
Visto no Gibiteca
Claude Moliterni é considerado um dos maiores quadrinhistas da atualidade. Ele morreu no dia 21 de janeiro de 2009. Veja o que foi publicado sobre ele:
Claude Moliterni – a melhor combinação de quadrinhista e enciclopedista da Nona Arte, em todos os tempos – é um velho amigo do Brasil. Em 1979, Moliterni esteve no Brasil, visitando o Salão de Humor de Piracicaba.
A empatia com a cidade e com o festival foi tão grande que Moliterni deixou sua passagem registrada em álbum, ao ambientar uma das aventuras do personagem Harry Chase na cidade. Trata-se de Piracicaba, Mon Amour, de 1980, ilustrado por Fahrer, em que temos um fato insólito e bem humorado: o vilão da história é ninguém mais ninguém menos do que o pesquisador brasileiro de quadrinhos Álvaro de Moya.
Agora, com o Ano do Brasil na França, o autor voltou a saudar a história dos quadrinhos no Brasil, resgatando (até com direito a surpresas de cronistas menos avisados), num artigo publicado no início do mês, que seu “personagem” Álvaro de Moya, juntamente com Reinaldo de Oliveira, Jayme Cortez Martins, Syllas Roberg e Miguel Penteado foram, sim, os protagonistas da primeira exposição internacional de quadrinhos do mundo, em 1951.









