
No início dos anos setenta, quando eu passava pelas bancas de jornal sempre dava uma espiada em uma revista de fotonovelas com um personagem vestindo uma roupa de esqueleto, mas é claro que, naquela época o que mais me chamava à atenção eram as mulheres de calcinha nas capas. Parece estranho começar o texto assim, mas calma que eu já explico.
Dois ou três anos depois li uma HQ brasileira no “Almanaque Gibi Nostalgia”, era um personagem de chapéu, capa e com uma máscara de caveira, chamado Garra Cinzenta, que para a tristeza dos leitores a história saiu incompleta. Somente anos depois Worney Almeida de Souza lançou todos os capítulos em uma edição limitada, que eu vivia namorando nas livrarias.
Agora os fãs saudosistas e a nova geração podem e devem aproveitar o álbum “Garra Cinzenta”, edição de luxo (capa dura e papel especial) publicado pela Conrad editora que traz uma compilação em 128 páginas de todos os capítulos produzidos do personagem.
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