Arquivo de julho, 2009

Palestra: “Quadrinhos e Universo feminino” no Espaço Cultural IBEP

Por Renato Lebeau | 21 julho de 2009

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Acontece amanhã, dia 22, quarta-feira a partir das 15 às 18h o bate-papo “Quadrinhos e Universo feminino”, com Sonia Bibe Luyten.

Graduada em Jornalismo, mestre e doutora em Ciências da Comunicação, pioneira nos estudos acadêmicos de mangá no Brasil, a palestrante conduzirá um interessante bate-papo sobre o universo feminino nas histórias em quadrinhos.

O evento é gratuito e as vagas são limitadas e as inscrições devem ser feitas através do telefone: 2936-4491 ou e-mail: espacocultural@ibep-nacional.com.br (o interessado deve informar nome completo, telefone e e-mail para efetivar a inscrição no evento desejado).
O evento faz parte da programação de férias do Espaço Cultural IBEP, que nesse mês realizará uma série de atividades ligadas ao universo dos quadrinhos.

Espaço Cultural Ibep-Nacional – Companhia Editora Nacional

Rua Santo Amaro, 766 – Bela Vista – São Paulo – SP
Travessa da Brigadeiro Luis Antonio (sentido praça da Sé), em frente ao Hospital Pérola Byington.
Tel: 55 11 2936-449
www.ibep-nacional.com.br

Entrevista: Franco Rosa

Por Renato Lebeau | 21 julho de 2009

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Franco de Rosa é quadrinhista, pois desenha e escreve HQs desde 1971, quando começou aos 15 anos. Já publicou em diversas editoras brasileiras (Ebal, Saber, GRAFIPAR, Press, etc) e a partir dos anos 80 também se tornou editor e crítico de quadrinhos.

Também é um dos fundadores da editora Opera Graphica, que infelizmente encerrou atividades em 2009. Essa entrevista foi concedida ao também quadrinhista e divulgador da HQ Brasileira, Rod Gonzalez, que gentilmente enviou o texto para o Impulso HQ.

Entrevista:

Rod Gonzalez: Como foi que você começou a gostar das histórias em quadrinhos?
Franco de Rosa:
Minha mãe lia para mim, antes de eu dormir. Nada de contos de fadas…Luluzinha, Mickey. Eu escolhia na banca.

R.G.: E como foi o seu começo profissional nesse meio das histórias em quadrinhos?
F.R.:
Comecei fazendo as tiras do Capitão Caatinga com o Seabra, depois as tiras do Chucrutz, e uma novela em capítulos diários. Cada novela durava uns tres meses. Nós publicávamos no Noticia Populares da São Paulo. Depois passei a fazer O Praça Atrapalhado, Klik, Zorro e Quadrinhos Eróticos, para a Grafipar de Curitiba.

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Necronauta nº 7

Por Renato Lebeau | 21 julho de 2009

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O Salva Vidas dos Mortos chega ao seu sétimo número, onde o herói se vê frente a frente com uma nova ameaça, uma criatura decidida a atravessar os portões de Necrópolis. E cabe ao Necronauta impedi-lo e defender a Cidade dos Mortos.

A aventura de 18 páginas que conta com roteiro e arte de Danilo Beyruth e cores de Artur Fujita foi produzida a partir de uma iniciativa da operadora OI, como parte de seu portal de quadrinhos e estará disponível para leitura a partir do dia 25 de julho, no link, inteiramente de graça.

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Humor em Quadrinhos nº6

Por Renato Lebeau | 21 julho de 2009

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Já está disponível a 6ª edição da mini Humor em Quadrinhos já está disponível para download gratuito no blog do projeto.

Essa edição em especial traz a participação exclusiva do Denis Rosa, uma das revelações da oficina de HQs de 2008, que agora faz parte do time Nossa Visão!

A publicação também é distribuída gratuitamente em versão impressa em pontos culturais e comic shops de São Paulo.

Para fazer o download gratuito da edição em formato .pdf, clique aqui.

Garotas em quadro

Por Renato Lebeau | 21 julho de 2009

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Visto no Zerohora.com – por Fernanda Zaffari

Uma turma dedicada às histórias em quadrinhos desponta em Porto Alegre. Os traços comuns das garotas são a pouca idade, entre 20 e 30 e poucos anos, e a formação em Jornalismo e Arquitetura.

Elas são gaúchas e o mais determinante: apesar do mercado editorial tímido, não param de desenhar à mão, usando o computador, no máximo, para colorir. As quatro garotas enquadradas na foto desta página são parte representativa desta turma feminina.

– Sinto que, no Brasil, muitas vezes, quadrinho é identificado com criança. Há ainda dificuldade em alcançar um público maior. O preço das publicações, com os impostos, torna tudo muito caro – diz Ana Luiza Koehler.

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Douglas Wolk e o papel contemporâneo das HQs

Por Renato Lebeau | 21 julho de 2009

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Visto no Universo HQ

O que faz de Reading Comics – How Graphic Novels Work and What They Mean, de Douglas Wolk um dos bons livros sobre este meio é que ele o trata exatamente desta maneira: quadrinhos como meio de comunicação e cultura com particularidades e linguagem que o colocam entre as principais formas de expressão deste e do século passado.

Refletir sobre as histórias em quadrinhos, o modo como elas se disseminaram como parte da cultura dos séculos XX e XXI e sua prevalência como meio sensível às transformações sociais e culturais é o mote do autor.

Douglas Wolk em Reading Comics divide sua reflexão em dois momentos aparentemente distintos, mas que se complementam no fim.No primeiro, o autor empreende uma análise sobre o meio de comunicação que encerra as histórias em quadrinhos, seus referenciais, suas transformações e as implicações resultantes delas.

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A Cabeça é a Ilha

Por Camila Alam | 20 julho de 2009

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O ditado diz que é melhor rir do que chorar. E diz também que é mais fácil rir da desgraça alheia do que da nossa própria. No dos outros é refresco, lembram? Mas quem zomba do próximo, precisa primeiro saber zombar de si mesmo.  E isso é uma coisa que o carioca André Dahmer faz como ninguém.

Criador dos Malvados, série de tirinhas que ganhou fama na internet, e autoridade em humor negro, Dahmer expande o olhar sobre o sofrimento humano. Cria personagens cínicos, sarcásticos ou cruéis, que sofrem e se martirizam, por amor ou diversão. Entretanto, ao nos dar a contemplação patética da dor, cria também motivos para rir dela. E de nós mesmos. Porque, oras, todos sofremos.

Em seu último livro, A Cabeça é a Ilha (Ed. Desiderata, 152 págs, R$ 34,90) Dahmer reúne 238 tirinhas, uma compilação dos últimos dois anos de trabalho. Entre as séries estão algumas das preferidas de seu público, como Ulisses, Sara, A Sofrida, e Mini-Dahmer.

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Palestra: Quadrinhos no Espaço Cultural IBEP

Por Renato Lebeau | 20 julho de 2009

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Acontece amanhã, dia 21, terça-feira a partir das 15 às 18h a palestra “Quadrinhos”, com Daniel Esteves.

O palestrante apresentará dos aspectos teóricos e práticos na produção de uma revista de histórias em quadrinhos . Os participantes poderão apresentar suas ideias para criação de histórias em quadrinhos para receber avaliações e dicas do profissional.

Apresente um cupom de compra de um livro de qualquer valor no nosso espaço cultural e ganhe um ingresso para o evento (cupons com data do mês de julho).

O evento faz parte da programação de férias do Espaço Cultural IBEP, que nesse mês realizará uma série de atividades ligadas ao universo dos quadrinhos.

Espaço Cultural Ibep-Nacional – Companhia Editora Nacional

Rua Santo Amaro, 766 – Bela Vista – São Paulo – SP
Travessa da Brigadeiro Luis Antonio (sentido praça da Sé), em frente ao Hospital Pérola Byington.
Tel: 55 11 2936-449
www.ibep-nacional.com.br

O Manual do Minotauro

Por Renato Lebeau | 20 julho de 2009

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Visto noDisruptores – por Alexandre Honório

Laerte é uma invenção; um dos poucos cartunistas brasileiros que têm à mão aquela marca particular: uma capacidade quase que inesgotável de surpreender e contar uma boa e, por vezes, bizarra e hilária história em pouco mais de três ou quatro quadros.

Isso fica ainda mais claro quando nos deparamos com algo como O Manual do Minotauro, blog criado por ele como uma espécie de vitrine de suas experiências com as tirinhas diárias que cria e que circulam em publicações Brasil afora.

O que mais chama a atenção em O Manual do Minotauro é que em seu curto período de existência – o blog tem poucos meses de vida – fica evidente que a criatividade de Laerte é aparentemente irrefreável. Exercícios metalingüisticos, arte seqüêncial – lá se vão duas palavras com o “finado” trema -, arcos de tiras que brincam com as relações, com a filosofia, com o cotidiano delirante que tem sido a marca de muitos dos trabalhos recentes do cartunista e ilustrador.

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Mauricio de Sousa completa 50 anos de carreira com filme e exposição

Por Renato Lebeau | 20 julho de 2009

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Visto no Gibiteca – por Natania Nogueira

Há 50 anos, em 18 de julho de 1959, a primeira tirinha assinada por Mauricio de Sousa, e protagonizada por Bidu e Franjinha, era publicada no então jornal “Folha da Manhã”.

Naquela época, com apenas 23 anos e repórter da editoria de polícia, Mauricio percebeu que queria mesmo era desenhar e contar histórias. E assim foi feito. Hoje, aos 73 anos, e com uma vasta lista de personagens no currículo, relembra o mundo que vislumbrou no início da carreira. “É claro que eu não sabia que as minhas criações ganhariam a importância que têm hoje. Mas eu não posso negar que eu imaginei tudo isso, sim”, confessa.

O início das comemorações do cinquentenário da carreira do criador da turma da Mônica será marcado pela apresentação de um documentário produzido em sua homenagem pelo canal de TV a cabo do grupo A&E, The Biography Channel.

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