Arquivo de julho, 2008

Bonecos de Papel

Por Renato Lebeau | 29 julho de 2008

Se você gosta de encher a sua mesa do trabalho de brinquedos, o site Cubeecraft é ideal!

Lá é possível encontrar vários personagens famosos em brinquedos de papel que é possível imprimir e em sua maioria são bonecos cubos, que é só encaixar as partes, fáceis de montar e usam abas, dispensando o uso de cola ou fita adesiva.

Todos os modelos são de graça e podem ser baixados no site Cubeecraft.

A dica vem do blog dos Brinquedos que sempre coloca novidades sobre esse assunto.

E continuando falando de brinquedos o blog tem uma seção de brinquedos de papel com muitos modelos para imprimir e montar.

O site promete um novo boneco de papel a cada semana.

Se alguém estiver se perguntando o que isso tem haver com Hqs, a resposta é simples:
Entre os bonecos de papel existem alguns personagens como Hellboy, Homem de Ferro, Batman entre outros.

E não esquecendo que o blog Impulso Hq aborda também todas as linguagens que possam envolver as histórias em quadrinhos, bonecos em forma de cubos de papel tridimensionais, são uma forma diferente de representar o universo dos comics em outra linguagem.

Esse post foi indicação do André.

O fim de Quadrinhópole?

Por Renato Lebeau | 29 julho de 2008

Quem foi ao Troféu HQMix 2008 além de acompanhar um grande evento pode conhecer muitos dos novos artistas que integram a nova geração de quadrinhistas.

Entre eles se destacam o pessoal do grupo de quadrinhista do Quarto Mundo, que ganharam o prêmio de melhor Revista Independente de Grupo, com a publicação Quadrinhópole.

E como essa publicação acabou de ser consagrada com um dos mais importantes prêmios, o blog Impulso HQ, bateu um papo com Leonardo Melo, editor e roteirista, sobre os rumos da revista, mercado de Hqs independentes e um possível fim de Quadrinhópole.

Impulso HQ: Como é para o 4º Mundo ganhar o premio e ser reconhecido no Hq MIX pela sua importância para o mercado de HQ?
Leonardo Melo: Foi bacana, mas ainda há muito o que ser feito. No momento estamos discutindo meios de resolver o problema da distribuição e dando uma melhor organizada interna no grupo.

Acho que logo vamos ter novidades e esse prêmio veio para afirmar que o QM é realmente uma entidade que está lutando pelo quadrinho nacional.

Ouso até dizer que no futuro, os historiadores das HQs dividirão a história do mercado nacional entre “antes” e “depois” do QM.

IHQ: Quadrinhópole está na sétima edição, isso é resultado do retorno que a revista gera ou ela se encontra ainda na fase da persistência?
LM: Dificilmente você ouvirá falar em retorno em se tratando de quadrinho independente. Os 7 números são resultado única e exclusivamente do meu esforço e teimosia em querer levar a revista adiante.
Foram 7 números em pouco mais de 1 ano e meio, e ela foi evoluindo a cada número, até culminar na edição 7, que pra mim é a melhor de todas, e no prêmio de Melhor Revista Independente de Grupo.
Foi graças a todo esse esforço que veio o reconhecimento, o que indica que conseguimos cumprir o objetivo de levar quadrinhos de qualidade aos leitores, e isso me deixa muito feliz.

IHQ: Pode ser o último número de quadrinhópole? Por quê? Quais são os próximos planos para as edições seguintes? O que os fãs podem esperar em relação a novidades?
LM: Bem, estas 7 edições e o prêmio certamente encerram uma fase na história da Quadrinhópole.
Passou o tempo do aprendizado. Agora é a hora de vender o que eu ainda tenho no estoque para só então pensar no que fazer.

Se eu for continuar com a Quadrinhópole, possivelmente seja de forma diferente, talvez com mais páginas e uma periodicidade não tão rígida.

IHQ:Há alguma possibilidade de sair alguma edição colorida?
LM:Cores já não sei porque encareceria o preço de capa e também demoraria mais tempo para ser produzida, mas tenho outros projetos aí em andamento e espero lançar pelo menos dois álbuns no ano que vem. Um deles será colorido, sim.

IHQ:Ficou mais fácil depois do 4º Mundo conseguir apoio para editar as histórias ou ainda é muito cedo para dizer?
LM: Veja bem, o QM ainda não tem apoio nenhum, a não ser se você considerar que seus membros se apóiam mutuamente.

O grupo tem menos de 1 ano de existência, então é muito cedo para falar o que mudou no quadrinho nacional, se é que mudou alguma coisa, de fato.

Acho que as coisas “estão mudando” e estão caminhando para uma verdadeira revolução no mercado. Mas as consequências disso tudo só serão paupáveis daqui a algum tempo.

Lançamentos Avenida nº3 e Quadrinhópole nº7

Por Renato Lebeau | 29 julho de 2008

Dia 31 de julho, quinta feira, acontece o lançamento de duas publicações independentes, Avenida nº 3 e Quadrinhópole nº7.

A revista Avenida é realizada por três artistas, André Caliman, Rui Silveira e Wellington Marçal.

O objetivo da publicação é apresentar uma alternativa viável e de qualidade ao público de histórias em quadrinhos e ao público em geral.

Cada autor apresenta a sua visão de uma avenida que pode ser a sua, a minha, ou a de qualquer um.

A edição nº 3 da Revista Avenida é composta por tês histórias: “Simples” (história e arte: Rui Silveira), “Trilha sonora da destruição” (história e Arte: Wellington Marçal) e “Filhos da Vingança” (história e Arte: André Caliman).

Já Quadrinhópole surgiu em por uma equipe de quadrinistas curitibanos, e é publicação mix de histórias de aventura, ficção, horror, drama, suspense e muito mais.
Esse ano a publicação ganhou o Troféu HQMIX 2008 na categoria melhor Revista Independente de Grupo.

A sétima edição de quadrinhópole contém: Abraços por R$0,50 (conto de Leonardo Santana e Laudo Ferreira Júnior), Um Solteirão chato com Celular Incomoda Muita Gente(HQ hilária de Antônio Éder), Poço (de Abs Moraes e Marcos Roberto), Inverno (por Fábio Ochôa).

O lançamento acontece no bar “Era Só o que Faltava”, a partir das 7 horas.
Para saber mais sobre as publicações acessem: www.avenidahq.com e www.quadrinhopole.com

Bar “Era Só o que Faltava”
Av. Republica Argentina, 1334
Água Verde – Curitiba – PR
Avenida
17 x 25cm
Papel: Couché
Capa colorida e miolo preto & branco
32 páginas
R$ 3,00

Quadrinhópole
25 X 17 cm
páginas
Capa colorida e miolo preto & branco
R$ 3.00

Subversos recebe material para segunda edição

Por Renato Lebeau | 29 julho de 2008

Subversos é uma revista de HQ que conta com o apoio da prefeitura de São Paulo e, por isso, é distribuída gratuitamente em alguns pontos da cidade (bibliotecas, centros culturais etc) e através dos correios.

A publicação foi lançada esse mês pelos editores Igor Shin, Akira Sanoki e Alexandre Manoel, que estão recebendo material para a seleção, que farão parte da segunda edição da hq independente.

A data limite para envio de material é 7 de setembro e podem mandar tiras, HQs ou ilustrações (não precisam ser trabalhos inéditos).

A revista tem como temática o “Cotidiano Urbano”.

Subversos aceita a colaboração de artista de todo o Brasil,e em na primeira edição contou com vários quadrinistas como: Igor Shin; André Oliva & Vini; José Nunes & José Alescio; Jader Correa & Matias Streb(editores da revista Alexandria); Sueli de Oliveira; Akira Sanoki; Rafael de Oliveira; Rafael Andrés; Allan Rocha, Bruno Hazov e Flávio Tirapeli; Aluísio Soares; Alexandre Manoel; Mauro Salgado; Nara Nascimento; Igor Shin, Akira Sanoki e Alexandre Manoel; a arte de capa é de Akira Sanoki.

Maiores informações sobre a revista:
www.revistasubversos.blogspot.com

No site é possível baixar a primeira edição em pdf!

SUBVERSOS
48 páginas
21 x 27 cm
Miolo P/B
Distribuição gratuita
Contato com os editores: revistasubversos@gmail.com

Entrevista Philippe Druillet – quarta parte

Por Renato Lebeau | 28 julho de 2008

A seguir a quarta parte da entrevista.

Agradecimentos a Joaquim Ghirotti, realizador da entrevista.

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O editor da minha primeira história se chamava Terre Vague, e foi o mesmo de Barbarella. Era um lançamento com tiragem limitada, para colecionadores, para uma elite, só para quem já conhecia. E eu queria fazer uma história em quadrinhos de qualidade, um trabalho em um suporte popular que fosse revolucionário.

Nessa época eu trabalhava na revista Pilote, que era líder de vendas. Vendíamos mais de 200 mil cópias por semana, e eu já desenhava. A gente era líder nas universidades, nas escolas, numa classe de 40 alunos tinham 4 que liam, e a revista passava pela classe inteira. Nós sabíamos, na época, que nós éramos lidos por entre 800 mil a um milhão de pessoas por semana.

“Culturalmente, antes de 68, a França era um país subdesenvolvido.”

Pergunto-lhe como foi conhecer a obra de Lovecraft, esse escritor norte americano que influencia tantas pessoas, não só autores, como Neil Gaiman e Alan Moore, como bandas e músicos.

“Eu tinha 14 anos quando descobri Lovecraft. Eu caí num mundo de maravilha, eu li tudo e tive o choque da minha vida. Era algo totalmente inacreditável. Conheci sua obra em livrarias, através de um grupo de pessoas que eram como que anarquistas, que gostavam de literatura fantástica, cinema e nós trocavamos informações, eles eram marginais, como as pessoas da resistance, mas agora isso se acabou.”

“Quando conheci Lovecraft foi como se uma porta se abrisse para mim” afirma Druillet.

Na França sou conhecido como o ilustrador Lovecraftiano por excelência. O universo dele me influenciou muito. Construi em cima dele o início de meu trabalho. Fiz 17 páginas do livro que ele inventou, oNecronomicon, o livro dos mortos de Alhazred, (livro imaginário com informações ocultas criado por Lovecraft, constantemente citado em suas histórias) nunca fiz mais do que isso e hoje em dia elas existem no mundo inteiro. Alguns filmes já as usaram como parte de sua abertura.

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Brasileiros vencem o Eisner Awards em San Diego

Por Renato Lebeau | 28 julho de 2008

A partir da esquerda, Fabio Moon, Rafael Grampá e Gabriel Bá (ao microfone) recebem o Eisner Award de melhor antologia (Foto: Diego Assis/G1)

Visto no Universo Fantástico

GabrielBá, Fabio Moon e Rafael Grampá venceram na categoria antologia.
Vitória pela série ‘The Umbrella Academy’ levou Bá outra vez ao palco.

A cerimônia de entrega dos Eisner Awards, premiação mais importante do mercado de quadrinhos dos Estados Unidos, ganhou tom verde e amarelo na noite desta sexta-feira (25) em San Diego com a vitória dos irmãos Gabriel Bá e Fabio Moon e do quadrinista Rafael Grampá na categoria melhor antologia.

O troféu foi conquistado pela revista independente “5″, que inclui também histórias de Becky Cloonan e Vasilis Lolos.

Bá também subiu outra vez ao palco para receber o prêmio de melhor série limitada por “The Umbrella Academy”, HQ da Dark Horse com roteiro de Gerard Way, da banda My Chemical Romance e desenhos do brasileiro.

Mais adiante, o próprio Bá foi chamado para entregar o prêmio de melhor HQ digital para o irmão Fábio Moon pela HQ “Sugar Shock”.

“Eu amo quadrinhos… tudo o que eu sempre quis foi fazer histórias em quadrinhos”, declarou no palco um Fabio Moon ainda atônito com a vitória pela antologia. Já recomposto, Bá continou: “A gente vem do Brasil para cá há 12 anos e me lembro que, na primeira vez, o Frank Miller fez um discurso que dizia entre outras coisas: você pode fazer mais. E é isso que a gente vem tentando fazer desde então, mais e melhor”.

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Mundo dos super-heróis 11

Por Renato Lebeau | 28 julho de 2008

Já está nas bancas à nova edição da revista Mundo dos Super-Heróis que acaba de ganhar, pelo segundo ano consecutivo, o prêmio HQ MIX na categoria “Melhor Publicação Sobre Quadrinhos”.

Essa edição conta com um dossiê sobre as principais mudanças e curiosidades da carreira do Batman. São 30 páginas com informações essenciais do personagem, além da crítica do novo filme e uma nova seção – chamada “Procurado” – com um mini-dossiê sobre o Coringa.

O entrevistado da vez é Greg Tocchini, um dos muitos brasileiros que desenham para o exterior. Mas com uma diferença: é sempre chamado para projetos bem particulares que envolvem a criação de visuais diferenciados.

Para quem gosta de HQB a seção Heróis BR, traz a trajetória de Velta, musa dos quadrinhos independentes brasileiros que completou 35 anos recentemente.

Confira também: Neil Gaiman, 10 Mais: Heróis Negros, Thor de A a Z, Clássicos da Era de Ouro, Artista da capa: Samicler Gonçalves, Catacumba, Super Leitores, Etc& Tal, Peneira Pop e muito mais.

Mundo dos super-heróis 11
Editora Europa
84 páginas
21 x 28 cm
Capa e miolo em papel couché
R$ 9,90

Sobre Gibitecas e doações

Por Renato Lebeau | 28 julho de 2008

Dando uma passada no blog Gibiteca encontrei esse texto interessante sobre doações a gibitecas. É legal porque tira muitas dúvidas relacionadas ao assunto.

E é claro, vamos incentivar as gibitecas cada vez mais, façam doações se não quiserem mais guardar as suas Hqs, não deixem que as mães joguem no lixo!!!…

Visto no blog Gibiteca.

Sobre Gibitecas e doações

Uma das coisas que mais me questionam em relação à gibiteca é a sobre a dificuldade de se formar um acervo. As pessoas tem a idéia errada de que tem que ter dinheiro para comprar HQ’s.

Ora, gibitecas se fazem a partir de doações. E muitas pessoas doam, com boa vontade. Exemplo disto é que nossa gibiteca recebeu grandes doações – de mais de 200 revistas – de colecionadores de vários Estados, como RJ, SP, RS, PR e de outras cidades de Minas, como Juiz de Fora e Belo Horizonte.

Pessoas de nossa comunidade também fizeram doações, sem que fosse feita uma campanha sistemática na cidade e na nossa comunidade. Nosso acervo está sempre sendo renovado pois todo mês sempre chega alguma coisa – em maior ou menor quantidade. Esta renovação é importante pois atrai mais leitores e dá à gibiteca uma aparência mais dinâmica.

Monte uma gibiteca em sua escola, em sua biblioteca. Peça doações que eram irão chegar. Estou tocando neste assunto pois hoje eu fui alegrada com uma notícia vinda Aracajú (SE).

A coordenadora da Gibiteca da Biblioteca Infantil Aglaé Fontes de Alencar, Claudia Stocker, fez uma campanha de doação de gibis nos meses de junho e julho, e recebi 1.280 exemplares. A gibiteca, que funciona em uma sala separada, teve que ser mudada de lugar para poder se adaptar ao novo acervo, que agora é o maior do Estado, com 2.380.

A gibiteca está de parabéns! Espero que as doações continuem e que as pessoas também se interessem em conhecer este espaço que está crescendo cada vez mais. Ao mesmo tempo eu convido nossos leitores e procurarem as gibitecas perto de suas casa e também contribuírem com doações.

Uma revista doada faz diferença. Gibis são mais frágeis que livros e tem uma vida útil menor, por isto as gibitecas tem sempre que estar renovando seu acervo. Se você tem filhos, ensine a ele a ser solidário pedindo que ele mesmo faça a doação. Freqüentem também as gibitecas da sua cidade sempre que possível.

Se onde você mora não há uma gibiteca, procure a biblioteca comunitária, lance a idéia e faça uma campanha. Gibi não e literatura mas pode ajudar a formar um futuro leitor, mais criativo, mais crítico.

Visto no blog Gibiteca

Porto Alegre ilustrada pela Casa 21

Por Renato Lebeau | 28 julho de 2008

Visto no HQ Maniacs

A editora Casa 21 acaba de lançar mais um álbum de sua coleção Cidades Ilustradas. A cidade retratada é Porto Alegre, pelas mãos do argentino Carlos Nine. A série conta com o patrocínio da Esso Brasileira de Petróleo.

“Não deixa de ser humilhante: precisou vir alguém de longe para mostrar aos porto-alegrenses o que a cidade tem de mais belo. Eu, que sempre morei aqui e faz tempo, nunca tinha visto a cidade tão bonita. Faltou só o Museu Iberê e o Teatro São Pedro, ambos cobertos de tapumes quando Carlos Nine andou por aqui”, diz Jorge Furtado em sua introdução.

Os álbuns da coleção apresentam as cidades-tema desenhadas e comentadas por artistas nacionais e internacionais que não são naturais do lugar.

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Entrevista Philippe Druillet – terceira parte

Por Renato Lebeau | 25 julho de 2008

A seguir a terceira parte da entrevista.
Agradecimentos a Joaquim Ghirotti, realizador da entrevista.

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Pergunto a Philippe como ele descobriu que queria ser um artista, e como percebeu que essa era, por assim dizer, sua vocação.

“Bem, venho de uma família extremamente pobre, preferia ter vindo de uma rica. Eu comecei a trabalhar cedo, com 16 anos, mas sempre tive paixão pelo desenho. Cheguei a Espanha com um ano, e meu pai morreu quando eu tinha oito anos”, ele diz.

“Morei esses oito anos em Figueiras, antes de voltar da França, pois meu pai havia apoiado o nazismo durante a ocupação Francesa, era um dos colaboradores, não podíamos voltar. Figueiras é a cidade de Salvador Dalí, quando eu era pequeno desenhava e as pessoas me falavam “mais tarde você vai ser como o Salvador Dalí, um bom começo” (risos).

E a imagem sempre foi algo muito forte para mim, sempre teve um poder muito grande, a imagem tinha uma força muito grande sobre nós. As crianças de hoje estão o tempo todo na internet, em vídeo games, um desenho não diz muito a elas.

Nunca me esqueço dos dois primeiros filmes que vi e o poder de sua imagem sobre mim. Um deles foi “O Sepulcro Indiano” de Fritz Lang, outro, uma adaptação de Shakespeare que jamais consegui identificar. Essas imagens me deixaram impressionado. Fiquei fascinado com a idéia de desenhar algo.

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