Livros que relatam exclusivamente a história dos quadrinhos nacionais (seja focando algum gênero, editora ou autor) são sempre bem-vindos.
Primeiro, devido a escassez de títulos no mercado (já foram lançados alguns, é verdade, mais ainda assim, poucos). Segundo, pelo valor histórico e por resgatar um pouco de nossa cultura; e, por último, são bases teóricas fundamentais para quem quiser se envolver no ramo (editores, roteiristas, desenhistas, pesquisadores etc.) por mostrar como era o mercado e seu impacto na sociedade à sua época, o pensamento editorial (suas qualidades e vícios), as técnicas e condições de trabalho dos autores; livros assim servem como parâmetros para que as novas gerações não fiquem constantemente reinventando a roda.
Flávio Colin (1930-2002) é o autor que tem sua vida passada a limpo neste breve perfil escrito por Gonçalo Junior.













