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No último sábado, dia 12 de setembro, quem estava em São Paulo, mais precisamente na região central, pode aproveitar os vários lançamentos de revistas independentes que ocorreram.

A tarde começou na Comix, onde os integrantes do 4º Mundo estavam presentes autografando as publicações, Nanquim Descartável nº3, Garagem Hermética nº5 e Subterrâneo Especial nº5.

Para quem esticou a tarde pode dar uma passada na HQMix Livraria, onde simultaneamente estava acontecendo uma noite de autógrafos da evista Picabu nº4, Projeto Continuum nº9 e o lançamento da revista independente Subversos nº 4, que nessa quarta edição uma das parcerias da revista é em conjunto com o Impulso HQ, que deu uma camiseta e um boton, a cada selecionado dessa edição.

A Livraria HQMix ficou cheia com tantas pessoas querendo seu autógrafo e prestigiar os autores, que compareceram em sua maioria, e demonstraram-se animados com a sensação de publicar na revista Subversos, que nessa edição conta com nomes de peso da HQB como Alex Mir, Bira Dantas e Gazy Andraus e com novas parcerias como a Devir Livrariae o grupo Rmhx.

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A revista Subversos tem distribuição gratuita é publicada com o apoio do Programa para a Valorização de Iniciativas Culturais – VAI da Prefeitura de São Paulo.

Durante o lançamento o Impulso HQ conversou com os editores Alexandre Manoel e Akira Sanoki, sobre essa nova temporada da revista e como a publicação mudou desde o inicio da sua trajetória, e também entrevistamos alguns dos selecionados para saber o como anda a produção de cada participante.

O Impulso HQ conversou com Alex Mir sobre a sua participação na Subversos:

IHQ: Você sempre está presente no cenário nacional das independentes e agora você também publica na Subversos, como está a sua produção de HQs?
Alex Mir:
Eu estou produzindo bastante, apesar da Tempestade não ter saído a número 6 ainda. Deve sair agora o álbum que eu e o Laudo ganhamos o PAC, pela Via Lettera, agora em outubro com pré-lançamento na FIQ.

A Tempestade eu estou editando, logo sai também, e tem outros projetos paralelos, e agora tenho a alegria de ter a minha história na Subversos, nessa quarta edição.

Pra mim realmente eu queria ter entrado antes, mas não teve a oportunidade, mas agora que pintou a oportunidade eu fico muito feliz.

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Vini e Alex Mir

IHQ: Você pretende mandar mais histórias para a Subversos? Como você encara a revista?
Alex Mir:
Gosto do estilo da Subversos, porque é um estilo bem urbano, eu gosto de olhá-la como um estilo urbano. Ela tem histórias que são do nosso dia a dia. E ultimamente eu tenho gostado muito de escrever esse tipo de história até porque eu já meio que enjoei daquela coisa somente de super-heróis, então estou partindo para outros caminhos.

Pretendo mandar muitas outras histórias para a Subversos e espero que entre também nas próximas edições. A Subversos já se tornou uma revista importante no meio independente, você já vê que hoje ela pública autores de nome, que há muito tempo está lutando para se firmar, com certeza tentarei participar mais vezes.

IHQ: Você pretende continuar com as revistas independentes, ou você vai procurar editoras? E como está a produção de Orixás?
Alex Mir:
Vou continuar a produção independente, a Tempestade continua sendo independente por enquanto. Orixás acabou de sair a número 16 com a história da origem de Ogum. A distribuição está meio complicada, mas ela já saiu.

A gente já está com outra, o Omar já está colorindo outra pra sair na número 17 agora, e eu já estou escrevendo a quarta história que vai sair na número 18, então a Orixás está caminhando bem.

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Akira Sanoki e Cesar Silva

No meio de tantos autógrafos o Impulso HQ conseguiu chegar até Akira Sanoki, um dos editores da Revista Subversos:

IHQ: Subversos chegando ao quarto número, sendo reconhecida como uma importante revista do cenário independente e vocês conseguiram novamente o apoio do VAI, como foi todo o processo de aceitação?
Akira Sanoki:
Foi tranquilo. O pessoal do VAI gostou muito e eles perguntaram pra gente se iríamos fazer novamente o projeto, e o Alexandre confirmou que iríamos.

O legal agora é que conseguimos falar com a Devir, que ajudou a gente a publicar também e é um dos apoiadores. Com ela vamos publicar no Brasil inteiro e conseguimos chegar ao número de 4 mil exemplares.

IHQ: Com esse maior ponto de distribuição logo vocês terão um maior numero de candidatos. Vocês pretendem aumentar o número de selecionados? Daqui pra frente como serão os projetos da Subversos?
Akira Sanoki:
O pessoal vai depender da qualidade mesmo, quanto maior for então colocaremos mais gente, não tem jeito! Vamos ver… a gente quer sempre colocar o pessoal mais novo, agora colocamos um pessoal mais antigo tipo o Alex Mir, o Bira que ganhou o HQMix, mas a idéia é essa, cada vez gente mais nova e dar a oportunidade para a galera que está tentando, que nem a gente que começou um dia.

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IHQ: Entrando nesse assunto, a Subversos agora conta com as presenças de Bira, Emir, Gazy. Como é colocar grandes nomes na revista Subversos? Isso dá um peso maior para a revista, uma maior credibilidade?
Akira Sanoki:
O trabalho do pessoal é legal e sempre pensamos na galera mais nova, que o cara vai olhar e falar “Cara estou do lado do Bira, na mesma revista que o Alex Mir, na mesma revista que o Gazy”, então a gente sempre pensa nos mais novos, porque esses grandes nomes de certa forma já estão garantidos no mercado e nos quadrinhos, então o legal é agente juntar a geração mais nova com o pessoal que está ai há tempos, então isso só vem agregar cada vez mais.

IHQ: Os planos de fazer uma Subversos feminina se mantém?
Akira Sanoki:
Essa é uma boa idéia, é uma coisa que a gente quer pra caramba, vai depender das mulheres, quantos mais mulheres mandarem maior será a probabilidade de conseguirmos, então vamos ver o que rola, mas a vontade é muita.

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Conversamos com alguns dos selecionados que tiveram a sua primeira experiência em ter a sua HQ publicada:

IHQ: É primeira vez que você publica de forma independente? Como você conheceu a Subversos? E o que te levou a mandar a sua HQ para a revista?
Diego Castillo:
Fiquei conhecendo através de amigos, mas eu nunca publiquei em lugar algum, é a primeira vez que estou publicando. Na verdade foi um trampo de colaboração, enfim entrei nessa com uma amiga minha, ela fez o roteiro e eu fiz a arte e sei lá eu nunca tinha tentando e achei que seria uma boa dar uma chance para ver se isso era a minha praia.

IHQ: Você já publica HQ? Como você conheceu a Subversos? Como você encara a publicação?
Freddy Leal:
Eu conheço os organizadores, essa é a segunda Subversos que participo. Eu conheci quando eles me falaram na época do primeiro projeto, eu não consegui participar nem da primeira e nem na segunda, mas na ultima edição eu participei com a Karina e agora nessa eu participo com o Diego onde fiz a arte final.

Estou meio em off do mercado de quadrinhos então encaro a Subversos como uma forma de participar mesmo, é uma edição legal apesar de ser distribuição ser gratuita, então é bem legal participar dela.

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Conversamos também com Mauro Salgado responsável pelas cores da capa dessa quarta edição:

IHQ: Como é que participar da Subversos e fazer as cores da capa de uma revista total PB?
Mauro Salgado:
É legal pra caramba, porque eu acompanho toda a produção da revista e a iniciativa do Akira em fazer um trabalho como esse.

Realmente fazer uma revista toda colorida ainda é muito complexo, precisaria de uma editora por traz, então tendo a capa é um passo inicial para o artista ter uma visão do trabalho dele pronto e como funciona em impresso e em bancas, agora com essa parceria com a Devir.

Provavelmente para o futuro a gente consegue até ampliar o projeto para oferecer para a Devir, e conseguir todo colorizado, que é interessante para estender mesmo, colocar outra lente climática na história, mas por enquanto já é muito legar ter a publicação do jeito que já saiu.

IHQ: E como anda a sua produção, você pretende mandar outros projetos?
Mauro Salgado:
Na verdade eu já desenhei para a primeira Subversos, com uma história de 7 páginas e por enquanto eu não tenho feito quadrinhos, estou mais fazendo ilustração e pretendo ir para a animação.

Quadrinhos é uma mídia bem trabalhosa, então você precisa parar e receber um bom roteiro o que é necessário para você ter um a HQ legal, nem precisa ter desenho tão bom, mas precisa ter uma história bem legal para ser contada, é o único motivo de ser feita uma HQ, senão não vale a pena ser desenhada.

Provavelmente vou fazer mais alguma coisa para uma terceira edição, então para a próxima ter pelo menos 2 páginas.

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Lorena Kaz

Para quem achou que a Subversos não tinha uma presença feminina, se engana, a publicação conta com três representantes: Claudia Carezzato, Karina Nishioka e Lorena Kaz, essa última conta com uma experiência internacional nas HQs e o Impulso HQ foi descobrir como é a versão feminina em uma revista com a temática urbana.

IHQ: Como é participar da Subversos?
Lorena Kaz:
É a primeira vez que estou participando, e na verdade é a primeira vez que participo de qualquer publicação. Eu já lancei, mas nunca fiz um lançamento, então é a primeira vez que autografo e vejo as pessoas assim, estou adorando.

IHQ: Como é ser uma presença feminina na publicação? E o que você acha da idéia de fazer uma edição feminina?
Lorena Kaz:
Muito legal. Realmente tem poucas mulheres na edição. Eu adoro o ambiente masculino, na verdade acho que estou acostumada. Comecei a fazer quadrinhos na Servia e era só homem sempre foi só homem, então estou acostumada e gosto muito da troca.

Acho o máximo fazer uma edição só com mulheres, porque é diferente, acho que são muito mais singelos, pessoais, sentimentais os quadrinhos das mulheres.

IHQ: Já que você citou essa sensibilidade feminina, como é trabalhar com uma temática urbana?
Lorena Kaz:
Os meus quadrinhos são totalmente autobiográficos e todas as histórias são reais e se não aconteceu comigo, aconteceu com alguma amiga, então é totalmente urbano cotidiano. As minhas ultimas histórias são Top 10 foras, se me derem um fora feio vai virar HQ.

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Alexandre Manoel

Um dos parceiros aqui do Impulso HQ é Alexandre Manoel que mantém a sua coluna semanal “Resenha HQB”, é um dos editores da Subversos, logo não poderiamos deixar de prestigiar e fazer uma algumas perguntas sobre o futuro da Subversos:

IHQ: Subversos nº4 com novo apoio do VAI, vocês conseguiram mais uma vez, como foi toda a transição?
Alexandre Manoel:
Foi trabalhoso, primeiro você tem que inscrever o projeto de novo, esperar encerrar as inscrições e participar da seleção e esperar liberar a verba, e isso foi um processo de 4 meses, depois quando libera a verba é que você pode começar a fazer a revista.

Para essa edição nós contamos com o apoio da Devir, que vai distribuir e vender a revista fora de São Paulo.

Continuaremos aqui em São Paulo com a distribuição gratuita e fora a Devir junto com a Dinap vai vender nos pontos de venda por R$ 5,90, então toda essa parte burocrático levou mais dois meses, por isso o nosso atraso em sair essa quarta edição.

IHQ: Qual é a diferença dessa nova fase da revista Subversos, que se inicia com essa quarta edição?
Alexandre Manoel:
O formato é menor, o chamado magazine, e a capa é mais fina, essas são a diferenças na parte gráfica. De conteúdo continua a mesma. O Shin está no Japão, então é um a menos para discutir na hora da seleção, mas não sei se isso dará muito reflexo daqui em diante na escolha das história.

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César Silva um dos selecionados da quarta edição, veste a camiseta do Impulso HQ

IHQ: Como é que você a Subversos agora? Mais uma vez o apoio do VAI, a participação da Devir, nomes de peso nessa quarta edição. Como você acha que a Subversos está se firmando no cenário independente?
Alexandre Manoel:
Acho que é exatamente com isso que você citou. Conseguimos juntar coisas que geralmente as outras revistas não conseguem que é apoio financeiro, uma editora distribuindo, nomes famosos e a galera desconhecida que participa e a distribuição gratuita, creio que essa que é a força da Subversos mesmo.

IHQ: E os planos da Subverso em fazer uma edição só com autoras de HQs?
Alexandre Manoel:
Não sei se está fechado. È um sonho que não sei se vai dar certo, tem que ver ser todos os editores vão aceitar a publicar as histórias, isso ainda não está decidido, mas é uma coisa que eu gostaria de fazer, pelo menos se não for só com autoras, fazer com que todas as histórias tenham uma participação feminina.

IHQ: Como é que está a seleção para a Subversos de HQs internacionais, nessa edição tem uma história do Japão, na edição passada da Argentina, os planos para HQs estrangeiras continuam?
Alexandre Manoel:
Tem uma amiga minha chamada Lokaz que ela vai indicar quadrinhistas da Servia, do Equador, de Israel, ela é uma pessoa internacional, acho que agora ter chamado a Lokaz para participar mudou a história da Subversos praticamente.

Acho que agora nós começamos a ir a um rumo internacional que é o objetivo. Estamos conversando com um autor cubano e alguns argentinos, um dos objetivos é abrir para autores internacionais para um dia chegar com a publicação no exterior também.

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Mario César Silva e Gualberto Costa

IHQ: O que muda na Subversos com a parceria com a Devir?
Alexandre Manoel:
Agora uma parte dela vai ser vendida e espero que com isso a gente alcance outros estados que não dá pra chegar via correio. Com isso espero que ganhe força o nome, para ser mais reconhecido fora de São Paulo e receber consequentemente mais material e aumentar a qualidade, esse é o objetivo.

IHQ: Algum plano para fazer a Subversos em cor?
Alexandre Manoel:
A gente inscreveu para o ProArc a Subversos 100% colorida, mas não foi selecionada. É muito cara. Seria o orçamento das ultimas três edições para fazer uma colorida e por enquanto não. Se conseguirmos outro financiamento público pode ser um objetivos.

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Claro que também não deixamos escapar a oportunidade de entrevista Mario César Silva, que representava a Projeto Continuum e que durante a noite produziu uma página de HQ na hora.

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Mario César Silva com a Projeto Continuum

IHQ: Fale um pouco sobre a Projeto Continuum. Como é a sua participação?
Mario César Silva:
A revista está na edição número nove, mas eu participo desde a número seis, com o convite de Rafael Tavares que é o editor.

Eu participo com as tiras de um personagem chamado Bombado, e pra gente é sempre uma satisfação de estar trazendo coisas novas para pessoal aqui, até porque é um fanzine do Ceará e estou trazendo aqui para São Paulo, então é uma opção a mais.

Participo de eventos de animação japonesa e a Projeto Continuum traz traços de vários estilos sem ser mangá, então é mais uma coisa que o pessoal pode estar conhecendo.

Como está o mercado de fanzines no Ceará?
Mario César Silva:
Eu sou de São Paulo e conheci o pessoal do Continuum pelo Fotolog, e o que eu conheço é o que eles falam sobre o mercado que é um pouco escasso e não tem muita oportunidade de venda, além da falta de eventos por lá. Eles estão sofrendo um pouco por causa disso!

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Gustavo Duarte

Outro quadrinhista que esteve presente foi Gustavo Duarte responsável pela revista Có, ele é o editor, desenhista, roteirista, designer gráfico da publicação.

IHQ: Para o leitor entender, o que é a Có?
Gustavo Duarte:
È a minha primeira revista inteira que faço sozinho, é uma revista em quadrinhos preta e branca, sem nenhuma fala de 36 páginas, 32 só com desenho. É um conto curto que passa em uma noite em uma fazenda, sobre um cara que mora sozinho.

IHQ: Como é contar um conto sem texto? Da onde surgiu à ideia?
Gustavo Duarte:
Não tem texto, mas tem desenho. A maneira de se expressar que usei foi sem texto, mas estão lá os desenhos, mas isso não é inédito, muita gente já fez isso. È uma maneira que eu gosto de trabalhar nas minhas charges.

Os meus cartuns que eu mais gosto eles acabam sendo aqueles que tem nenhum texto ou quase nenhum texto.

Durante todos esses anos que eu desenho sempre a coisa que eu mais gostei é fazer sem texto, então quando eu escrevi a primeira história foi pensando em fazer sem texto e quando eu estava no meio da produção percebi que dava mesmo pra fazer então fui em frente.

IHQ: Você tem outras produções além da Có?
Gustavo Duarte:
Não. Tem outras produções que vão sair daqui pra frente. A Có é a primeira história em quadrinhos que faço sozinho. Eu já tinha feito antes várias de duas páginas, ou uma página e publicado em revistas, mas nada meu.

A história nem é tão grande, mas uma assim inteira eu nunca tinha feita desse tamanho.

Você está lançando a Co de maneira independente, como você está vendo o mercado independente?
Gustavo Duarte:
Tem muita coisa independente boa saindo, como tem muita coisa saindo por editoras, principalmente mais livros de quadrinhos. Revista a gente vê mais de maneira independente mesmo do que em banca.

Eu acho que é uma maneira das pessoas que querem fazer ir lá e fazer. Foi assim que eu pensei, eu queria fazer do meu jeito, então não procurei uma editora, eu até acho muito legal, talvez até procure uma. Mas eu acho muito você poder cuidar das histórias, das páginas, da diagramação, cuidar de todo o design da revista.

Eu quis fazer isso porque eu gosto, e o mercado tem espaço pra isso, por exemplo, tem livrarias especializadas que vendem as revistas independentes, o mercado está aberto inclusive com a Internet que facilita a venda.

A Có eu coloquei a venda no meu site e já consegui vender para todos os estados do Brasil, inclusive para a Argentina, óbvio que não foi um número gigantesco, mas você atinge os lugares.

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01

Com certeza foi uma noite de lançamentos que foi marcada pela alegria e merece ser repetida mais vezes, além de reunir novas caras do quadrinho nacional serviu para alguns quadrinhistas conhecerem parceiros que só se conheciam via Internet, e com certeza as propostas de sinuca na Augusta ou Festa da MAD foram aceitas para se estabelecerem novas amizades.

Antes de encerrar o post, avisamos que mais entrevistas foram feitas com outros selecionados da revista Subversos que estavam presentes, mas estão poderão ser assistidas, isso mesmo, assistidas. Elas serão colocadas pela equipe do pessoal da própria Subversos que em breve irão abrir um canal no You Tube, assim que estiver no ar, o post será atualizado com os links.

E por falar em links para quem ficou curioso ai vai alguns links dos autores entrevistados:

Gustavo Duarte, revista Có;

Lorena Kaz, Lokaz-tirinhas;

Mário Cesar Silva, revista Projeto Continuum;

Revista Subversos, blog com noticias sobre as edições.

Renato Lebeauprograme-seAkira Sanoki,Alex Mir,Alexandre Manoel,Bira Dantas,Có,Cláudia Carezzato,Devir,Diego Castillo,Freddy Leal,gazy andraus,Gustavo Duarte,HQMix Livraria,HQs,Karina Nishioka,Laudo,Lokaz,Lorena Kaz,mangá,Mario César Silva,Mauro Salgado,Picabu,Projeto Continuum,revistas independentes,Subversos,VAINo último sábado, dia 12 de setembro, quem estava em São Paulo, mais precisamente na região central, pode aproveitar os vários lançamentos de revistas independentes que ocorreram. A tarde começou na Comix, onde os integrantes do 4º Mundo estavam presentes autografando as publicações, Nanquim Descartável nº3, Garagem Hermética nº5 e...O Impulso HQ é um site dedicado à cultura geek e traz, diariamente, novidades sobre quadrinhos, cinema e games, além de conteúdo em vídeo. Somos nerds a serviço do seu entretenimento. Bem-vindo!
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