spit on You Grave), é necessário se adiantar fatos que preenchem praticamente dois terços da duração do filme. A protagonista chega na casa, é estrupada, escapa e parte para um jogo vingativo extremamente sangrento.</p>
<p><span id="more-18103"></span><a href="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2011/03/doce_vinganca3.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-18115" title="doce_vinganca3" src="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2011/03/doce_vinganca3.jpg" alt="" width="455" height="203" /></a></p>
<p>Para que a atenção do público não se disperse no começo da fita, por já saber o que vai acontecer, o filme se concentra em deixar o como as coisas acontecem mais interessantes. Dessa forma, cenas graficamente muito fortes e uma boa dose de violência são oferecidas para os bravos espectadores.</p>
<p>Portanto, Doce Vingança não é nem um pouco aconselhado para pessoas mais sensíveis. Os desavisados podem sentir desconforto físico e abandonar a sessão pelo meio. Por isso, escolha muito bem quem você vai levar para assistir ao filme!</p>
<p><a href="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2011/03/doce_vinganca2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-18116" title="doce_vinganca2" src="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2011/03/doce_vinganca2.jpg" alt="" width="455" height="203" /></a></p>
<p>Aos que curtem fortes emoções, Doce Vingança será puro divertimento. Depois da longa sequência em que Jennifer é estuprada, os ânimos da plateia estarão exaltados e todos sentirão uma certa alegria mórbida em acompanhar a vingança da moça – um tipo de escapismo que o cinema oferece.</p>
<p>A forma como o roteiro constrói as situações mortais preparadas para os criminosos farão lembrar os melhores momentos da franquia Jogos Mortais. Toda a retaliação é pautada em igualar o martírio que a protagonista passou, mas isso é feito com criatividade e surpreende os fãs do gênero.</p>
<p><a href="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2011/03/doce_vinganca4.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-18117" title="doce_vinganca4" src="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2011/03/doce_vinganca4.jpg" alt="" width="455" height="203" /></a></p>
<p>Doce Vingança é o remake de um terror de 1978. Ao contrário da corrente moda de estragar filmes antigos, essa nova versão é positiva. A começar que o original é muito pouco conhecido e diminui as comparações. Outro ponto positivo é que a Platinum Dunes, empresa de propriedade de Michael Bay especializada em acabar com grandes clássicos do terror, não está envolvida no projeto.</p>
<p><strong>Ficha Técnica</strong><br />
Doce Vingança (I Spit on Your Grave)<br />
Direção: Steven R. Monroe<br />
Roteiro: Stuart Morse<br />
Elenco: Sarah Butler, Jeff Branson, Andrew Howard, Daniel Franzese, Rodney Eastman, Chad Lindberg<br />
País: EUA</p>
<p>Trailer:<br />
<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="480" height="293" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/WoxepSLLUsI?fs=1&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="293" src="http://www.youtube.com/v/WoxepSLLUsI?fs=1&amp;hl=pt_BR" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Publicado originalmente no<a href="http://ocinedude.blogspot.com/2011/03/doce-vinganca.html" target="_blank"> Cine Dude</a></p>
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		<title>O Besouro Verde</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Feb 2011 11:50:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Edu Fernandes</dc:creator>
				<category><![CDATA[cine hq]]></category>
		<category><![CDATA[Besouro Verde]]></category>
		<category><![CDATA[Cameron Diaz]]></category>
		<category><![CDATA[Christoph Waltz]]></category>
		<category><![CDATA[Evan Goldberg]]></category>
		<category><![CDATA[Green Hornet]]></category>
		<category><![CDATA[Jay Chou]]></category>
		<category><![CDATA[Michel Gondry]]></category>
		<category><![CDATA[Seth Rogen]]></category>
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Sinopse: Brett Reid é um filhinho de papai que se vê dono de um império de mídia quando seu pai morre. Só que da sua relação problemática com seu pai ele decide fazer alguma diferença para o mundo. E, ao lado de seu mecânico Kato, resolve combater o crime como o vigilante Besouro Verde.
Spoilerômetro: nenhum [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2011/02/besouro_verde_01.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-17899" title="besouro_verde_01" src="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2011/02/besouro_verde_01.jpg" alt="" width="455" height="600" /></a></p>
<p><strong>Sinopse:</strong> Brett Reid é um filhinho de papai que se vê dono de um império de mídia quando seu pai morre. Só que da sua relação problemática com seu pai ele decide fazer alguma diferença para o mundo. E, ao lado de seu mecânico Kato, resolve combater o crime como o vigilante Besouro Verde.</p>
<p><strong>Spoilerômetro:</strong> nenhum spoiler</p>
<p><strong>Texto:</strong> Guilherme Kroll</p>
<p>O Besouro Verde (The Green Hornet) é um filme que foi e voltou nos projetos de Hollywood inúmeras vezes. Já passou na mão de Kevin Smith e de outras pessoas antes de terminar com Seth Rogen, que o escreveu, produziu e é sua estrela principal.</p>
<p>Baseado no herói sério das novelas de rádio, quadrinhos e de um seriado televisivo (que tinha Bruce Lee no papel de Kato), na versão de Rogen, dirigida pelo ótimo Michel Gondry, virou uma divertida comédia, nos moldes de Segurando as Pontas.</p>
<p><span id="more-17898"></span><a href="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2011/02/besouro_verde_02.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-17900" title="besouro_verde_02" src="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2011/02/besouro_verde_02.jpg" alt="" width="455" height="202" /></a></p>
<p>O resultado é bem divertido, especialmente para quem está tomando o primeiro contato com o personagem. Fãs antigos, entretanto, se sentirão com a infância violada, apesar de grandes homenagens a episódios clássicos do seriado.</p>
<p>Desconsiderando os mais puristas, trata-se de uma comédia despretensiosa bem-sucedida. O roteiro de Rogen se foca em pequenas desvirtuações de roteiros de histórias de super-heróis (como a questão do envolvimento amoroso entre o herói e a mocinha), piadas visuais, diálogos hilários e numa storyline saída de um filme ruim do Steven Seagal.</p>
<p><a href="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2011/02/besouro_verde_03.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-17902" title="besouro_verde_03" src="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2011/02/besouro_verde_03.jpg" alt="" width="455" height="202" /></a></p>
<p>Michel Gondry vai bem no filme de ação, mostrando ser bom em qualquer estilo. Ele consegue colocar sua assinatura em vários detalhes, como os carros que se multiplicam enquanto Kato corre, ou então na tela dividida quando os bandidos põe a cabeça do Besouro Verde a prêmio.</p>
<p>O elenco é ótimo, tem Chritoph Waltz como vilão principal, uma ponta genial do James Franco e Edward James Olmos em um papel central. Só Cameron Diaz que decepciona um pouco em seu papel, mas seu envelhecimento é fonte de boas piadas.</p>
<p><a href="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2011/02/besouro_verde_04.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-17903" title="besouro_verde_04" src="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2011/02/besouro_verde_04.jpg" alt="" width="455" height="600" /></a></p>
<p>Os efeitos em 3D, entretanto, não acrescentam absolutamente nada ao longa. Parecem ser uma exigência da Hollywood atual, mas podíamos passar muito bem sem.</p>
<p>Posto tudo isso, O Besouro Verde é para novos fãs, para gente disposta a ver uma boa comédia. Se quiser ver o personagem original, procure importar o Box da série televisiva.</p>
<p><strong>Ficha Técnica</strong><br />
O Besouro Verde (The Green Hornet)<br />
Direção: Michel Gondry<br />
Roteiro: Seth Rogen, Evan Goldberg<br />
Elenco: Seth Rogen, Jay Chou, Cameron Diaz, Tom Wilkinson, Christoph Waltz<br />
Duração: 119 minutos<br />
País: EUA</p>
<p><strong>Trailer:</strong><br />
<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="472" height="289" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/Kx4MZMwqph0?fs=1&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="472" height="289" src="http://www.youtube.com/v/Kx4MZMwqph0?fs=1&amp;hl=pt_BR" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Publicado originalmente no <a href="http://ocinedude.blogspot.com/2011/02/o-besouro-verde.html" target="_blank">Cine Dude</a></p>
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		<title>Bravura Indômita</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Feb 2011 12:37:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Edu Fernandes</dc:creator>
				<category><![CDATA[cine hq]]></category>
		<category><![CDATA[Barry Pepper]]></category>
		<category><![CDATA[Bravura Indômita]]></category>
		<category><![CDATA[Ethan Coen]]></category>
		<category><![CDATA[Hailee Steinfeld]]></category>
		<category><![CDATA[Jeff Bridges]]></category>
		<category><![CDATA[Joel Coen]]></category>
		<category><![CDATA[Josh Brolin]]></category>
		<category><![CDATA[Matt Damon]]></category>

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Sinopse: O pai de Mattie é assassinado por Tom Chaney. Ela resolve contratar Rooster Cogburn para persegui-lo e exige acompanhar a caçada ao criminoso.
Spoilerômetro: atenção, pequenos spoilers
Onde os bravos têm vez –  por Edu Fernandes
Vários pontos ligam Bravura Indômita (True Grit) a outro filme roteirizado e dirigido pelos irmãos Coen, Onde os Fracos não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2011/02/bravura_indomita_1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-17818" title="bravura_indomita_1" src="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2011/02/bravura_indomita_1.jpg" alt="" width="455" height="600" /></a></p>
<p><strong>Sinopse: </strong>O pai de Mattie é assassinado por Tom Chaney. Ela resolve contratar Rooster Cogburn para persegui-lo e exige acompanhar a caçada ao criminoso.</p>
<p><strong>Spoilerômetro:</strong> atenção, pequenos spoilers</p>
<p>Onde os bravos têm vez –  por Edu Fernandes</p>
<p>Vários pontos ligam Bravura Indômita (True Grit) a outro filme roteirizado e dirigido pelos irmãos Coen, Onde os Fracos não Têm Vez.</p>
<p>Ambos são adaptações de romances e grande parte do enredo acontece em uma caçada humana, em que o alvo é interpretado por Josh Brolin. Enquanto Onde os Fracos&#8230; é visto do ponto da caça, em Bravura Indômita acompanha-se a jornada do caçador.</p>
<p><span id="more-17816"></span><a href="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2011/02/bravura_indomita_3.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-17817" title="bravura_indomita_3" src="http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2011/02/bravura_indomita_3.jpg" alt="" width="455" height="202" /></a></p>
<p>Outra diferença está no tema. Onde os Fracos&#8230; tem muitos personagens covardes. Seja Llewelyn que não bate de frente com seu perseguidor, seja Anton que sempre mata pessoas desarmadas. Em um dos poucos duelos que Anton participa, acaba fugindo. Já Bravura Indômita é sobre coragem e o roteiro sabe muito bem como dar vez para que cada personagem demonstre sua bravura em momentos diferentes.</p>
<p>O que há de comum são os bons posicionamentos de câmera e a construção de quadros esteticamente interessantes. Por outro lado, o final dos dois filmes sofre de um arrasto, mas enquanto Onde os Fracos&#8230; acaba de forma que pode ser frustrante, Bravura Indômita ganha novo fôlego na sequência final.</p>
<p><strong>Ficha Técnica</strong><br />
Bravura Indômita (True Grit)<br />
Roteiro e Direção: Joel Coen, Ethan Coen<br />
Elenco: Jeff Bridges, Hailee Steinfeld, Matt Damon, Josh Brolin, Barry Pepper<br />
Duração: 110 minutos<br />
País: EUA</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Trailer:</strong><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="466" height="282" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/AfCWTEPEh6Q?fs=1&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="466" height="282" src="http://www.youtube.com/v/AfCWTEPEh6Q?fs=1&amp;hl=pt_BR" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Publicado originalmente no<a href="http://ocinedude.blogspot.com/2011/02/bravura-indomita.html" target="_blank"> CineDude</a></p>
]]></content:encoded>
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