Elizabeth Stamatina “Tina” Fey completou nesta nessa semana 50 anos com muito reconhecimento e prêmios na bagagem. Nascida em 18 de Maio de 1970, a atriz, comediante e argumentista norte-americana é mais conhecida pela sua personagem da candidata vice-presidencial republicana Sarah Palin em várias aparições no humorístico SNL (Saturday Night Live) e, em 2008, foi apontada como a artista que teve o maior impacto na cultura e no entretenimento pela Associated Press.

Durante a sua carreira, Fey já levou pra casa Emmy, Globos de Ouro, prémios Screen Actors Guild e em 2010, Fey foi a vencedora do Prêmio Mark Twain para Humor Americano, sendo a mais jovem vencedora do prémio até então.

Para comemorar essa presença marcante nas produções que participa, hoje vou falar sobre Sete Dias sem Fim (This is Where I Leave You), filme de baseado no livro de mesmo nome de Jonathan Tropper (que também co-escreveu o argumento do filme) que traz Fey simplesmente à vontade no papel e sendo o elo que mantém uma família disfuncional unida.

“Não há problema em rir ou chorar, não há reação correta”, a psiquiatra de celebridades interpretada por Jane Fonda aconselha seus filhos algumas vezes nesta saga familiar beligerantemente agridoce.

De fato, tal orientação parece ser direcionada para o público que não sabe se ri ou chora. Sete Dias Sem Fim é uma carga totalmente objetiva e totalmente imóvel, uma grande pancada no espectador por conta de seu elenco estrelado. É simplesmente um prazer assistir, mesmo com a sensação assustadora de que poderia ser melhor. 

Comédias dramáticas são como buffets em que você pode comer de tudo, há muito para ingerir e, no final da refeição, você se sente um pouco decepcionado porque não teve tempo para saborear tudo o que empilhou no prato.

Portanto, não é nenhum elogio dizer que, relativamente falando, o conto de família disfuncional de Sete Dias Sem Fim equilibra muito bem a comédia e o drama, manipulando com sucesso um elenco de primeira linha com as demandas de seus vários personagens. E isso é um golpe para o diretor Shawn Levy, que nos deu a última comédia fraca, inspirada no Google, Os Estagiários (2013). 

O filme pode parecer inconsistente em alguns momentos, quando o humor se torna repetitivo e algumas cenas são melhores executadas do que outras, mas essa adaptação do best-seller de Jonathan Tropper é uma maneira agradável de passar algumas horas do seu dia.

As performances, especialmente de Jason Bateman, Adam Driver e Tina Fey, animam a história sobre irmãos neuróticos convocados por sua mãe (Jane Fonda) que mantém o alto nível de atuação de todos que interagem com ela, para a shivá de seu pai falecido. O que resulta disso é um filme engraçado, arriscado e empático, que lida de maneira revigorante com tópicos adultos muito reais. 

Ao adaptar seu livro para a tela, Tropper fez um grande esforço para criar quatro irmãos distintos no clã Altman. Tropper também apresenta a Fonda um de seus papéis mais divertidos até o momento, como Hilary, a matriarca que também é uma escritora reveladora, com um trabalho que não sabe o que é apropriado e o que não é.

Jason Bateman interpreta Judd Altman, um produtor de rádio de Nova York que descobriu recentemente sua esposa, Quinn (Abigail Spencer), comemorando seu aniversário na cama com seu chefe (Dax Shepard). A vida despenca para Judd quando ele recebe um telefonema de sua irmã Wendy (Tina Fey), dizendo que seu pai acabou de morrer.

Ele volta para casa com uma história confusa de que sua esposa não pode se juntar a ele porque sofreu uma lesão nas costas. Um encontro com uma ex-colega de escola peculiar e sem filtro (Rose Byrne) sugere que a vida poderia melhorar. 

Depois que toda a família se reúne, a disfunção entra em ação e as alfinetadas começam.

Wendy (Fey) está presa em um casamento sem amor e ainda tem sentimentos mal resolvidos pelo ex-namorado Horry (Timothy Olyphant), que tem uma lesão cerebral. Paul (Corey Stoll) é o irmão mais velho, tenso e brusco que está lutando para conceber um filho com sua esposa (Kathryn Hahn). Enquanto isso, Phillip (Adam Driver) faz jus ao estereótipo de irmão mais novo, estragando seus relacionamentos e compromissos. Sua última namorada (Connie Britton) é uma mulher mais velha e sexy, que, como sua mãe, Hilary, é terapeuta. Muito o que pensar sobre isso. 

De fato, há muito mais sobre o que pensar em Sete Dias Sem Fim do que você esperaria. Entre as piadas exageradas sobre o implante de silicone de Fonda, há uma mensagem esperançosa: não importa o quão emaranhada e desgastada a vida possa ficar, há sempre uma salvação por aí. 

O que Sete Dias Sem Fim sugere é que precisamos sair e ir atrás dela.

Aniversariante da semana: Tina Feyhttp://impulsohq.com/wp-content/uploads/2020/05/Tina-Fey-impulsohq.jpghttp://impulsohq.com/wp-content/uploads/2020/05/Tina-Fey-impulsohq-150x150.jpgLucas ManoelartigosAbigail Spencer,Adam Driver,Dax Shepard,Jane Fonda,Jason Bateman,Jonathan Tropper,Rose Byrne,Sete Dias Sem Fim,Shawn Levy,Timothy Olyphant,Tina FeyFacebook Twitter Instagram Youtube Elizabeth Stamatina 'Tina' Fey completou nesta nessa semana 50 anos com muito reconhecimento e prêmios na bagagem. Nascida em 18 de Maio de 1970, a atriz, comediante e argumentista norte-americana é mais conhecida pela sua personagem da candidata vice-presidencial republicana Sarah Palin em várias aparições no humorístico SNL (Saturday...O Impulso HQ é um site e canal no YouTube dedicado à cultura geek e traz, diariamente, novidades sobre quadrinhos, cinema e games, além de conteúdo em vídeo. Somos nerds a serviço do seu entretenimento. Bem-vindo!